Categoria: Fake News

Kássio expõe Senado ao risco de autodesmoralização

Assista ao comentário de política com Josias de Souza, direto de Brasília.

2022: Chapa Bolsonaro-Renan vem aí?

Marco Antonio Villa

Em novo “jogo rasteiro”, Bolsonaro decide que análise do Renda Cidadã será retomada após as eleições

Colunistas.

Nada é mais nocivo a uma nação do que o populismo barato, rasteiro e covarde dos governantes. A situação torna-se ainda pior quando o governante faz uso da miséria para alcançar seus objetivos político-eleitorais.

Dessa forma age o presidente Jair Bolsonaro, que enquanto candidato prometeu aos incautos governar de uma forma diferente, ocasião em que demonizou o que decidiu chamar de velha política, como se ele próprio não fosse um conhecido representante do que há de mais nefasto nesse segmento.

Antes de chegar ao Palácio do Planalto, Bolsonaro foi um ácido e contundente crítico do programa Bolsa Família, tema ao qual dedicou sua insana verborragia. Com o programa Renda Brasil “sepultado” pelo presidente da República e o Renda Cidadã ainda em processo de elaboração, Bolsonaro decidiu que tratará do projeto de distribuição de renda somente após as eleições municipais, que por conta da pandemia do novo coronavírus foram remarcadas para 15 de novembro – o segundo turno acontecerá em 29 de novembro.

Essa decisão é uma manobra pífia e tosca, que leva o eleitor mais pobre a votar nos candidatos apoiados por Bolsonaro, na esperança de que o resultado da eleição contribuirá para a definição de um novo programa social que substituirá o Bolsa Família. Trata-se de um “jogo sujo” por parte de Bolsonaro, que já afirmou que o Bolsa Família servia para comprar o voto dos idiotas. Tal declaração foi dada em 2011, durante palestra na Universidade Federal Fluminense (UFF).

No mesmo ano, em nova investida contra o programa social, o então deputado federal disparou: “O Bolsa Família nada mais é do que um projeto para tirar dinheiro de quem produz e dá-lo a quem se acomoda, para que use seu título de eleitor e mantenha quem está no poder. E nós devemos colocar, se não um ponto final, uma transição a projetos como o Bolsa Família”.

Um ano antes, mais precisamente em agosto de 2010, o agora presidente da República criticou o Bolsa Família durante discurso no plenário da Câmara dos Deputados. “Se, hoje em dia, eu der R$ 10 para alguém e for acusado de que esses R$ 10 seriam para a compra de voto, eu serei cassado. Agora, o governo federal dá para 12 milhões de famílias em torno de R$ 500 por mês, a título de Bolsa Família definitivo, e sai na frente com 30 milhões de votos”, disse Bolsonaro. Na sequência, o então deputado completou: “Disputar eleições num cenário desses é desanimador, é compra de votos mesmo”.

Em 2012, Jair Bolsonaro não poupou o programa de críticas, durante entrevista a uma emissora de televisão: “O Bolsa Família é uma mentira, você não consegue uma pessoa no Nordeste para trabalhar na sua casa. Porque se for trabalhar, perde o Bolsa Família”.

Em 2017, reforçando sua ojeriza ao Bolsa Família, Bolsonaro, durante evento na cidade de Barretos, no interior paulista, declarou, já de olho na candidatura à Presidência: “Para ser candidato a presidente tem de falar que vai ampliar o Bolsa Família, então vote em outro candidato. Não vou partir para a demagogia e agradar quem quer que seja para buscar voto”.

Muito além de ser um digno (sic) representante da “velha política”, Bolsonaro age de forma trapaceira, pois está a fazer exatamente o que condenou em passado recente. Seu objetivo é fisgar o eleitor para, na medida do possível, despejar a esquerda, em especial o Partido dos Trabalhadores, da região Nordeste, pavimentando o caminho para seu projeto de reeleição em 2022.

A covardia de Bolsonaro é desmedida, já que até o momento desconhece-se as possíveis fontes de financiamento do Renda Cidadã. Os envolvidos no projeto garantem que o teto de gastos será respeitado, mas é importante que a origem dos recursos seja revelada. Bolsonaro evita o assunto para poupar os candidatos que terão seu apoio nas eleições municipais.

Criar um novo imposto, nos moldes da famigerada CPMF, é trair a população e rasgar o discurso do próprio presidente, que em 2019 condenou com veemência o processo de ressuscitação desse fantasma tributário que durante anos a fio apavorou o brasileiro. NA ocasião, a proposta foi apresentada pelo então secretário da receita federal, Marcos Cintra. Em suma, Jair Bolsonaro não escreve, sentado, o que em pé balbucia. Ou seja, um covarde como tantos que existem na política.

Ucho.Info
Parceria O Estado Brasileiro
Ucho Haddad

TSE anuncia parcerias com Twitter e TikTok para combater desinformação

Plataformas vão facilitar acesso a informações fidedignas nas eleições

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou hoje (2) parcerias com as redes sociais Twitter e Tik Tok para combater a desinformação durante as eleições municipais deste ano.

As plataformas se comprometeram a facilitar o acesso a informações fidedignas sobre o processo eleitoral, destacando-as em resultados de busca, por exemplo.

Durante o anúncio, por videoconferência, o gerente de Políticas Públicas do Twitter Brasil, Fernando Gallo, pediu que os usuários leiam a política de integridade cívica da plataforma, que veda alguns conteúdos relacionados ao pleito.

