Category: Video

jan 22

Força Aérea Brasileira desmente boatos sobre acidente aéreo que matou ministro do STF

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O jornalismo sofre a invasão dos que se dizem da área e os que não cumprem seus princípios básicos.
Leitores incautos, na busca de matérias sensacionalistas, são vítimas de boatos. Verdadeiros furos de reportagem com fontes inventadas que geram a desinformação. Estes ainda questionam: “Porque a mídia não fala disso?”
A resposta é: A mídia toma todo o cuidado com a verificação das fontes e do fato. O que não é oficial não deve ser divulgado, sob pena de cair no descrédito e enfrentar processos judiciais perfeitamente cabíveis.

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dez 27

O que significa o “Politicamente Correto”? por Adolfo Sachsida

dez 17

Mais calmo, Silas Malafaia se defende de possível envolvimento com lavagem de dinheiro

Depois de uma condução coercitiva, por seu nome estar envolvido nas investigações sobre os Royalties que prejudicou a Vale do Rio Doce, graças a um cheque de R$ 100.000,00 que apareceu na relação do material investigado, o pastor e deputado da bancada evangélica, Silas Malafaia vem a público para provar sua total inocência.

A matéria tomou as mídias nessa sexta, 16 de dezembro, com o nome do político em evidência

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O nome de Silas Malafaia é envolvido na operação da PF contra esquema de Royalties que prejudicou a Vale

O deputado prometeu, no mesmo dia das manchetes, uma apresentação das provas que mostrariam sua inocência e acabou por ir além!
O pastor e político apresentou, em vídeo que se segue, extrato de sua conta bancária e explicou, em detalhes que o valor foi uma doação que estava perfeitamente declarada, apresentando, inclusive, o destino do referido valor.

O vídeo abaixo resume tudo:

da Redação OEB
com canal YouTube Silas Malafaia

dez 05

Renan é afastado da presidência do Senado pelo ministro Marco Aurélio Mello do STF

Renan perdeu o colorido e começa a sentir que sua queda é vertiginosa.
O Brasil não quer mais o autor da PL 280. O que será do relator da mesma, Roberto Requião?
A semana promete ser agitada e a expectativa é grande nos resultados das votações ainda pendentes antes do recesso.

Veja mais vídeos no final da notícia: MBL e Dep. Paulo Martins

Ministro do STF decide afastar Renan da presidência do Senado

Decisão foi tomada no âmbito de uma ação ajuizada pela Rede que pede que réus não possam estar na linha sucessória da Presidência da Repúblicarenan-calheiros-pb

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), atendeu nesta segunda-feira, 5, ao pedido da Rede Sustentabilidade e concedeu uma medida liminar (provisória) afastando o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) da presidência do Senado. A decisão foi tomada no âmbito de uma ação ajuizada pela Rede que pede que réus não possam estar na linha sucessória da Presidência da República.

“Defiro a liminar pleiteada. Faço-o para afastar não do exercício do mandato de Senador, outorgado pelo povo alagoano, mas do cargo de presidente do Senado o senador Renan Calheiros. Com a urgência que o caso requer, deem cumprimento, por mandado, sob as penas da Lei, a esta decisão. Publiquem.”, diz decisão do ministro divulgada no início desta noite no site do STF.

Rede

Renan virou réu quinta-feira passada (1), quando o STF decidiu, por 8 votos a 3, receber a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o senador pelo crime de peculato. A Rede alega que, com o recebimento da denúncia, “passou a existir impedimento incontornável para a permanência do referido Senador na Presidência do Senado Federal, de acordo com a orientação já externada pela maioria dos ministros do STF”.

O partido pedia urgência na avaliação da matéria porque, se não houvesse uma análise rápida, o Supremo poderia decidir sobre a questão depois do fim do mandato de Renan, que se encerra no dia 1º de fevereiro.

Maioria. Em novembro, o STF formou maioria para que réus não possam fazer parte da linha sucessória do presidente da República, mas o julgamento foi interrompido depois de pedido de vista do ministro Dias Toffoli. Marco Aurélio foi um dos seis ministros do STF que já votaram pelo veto aos réus na sucessão de Michel Temer.

Na última sexta-feira (2), Toffoli e Marco Aurélio se envolveram em uma “guerra de versões” sobre o processo que ameaça a permanência de Renan Calheiros da Presidência do Senado.

