Categoria: Ministério da Justiça

Projeto que reduz poder sobre polícias é criticado por Governadores

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É uma clara politização das polícias.

Há uma forte mobilização contra dois projetos de lei orgânica das polícias civil e militar que restringem o poder político dos Estados sobre as tropas armadas e os bombeiros em todo o País. 

As propostas foram reveladas pelo ‘Estadão’ neste início da semana.

Parte dos chefes dos Executivos estaduais apontou inconstitucionalidade e interferência do Palácio do Planalto nas polícias, uma das bases de apoio do presidente Jair Bolsonaro. A reação mais forte partiu do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que acusou Bolsonaro de querer “intimidar governadores através de força policial militar”.

Os projetos preveem mudanças significativas na estrutura das polícias e estabelecem mandatos de dois anos para os comandantes-gerais da PM, dos Bombeiros e delegados-gerais de Polícia Civil, além de condicionantes para que sejam demitidos. As propostas são alvo de lobby classista e foram discutidas com o Ministério da Justiça e Segurança Pública e não foram submetidas à Câmara dos Deputados.

João Doria se destacou nas críticas:

“Somos radicalmente contra” e “Já mobilizamos a bancada de São Paulo e outros governadores estão mobilizando suas bancadas.”
E afirmou que “logicamente” há interferência política do Planalto na proposta das polícias. Para ele, os projetos são de “uma visão de quem gosta de pólvora”.
E complementa – “Essa proposta veio do Legislativo, mas inspirada no Palácio do Planalto, nessa visão de quem gosta de pólvora, de cheiro de pólvora, que é o presidente Jair Bolsonaro” .

A intenção de Bolsonaro é agradar e manter a base de apoio dos quarteis que visita quase que semanalmente.

“Qual é a razão disto, se historicamente as polícias militares, assim como a Polícia Civil, sempre atenderam, dentro da hierarquia, a orientação dos governos estaduais? Não há nenhuma razão que justifique, exceto a militarização desejada pelo presidente Bolsonaro para intimidar governadores através de força policial militar”, diz Doria.

Segundo um auxiliar, o Governador de São Paulo compara a tentativa de dar autonomia às polícias a um “processo de ditadura”.

Governadores afirmaram que os projetos de lei interferem em suas atribuições constitucionais.

“Creio que o Supremo (Tribunal Federal) declararia inconstitucional se isso um dia fosse aprovado no Congresso, na medida em que viola o princípio federativo e também por vício de iniciativa”, disse o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB). “Matéria desse tipo só pode tramitar nas Assembleias Legislativas, por iniciativa privativa dos governadores. Logo, quem desejar debater deve buscar as instâncias competentes dos Estados.”

“Não estava no nosso radar”, disse o governador Wellington Dias (PT), do Piauí, presidente do Fórum de Governadores do Nordeste. “Nossa posição é manter o princípio constitucional do poder do eleito na escolha da equipe para as áreas executivas e a Segurança Pública é uma delas.”

O que dizem os candidatos à presidência da Câmara

Enquanto Baleia Rossi classificou a matéria como “inoportuna”, Arthur Lira admitiu que pode pautar os projetos “sem preconceitos”.

O projeto tira poder de governadores e prevê status de secretário para comandante.

projeto de lei orgânica da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros prevê ampliar o status político dos comandantes-gerais dessas corporações em todo o País e cria cargo de general nas PMs e nos bombeiros, uma patente mais elevada que a de coronel.

Os comandantes serão equiparados aos secretários de Estado, com todas as prerrogativas a que têm direito os demais integrantes do primeiro escalão.

Enquanto a pandemia preocupa os principais gestores, Bolsonaro promove pautas relacionadas a militares e armas, afirmando que prepara mais dois projetos para facilitar acesso a armas de fogo.

O Brasil se preocupa com a preservação de vidas, enquanto aquele que deveria encabeçar campanhas de combate ao vírus, promove o que se relaciona à morte.

