Categoria: Ricardo Precioso

Pilares da Impunidade

COLUNISTA – Ricardo Precioso

No Brasil existem alguns pilares que dão o norte para a impunidade que Insiste em ser eterna.

Entre esses pilares estão alguns ministros STF, o foro privilegiado, a prisão somente depois de transitado em julgado e não menos importante e  das mais utilizadas, a prescrição do delito.

Claro que se um dia voltarmos a ter a prisão após julgamento de segunda instância, a prescrição fica superada.

Entretanto, se o foro privilegiado não cair, de nada adianta a segunda instância, visto que seria o STF a desvelar o transitado em julgado e lá invariavelmente ocorre a prescrição, tanto pela morosidade quanto pelo compadrio.

Entendo que todos os pontos aqui ditos que desaguam na impunidade são importantes, porém se acabar a prescrição de crime, os que hoje se julgam condenados a impunidade eterna, saberão que de eterno só terão a cadeia, mesmo que tardia, a esperá-los.

Não vejo o menor sentido em existir algo, entre tantos outros, que privilegiam tanto e somente o delinquente, sem que haja nenhum tipo de reparação ou compensação a vítima ou vítimas.

Os péssimos exemplos que temos assistido nos últimos tempos é que no nosso país o crime ainda compensa.

Entretanto quero lembrar aos delinquentes o que venho dizendo desde que a Lava Jato iniciou.

A Lava Jato é imponderável, irrefreável e definitiva.

Ricardo Precioso
Colunista

O brasileiro não se cansa de se acostumar com os absurdos diários

Ao contrário da maioria dos brasileiros, eu ainda fico chocado com os absurdos diários.

Ao contrário da maioria dos brasileiros, eu ainda fico chocado com os absurdos diários.

O excelentíssimo ministro Marco Aurélio Mello, liminarmente, manda soltar um dos grandes traficantes do PCC somente porque a nova redação do artigo 316 do CPP, prevê que o apenado que não tenha a sentença transitada em julgado, tenha revista a prisão preventiva a cada 90 dias.

O excelentíssimo ministro ignorou a sinalização do MP e mandou pra rua um elemento perigoso que sempre que estiver livre, coloca risco a população e a ordem pública. Ele ignorou por desconhecimento ou por bastante conhecimento?

Ao ser questionado pela repórter da CNN sobre tal fato, berrou do outro lado da linha telefônica que a entrevista estava encerrada, ato contínuo desligou o telefone.

Fato é  que o requerente do HC do bandido, era um ex assessor do digníssimo ministro.

Tá bom pra vocês estes absurdos?

Mas tem mais.

Um candidato a vereador do NOVO, o empresário Marcelo Castro, fez coro em defesa do ministro e além de passar pano, ainda afirmou que tráfico nem deveria ser crime.

Acontece seu imbecil candidato do NOVO que, o que não deveria ser crime na sua estúpida opinião, é  crime e crime grave, seu desonesto intelectual.

Pior ainda foi a emenda que ele tentou colar dizendo que achava que o tal André do Rap era somente um vendedor de droga.

Parabéns Partido NOVO, por ter gente do calibre de pensamento deste tamanho. Restam-me duas perguntas.

Essa é  a régua moral que mede os candidatos do NOVO?

Ou será a mesma régua que mede a moral de uns e outros ministros do STF?

O excelentíssimo ministro Marco Aurélio Mello, liminarmente, manda soltar um dos grandes traficantes do PCC somente porque a nova redação do artigo 316 do CPP, prevê que o apenado que não tenha a sentença transitada em julgado, tenha revista a prisão preventiva a cada 90 dias.

O excelentíssimo ministro ignorou a sinalização do MP e mandou pra rua um elemento perigoso que sempre que estiver livre, coloca risco a população e a ordem pública. Ele ignorou por desconhecimento ou por bastante conhecimento?

Ao ser questionado pela repórter da CNN sobre tal fato, berrou do outro lado da linha telefônica que a entrevista estava encerrada, ato contínuo desligou o telefone.

Fato é  que o requerente do HC do bandido, era um ex assessor do digníssimo ministro.

Tá bom pra vocês estes absurdos?

Mas tem mais.