Um dia depois de Renan se tornar réu pela primeira vez perante o STF, o gabinete de Toffoli informou, em nota enviada à imprensa, que ainda não havia recebido os autos do processo e que, por essa razão, ainda não havia sido iniciado o prazo para devolução da vista. Segundo o gabinete de Toffoli, os autos do processo, sob relatoria de Marco Aurélio, só chegaram ao gabinete às 17h20 da última sexta-feira.

O gabinete de Marco Aurélio, por sua vez, apresentou uma versão diferente dos fatos e alegou que o processo é eletrônico, não dependendo de deslocamento físico ou formal.

Um alerta do Deputado Paulo Eduardo Martins

Alerta do MBL – Movimento Brasil Livre

da Redação OEB
com Estadão conteúdo

dez 01

[Vídeo] De gabinete em gabinete para salvar a Lava Jato e as 10 Medidas

Na guerra que se trava entre os poderes Legislativo e Judiciário, existem os Movimentos organizados que estendem suas ações às mídias alternativas, articulações entre instituições privadas e o corpo a corpo com os parlamentares, mostrando a força da população civil e os verdadeiros anseios do povo.

Está provado que contrariar a vontade da população tem um preço a pagar e com isso, embora muitos neguem, os resultados se mostram extremamente positivos.

Ações do Movimento RUA BRASIL

nov 13

O Movimento Comunista Internacional está mais vivo do que nunca.

Caros amigos

Quando prestei concurso para a Escola de Comando e Estado Maior do Exército (ECEME), em 1984, fui sabatinado nas seguintes matérias: História, Geografia, Inglês e Movimento Comunista Internacional (MCI). Anos depois, face à imposição de atitudes “politicamente corretas” diante da ascensão da esquerda revolucionária – o antigo inimigo interno – aos postos chaves do governo, o conhecimento sobre o MCI deixou de ser avaliado no concurso para a ECEME, sem, no entanto, deixar de ser motivo de acompanhamento e de estudo pelo sistema de inteligência militar, encarregado de alimentar a Força e seu Comando com as informações necessárias à montagem dos planos de emprego e das tomadas de decisões no cumprimento das missões constitucionais.

Hoje, ao olhar o Brasil e o mundo, podemos avaliar tanto a impropriedade da exclusão politicamente correta da matéria MCI do concurso para a ECEME, quanto a correção da postura profissionalmente correta de não negligenciar da atitude anticomunista e do estudo evolutivo das estratégias do comunismo internacional. A situação da Venezuela, em que pesem as idiossincrasias próprias das suas Forças Armadas, é o melhor exemplo do erro que aqui não se permitiu cometer.

A autocrítica do Partido dos Trabalhadores, divulgada por ocasião de seu último congresso nacional, quando se refere a sua incapacidade para influir na formação dos quadros militares e na promoção dos Generais, atesta a correção da atitude profissional adotada.

Ao contrário do que alardeavam os interessados, o comunismo internacional não deixou de existir nem de atuar e de evoluir após o fim da Guerra Fria e da queda do “Muro de Berlim”, pelo contrário, reformulou inteligentemente seus métodos e estratégias destrutivas, visando, agora, com mais ênfase, o enfraquecimento das estruturas éticas e morais da cultura judaico cristã do mundo ocidental.

Estamos vendo o resultado desse trabalho, aqui, na Europa e nos Estados Unidos, no descoramento das tradições e dos costumes sociais e religiosos em favor de um multiculturalismo estribado na maldição “politicamente correta”, promíscuo e carente de princípios e de valores, que, ao contestar convicções seculares, põe em dúvida a importância da família e introduz no tecido social, dentre outros absurdos, o delirante conceito de “transgeneridade”.

No Brasil e nos demais países geopoliticamente estratégicos para os interesses do comunismo, podemos sentir a presença do MCI, mais vivo e atuante do que nunca, sofrendo outro, mas ainda não o último, revés.

Gen Bda Paulo Chagas

[Vale assistir o vídeo

out 23

[Vídeo] Renan et caterva, a inversão e a canalhice traduzida em um golpe

Os agentes da Polícia do Senado foram liberados. Mas foi suficiente para que o Brasil todo ficasse sabendo que aquele diretor da Polícia do Senado, que há mais de 10 anos acupa o cargo de intocável homem muito próximo a Renan Calheiros, operava um verdadeiro esquema de contra inteligência dentro do Congresso Nacional, sabotando o trabalho da PF utilizando o efetivo daquela instituição como verdadeiros capangas obrigados a agir no combate a lei.

