abr 05

Dilma e a criminosa compra de votos denunciada

 

“Enquanto isso o povo brasileiro tem, a cada dia, a certeza de que a presidente fará companhia a Lula na prisão, graças à Lava Jato…”

dilma-rousseff-e-canhota-ou-destraDe forma escancarada, endossando as acusações de crime, Dilma Rousseff declara que não nomeará ministros antes da votação do impeachment
Parlamentares afirmam que o pagamento, com dinheiro público, será parcelado, onde o votante recebe metade e a outra metade depois da confirmação de seu voto.
Deputados já acusam formalmente e Dilma adiciona mais um crime em sua enorme coleção, o que sempre caracterizou sua história, desde os atentados terroristas no período da “repressão”
Enquanto isso o povo brasileiro tem, a cada dia, a certeza de que a presidente fará companhia a Lula na prisão, graças à Lava Jato. E não será por um curto prazo, pois enquanto ocupa o cargo nada pode ser divulgado, porém, uma avalanche de provas documentadas certamente se desmoronará sobre ela quando não mais tiver o foro hiper privilegiado que hoje goza como presidente do Brasil.
Mas, a Lava Jato a espera…

FICAR EM CASA E NÃO VOTAR = R$ 400.000,00
VOTAR CONTRA O IMPEACHMENT = ATÉ R$ 2 MILHÕES
Denúncia feita em entrevista por Paulinho da Força
Enquanto parlamentares convidados a vender seus votos questionam:
“Assumir e cair junto com o governo em seguida?”

Paulinho da Força

Brasília – Um dos principais críticos do governo federal, o presidente nacional do Solidariedade, Paulinho da Força (SP), acusou o Palácio do Planalto, sem apresentar qualquer prova, de oferecer R$ 2 milhões para um deputado votar contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff e R$ 400 mil para outro faltar à votação, prevista para acontecer entre os próximos dias 15 e 17. Ele fez as acusações em entrevista na manhã desta terça-feira, 5, mas recusou-se a dizer quem foram os alvos das supostas investidas do governo.

Inicialmente, o deputado foi questionado sobre a intenção do governo de negociar cargos agora, mas só entregá-los após a votação do impeachment, como o Estado mostrou na edição desta terça-feira. “Mais ou menos o que o PT faz a vida toda: engana todo mundo. Então, os parlamentares que estão neste troca-troca, têm que saber disso, que o governo oferece, mas não cumpre”, afirmou.

Em seguida, emendou: “Até porque, se cumprir, imagina como será depois. Pagar R$ 400 mil para um deputado ficar em casa para não vir votar. Em seguida, como ela governa o Brasil com menos de 171 votos? Ou seja, caos no País”, disse Paulinho, em entrevista gravada, no final desta manhã. Em seguida, questionado sobre a denúncia, reafirmou que “está oferecendo” o valor a um deputado e completou afirmando que “ontem, ofereceram R$ 2 milhões para um deputado só”. Abortado pelos jornalistas, disse que o valor era para que se votasse contra o impedimento da petista.

Mesmo sob insistência dos jornalistas, Paulinho recusou-se a dizer quem eram os deputados supostamente abordados por interlocutores do Palácio do Planalto.

O presidente do Solidariedade disse ainda que, a partir desta quinta-feira, 7, partidos de oposição colocarão carros de som diante das residências de deputados que se dizem indecisos e daqueles contrários ao impeachment da presidente Dilma Rousseff. De acordo com ele, há 39 indecisos e entre 90 e 95 contra o impedimento.
Paulinho disse que os partidos de oposição irão arcar com os custos dos carros de som na frente das moradias nos Estados e em Brasília. “Não sei como pagar ainda, mas, provavelmente, com fundo partidário”, afirmou nesta manhã.

da Redação OEB
com complemento de dados Veja.com

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