Categoria: Segurança

O contra golpe 2016 (005) A tentativa de internacionalizar a vitimização – Ao vivo às 21h

ACERVO: segunda, 25 de abril de 2016, ao vivo, às 21:00h, o Hangout que discutiu essa semana de decisões tão importantes para a história do Brasil. Com seriedade e objetividade, personalidades ajudam a definir as ações que devemos seguir e as estratégias que deverão ser adotadas, desde o ativismo até os plenários de Brasília.

HANGOUT ao vivo – C O M P A R T I L H E !

General Paulo Chagas, General Rocha Paiva, Jornalista Celso Brasil, Analista Político Dr. Paulo Fernando, Dep. Ezailci Lucas da comissão do impeachment, Empresária e Ativista Ray Alves e convidados.

Pauta:
– A tentativa de internacionalizar a crise (ONU, UNASUL, MERCOSUL…)
– As bases das plataformas políticas a serem exigidas dos políticos
– Os erros que esvaziaram manifestações
– Análise do comportamento das massas
– Como cidadãos podem ajudar no processo de recuperação do Brasil
– Direita: conservadora X radical

Transmissão simultânea pelas rádios da Rede Movimento – www.redemovimento.com.br
Ouça pelo celular – Baixe o App em:
https://play.google.com/store/apps/details?id=com.euroti.redemovimento

Evento promovido pelo Portal de Notícias O ESTADO BRASILEIRO e REDE MOVIMENTO BRASIL DE COMUNICAÇÃO

Forças Armadas – o alto comando se pronunciou. O que se traduz disso?

… o Exército, “na condição de instituição de Estado, em meio à crise que assola o País, norteia-se pela preservação da estabilidade e da paz social, pela crença de serem condições essenciais para que as instituições, no exercício legítimo de suas competências, delineiem os rumos a seguir”.
General Comandante Villas Bôas

forcas-armadasO discurso do alto comando deixou claro a posição das Forças Armadas – a manutenção do processo democrático e a preservação da estabilidade
Mesmo aos trancos, a Nação está vencendo as forças que tentaram levá-la à banca rota

Seu discurso mostra, também e claramente, que vivemos um outro tempo, muito diferente de 1964, quando as Forças intervieram diretamente no executivo.
Ponto importante é o comandante ter repetido que essas Forças estão e sempre estarão prontas para defender a Nação dentro de suas atribuições, garantindo a segurança e a soberania.

O momento brasileiro atual é de retomada da democracia plena, tão ameaçada pela esquerda radical que repete, como palavra de ordem em suas manifestações: “Não vai ter golpe. Vai ter luta”.
Sabe-se que, contra as ameaças, temos a Polícia Militar e a Polícia Federal para agirem em conjunto, dentro de suas atribuições e, se necessário for, as Forças Armadas (reserva estratégica), estarão prontas para entrar no combate aos focos considerados terroristas, para restabelecer a ordem pública. Essa hipótese é uma intervenção militar na linguagem das tropas, porém, longe da intervenção militar propalada por uma pequena parcela da direita que reivindica uma tomada dos três poderes, aos moldes de 1964.

Comandante diz que Exército ‘acredita no funcionamento das instituições’

Durante celebração, general Villas Bôas diz que Força ‘norteia-se pela preservação da estabilidade’

BRASÍLIA – Em mensagem do dia do Exército, comemorado nesta terça-feira, 19, dois dias após a aprovação da admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, o comandante da Força, general Eduardo Villas Bôas, disse acreditar no funcionamento das instituições brasileiras. Segundo ele, o Exército, “na condição de instituição de Estado, em meio à crise que assola o País, norteia-se pela preservação da estabilidade e da paz social, pela crença de serem condições essenciais para que as instituições, no exercício legítimo de suas competências, delineiem os rumos a seguir”.