Da Redação O Estado Brasileiro
Fonte: conteúdo Estadão

Para Aristides, Lava Jato não acabará

“A Lava Jato não acabará”, disse o primeiro procurador-geral da República a ocupar o cargo na vigência da atual Constituição.
Neste vídeo, Nêumanne entrevista Aristides Junqueira.
No colóquio, ele revelou pela primeira vez em público como ele próprio foi nomeado pelo então presidente Sarney e, depois, reconduzido ao posto máximo da carreira por Collor, o que não o impediu de pedir ao STF que processasse o então presidente por corrupção.
O mineiro, que começou atuando no serviço público como procurador do Estado de Goiás, manifestou-se a favor da escolha do PGR pelo presidente em lista tríplice eleita pela corporação, mas adiantou que isso, que já ocorre nas procuradorias estaduais, só deveria ocorrer na federal se a Constituição for alterada.
Direto ao assunto.
Inté.
E só a verdade nos salvará.

José Nêumanne Pinto

José Nêumanne Pinto entrevista Aristides Junqueira

Bolsonaro usa Abin para salvar Flávio

1 – Abin, órgão de informação do Estado, sustentado pelo contribuinte, espionou agentes da Receita para tentar limpar barra sujíssima do primogênito de Bolsonaro no escândalo das extorsões na Alerj.
2 – Governo federal ameaça confiscar criminosamente vacinas contra covid.
3 – Pazuello gastará R$ 4,5 milhões para comprar cloroquina e Anita e vender “kit covid” na Farmácia Popular.
4 – Processo sobre propinas de R$ 132 milhões da Oi para Lulinha, inspirador de Renanzeco, filho 004 do capitão de milícias para Justiça do Rio, bem longe da mira implacável da Lava Jato.
Direto ao assunto. Inté.
Só a verdade nos salvará.

José Nêumane Pinto

Alexandre de Moraes: Plenário do STF decide depoimento de Bolsonaro sobre interferência na PF

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Alexandre pede urgência, ao presidente da Corte Luiz Fux, em pautar o julgamento que decide sobre o depoimento de Bolsonaro na suposta interferência na Polícia Federal.

Ministro Alexandre de Moraes

O relator, Ministro Alexandre de Moraes, solicitou que paute com ‘urgência’ a continuidade do julgamento de um recurso apresentado pela Advocacia-Geral da União (AGU) para que o presidente Jair Bolsonaro preste depoimento por escrito no inquérito que apura se houve interferência política na Polícia Federal.

Ele considerou que cabe ao plenário do STF decidir se o depoimento deve ser presencial ou por escrito, já que não cabe a Bolsonaro decidir se depõe ou não. O depoente pede que o caso seja levado à Polícia Federal, justamente aquela onde ele é suspeito de interferir.

Na avaliação de Alexandre de Moraes, o investigado não pode deixar de ser submetido ao interrogatório policial, ainda que decida permanecer em silêncio.

Alexandre de Moraes argumenta:

“Somente à partir da concretização do ato investigatório oficial – intimação para interrogatório presencial ou envio de perguntas por escrito, dependendo da decisão do Plenário dessa CORTE –, caberá ao Presidente da República, no real, efetivo e concreto exercício do direito de defesa, analisar e ponderar sobre qual a amplitude que pretende conceder ao “diálogo equitativo entre o indivíduo e o Estado”, como fator legitimador do processo penal em busca da verdade real e esclarecimento dos fatos”.

O ministro defendeu que a Constituição Federal consagra o direito ao silêncio e o privilégio contra a autoincriminação, mas não o ‘direito de recusa prévia’ ao investigado ou réu. “Ou seja, não lhes é permitido recusar prévia e genericamente a participar de atos procedimentais ou processuais futuros”.

Por outro lado, Aras (PGR), argumenta que o presidente tem o direito de desistir do depoimento, como se coubesse a ele querer ou não querer depor.

A agenda do Supremo Tribunal Federal está apertada para que o julgamento ocorra este ano e ainda conta com decisões urgentes, como a pauta prevista para a próxima semana que vai tratar sobre a vacinação, pelo governo federal, da Covid-19.