Um candidato a vereador do NOVO, o empresário Marcelo Castro, fez coro em defesa do ministro e além de passar pano, ainda afirmou que tráfico nem deveria ser crime.

Acontece seu imbecil candidato do NOVO que, o que não deveria ser crime na sua estúpida opinião, é  crime e crime grave, seu desonesto intelectual.

Pior ainda foi a emenda que ele tentou colar dizendo que achava que o tal André do Rap era somente um vendedor de droga.

Parabéns Partido NOVO, por ter gente do calibre de pensamento deste tamanho. Resta -me uma pergunta..

Essa é  a régua moral que mede os candidatos do NOVO?

Ou será a mesma régua que mede a moral de uns e outros ministros do STF?

RICARDO PRECIOSO
Colunista

Pretensão agora se chama inocência

COLUNISTAS – Ricardo Precioso.

Logo nos primeiros 6 meses do governo Wilson Witzel eu estive no Palácio Laranjeiras, acompanhando um prefeito que seria recebido pelo então Vice Governador Claudio Castro.

Encontrávamos-nos na sala de espera do vice-governador quando surge um ex-deputado estadual, o qual não tinha conseguido se reeleger e era conhecido do prefeito que eu acompanhava.

A conversa animada entre os dois em pouco tempo virou para o lado da possível candidatura de Wilson Witzel a presidência da republica, visto que já teriam em mãos uma pesquisa que o colocava como favorito.

Eu sem dar palavra ou esboçar qualquer reação, pensei com meus humildes botões: mas há apenas 6 meses sentado na cadeira de governador, ele vai comprar essa estupefaciente ideia?

Pois é, ele não só comprou como colocou uma quadrilha para arrecadar fundos de forma ilícita, hoje sabemos disso, para não só financiar tal projeto natimorto como também para se locupletar com esses atos que beira o terrorismo contra os mais humildes, como sempre e na maioria das vezes.

Em entrevista ao O Globo, destaco dois momentos que seriam hilários se não fossem medíocres.

Em dado momento ele conta a repórter que:

 “CERTA VEZ UMA REPORTER PERGUNTOU SE EU SERIA CANDIDATO À PRESIDÊNCIA. RESPONDI INOCENTEMENTE QUE ERA O SONHO DE QUALQUER GOVERNADOR. HOJE RECONHEÇOQUE NÃO AGI CORRETAMENTE. UMA EVENTUAL CANDIDATURA, SEJA A REELEIÇÃO OU A OUTRO CARGO, DEPENDERIA DE ARTICULAÇÃO POLÍTICA COM AQUELES COM OS QUAIS EU MANTIVE ESTREITA RELAÇÃO NA CAMPANHA ELEITORAL, ESPECIALMENTE A FAMÍLIA BOLSONARO”. Palavras do ex governador.

O que mais me provoca risos, não é o fato dele neste momento dar uma de humilde e reconhecer que errou feio, tanto na arrogância quanto no tempo de se arrepender. Já era governador, alias ex-governador.

Mas como todo bom boquirroto, a seguir ele comete o mesmo erro de arrogância e pretensão.

Aqui vai o segundo ponto onde ele deixa a máscara cair novamente.

“DURANTE A ENTREVISTA AO O GLOBO, NO PALÁCIO DAS LARANJEIRAS, O GOVERNADOR BAFOROU UM CHARUTO CUBANO E FOI SERVIDO POR UM GARÇOM COM UM COPO DE UÍSQUE.”

AO ENCERRAR  SUA CONVERSA COM O REPÓRTER DO JORNAL CARIOCA, WITZEL DISSE QUE AS IGUARIAS NÃO ESTAVAM ALI POR ACASO E QUE ELE SE INSPIRAVA EM WINSTON CHURCHILL, QUE TINHA OS MESMO HÁBITOS”.

Pretensiosamente ele acha que terá o mesmo fim que Churchill. Não passa de um delírio de uma noite de verão mal dormida. Ao contrario de Sir Winston Churchill, que entrou para a história pela porta da frente, e lá permanece intocável, Witzel será defenestrado pela janela e provavelmente deverá entrar pela porta da frente mas em alguma cadeia como a nacionalmente conhecida Bangu Oito para fazer companhia a Sérgio Cabral e outros arrombadores de cofres públicos.

Ricardo Precioso
Colunista – comentarista