Categoria: Notícias do dia (vídeos)

Apenas uma das graves Fake News presidenciais na ONU

Tanto no primeiro semestre quanto no acumulado dos oito primeiros meses, os números líquidos de 2020 são os piores desde 2009, penúltimo ano do governo Lula. Na ocasião, sob os reflexos da crise financeira global, o país atraiu US$ 13,9 bilhões de janeiro a junho e US$ 19 bilhões de janeiro a agosto, já descontadas as saídas de capital. As informações sobre o IDP são públicas e estão disponíveis no site do Banco Central. Inscreva-se no canal e ative notificações

Fim do Foro Privilegiado e LAVA JATO ameaçada (parte 2)

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Edição compacta do trecho da entrevista em que se tratou da educação. Entrevista realizada com nosso convidado Senador Oriovisto Guimarães neste 18 de agosto de 2020, com a Equipe Fênix do Portal O ESTADO BRASILEIRO. Acompanhe nosso trabalho neste canal e no portal: www.oestadsobrasileiro.com.br Curta e siga nosso canal!

Fim do Foro Privilegiado e LAVA JATO ameaçada (parte 1)

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Edição compacta do trecho da entrevista em que se tratou da educação. Entrevista realizada com nosso convidado Senador Oriovisto Guimarães neste 18 de agosto de 2020, com a Equipe Fênix do Portal O ESTADO BRASILEIRO. Acompanhe nosso trabalho neste canal e no portal: www.oestadsobrasileiro.com.br Curta e siga nosso canal!

Estado de Coisas entrevista o Senador Oriovisto Guimaraes

O Senado Federal e seu papel, a defesa da LAVA JATO, o Muda Senado, a educação, o STF e a integração com o Senado, os ataques a Deltan Dallagnol, a corrupção, os projetos parados no Congresso e muitas outras pautas importantes do momento atual no Brasil neste Estado de Coisas.

Tributo a Sérgio Moro – pela passagem do seu aniversário

Pelo aniversário de Sérgio Moro, uma homenagem do Portal de Notícias
O ESTADO BRASILEIRO

RJ pagou 90% a mais por leito do que a rede privada

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Cada leito de campanha inaugurado pelo governo teve custo médio de R$ 581 mil. Já os dois hospitais de campanha financiados e construídos pela Rede D’Or em parceria com empresas tiveram custo médio de R$ 305 mil por leito.

o governo de Wilson Witzel (PSC) anunciou o fim temporário das atividades dos hospitais de campanha do Maracanã (zona norte da capital fluminense) e de São Gonçalo, na região metropolitana —os únicos que chegaram a entrar em funcionamento dos sete planejados inicialmente.

Os R$ 256 milhões repassados ao Iabas são uma parte do valor total do contrato firmado pela gestão Witzel com a organização social. Originalmente, os sete hospitais de campanha deveriam totalizar 1.300 leitos e o valor total pago chegaria a R$ 770 milhões. O governador, no entanto, rompeu o contrato no início do mês.

O custo médio de R$ 581 mil por leito envolve equipamentos, insumos, profissionais de saúde e a própria construção da estrutura das unidades. A maior parte dos leitos prometidos não foram entregues, o que encarece o valor médio.

Por meio de nota, a OS atribuiu atrasos na entrega de equipamentos a decisões do governo e disse que, em 12 de junho, quatro das unidades ainda não abertas estavam prontas. “Por essa razão, o Iabas entrou com ação de antecipação de provas e obteve uma decisão judicial para que seja formada uma comissão multidisciplinar para analisar e avaliar todas as entregas já feitas pelo instituto e não reconhecidas pelo Governo.”

Fonte: UOL | Secretaria da Saúde do Rio de Janeiro

Boicote à Lava Jato afeta até o combate à pandemia

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Suspenso o repasse de R$ 500 milhões da Lava Jato para combate ao Covid-19

A Lava Jato tentou destinar a verba, recuperada pela Força Tarefa, mas o boicote à Lava Jato foi além, impedindo que esta determinasse o destino da verba, numa demonstração de que a Lava Jato não tem competência, sequer, para isso, depois do esforço despendindo, como em todas suas ações, para essa recuperação.

É uma forma de colocar a Lava Jato numa situação de submissão ao poder que, hoje, visivelmente, trabalha no sentido de enfraquecer seu trabalho e importante papel no combate à corrupção.

Com isso, tudo que vem dela [Força Tarefa Lava Jato] é contestado ou tirado os méritos, neste momento em que Deltan Dallagnol, seu coordenador, encontra-se sob “fogo cerrado”, num esforço notório para que ele seja afastado desse trabalho, depois de mostrar sua força e competência no combate à corrupção que assolou o Brasil e agora ganha mais força, com a união daqueles que se preocupam com o andamento e sucesso que sempre caracterizou aquela equipe, a única que conseguiu acusar, prender e condenar poderosos que, antes, eram intocáveis.

Vale lembrar que a PGR, através de Augusto Aras, solicitou e conseguiu o acesso a todo banco de dados sigilosos da operação, pressionado pelo presidente que busca, de forma clara, o controle de tudo, como deixou claro no fatídico vídeo da reunião ministerial que veio à público, depois da acusação do ex-ministro Sérgio Moro de que o presidente buscava interferir na Polícia Federal. Ali, Bolsonaro afirma que interfere, sim, em todos os ministérios.

A suspensão do repasse de R$ 500 milhões da Lava Jato para combate ao Covid-19, vale até que o Supremo Tribunal Federal (STF) decida se cabe à juíza, ou não, decidir a destinação desses recursos. Até lá, o repasse às ações de enfrentamento à Covid-19 fica paralisado.

A juíza substituta da operação Lava Jato na Justiça Federal em Curitiba, Gabriela Hardt, decidiu, então, suspender o prazo da ação que destinava R$ 508 milhões, provenientes de multas e acordos de leniência na operação, para o combate da pandemia do novo coronavírus.

Após uma reportagem do JN, o Ministério da Saúde aceitou a verba. E mesmo assim, em seguida, o governo acionou o STF para impedir que a operação Lava Jato defina a destinação dos recursos resultantes de multas (em condenações criminais) ou acordos de leniência ligados ao combate à corrupção.

O advogado-geral da União, José Levi, pediu ao Supremo o estabelecimento de duas regras:

que a destinação desses valores cabe à União, desde que não haja vinculação legal expressa e ressalvado o direito de demais entidades lesadas;
e que não cabe ao Judiciário, a pedido do Ministério Público, fixar a destinação dessas verbas sem previsão legal.

A AGU também pediu ao Supremo para determinar que verbas de dois processos da 13ª Vara Federal de Curitiba – incluindo esse, dos recursos para enfrentar a Covid-19 – sejam destinadas ao Tesouro Nacional sem “carimbo”, ou seja, sem destinação pré-definida.

Gabriela Hardt diz que, “em razão da celeuma gerada, termino a presente decisão, em 24 de julho de 2020, quando o Brasil registra 84.082 mortes provocadas pela Covid-19 e 2.287.475 de casos confirmados da doença no país, acolhendo o pedido do MPF para o fim de determinar a suspensão do prazo (…)”.

O impasse causa espera de uma conclusão satisfatória, para aqueles que apoiam e reconhecem o esforço dessa que ficará na história, como a maior conquista no combate a corrupção. Sobreviva ou não.

Fonte: G1 | JN