Sérgio Moro acusou o presidente de substituir nomeados em cargos estratégicos da Polícia Federal para blindar familiares e aliados de investigações. O depoimento de é a última etapa pendente para a conclusão dos investigadores. Assim que for finalizado, o relatório da PF será enviado à Procuradoria-Geral da República, que decidirá se há provas suficientes para a apresentação de uma denúncia.

A gravação do vídeo da reunião ministerial, que é a prova mais contundente, onde o presidente garante a interferência e até ameaça o então ministro da justiça, Sérgio Moro de demissão, deverá ser contestada pelo PGR, o que mostrará mais uma vez, que Aras se o defende de todas as formas, ignorando qualquer evento que venha incriminá-lo, por se tratar de crime de responsabilidade.

Da Redação O Estado Brasileiro
Fonte: Agências de notícias e mídias nacionais

PF: Moro liga ‘gabinete do ódio’ a Carlos Bolsonaro e o presidente foge de outro depoimento

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A família Bolsonaro está, em sua totalidade, envolvida com a Justiça.

Jair Bolsonaro e Sérgio Moro

Sérgio Moro, disse em depoimento à Polícia Federal que ministros do governo Jair Bolsonaro reconhecem a ligação do filho do presidente, vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos), com o chamado “gabinete do ódio”. O grupo é composto por assessores do Palácio do Planalto, ligados a ala ideológica do governo.

Moro disse que, após deixar o governo em abril, passou a ser alvo de ataques nas redes sociais que teriam partido destes servidores, com a produção das já conhecidas fake news, produto de frente desta clã.

O grupo ligado a Carlos inclui os assessores especiais da Presidência Tercio Arnaud, José Matheus Salles Gomes e Mateus Matos Diniz.

Moro prestou depoimento à PF no caso dos atos antidemocráticos de março e junho deste ano. O inquérito, aberto a pedido da PGR, tramita no Supremo Tribunal Federal.

Sérgio Moro

“Indagado se tem conhecimento do envolvimento de Eduardo Bolsonaro, Carlos Bolsonaro, Tercio Arnaud, José Matheus, Mateus Matos em quaisquer dos fatos ora mencionados (manifestações antidemocráticas), respondeu que os nomes de Carlos Bolsonaro e Tercio Arnaud eram normalmente relacionadas ao denominado ‘Gabinete do Ódio’; indagado sobre como tomou conhecimento da relação de tais pessoas com o denominado ‘Gabinete do Ódio’, respondeu quetomou conhecimento por comentários entre ministros do governo; indagado sobre quais ministros citavam a participação de Carlos Bolsonaro e Tercio Arnaud no ‘Gabinete do Ódio’ respondeu que eram ministros palacianos (que trabalham no Palácio do Planalto)”, disse Sérgio Moro, segundo termo de depoimento registrado pela Polícia Federal. Moro, no entanto, não quis revelar os nomes. Os ministros que trabalham no Palácio do Planalto atualmente são Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo), Walter Braga Netto (Casa Civil), Jorge Oliveira (Secretaria-Geral da Presidência) e Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional).

Moro declarou que, para mais detalhes, seria importante ouvir os ministros do Palácio do Planalto, mas sem dizer quais. “Indagado se o depoente poderia nominar tais ministros, respondeu que reforça que era um comentário corrente entre os ministros que atuavam dentro do Palácio do Planalto”, registrou a PF.

Em outro momento do depoimento, porém, o ex-ministro listou como “palacianos” Heleno, Ramos e também o secretário de Comunicação, Fabio Wajngarten.

Moro foi ouvido como testemunha, e não consta como investigado. A PF mira parlamentares, youtubers, blogueiros e empresários bolsonaristas ligados a manifestações antidemocráticas, enquanto rastreia a movimentação de valores envolvida nos atos e na geração de lucro nas redes sociais por meio da monetização de canais.

A PF já ouviu, neste inquérito, Carlos Bolsonaro e os três assessores da Presidência que fazem parte do gabinete do do ódio.

