CPI de quinta, 19 de agosto, escancara o dono da Precisa, Ricardo Barros e até Bolsonaro

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A tão esperada presença de Francisco Maximiano, adiada por várias vezes, ocorreu nesta quinta, 19 de agosto na CPI da Covid.
Embora tenha comparecido com o Habeas Corpus que usou para evitar de responder quase todas as indagações, com documentos que se tornaram provas sólidas, os Senadores conseguiram escancarar os fatos para todo o Brasil.

Implicaram a Precisa, Ricardo Barros, o Ministério da Saúde e até Bolsonaro, que ligou para a Índia na tentativa de acelerar o processo mais irregular da história de escândalos no Ministério da Saúde, ficando claro que o presidente estava ciente de tudo.

O pouco que Maximiano respondeu, mentiu, conforme ficou provado com todos elementos expostos pela Comissão.
A implicação de todos os envolvidos ficou claramente comprovada, a cada “direito de permanecer calado” que soou como confissão.

A CPI avança e se aprofunda nas entranhas de um governo que não pode usar mais o falso argumento de não ter corrupção em toda sua estrutura.

O desgaste e a ingovernabilidade só permite discursos que não ultrapassam as divisas do afamado “cercadinho”.
O relatório final não terá como ser contestado, segundo os críticos e comentaristas sérios de toda mídia, respaldado por políticos e cientistas políticos, com o aval dos eleitores mais informados.

A cegueira, diante de todos os descalabros não mais se justifica, tornando o desmonte do governo num caminho absolutamente sem retorno.

Vídeo – Correspondente: Dillana Lamy

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