RONDON5 MANAUS COLETIVA PROJETO RONDON NACIONAL General Eduardo Villas Boas - chefe do Estado maior da Amazonia fala sobre o projeto Rondon da Amazonia que sera reinaugurado na proxima quarta feira (19 de janeiro) pelo presidente Luiz Inacio Lua da Silva na cidade de Tabatinga (AM) 16|01|2005 FOTO DIGITAL: CELSO JUNIOR|AGENCIA ESTADO|AEGeneral Eduardo Villas Boas

Na ordem do dia, o general Villas Bôas destacou que “nos dias de hoje”, o Exército “não se deixa abater pelas dificuldades materiais impostas por restrições orçamentárias e salários defasados, que não condizem com a nobreza da profissão”. O comandante lembrou ainda que as Forças Armadas possuem altos “índices de confiabilidade e credibilidade” conferidos pela população do País e que o Exército é feito “de brasileiros portadores da simplicidade própria dos que têm a vocação de servir e da grandeza dos que se orgulham da profissão de soldado”.

Apesar de ser a principal data do Exército, nem a presidente Dilma Rousseff, nem o vice-presidente Michel Temer, compareceram à solenidade, que foi presidida pelo ministro da Defesa, Aldo Rebelo. Em seu discurso, Aldo Rebelo , depois de citar que “a história do Exército Brasileiro confunde-se com a trajetória da construção de nosso País e de nossa identidade nacional”, ressaltou que esta era a celebração “da Data Magna de uma Instituição que, assim como a Marinha e a Aeronáutica, é desprovida de qualquer busca por protagonismo fácil no cenário político institucional”. E emendou: “As Forças Armadas ajudam a formar o pensamento nacional e a modelar os objetivos permanentes do País. Que o aniversário dos Guararapes seja também oportunidade de celebrarmos o sentido de permanência que as Forças Armadas conferem à soberania da Nação”.

Defesa. Na sua fala, Aldo Rebelo disse ainda que “precisamos continuar integrando civis e militares, respeitar continuamente a memória dos grandes defensores e construtores de nossa Nação e fazer da Defesa, cada vez mais, um compromisso prioritário para todo o Brasil”. E passou a defender a necessidade de garantia de recursos para as Forças Armadas pedindo um mínimo de 2% do PIB para o Ministério. “A viabilização das condições materiais deve expressar-se no orçamento adequado para a Defesa, fixo e previsível, acima do nível médio dos últimos anos, de 1,5%. Esse tema está em debate na Câmara dos Deputados e a recém-apresentada PEC 197 estabelece para a Defesa a aplicação de, no mínimo, 2% do PIB. Sua aprovação conferirá à Defesa os recursos necessários para que projetos estratégicos de longo prazo sejam executados de forma contínua e previsível”, pediu Aldo, ao destacar a importância das Forças disporem de “meios indispensáveis” para que “cumpram sua missão constitucional com segurança”.

“Marinha, Exército e Força Aérea só poderão proteger a Nação com os meios e equipamentos adequados e suficientes, e nossos militares só terão condições de dar a melhor resposta possível em uma situação de necessidade, se estiverem garantidos sua formação e permanente treinamento”. Aldo encerrou seu discurso dizendo que o Brasil “precisa consolidar uma Política de Defesa compatível com essa grandeza, tanto em relação ao aspecto espiritual, forjado na abnegação e no patriotismo que guiaram a vida dos heróis de Guararapes, quanto em relação ao destino geopolítico do País”.

Dilma. A presidente Dilma não compareceu à cerimônia, mas encaminhou uma mensagem destacando que “as brasileiras e brasileiros sabem que podem contar com o Exército brasileiro”. “Saibam que o País é extremamente grato a vocês pela permanente demonstração de abnegação, de confiabilidade e de eficiência no cumprimento do seu dever constitucional”.

Dilma fez referência também “ao atual processo de transformação do Exército Brasileiro, com o desenvolvimentos dos projetos estratégicos que miram para o futuro e buscam dotar a Força Terrestre da necessária capacidade operacional e de dissuasão extrarregional”. Para ela, “esses projetos são também importantes indutores do fomento do parque industrial brasileiro, em especial da nossa indústria de defesa e, por isso, mesmo em um cenário fiscal adverso, temos buscado garantir, no âmbito do Ministério da Defesa, os recursos necessários à continuidade dos projetos estratégicos de todas as forças”.

