A Covid ainda exige muitos cuidados, após registro de aumento significativo

O Brasil apresenta nova preocupante alta de casos da covid-19.

Mantenha em dia a sua vacinação e de sua família!

Os números subiram em janeiro, com a maior circulação de pessoas nas festas de fim de ano, caíram em março e, agora, voltam a crescer.

A subnotificação de casos se dá em razão do amplo uso de autotestes adquiridos em farmácias. Portanto, estima-se números muito mais altos, o que resulta no aconselhamento de não afrouxar os cuidados, como uso de máscara, evitar aglomeração e a limpeza das mãos e demais cuidados profiláticos.

A Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) revelou que positivos de testes rápidos feitos na primeira quinzena deste mês estão 54% acima do total registrado em abril.

Os números certamente são bem maiores por ser mascarado pelos autotestes — são 31 kits aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Ocorre que os resultados desse tipo de exame não precisam ser notificados às autoridades, e com isso, não são incluídos nas estatísticas.

“O aumento de casos neste momento já era esperado, porque a gente suspendeu as medidas que atuavam para tentar a redução da transmissão. Com isso, há uma redução dessa força de contenção, e o vírus ganha espaço”, afirma Jonas Brant, epidemiologista e professor da Universidade de Brasília.
Os testes realizados em casa, “sem dúvida, dificultam o entendimento da situação”, porque perde-se a precisão do volume de casos leves, estágio em que muitos optam por não buscar atendimento, complementa.

Os números no Brasil

Total de casos 30,8 milhões (+12.775)
Mortes 666 mil (+37)

Nos Estados – número total e ao menos uma dose

São Paulo (estado) – 92,4% – 86,2%

Piauí – 94,8% – 86,1%

Ceará – 88,6% – 82,1%

Paraíba – 88,1% – 81,2%

Paraná – 88,2% – 79,9%

Rio Grande do Sul – 86,7% – 79,2%

Santa Catarina – 86,6% – 78,0%

Minas Gerais – 85,5% – 77,1%

Sergipe – 85,1% – 76,9%

Distrito Federal – 82,1% – 76,5%

Mato Grosso do Sul – 86,9% – 76,4%

Pernambuco – 86,4% – 75,3%

Espírito Santo – 84,0% – 74,7%

Rio Grande do Norte – 82,6% – 74,7%

Pará – 77,5% – 74,2%

Rio de Janeiro (estado) – 83,2% – 74,0%

Bahia – 79,2% – 72,8%

Goiás – 78,8% – 69,9%

Mato Grosso – 79,2% – 67,2%

Alagoas – 77,9% – 66,7%

Amazonas – 74,6% – 61,7%

Tocantins – 73,3% – 61,2%

Maranhão – 77,9% – 60,9%

Rondônia – 70,4% – 60,7%

Acre – 72,6% – 59,3%

Amapá – 65,2% – 50,3%

Roraima – 63,9% – 48,2%

Da redação O Estado Brasileiro
Fontes: mídia nacional e observatórios internacionais

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