Ele também frisou que o Twitter baniu em todo mundo a veiculação de anúncios políticos ou eleitorais. “Entendemos que alcance político deve ser merecido, e não pago, portanto, não vamos vender publicidade nessa eleição”, disse Gallo.

O diretor de Políticas Públicas do TikTok no Brasil, Ricardo Tavares, também ressaltou uma atualização nas políticas da plataforma para deixar mais clara a proibição a conteúdo enganoso.

Uma equipe do TikTok deverá ajudar a Justiça Eleitoral a fazer publicações mais eficazes na rede social de vídeos curtos, que é marcada pela presença de um público mais jovem.

Da Redação O Estado Brasileiro
Fonte: matéria autorizada Agência Brasil
Edição: Nádia Franco

Michelle desviou verba para covid

O governo desviou para o programa de Michelle Bolsonaro 7 milhões e meio de reais que a Mafrig doou ao Ministério da Saúde para comprar 100 mil testes da covid-19. Segundo a Folha de S. Paulo, que deu esta notícia, a verba foi repassada para instituições missionárias evangélicas ligadas à ministro da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, sem edital de concorrência. Enquanto isso, a primeira-dama processa o conjunto Detonautas por ter gravado uma canção ironizando depósitos de 89 mil reais feitos na conta da prilmeira-dama pelo subtenente da PM-RJ Fabrício Queiroz, investigado pelo MP-RJ por uso de dinheiro público em negócios privados, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa, à época em que era guarda-livros do gabinete do primogênito de seu amigo Jair Bolsonaro, Flávio, na Alerj. E o presidente da República ameaçou esmurrar a boca de um repórter que lhe pediu explicações sobre esse inusitado depósito.
Direto ao assunto. Inté.
E so a verdade nos salvará.

José Nêumanne Pinto

Apenas uma das graves Fake News presidenciais na ONU

Tanto no primeiro semestre quanto no acumulado dos oito primeiros meses, os números líquidos de 2020 são os piores desde 2009, penúltimo ano do governo Lula. Na ocasião, sob os reflexos da crise financeira global, o país atraiu US$ 13,9 bilhões de janeiro a junho e US$ 19 bilhões de janeiro a agosto, já descontadas as saídas de capital. As informações sobre o IDP são públicas e estão disponíveis no site do Banco Central. Inscreva-se no canal e ative notificações

#003 – Entrevista do Senador Alessandro Vieira para ESTADO DE COISAS

Em seu primeiro mandato, faz parte do “Muda Senado” com 40 projetos apresentados no Senado Federal, sendo autor de 33 deles e co-autor de 7.

São projetos da área social, ambiental , segurança, econômica.

Entre tantos, destacamos os pontos mais altos

PEC 30/2020

Altera o art. 1º da Constituição Federal, para elencar “a prevenção e o combate à corrupção” como um dos fundamentos da República Federativa do Brasil.

PEC 25/2020 como co-autor
Altera o art. 128 da Constituição Federal para modificar a forma de escolha do Procurador-Geral da República.

CPI da Lava Toga

Ele tenta aproveitar esse “espaço para a briga” para investigar o Judiciário desde o início da atual legislatura. Já em fevereiro, foi ele que apresentou um requerimento pedindo a instalação da CPI das Cortes Superiores, que logo ganhou o apelido de CPI da Lava Toga – nome que, por sinal, não o agrada. “Não gosto de coisa que gera muito sensacionalismo, mas pegou”.

E diz: “Muita gente falou sobre o PL 2630 sem nem ler. Acabaram acreditando nas mentiras que foram espalhadas na internet. Esse não é um projeto de censura, ele não tem em nenhum ponto referência a controle ou análise de conteúdo. Ele não é de forma alguma ameaça à liberdade de expressão das pessoas.

O que nós queremos é cuidar das ferramentas que dão alcance as publicações falsas.

O cidadão que está identificado na rede e manifesta sua opinião vai continuar fazendo isso como sempre fez.
Quem usa conta falsa e robôs é bandido.

Conheça mais sobre o PL 2630.”
A PL das Fake News

Fim do Foro Privilegiado e LAVA JATO ameaçada (parte 2)

VÍDEO –

Edição compacta do trecho da entrevista em que se tratou da educação. Entrevista realizada com nosso convidado Senador Oriovisto Guimarães neste 18 de agosto de 2020, com a Equipe Fênix do Portal O ESTADO BRASILEIRO. Acompanhe nosso trabalho neste canal e no portal: www.oestadsobrasileiro.com.br Curta e siga nosso canal!

O ativismo pede socorro, sofrendo ataques e decepções – edição compacta

VÍDEO –

Edição compacta do trecho da entrevista em que se tratou da educação. Entrevista realizada com nosso convidado Senador Oriovisto Guimarães neste 18 de agosto de 2020, com a Equipe Fênix do Portal O ESTADO BRASILEIRO. Acompanhe nosso trabalho neste canal e no portal: www.oestadsobrasileiro.com.br Curta e siga nosso canal!

Estado de Coisas entrevista o Senador Oriovisto Guimaraes

O Senado Federal e seu papel, a defesa da LAVA JATO, o Muda Senado, a educação, o STF e a integração com o Senado, os ataques a Deltan Dallagnol, a corrupção, os projetos parados no Congresso e muitas outras pautas importantes do momento atual no Brasil neste Estado de Coisas.

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