Moro afirmou que não tem conhecimento da utilização de recursos e estrutura do governo federal para a realização de ataques, e que as informações que têm sobre esse tema foram colhidas na leitura da imprensa. No entanto, sobre os ataques que recebeu após romper com o governo Bolsonaro, Moro disse que “chegou ao seu conhecimento que tais ataques eram oriundos do denominado ‘gabinete do ódio’”.

Sérgio Moro, ao ser questionado se teve conhecimento da existência de uma estrutura montada no Planalto para atacar a honra dos presidentes da Câmara dos Deputados, do Senado Federal, do Supremo Tribunal Federal ou da República, ele respondeu que “seu conhecimento sobre tais ataques vinha por meio das redes sociais e da mídia, não sabendo a origem de tais publicações”. Mas, em seguida, ao ser perguntado se tal estrutura teria sido usada para “tentar impedir, com emprego de violência ou grave ameaça, o livre exercício de qualquer dos Poderes da União ou dos Estados”, Moro disse que “tinha conhecimento de uma animosidade entre o Presidente da República e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ)”.

Ao mesmo tempo em que Moro cumpre, tranquilamente, os chamados para depoimentos, Jair Bolsonaro foge de esclarecer o caso da interferência na PF.

Jair Bolsonaro

O presidente, que havia dito que não teria nada contra a abertura do processo de apuração, mudou de ideia, como lhe é peculiar, e desiste de depor, alegando, através da AGU, que o vídeo da reunião ministerial já deixa tudo claro e que o processo deve ser concluído, sendo que, para isso, falta apenas seu depoimento.

A AGU alegou ao STF que a divulgação da reunião ministerial do dia 22 de abril, marcada por ofensas e xingamentos e tornada pública por ordem do então ministro Celso de Mello, ‘demonstrou completamente infundadas quaisquer das ilações que deram ensejo ao presente inquérito’. O presidente também relembra que o prazo de prorrogação concedido às investigações está chegando ao fim.

A Alegação da AGU

“Assim, o peticionante vem, respeitosamente declinar do meio de defesa que lhe foi oportunizado unicamente por meio presencial no referido despacho, aliás, como admitido pelo próprio despacho, e roga pronto encaminhamento dos autos à Polícia Federal para elaboração de relatório final a ser submetido, ato contínuo, ainda dentro da prorrogação em curso, ao Ministério Público Federal”

Nota da Defesa de Sérgio Moro

 “A negativa de prestar esclarecimentos, por escrito ou presencialmente, surge sem justificativa aparente e contrasta com os elementos reunidos pela investigação, que demandam explicação por parte do Presidente da República”, afirmou o criminalista Rodrigo Sánchez Rios, que representa Moro.

Um recurso da AGU contra a decisão de Celso de Mello está pendente para julgamento no Supremo. O único ministro que já votou foi o próprio Celso, que defendeu a posição de uma oitiva presencial para o presidente da República. O julgamento foi suspenso, sem data para ser retomado.

Da Redação O Estado Brasileiro
Fonte: Estadão conteúdo

‘No governo, se você discorda, vira inimigo número um’, diz Rosangela Moro

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Rosângela Moro e Sérgio Moro

Às vésperas de lançar o livro “Os dias mais intensos – Uma história pessoal de Sergio Moro” pela Editora Planeta, Rosangela havia sido questionada sobre uma publicação feita por ela mesmo dizendo que entre ciência e achismos, no caso da pandemia do coronavírus, ela ficava com a ciência.

Em entrevista ao blog da jornalista Bela Megale, a advogada Rosangela Wolff Moro, casada há 21 anos com o ex-ministro da Justiça Sérgio Moro, afirmou nesta sexta-feira (20) que “no governo Bolsonaro, se você discorda, vira inimigo número um” e revela que apagou publicação em defesa do ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, à pedido e em defesa do marido.

“Nesse governo, todo mundo já percebeu que não se pode discordar, ainda que tecnicamente, o que é saudável. Se você discorda, acaba sendo visto como inimigo número um”, disse ela.