A presidente Dilma lembrou que o Exército celebra hoje “368 anos de existência e também se comemoram 150 anos da participação brasileira nas batalhas de Tuiuti e Ilha de Redenção, importantes episódios no maior conflito armado da América do Sul, a guerra da Tríplice Aliança”. De acordo com ela, “nosso Exército desempenhou papel central na condução da solução militar do conflito e consolidando-se como instituição comprometida com os destinos da Pátria e da sociedade”.

Em sua fala, a presidente salientou ainda que “além de manter seus efetivos preparados para o cumprimento da missão constitucional de Defesa da Pátria e garantia da lei e da ordem, o Exército “tem papel decisivo” na execução de obras de engenharia em todo o País e em atividades de apoio de calamidade pública, emergências sociais e saúde pública e terá “papel essencial na condução das ações de defesa nos jogos olímpicos”.

da Redação OEB
com Estadão conteúdo

Recorde de PMs mortos – aumento de quase 70%

Com o incentivo dado às facções criminosas, desde as ditas “movimentos sociais”, mantidas pelo PT, até as apoiadoras e financiadoras de campanhas políticas, o aumento brutal de policiais vítimas desses bandos é um problema que precisa ser equacionado e resolvido com extrema urgência.

A liberdade de cumprimento das Leis e o fim da criminalização de PMs que cumprem o dever, deve ser revista.
Comissões de direitos humanos que protegem bandidos já estão chegando ao final, com a eliminação do partido que se agigantou no Brasil e agora sucumbe diante da sociedade e instituições que começam a lutar pela preservação de suas imagens.

Explode número de PMs mortos no Estado

Em 2016, 27 agentes foram assassinados – maior índice em 7 anos; em relação a 2015, alta é de 68,7%. Governo diz adotar ações contra crimes

pm-mortes-01Com média de um assassinato a cada quatro dias, as mortes de policiais militares de São Paulo estão em escalada desde o início de 2016. As ocorrências subiram em todos os meses e já somam 27 homicídios de PMs no Estado – o maior índice em sete anos. Entre os casos, há reações a assalto, execuções e confrontos. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) afirma que adota medidas para reduzir crimes contra policiais e que empenha equipes especializadas em investigações.

Embora abril não tenha acabado, o número de PMs mortos em São Paulo neste ano já é maior do que nos quatro primeiros meses de 2015. Também houve alta na comparação mês a mês. É o que mostra levantamento feito pelo Estado com base em estatísticas registradas no Diário Oficial do Estado e informações da PM referentes a março e abril de 2016, ainda não publicadas.

Até o dia 12 de abril, foram mortos cinco PMs em serviço e outros 22 que não estavam em atividade na hora do crime. A soma é 68,75% maior do que os registros dos quatro primeiros meses de 2015, quando 16 PMs foram assassinados – seis em serviço, de acordo com o Diário Oficial. Houve aumento em janeiro (de 50%), fevereiro (de 200%), março (de 75%) e até mesmo em abril, considerando dados parciais, já que o mês não acabou: foram oito ocorrências, ante seis no mês inteiro de 2015. O índice é o maior desde 2009, quando 34 policiais foram vítimas de homicídio.

Para o coronel reformado da PM José Vicente Filho, especialista em Segurança Pública, a quantidade de casos é “aterradora”. “Em Nova York (EUA), por exemplo, morre um policial por ano.” Na maioria das ocorrências, o policial estava fora de serviço, situação em que, segundo especialistas, o agente está mais exposto a riscos.

