«

»

Fim do MinC, para que a cultura pudesse sobreviver

arte-cultura1
por Celso Brasil

O MinC, criado em 1985 pelo então presidente José Sarney, foi, nos últimos anos, um grande esbanjador de verbas durante o falido governo PT, por ser um instrumento essencial na propagação da ideologia marxista.  Foram penalizados alguns que não mamaram, simplesmente, nessa rica fonte de dinheiro.

O Ministério da Cultura foi, sim, uma grande iniciativa e cumpriu seu verdadeiro papel em outras épocas.

Antes da era da corrupção, uma aprovação de projeto para a Lei Rouanet obrigava os envolvidos no projeto a procurar patrocínio e o doador de verbas gozava de um desconto no Imposto de Renda que tornava o incentivo à cultura algo vantajoso, pelo retorno institucional. Porém, na era PT, os artistas simpáticos ao regime e propagadores da mesma ideologia dos que detinham o poder, já saíam com o projeto aprovado e, no pacote, com uma estatal como doadora. Ou seja, não “suavam camisa” na busca de patrocinadores, como acontecia antes.

O Ministério da Cultura tornou-se um balcão de trocas, onde os projetos com viés bolivariano e que atendessem os ideais da inversão de valores e corrupção de princípios, com a doutrinação comuno-bolivariana, tinham sua aprovação e o patrocínio estatal já garantidos. Ou seja, seus propositores sequer se davam ao trabalho da penosa busca de patrocínio entre empresas privadas ou até mesmo a proposição às estatais. Tudo saía pronto e os idealizadores do projeto recebiam quantias muito além das necessidades do projeto.

O Brasil assistiu, estupefato, eventos “culturais” patrocinados com verba pública, que envergonharam a arte e promoviam um verdadeiro espetáculo dantesco de imoralidade. Enquanto projetos sérios e bem intencionados, expressando aquilo que a arte e a cultura se propõem, foram reprovados, sem nenhuma condição de serem levados à público. “Macaquinhos” foi apenas uma das vergonhas que se apresentaram. Outros, com mensagens, nada subliminares, de doutrinação marxista, foram largamente promovidos, recebendo uma enxurrada de dinheiro oriundo dos suados impostos dos brasileiros.

A solução encontrada pelo governo Temer foi o fim do ministério. Somente assim conseguiu-se a limpeza do mesmo para que os milhares de cabides de emprego se desfizessem, para uma futura reestruturação da pasta. Observa-se o mesmo com a EBC – Empresa Brasileira de Comunicação. O atual governo iniciou a assepsia  com a polêmica exoneração de seu diretor presidente. Uma bem estruturada empresa que se prestou ao serviço de doutrinação nos últimos longos anos.

Portanto, diferentemente do que se prega, a cultura no Brasil não morreu. Pelo contrário, ela estará sendo promovida da forma correta em breve tempo.

Para finalizar, o fim do MinC foi uma intervenção, onde se extingue uma estrutura doutrinadora corrompida, cortando o mal pela raiz, dando condições para a criação de um novo projeto com bases que permitirão o cumprimento do seu verdadeiro objetivo, livre da infiltração que se deu em quase todas as instituições aparelhadas pelo sistema que tentaram  implantar no País.

Hoje, nossa prioridade é a economia, para que amanhã possamos ter empresas sólidas, crescendo e se desenvolvendo, investindo na produção e criação de empregos e com plenas condições de promoverem a integração social e o incentivo à cultura.

Celso-Brasil-identificacao

Leia também:
Temer começa a limpeza exonerando Ricardo Melo, diretor-presidente da Empresa Brasil de Comunicação

Link permanente para este artigo: http://oestadobrasileiro.com.br/fim-do-minc-para-que-a-cultura-pudesse-sobreviver/

//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js

Deixe uma resposta