Esse esquema visava impedir os trabalhos da Força-tarefa Lava Jato desde sua criação. Essa que apavora os corruptos e dá sustentação ao avanço das 10 Medidas contra a corrupção.

Uma polícia dotada de equipamentos de dar inveja à Polícia Federal. Equipamentos tão sofisticados que, muitos deles, nem eram utilizados devido à complexidade de seus recursos, que exigiam um operador especializado.

Essa é a Polícia de Renan. Não só de Renan, mas do grupo que ele lidera no sentido de cercear investigações da valorosa Polícia Federal e de toda a força-tarefa que nos causa orgulho e está sendo observada por todo o mundo como um modelo de investigação e combate à corrupção .  Essa força que colaborou para que derrubássemos um desgoverno de 13 anos.

Vamos ligar os pontos…

O esquema de contrainteligência, a serviço do mal que assola o País, foi criado por quem abusou do poder que lhe foi conferido pelo cargo que ocupa. Ou que abusam do poder, mesmo depois de deixar o cargo, como a relíquia viva da política brasileira – José Sarney – o imortal que concorre com Fidel Castro em número de anos de trono. Digo isso porque parece que Sarney não deixou o trono. Como um certo ex-presidente que insistia em não deixar a presidência e continuou desgovernando. Lembram?

Mas quem permaneceu nesse poder foi Renan Calheiros – presidente do Senado, com inúmeras indicações para o Nobel da Corrupção promovido pela Lava Jato e com chances de receber o seu “prêmio” em poucos meses das mãos do Juiz Sérgio Moro. O Juiz que pede o fim do foro privilegiado que ainda blinda Renan e seus capangas.

Trata-se de um escândalo equipar com sofisticação a Polícia do Senado para trabalhar no combate à Lei e, com todo este escândalo, se fosse um bom político ou, pelo menos coerente, reconheceria seu abuso de autoridade. No entanto, Renan Calheiros, de forma vil, tenta usar este absurdo que cometeu junto com seu bando de indicados à Lava Jato, para tentar, mais uma vez, aprovar, justamente, a Lei de abuso de autoridade, abusando da autoridade que lhe foi concedida.

Isso se chama canalhice, desespero de quem só consegue ver, a curto prazo, uma cela o separando do convívio com a sociedade, por ter comprovado o quão perigoso é para essa mesma sociedade que o quer preso.

Renan Calheiros e sua turma estão desesperados com o andamento do espetáculo legal que o Brasil protagoniza no cenário mundial através da Lava Jato.

Renan et caterva, os parlamentares que vocês esperam que lhes apoiem nesse golpe, também estão cientes de que nós, povo, estamos assistindo e reagindo aos acontecimentos políticos. Estão cientes de que despertamos e estamos cobrando ações probas.

Estes parlamentares que vocês buscam tanto o apoio para aprovação de uma lei que trabalha contra o cumprimento da Lei, não podem votar medidas contra a democracia e ficarem imortalizados na história como participantes de um golpe contra os princípios democráticos que o povo, seu eleitor, tanto combate.

Aos parlamentares, o nosso recado – Estamos acompanhando os passos e atos de cada um de vocês.

A você, Renan! E aos seus capangas, seus poucos seguidores condenados ao seu mesmo fim, o nosso recado: Trabalharemos muito ainda, para que suas manobras sujas e desesperadas não surtam efeito.

Quanto ao seu futuro, pouco nos importa, desde que você não faça parte do nosso.

O que você está promovendo, Renan Calheiros, é atitude própria de um…

De um…

Deixa pra lá.

Até a próxima.

Celso Brasil
Jornalista e Escritor

set 16

Lava Jato: Lula fez acordo com o PMDB para evitar seu impeachment no mensalão

Mais bombas para condenar Lula

A explosiva delação de Delcidio do Amaral deverá se juntar a outros, sobretudo daqueles citados.
Tudo isso se somará às provas, já catalogadas, que deverão ser inseridas no processo, contrariando as afirmações de Lula, em sua recente coletiva, onde apelou para o emocional e causou avaliações errôneas de muitos jornalistas que afirmaram a tese de erro ou exagero na acusação liderada pelo coordenador da Lava Jato – Deltan Dallagnol – numa coletiva à imprensa.