Segundo Vicente Filho, é preciso analisar caso a caso para explicar o aumento do índice. O especialista destaca que, recentemente, muitos PMs foram vítimas de assaltos, execuções, vinganças ou acabaram mortos por descuidos com segurança pessoal. “A ‘surpresa’ é a principal característica desse crime”, afirma o especialista

Na zona sul da capital, o soldado Gilberto Jorge Cardoso, de 35 anos, foi assassinado por um assaltante na frente da mulher e da filha de 4 anos, em 8 de abril. O criminoso usou a arma do próprio policial, guardada sob o banco do carro. No dia seguinte, o cabo Miguel Lopes Filho, de 46 anos, foi executado em uma lanchonete de Guarulhos, na Grande São Paulo.

Historicamente, a morte de policiais fora de serviço está relacionada à realização de “bicos” para complementar a renda. “Sabe-se muito pouco sobre o que acontece na folga. O aumento pode significar que mais policiais estejam procurando ‘bicos’, em que, obviamente, as condições de trabalho são muito piores”, diz o cientista político Leandro Piquet, professor da Universidade de São Paulo (USP). “Pode ser um efeito mecânico da crise, de precisarem buscar mais dinheiro.”

Em serviço. Já os PMs que estavam em serviço foram mortos em confronto. A ocorrência mais recente é a do soldado Paulo Henrique Bazílio, de 34 anos, baleado na cabeça no dia 10, durante perseguição a dois criminosos em Rosana, no interior. Seis dias antes, os soldados Leonel Almeida de Carvalho, de 29 anos, e Alex de Souza da Silva, de 28, foram mortos por disparos de fuzil após uma quadrilha atacar uma transportadora de valores em Santos, no litoral.

A Secretaria de Segurança Pública afirma que adotou ações para reduzir a morte de policiais. Entre elas, cita a Resolução SSP 40/15, que determina o comparecimento das Corregedorias e dos comandantes da região no local onde um policial foi assassinado. Segundo a pasta, a medida “garante maior eficácia nessas investigações”.

“Como resultado, houve queda de 33,4% nos casos de PMs mortos em serviço. De abril de 2015 a fevereiro de 2016, foram registradas 10 ocorrências, ante 15 no período de abril de 2014 a fevereiro de 2015”, diz, em nota. O recorte não considera o número de policiais assassinados fora de serviço nem as estatísticas de março e abril deste ano, ainda não publicadas no Diário Oficial. A secretaria também destaca que há uma “equipe especial” dedicada a investigações de mortes de PM.

No caso da transportadora, a SSP ofereceu recompensa de R$ 50 mil para quem fornecer informações que levem à identificação dos autores do crime.

da Redação OEB
com Estadão conteúdo

Estado Islâmico – "o Brasil é o próximo alvo" – Abin confirma a ameaça

Ameaça do Estado Islâmico ao Brasil é confirmada pela Abin

estado-islamico-1Depois de tantas especulações, sobretudo nas redes sociais, de que o atual governo abriu as fronteiras, sem necessidade de triagem, para islâmicos e outros povos “simpáticos” ao regime totalitarista sob comando terrorista, houve a facilitação de entrada de radicais. Tudo isso somado a uma “embaixada” em Brasília, com autorização concedida pelo governo Dilma, em local extremamente estratégico.

A agravante é a realização das Olimpíadas que preocupa a população e autoridades

O Estado Islâmico não faria ameaças se não tivesse bases já instaladas para este fim.
E suas bases não são numerosas, o que colabora para que atinjam seus objetivos – aterrorizar.

Agência considerou autêntico perfil de jihadista que postou: ‘Brasil, vocês são nosso próximo alvo’

Estado Islâmico
Johadistas do Estado Islâmico(VEJA.com/Reprodução)

A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) confirmou uma ameaça ao Brasil publicada em novembro em conta no Twitter vinculada a um membro do grupo terrorista Estado Islâmico (EI). A agência intensificou o monitoramento de indivíduos que teriam jurado lealdade ao grupo e poderiam agir dentro do país durante os Jogos Olímpicos do Rio, em agosto.

