maio 16

Rui Falcão, presidente do PT, pede que manifestações "Fora Temer" se intensifiquem

O PT segue firme na tentativa de desestabilização do governo, única forma de provarem que estavam certos e legitimarem que foi um “golpe”. Conseguem adeptos inclusive da “direita”. Lideres com discursos inflamados cooptando seguidores e cumprindo, fielmente, a cartilha da facção que ainda tem esperança de dominar o País.

O “fora Temer” é a única alternativa que sobrou para o partido “vitima”.

O PT ainda tem muito dinheiro guardado dos desvios cometidos e investe boa soma nos manifestantes que tentam mostrar para a mídia internacional que a vontade do povo foi contrariada através do “golpe”.

Enquanto isso, a nova equipe do governo tenta desfazer os últimos atos da presidente afastada e reverter a economia, para que os investimentos retornem e o Brasil se estabilize para a longa caminhada de recuperação.

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Rui Falcão – presidente do PT

Rui Falcão insiste em afirmar que o novo governo quer desmontar seguridade social

O presidente do PT, Rui Falcão, pediu nesta segunda-feira que as manifestações contra o governo Michel Temer continuem e firmou que seu partido seguirá participando de atos “em defesa da democracia”. Em artigo publicado em sua página das redes sociais, Rui Falcão criticou a ausência de mulheres e negros no que chamou de “governo usurpador” que, segundo ele, prevê o “desmonte da seguridade social”.

“A reação popular ao golpe continua e as manifestações de protesto e denúncia devem prosseguir. Nas instituições, a oposição firme e consistente deve combinar uma pressão de convencimento aos senadores, a fim de que não convalidem, no exame do mérito, um impeachment sem base legal, repudiado inclusive por milhares de juristas, por governos progressistas e por veículos da mídia internacional”, escreveu Rui Falcão.

Segundo ele, “mal começou e o governo usurpador confirma o que já prevíamos. Em sua primeira entrevista – e na de alguns ministros – o presidente interino anuncia a disposição de avançar em privatizações, em rever políticas sociais e de reforma agrária, bem como de acabar com o multilateralismo da política externa brasileira, retornando à dependência dos Estados Unidos”, opinou ele, lembrando que o ministro interino da Fazenda, Henrique Meirelles, deu sinais de que pretende promover um “desmonte da seguridade social (saúde, assistência social e previdência)” e que isso “faz parte do programa neoliberal da Ponte para o Futuro”.

Segundo Rui, o PT “continuará alinhado com os partidos, frentes e movimentos do ‘Não ao Golpe. Fora Temer!’, participando e organizando atos, eventos e manifestações em defesa da democracia, da Justiça e do Estado de Direito”.

da Redação OEB
com Globo.com

1 comentário

  1. Para os partidos comunistas se não for eles no poder, o Brasil quanto pior melhor, para os descalabros de uma esquerda cleptocrata.

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