A mulher do ex-juiz da Lava-Jato relatou o que viveu ao lado do marido durante o período que ele integrou o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

“A saúde, para mim, é uma coisa muito cara. Eu me assustei muito com a Covid-19, não acho normal 1.400 pessoas morrerem em um único dia. Não dá para achar isso normal”, avaliou ela.

Ela explicou que fez a postagem como cidadã e que se sentia “segura e feliz” em ver o ex-ministro da Saúde, que é médico, como titular da pasta. Ele foi demitido em abril após uma série de embates com o presidente por causa da pandemia.

De acordo com a advogada, Moro teria pedido para que ela apagasse o post, pois a fala causou “um desconforto no Palácio”.

“Eu e Moro tivemos uma discussão naquele momento. Eu tenho o direito de me se manifestar. Por outro lado, existia a possibilidade daquilo ser interpretado como uma fala do próprio ministro, que fazia parte de um governo que ninguém podia discordar. Quando fiz aquele post, foi como uma cidadã. Eu me sentia segura e feliz em ver, no meio de uma pandemia, o Brasil ter um ministro da Saúde (Luiz Henrique Mandetta) efetivamente da área de saúde. Sergio me pediu para apagar, porque a situação causou um desconforto no Planalto”, explicou.

Além disso, a advogada não esconde sua frustração com o governo Bolsonaro. “Acreditávamos que seriam novos tempos”, concluiu. No livro, ela relata a sua vida ao lado de Moro, desde a Lava-Jato até a ascensão do marido à Esplanada dos Ministérios. 

Da Redação O Estado Brasileiro
Fonte: matéria Yahoo Notícias

O brasileiro não se cansa de se acostumar com os absurdos diários

Ao contrário da maioria dos brasileiros, eu ainda fico chocado com os absurdos diários.

Ao contrário da maioria dos brasileiros, eu ainda fico chocado com os absurdos diários.

O excelentíssimo ministro Marco Aurélio Mello, liminarmente, manda soltar um dos grandes traficantes do PCC somente porque a nova redação do artigo 316 do CPP, prevê que o apenado que não tenha a sentença transitada em julgado, tenha revista a prisão preventiva a cada 90 dias.

O excelentíssimo ministro ignorou a sinalização do MP e mandou pra rua um elemento perigoso que sempre que estiver livre, coloca risco a população e a ordem pública. Ele ignorou por desconhecimento ou por bastante conhecimento?

Ao ser questionado pela repórter da CNN sobre tal fato, berrou do outro lado da linha telefônica que a entrevista estava encerrada, ato contínuo desligou o telefone.

Fato é  que o requerente do HC do bandido, era um ex assessor do digníssimo ministro.

Tá bom pra vocês estes absurdos?

Mas tem mais.

Um candidato a vereador do NOVO, o empresário Marcelo Castro, fez coro em defesa do ministro e além de passar pano, ainda afirmou que tráfico nem deveria ser crime.

Acontece seu imbecil candidato do NOVO que, o que não deveria ser crime na sua estúpida opinião, é  crime e crime grave, seu desonesto intelectual.

Pior ainda foi a emenda que ele tentou colar dizendo que achava que o tal André do Rap era somente um vendedor de droga.

Parabéns Partido NOVO, por ter gente do calibre de pensamento deste tamanho. Restam-me duas perguntas.

Essa é  a régua moral que mede os candidatos do NOVO?

Ou será a mesma régua que mede a moral de uns e outros ministros do STF?

O excelentíssimo ministro Marco Aurélio Mello, liminarmente, manda soltar um dos grandes traficantes do PCC somente porque a nova redação do artigo 316 do CPP, prevê que o apenado que não tenha a sentença transitada em julgado, tenha revista a prisão preventiva a cada 90 dias.

O excelentíssimo ministro ignorou a sinalização do MP e mandou pra rua um elemento perigoso que sempre que estiver livre, coloca risco a população e a ordem pública. Ele ignorou por desconhecimento ou por bastante conhecimento?

