Biden é eleito novo Presidente Americano

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Trump declara: “Eu venci“, logo após as urnas darem vitória a Biden e Kamala Harris, mostrando seu inconformismo e não reconhecimento da verdade que o mundo comemora, desde o mercado financeiro, se estendendo a todos os planos de povos e governos que esperavam a saída do truculento Donald Trump.

Enquanto isso, a declaração de Joe Biden ecoa:
“Serei seu presidente quer você tenha votado em mim ou não”

As pautas mais esperadas serão cumpridas, segundo o novo presidente eleito, serão: o retorno à OMS e ao Acordo de Paris, entre muitas outras no cenário das organizações internacionais. O combate ao coronavirus, finalmente, será levado a sério pelo novo governo e, em destaque não menos importante, a conciliação, pois Biden mantém uma conversação amigável com colegas republicanos e muitos deles, amigos realmente. Este fato não quer dizer que será fácil lidar com a maioria republicana no senado, porém, este foi um ponto positivo na análise do mercado financeiro que reagiu positivamente com os resultados da eleição americana, por significar um ponto de equilíbrio entre o que precisa ser feito e a forma em que deverá ocorrer.

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Em sua primeira declaração como presidente-eleito, o democrata se refere à América e se diz “honrado” por tê-lo escolhido para liderar o “grande país”. “Serei um presidente para todos os americanos”.

Seguido da música America the beautiful – América a bela –, do icônico pianista, compositor e intérprete Ray Charles tuitou:
“América, estou honrado por você ter me escolhido para liderar nosso grande país. O trabalho que temos pela frente será árduo, mas eu prometo a você o seguinte: serei um presidente para todos os americanos – quer você tenha votado em mim ou não. Vou manter a fé que você colocou em mim”

As reações, em todo o mundo, mostraram-se positivas, sobretudo nos países que se preocupam com o avanço do coronavirus e o meio ambiente, já que o democrata reforçou que seus esforços serão efetivos nesse sentido, inclusive, reatando os EUA com o “Acordo de Paris”.

Toda mídia mundial, agora, aguarda as reações efetivas, mesmo antes de Biden assumir a presidência.

No Brasil, no Planalto, o clima é de silêncio e de não reconhecimento, pelo menos por enquanto, da vitória democrata, excetuando-se importantes políticos representantes de poderes e instituições.

A semana promete um noticiário efervescente, apontando as reações, reconhecimentos, cumprimentos e otimismo que o mercado aponta.
Da mesma forma, o contrário será destacado.

O Brasil terá a missão de alterar sua política internacional, o que tem sido um verdadeiro desastre desde o início do atual governo, destacando-se o distanciamento diplomático com a China e a negativa imagem em todos os setores, com ênfase no meio ambiente.

O mundo deverá, também, ajustar suas políticas ao líder mundial, que acaba por ditar a maioria das regras, seguido pela imensa maioria do mundo democrático.

A contagem dos votos deverá continuar pelos próximos dias, mas com uma certeza: nada mudará o resultado anunciado e festejado por milhões de americanos em todo o mundo, apesar dos protestos e negacionismos contínuos do inconformado Trump.

Da Redação O Estado Brasileiro
Redação: Celso Brasil

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