Fake News: STF tira do ar inúmeros perfis bolsonaristas

Luciano Hang e Roberto Jeferson são as estrelas que mais brilham fora do ar.
Lista dos “fora do ar” no final desta matéria.

Alexandre Moraes, determinou nesta sexta (24) a exclusão de contas no Twitter de aliados do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). As contas alvo são investigadas por suspeitas de espalhar mentiras, chamadas de fake news

Entre os perfis suspensos estão o do presidente do PTB, Roberto Jefferson, o do blogueiro Allan dos Santos e do empresário Luciano Hang, o dono das lojas Havan. 

O inquérito das fake news apura também ameaças ao STF. Em maio, Moraes havia determinado o bloqueio das redes sociais de 16 suspeitos. 

O Ministro do STF, Luiz Roberto Barroso afirma que autores de fake news “não são pessoas de bem, são bandidos!”.

E todos concordamos com essa definição!

Luciano Hang é alvo de operação da Polícia Federal em inquérito contra Fake News

Luciano Hang é alvo de operação da Polícia Federal em inquérito contra Fake News

Quanto ao Roberto Jeferson, sua história é antiga, desde ex-presidiário condenado pela Lava Jato, até as práticas atuais.
O dono da rede de lojas Havan e apoiador do presidente Jair Bolsonaro, Luciano Hang, é um dos alvos da operação da Polícia Federal deflagrada na manhã desta quarta-feira (27/5).  Ele já teve computadores e outros itens apreendidos, em operações de busca e apreensão da PF.

Investigado no âmbito do inquérito que investiga fake news e ataques contra o Supremo Tribunal Federal (STF). Equipes policiais foram em endereços ligados ao empresário para cumprir mandados de busca e apreensão expedidos pelo ministro Alexandre de Moraes.

Estão sendo apreendidos computadores, celulares e mídias eletrônicas que possam comprovar os crimes. Ele também está sendo convocado a prestar depoimento junto com Roberto Jefferson, o blogueiro Allan dos Santos e o deputado estadual Douglas Garcia.

De acordo com a PF, estão sendo cumpridos 29 mandados no Distrito Federal, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso, Paraná e Santa Catarina.

Essa rede existia desde antes das eleições

Segundo as investigações, desde a CPI das Feke News e as investigações do STF, tudo mostra que essa rede existia e deu toda cobertura para a eleição de Jair Bolsonaro durante a campanha para eleições de 2018.

Essa rede se fortaleceu, ainda mais, depois que Bolsonaro foi empossado como presidente e, o nome “Gabinete do ódio” foi dado por eles mesmos, numa invigilância ao postarem nas principais redes sociais e, dessa forma, o auto batismo funcionou.

O que já se sabia, o “gabinete do ódio” funciona dentro do próprio governo, utilizando espaço físico e funcionários pagos com dinheiro público, como ficou comprovado pelo próprio Facebook na identificação dos endereços de IPs e seus usuários, comprovando, também, muitos usuários fake, criados para disseminar as fake news.

Todos que discordam se tornam alvo

O “gabinete do ódio”, além de disseminar fakes que tentam elevar a imagem do presidente e do bolsonarismo, também se dedica a assassinar reputações de qualquer um que se oponha ao presidente, desde uma simples discordância até aqueles que denunciam erros do presidente e sua equipe radical.

Todos que se afastam do bolsonarismo são duramente atacados por essa rede que já tem processos e cada vez mais é desbaratada.

Sabe-se que, amanhã, pois isso pode demorar um pouco, teremos todos os nomes envolvidos, porque os crimes virtuais sempre são descobertos pela tecnologia, que não é pouca, empregada nas investigações.

Veja a lista dos “FORA DO AR”

Allan dos Santos
Bernardo Küster
Edgard Corona
Edson Salomão
Eduardo Fabris Portella
Enzo Momenti
Luciano Hang
Marcelo Stachin
Marcos Bellizia
Otavio Fakhoury
Paulo Bezerra
Rafael Moreno
Reynaldo Bianchi Junior
Roberto Jefferson
Rodrigo Ribeiro
Sara Giromini
Winston Lima

Da Redação OEB
Redação: Celso Brasil

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