Ao ser questionado pela repórter da CNN sobre tal fato, berrou do outro lado da linha telefônica que a entrevista estava encerrada, ato contínuo desligou o telefone.

Fato é  que o requerente do HC do bandido, era um ex assessor do digníssimo ministro.

Tá bom pra vocês estes absurdos?

Mas tem mais.

Um candidato a vereador do NOVO, o empresário Marcelo Castro, fez coro em defesa do ministro e além de passar pano, ainda afirmou que tráfico nem deveria ser crime.

Acontece seu imbecil candidato do NOVO que, o que não deveria ser crime na sua estúpida opinião, é  crime e crime grave, seu desonesto intelectual.

Pior ainda foi a emenda que ele tentou colar dizendo que achava que o tal André do Rap era somente um vendedor de droga.

Parabéns Partido NOVO, por ter gente do calibre de pensamento deste tamanho. Resta -me uma pergunta..

Essa é  a régua moral que mede os candidatos do NOVO?

Ou será a mesma régua que mede a moral de uns e outros ministros do STF?

RICARDO PRECIOSO
Colunista

Vídeo: Corrupção prejudica democracia, diz Moro

O ex-ministro da Justiça e da Segurança Pública Sérgio Moro disse que “a corrupção prejudica a economia e também a democracia”. O conceito faz parte do contexto de suas reflexões em entrevista exclusiva a este canal. Na sétima edição do Nêumanne entrevista, o ex-juiz da Lava Jato explanou com a tranquilidade e a franqueza de hábito sobre a relevância da mais importante e popular operação de combate às malfeitorias dos bandidos travestidos de chefes partidários que assaltaram e continuam assaltando nossos cofres públicos, muito embora tenha enfatizado: “não sou a Lava Jato”. Na entrevista contou como foi para o governo e reagiu às afirmações feitas na semana tanto pelo presidente Jair Bolsonaro (“acabei com a Lava Jato”) quanto pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, segundo quem o apoio dele à candidatura vencedora em 2018 “não foi relevante para a vitória de Bolsonaro na eleição”.
Direto ao assunto.
Inté.
E só a verdade nos salvará.

José Nêumanne Pinto

“Quem cria expectativas gera frustrações”!

COLUNISTAS – General Paulo Chagas

Caros amigos,

Durante a vida ouvi algumas vezes a frase que dá título a este texto. Deveria ter prestado mais atenção a ela, principalmente quando acreditei na sinceridade da mensagem “Brasil acima de tudo”, adotada na última eleição presidencial.

Hoje, frustrado e decepcionado, sou chamado de “desesperado” por aqueles que, tapando o Sol com a peneira, teimam em acreditar em estratégias mirabolantes elaboradas por “enviados de Deus” que, como gênios da lâmpada, atiram no que vemos para acertar no que só eles e seus iluminados enxergam.

Há algum tempo, ainda acreditando em rótulos, comprei livro da autoria de um conhecido astromante que prometia tirar da pasmaceira quem o tivesse lido.

Senti-me um perfeito idiota quando dei-me conta de que tinha apenas contribuído para assegurar a boa vida do autor no seu autoexílio.

Há lições que realmente são difíceis de serem aprendidas quando confrontadas com a esperança – principal criadora das expectativas e das suas frustrações.

Assisto, sem qualquer prazer, orgulho ou satisfação, ao desespero, este sim verdadeiro, dos falsos profetas e seus fiéis seguidores para esconder e distorcer a realidade, mudar planos e metas, fazer novas e impensáveis alianças para assegurar o mandato e o poder, ao custo da coerência e da fidelidade às principais promessas do protocolo de intenções que encantou quase 58 milhões de brasileiros em 2018.

Em que pese o sucesso das obras de saneamento básico propostas e executadas pelo Ministro da Infraestrutura, a fragilização e a demonização da Operação Lava Jato são as maiores evidências de que o projeto de saneamento moral da Nação não ultrapassou as barreiras da retórica e dos interesses pessoais e se transformou em lamentável frustração. O mesmo destino tomaram o programa Escola Sem Partido, a meritocracia e o fim do execrável Presidencialismo de Coalizão, com todo o pesar que causa aos que, como eu, acreditaram que se dera início ao fim da politicagem, dos conchavos, do populismo e da colocação de interesses pessoais acima de tudo!