“Ou abraço o PMDB ou vou morrer”, disse Lula para evitar seu impeachment no Mensalão, segundo Delcídio

Ex-líder do Governo no Senado contou à força-tarefa da Lava Jato que petista, para evitar a própria cassação, fechou aliança com peemedebistas que estabeleceram ‘tentáculos em toda a estrutura de governo’

Lula. Foto: Fernando Donasci/Reuters

Lula. Foto: Fernando Donasci/Reuters

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Em depoimento gravado na investigação da Operação Lava Jato sobre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o delator e ex-senador Delcídio Amaral (ex-PT-sem partido-MS) contou como se deu o início da parceria PT-PMDB no governo federal. Segundo Delcídio, durante o Mensalão, Lula ‘abraçou’ o PMDB para evitar o risco de sofrer seu próprio impeachment.

O ex-senador declarou que no início da gestão Lula, o governo era ‘muito hermético’ e ligado aos partidos que tinham levado o petista à Presidência.

“Quando sobreveio o Mensalão, ele (Lula) percebe que ele se arruma ou ele poderia ser impichado, inclusive. Uma tese que era defendida desde o início do governo pelo ex-ministro José Dirceu (era) que o PMDB deveria participar ativamente da base do governo. O próprio José Dirceu trabalhou nisso. Quando o José Dirceu foi levar essa aliança para o Lula já combinado com o PMDB, o Lula não topou. Aí veio o Mensalão”, contou Delcídio.

VEJA O QUE AFIRMA DELCÍDIO NO VÍDEO, A PARTIR DOS 16 MINUTOS

À Procuradoria da República, o ex-senador relatou. “Quando veio o Mensalão, o Lula fez uma revisão das posições que ele vinha assumindo. Dizendo assim: ou eu abraço o PMDB ou eu vou morrer. Quando aí o PMDB veio fortemente para o governo. Estabeleceu tentáculos em toda a estrutura de governo. Não foi só na Petrobrás, não. Assumiu Ministério de Minas e Energia, Eletrobrás, o setor elétrico, que nos governos anteriores era feudo do PFL, passou a ser feudo do PMDB.”

O Ministério Público Federal questionou Delcídio Amaral se ‘houve um acordo para poupar o presidente Lula do impeachment?’ e se ‘havia essa possibilidade?’

“Havia essa possibilidade”, Delcídio responde. “Ali havia um risco muito grande de ele ser impichado.”

Delcídio relatou ainda a retirada dos nomes do ex-presidente Lula, e de seu filho Lulinha, do relatório final da CPI dos Correios.

“Na reta final, existia o relatório que estava sendo preparado propunha, entre outras coisas, o indiciamento do presidente Lula e de um dos filhos dele. Acho que é o filho mais velho, o Lulinha por causa da questão da Gamecorp com a antiga Telemar se eu não estou enganado. Dentro de uma composição que foi feita, na véspera da votação do relatório, esse indiciamento… Esse tira e põe faz parte do dia a dia do Congresso. Não é uma coisa específica só da CPI dos Correios”, declarou.

“Isso acontece no dia a dia em outras CPIS. Em sessões das Comissões de Fiscalização e Controle e que acompanha conta de governo. Não é uma coisa excepcional. Independentemente do acordo que foi feito para qu8e a gente concluísse a CPI e com resultado, porque havia um risco muito grande de a gente perder o controle do processo e perder um trabalho de onze meses, um trabalho forte, foi feito um acordo. Os indícios e a documentação que a CPI levantou, um eventual impeachment do presidente Lula não terminaria ali. Ele poderia continuar, porque nós fizemos um trabalho forte, nós rastreamos dinheiro desde que saiu do Banco do Brasil, quando foi para as empresas do Marcos Valério. Depois quando sai das empresas do Marcos Valério e vai irrigar as contas do partido. Tudo isso estava rastreado. Existia uma operação forte comandada pelo próprio Marcos Valério, que era uma espécie de braço armado do próprio Delúbio (Soares) para alimentar as estruturas partidárias. Mesmo tendo havido um acordo que passou por todo mundo, pelo menos pelos principais líderes na CPI, existiam argumentos suficientes para dar continuidade a um processo deafastamento.”

da Redação OEB
com Estadão conteúdo

set 16

Muito grave: Frase sobre Lula não foi dita por procurador, mas inventada por blog

Blogs de segunda categoria que inventam notícias, distorcem e criam factoides, causam sérios problemas de comunicação e atingem pessoas e instituições sérias. Estes, começam a ser catalogados e responderão pelas irresponsabilidades que cometem.