“Brasil, vocês são nosso próximo alvo”, dizia o tuíte publicado na rede dias depois dos ataques terroristas em Paris. A mensagem foi postada na conta de Maxime Hauchard, um francês que foi para a Síria em 2013 e juntou-se às fileiras do EI. A conta de Maxime foi suspensa pelo Twitter.

“A probabilidade de o país ser alvo de ataques terroristas foi elevada nos últimos meses, devido aos recentes eventos terroristas ocorridos em outros países e ao aumento do número de adesões de nacionais brasileiros à ideologia do Estado Islâmico”, disse a Abin em nota.

Na quarta-feira, o diretor de Contraterrorismo da Abin, Luiz Alberto Sallaberry, participou no Rio de Janeiro da Feira Internacional de Segurança Pública e Corporativa (LAAD Security). Em sua apresentação sobre ameaças terroristas à Rio-2016, ele confirmou a autenticidade do perfil do jihadista e descreveu Hauchard como uma “espécie de garoto-propaganda do Estado Islâmico”.

Sallaberry também listou ações executadas pela agência para evitar possíveis ataques no país, “como intercâmbio de informações com serviços estrangeiros, capacitação de profissionais de setores estratégicos e trabalhos com órgãos integrantes do Sistema Brasileiro de Inteligência”.

Em novembro, Sallaberry havia alertado que as autoridades brasileiras consideram os chamados lobos solitários – que agem inspirados ou sob direção de algum grupo radical, mas sem a necessidade de uma célula terrorista ou outra organização formal – “a principal ameaça aos Jogos Olímpicos”.

Com Estadão Conteúdo

General Paulo Chagas reage às especulações sobre vídeo postado por ele

O General de Brigada Paulo Chagas reagiu a distorção de uma publicação, feita por ele em vídeo no seu perfil do facebook.
O vídeo homenageia as Forças Armadas, reforçando a confiança na instituição, num momento em que o povo brasileiro sofre ameaças dos mesmos que essas Forças derrotaram em 1964 – data tão comemorada no último 31 de março pelos militares e todos os brasileiros de bem

Sabedor de que podemos contar com a atuação das referidas Forças, para reprimir e combater eventuais focos de distúrbios, visando restabelecer a ordem e manter a segurança da população a qualquer momento, para que a Nação continue seguindo seu caminho democrático, dentro da legalidade, garantindo e protegendo o que determina nossa Carta Magna, o General divulgou o vídeo em seu perfil.

A publicação foi destacada num outro vídeo, induzindo a uma interpretação que não condiz com o pensamento e posição do referido General, usando, inclusive, o termo “conversão”, dando a entender que este militar de alta patente, aderiu ao pensamento de promotor de uma possível guerra civil, o que jamais caberia a um guardião da democracia.

Várias personalidades estão sendo vítimas da divulgação de seus nomes vinculados a um pensamento que não reflete a verdadeira intenção dos mesmos. Como foi o caso da jornalista Joice Hasselmann que, ao alertar para a necessidade de uma reação, também a qualquer momento, da Polícia Militar e, se preciso for, das Forças Armadas, diante de ameaças de terroristas ligados ao poder, teve sua atitude interpretada por algumas pessoas como alguém que pede a intervenção militar aos moldes de 1964.

Contatada pelo O Estado Brasileiro no último sábado, 2 de abril, Joice Hasselmann deixou claro que isso não condiz com a verdade, ou seja, o seu pensamento.
Joice luta bravamente pela democracia, sendo uma grande defensora do impeachment da atual ocupante da cadeira presidencial, como mostra claramente em suas publicações, demonstrando confiança nas Forças de segurança que têm como missão garantir o processo democrático, dentro da legalidade e legitimidade de suas funções.

Outros vão além, divulgando abertamente que o Juiz Sérgio Moro, ícone da força tarefa da Lava Jato, também pede pela mesma intervenção. Mais uma vez, O Estado Brasileiro buscou saber e obteve a resposta de tratar-se de manipulações que podem causar consequências aos que a cometem.