Infelizmente a hora é da frustração e não da mudança que o discurso transformou em esperança diante da qualidade da equipe de governo que deu início ao que se pensava ser um “novo tempo”.

General Paulo Chagas
Colunista

Pretensão agora se chama inocência

COLUNISTAS – Ricardo Precioso.

Logo nos primeiros 6 meses do governo Wilson Witzel eu estive no Palácio Laranjeiras, acompanhando um prefeito que seria recebido pelo então Vice Governador Claudio Castro.

Encontrávamos-nos na sala de espera do vice-governador quando surge um ex-deputado estadual, o qual não tinha conseguido se reeleger e era conhecido do prefeito que eu acompanhava.

A conversa animada entre os dois em pouco tempo virou para o lado da possível candidatura de Wilson Witzel a presidência da republica, visto que já teriam em mãos uma pesquisa que o colocava como favorito.

Eu sem dar palavra ou esboçar qualquer reação, pensei com meus humildes botões: mas há apenas 6 meses sentado na cadeira de governador, ele vai comprar essa estupefaciente ideia?

Pois é, ele não só comprou como colocou uma quadrilha para arrecadar fundos de forma ilícita, hoje sabemos disso, para não só financiar tal projeto natimorto como também para se locupletar com esses atos que beira o terrorismo contra os mais humildes, como sempre e na maioria das vezes.

Em entrevista ao O Globo, destaco dois momentos que seriam hilários se não fossem medíocres.

Em dado momento ele conta a repórter que:

 “CERTA VEZ UMA REPORTER PERGUNTOU SE EU SERIA CANDIDATO À PRESIDÊNCIA. RESPONDI INOCENTEMENTE QUE ERA O SONHO DE QUALQUER GOVERNADOR. HOJE RECONHEÇOQUE NÃO AGI CORRETAMENTE. UMA EVENTUAL CANDIDATURA, SEJA A REELEIÇÃO OU A OUTRO CARGO, DEPENDERIA DE ARTICULAÇÃO POLÍTICA COM AQUELES COM OS QUAIS EU MANTIVE ESTREITA RELAÇÃO NA CAMPANHA ELEITORAL, ESPECIALMENTE A FAMÍLIA BOLSONARO”. Palavras do ex governador.

O que mais me provoca risos, não é o fato dele neste momento dar uma de humilde e reconhecer que errou feio, tanto na arrogância quanto no tempo de se arrepender. Já era governador, alias ex-governador.

Mas como todo bom boquirroto, a seguir ele comete o mesmo erro de arrogância e pretensão.

Aqui vai o segundo ponto onde ele deixa a máscara cair novamente.

“DURANTE A ENTREVISTA AO O GLOBO, NO PALÁCIO DAS LARANJEIRAS, O GOVERNADOR BAFOROU UM CHARUTO CUBANO E FOI SERVIDO POR UM GARÇOM COM UM COPO DE UÍSQUE.”

AO ENCERRAR  SUA CONVERSA COM O REPÓRTER DO JORNAL CARIOCA, WITZEL DISSE QUE AS IGUARIAS NÃO ESTAVAM ALI POR ACASO E QUE ELE SE INSPIRAVA EM WINSTON CHURCHILL, QUE TINHA OS MESMO HÁBITOS”.

Pretensiosamente ele acha que terá o mesmo fim que Churchill. Não passa de um delírio de uma noite de verão mal dormida. Ao contrario de Sir Winston Churchill, que entrou para a história pela porta da frente, e lá permanece intocável, Witzel será defenestrado pela janela e provavelmente deverá entrar pela porta da frente mas em alguma cadeia como a nacionalmente conhecida Bangu Oito para fazer companhia a Sérgio Cabral e outros arrombadores de cofres públicos.

Ricardo Precioso
Colunista – comentarista

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