Dessa vez, a confusão afetou o Ministério Público ou, mais precisamente, os procuradores e a Força Tarefa Lava Jato.

Reproduzimos, abaixo, matéria que, por uma solicitação especial, passamos a divulgar e deverá ser viralizado, para que se desfaça a mentira de uma vez por todas.

Celso Brasil
O Estado Brasileiro

Frase sobre Lula não foi dita por procurador, mas inventada por blog

Reprodução

Site publicou texto com o título: “Não temos como provar, mas temos convicção”, entre aspas, com a foto de um dos procuradores. Daí surgiu a confusão.

Muita gente ficou revoltada com uma frase atribuída a procuradores da Operação Lava Jato, sobre o ex-presidente Lula: “Não temos como provar, mas temos convicção”.

Na internet, a sentença foi atribuída a duas pessoas diferentes: Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa, e Roberson Pozzobon.

Acontece que nenhum dos integrantes do Ministério Público disse a frase durante a exposição do caso, na quarta (13). Você pode conferir a apresentação completa neste vídeo:

A frase, na verdade, foi usada como título de um texto no site Conexão Jornalismo, publicado às 17h39 da própria quarta.

No post do Facebook, a sentença é atribuída a um “procurador federal”, mas o site não cita nomes. A foto que acompanha o texto e a postagem é do procurador Roberson Pozzobon.

Minutos após a publicação, o título foi editado e a frase foi colocada entre aspas — o que contribuiu para a confusão.

Rapidinho, usuários do Twitter começaram a atribuir a frase tanto a Pozzobon como a Dallagnol. Este tuíte, das 17h58, é um dos primeiros a citá-la:

Em pouco tempo, a coisa se espalhou.

A frase é uma mistura de trechos das apresentações feitas por Dallagnol — que mencionou “convicção”, mas não “provas” — e por Pozzobon — que citou “provas”, mas não “convicção”.

Ambas as expressões foram tiradas de contexto.

Rodolfo Buhrer / Reuters

Dallagnol citou “convicção” em dois momentos. Em ambos, ele explicava que o conjunto de provas — que inclui delações, depoimentos e documentos — forma a “convicção” de um fato ou hipótese.

No início da apresentação:

Provas são pedaços da realidade, que geram convicção sobre um determinado fato ou hipótese. Todas essas informações e todas essas provas analisadas como num quebra-cabeça permitem formar seguramente, formar seguramente a figura de Lula no comando do esquema criminoso identificado na Lava Jato.

E ao final, ao ser questionado por jornalistas:

Dentro das evidências que nós coletamos, a nossa convicção, com base em tudo que nos expusemos, é que Lula continuou tendo proeminência nesse esquema, continuou sendo líder nesse esquema mesmo depois dele ter saído do governo.

Pozzobon, por sua vez, ficou responsável por explicar como Lula teria praticado lavagem de dinheiro. Ele citou a expressão “prova cabal” para dizer que o ex-presidente não é dono do tríplex no papel — mas, mesmo assim, é dono de fato do imóvel. Ele disse:

“Precisamos dizer desde já que, em se tratando da lavagem de dinheiro, ou seja, em se tratando de uma tentativa de manter as aparências de licitude, não teremos aqui provas cabais de que Lula é o efetivo proprietário no papel do apartamento, pois justamente o fato de ele não figurar como proprietário do tríplex, da cobertura em Guarujá, é uma forma de ocultação, dissimulação da verdadeira propriedade”, afirma o procurador.

Créditos:
Matéria reproduzida – BuzzFeed.com

www.buzzfeed.com/alexandrearagao/provas-conviccao-lula-lava-jato?utm_term=.cxnq19voYX#.sqAy3dl2KG

Vídeo – Canal Luigi B. Silvi – YouTube

set 13

REAÇÃO DEMOCRÁTICA #017 – Quarta, 14-set-2016 21:00h – Nova presidência STF, investimentos no Brasil

Videoconferência com a equipe de O ESTADO BRASILEIRO e convidados. Chat ao vivo com participação do público.
Mudanças no STF,  Leilões de concessões, os arquivos de Cunha e novos rumos do Brasil.
10 Medidas e Escola sem partido como prioridades do ativismo.
Transmissão simultânea, com chat, pelas rádios da REDE MOVIMENTO.
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