A manipulação de declarações não poupou o General Mourão, comandante do Exército na ativa, quando lhe foi atribuído um grito

Gen Mourão

de chamada para a intervenção militar, o que lhe causou incômodos, enquanto, assim como centenas de personalidades, em sua declaração, incentivava o povo a exercer sua cidadania e exigir seus direitos constitucionais.

Ficou provado que, para esses, basta citar os militares ou, mais especificamente, as Forças Armadas.

A tentativa de “colocar palavras na boca de personalidades” através da interpretação distorcida das declarações, foi classificada como falha grave pelo respeitado General Luiz Sodré, em recente transmissão ao vivo, promovida por este portal através de um hangout do Google.

A reação do General Paulo Chagas

O General, em resposta à divulgadora do vídeo produzido por ela mesma, onde tenta dar um sentido subliminar à postagem, destacam-se alguns trechos:

“…devo lhe dizer, sem temer tirar-lhe o ímpeto, … que o autor do vídeo, meu amigo Robson Merola de Campos, é tão “impichimista” quanto eu. O vídeo não passa de uma bela e sincera homenagem aos Soldados e ao seu comprometimento com a nobre missão que lhes incumbe a Constituição Federal. Já lhe disse e repito, fazer ou não fazer uma IM [intervenção militar] é um problema e uma decisão a ser tomada por quem tem preparo, conhecimento, sensibilidade e responsabilidade para isto. Como tenho plena confiança nos que têm sobre seus ombros essa possibilidade de emprego, preocupo-me e ocupo-me apenas com o que EU posso fazer pelo meu País, permanecendo em condições de apoia-los se e quando essa decisão for tomada e se eles precisarem de mim, o que acho pouco provável. “

Gen Paulo Chagas

Observa-se que os promotores dessas confusões de interpretação são, em sua imensa maioria, defensores de uma intervenção dos militares nos três poderes e pregam a guerra civil. São contra o impeachment da atual presidente, o que dificulta o entendimento, já que essa posição é exatamente a mesma dos partidários que defendem o continuísmo e perpetuação do regime bolivarianista que tentam nos impor.

O vídeo em homenagem às valorosas Forças Armadas, publicado pelo Gen Paulo Chagas

da Redação OEB
com Gen de Brigada Paulo Chagas

Sergio Moro e Bruno Daniel

O enxadrista Juiz Sérgio Moro não se importou com a inútil tentativa do esquema de blindagem de Lula, protelar a sua prisão e a luta para evitar que a montanha de provas contra Dilma, após a perda de mandato, também a leve para o mesmo destino de seu chefe, já que a Polícia Federal não pode colocar a público por impedimento legal.
Agora, o Juiz coloca em xeque o “rei”, ou o chefe – como queiram, escancarando o caso Celso Daniel, de onde os envolvidos não poderão escapar.
Quanto a “rainha”, ele sabe que ela não conseguirá se livrar do xeque em que se encontra.
E assim a Lava Jato “assume” também o caso mais escandaloso do mensalão, sem que esse (o mensalão) lhe tenha sido entregue.

É surpreendente a forma como trabalha a Força Tarefa que aterroriza, sempre com novidades, a facção que combate.
Isso justifica as ameaças veladas à vida do Juiz, que apenas servem como confissão de culpa.
Ninguém dorme no Planalto e Lula, certamente, já não encontra mais inspiração para seus discursos falaciosos, embora não desista deles.
As conexões sempre foram claras e “tapar o sol com a peneira” já não encontra espaço dentro da realidade atual.
E assim, podemos anunciar a abertura da fase mais emocionante da Lava Jato até agora. Sempre com a certeza de que outras virão.

Em depoimento à Lava Jato, irmão de Celso Daniel confirma relato de corrupção em Santo André
Bruno José Daniel espera que operação da PF ajude a elucidar o assassinato do seu irmão, em 2012.


