Sputnik: A vacina russa mostra alta eficácia e leva governo a hipótese absurda

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ABSURDO! Mesmo que custe ao povo brasileiro mais prejuízos, na questão de saúde pública, o governo chega a aventar a hipótese de cancelar compra da CoronaVac e submeter a população a mais uma de suas aventuras.

O governo brasileiro está disposto a “abraçar” a vacina russa para que Bolsonaro possa chama-la de sua. A indigesta derrota para João Doria, por ele mesmo ter “batizado” a CoronVac de “vacina do Doria”, causa desespero e a vacina russa se torna forte candidata a cobrir o vácuo do imunizante “vacina do Bolsonaro” que, para o presidente, é mais importante que o próprio combate à pandemia.

A AVENTURA DO JOGO COM RISCO À POPULAÇÃO

O secretário executivo do Ministério da Saúde, Elcio Franco, chegou a dizer à Rádio CBN, que não descartava abrir mão da segunda compra da Coronavac, caso tivesse outras opções, tamanho o inconformismo diante do sucesso de Doria, na visão do atual governo, num momento em que todos países do mundo tenta efetuar o maior número de compras e reservas de vacina.

A distribuição da Sputnik V, porém, ainda esbarra no aval da Anvisa, que aponta falta de dados básicos para poder liberar o uso emergencial do imunizante. Faltam também pesquisas de fase 3 do produto no Brasil.

Guerra política, por insistência de Bolsonaro, é algo que demonstra idiotia e total desprezo a tantas vidas que ainda serão perdidas por indiferença, onde a prioridade é o ego daquele que já é conhecido e muito mal visto na mídia internacional como um elemento de tendências genocidas.

Política à parte, saiba mais sobre a Sputnik V.

Uma vacina que depende de vírus do resfriado modificado é mais de 91% eficaz contra COVID-19 sintomático, de acordo com os resultados provisórios de um ensaio clínico envolvendo cerca de 22.000 pessoas.

Os patógenos do grupo dos adenovírus geralmente causam doenças leves, como o resfriado comum. A vacina Sputnik V desenvolvida no Centro Nacional de Epidemiologia e Microbiologia de Gamaleya em Moscou consiste em dois tipos de adenovírus, cada um carregando instruções genéticas para a proteína spike que o SARS-CoV-2 usa para se prender às células hospedeiras. O uso de dois vírus pode ajudar a aumentar a resposta imunológica à vacinação.

Denis Logunov no centro Gamaleya e seus colegas analisaram dados de cerca de 15.000 participantes de ensaios clínicos que receberam uma injeção inicial contendo um tipo de adenovírus e, 21 dias depois, uma injeção de reforço do segundo tipo de vírus. A equipe também estudou 4.900 participantes que receberam duas doses de um placebo.

A partir de 21 dias após a primeira injeção, 16 casos sintomáticos de COVID-19 – todos leves – foram registrados no grupo da vacina. O grupo placebo incorreu em 62 casos, 20 dos quais foram moderados ou graves.

Evidências preliminares sugerem que a vacina começa a oferecer proteção 16 a 18 dias após a primeira dose, mas os autores afirmam que mais pesquisas são necessárias para confirmar esse achado inicial.

Da Redação O Estado Brasileiro
Fonte: Mídias nacionais e Revista Nature

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