Lava Jato “ressuscita” Celso Daniel

No dia 26 de janeiro deste ano, a força-tarefa da Operação Lava Jato colheu o depoimento de Bruno José Daniel, irmão do prefeito de Santo André Celso Daniel, que foi sequestrado e assassinado em 2002. À procuradoria, Bruno Daniel voltou a dizer que o ex-secretário da Presidência Gilberto Carvalho e a presidente da Caixa Econômica Miriam Belchior, com quem Celso foi casado, teriam lhe contado da existência de um esquema de corrupção na prefeitura de Santo André. Segundo o relato, o dinheiro era destinado a campanhas eleitorais do PT, e o próprio Carvalho havia lhe contado que, numa oportunidade, levou 1,2 milhão de reais em dinheiro vivo ao ex-ministro José Dirceu. “Posteriormente, o depoente interpretou aquele ‘desabafo’ como uma forma de desencorajar o depoente (…) de explorar melhor os fatos que envolveram a morte de Celso Daniel, porque isto poderia macular a biografia de Celso Daniel”, diz transcrição do depoimento anexada aos autos do processo.

Em seu despacho, o juiz Sergio Moro citou o depoimento de Bruno ao apontar a possível relação do esquema apurado na nova fase da Operação da Lava Jato, a Carbono 14, com o crime de 2002. “É possível que este esquema criminoso tenha alguma relação com o homicídio, em janeiro de 2002, do então Prefeito de Santo André, Celso Daniel”, escreveu Moro.

O principal objetivo da nova fase é descobrir por que metade dos 12 milhões de reais tomados de empréstimos do Banco Schahin pelo pecuarista José Carlos Bumlai, a pedido do PT, foram parar no bolso do sócio majoritário do Diário do Grande ABC, Ronan Mario Pinto, preso hoje na operação. Um depoimento do operador do mensalão Marcos Valério, de 2012, intrigou os investigadores. Na tentativa de firmar um acordo de colaboração premiada, que não vingou, Valério relatou que o PT lhe pediu dinheiro para silenciar o empresário Ronan, que, segundo ele, estava ameaçando fazer revelações comprometedoras sobre Lula, Dirceu e Carvalho na morte do prefeito.

Em entrevista à Rádio Estadão, Bruno afirmou que tem esperanças de que a Lava Jato possa ajudar a elucidar a morte do seu irmão. “É necessário esclarecer por que razão a direção do PT teria remetido, através de esquemas ilícitos, cerca de 6 milhões de reais ao empresário Ronan Maria Pinto, dinheiro com o qual ele teria adquirido o jornal do Grande ABC mediante chantagem ao Lula, ao José Dirceu e ao Gilberto Carvalho”, disse ele.

A 27ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada hoje, conseguiu ligar o petrolão a dois dos maiores escândalos que mancharam a história do Partido dos Trabalhadores nos últimos anos: o mensalão e o assassinato do prefeito de Celso Daniel.

Roda Viva – Bruno Daniel – 27/02/2012

Coronel diz que Dilma não tem escrúpulos

Num e-mail aos subordinados da corporação o coronel Adilson Moreira pediu demissão do comando da Força Nacional de Segurança e justifica atribuindo seu ato a conflitos éticos.

Ele é o terceiro comandante afastado em menos de um ano, o que prova haver um grave problema por traz dessa rotatividade no cargo.

Ninguém aguenta mais Dilma no poder e os “cumpanheiros” cumpridores de suas ordens. Não seria um ou mais militares que se submeteriam ao esquema.

Envergonhado, Moreira acrescenta que sua saída foi uma exigência de sua família.

O e-mail segue abaixo, na íntegra:

“Caros TCs da FN,

Desejo lhes informar, que na data do dia 21Mar16, após reunião com a secretária e seu chefe de gabinete, solicitei a ela que me exonerasse do cargo no prazo máximo de 15 dias.

Como os senhores depositaram suas confianças em mim, solicitando minha permanência, nada mais justo do que lhes informar a minha decisão de não mais permanecer na FN.

Caríssimos, a única motivação que me prendia na FN era o desejo de não produzir nenhuma “solução de continuidade dos trabalhos”, sendo um facilitador das suas aspirações e assim mantive meu compromisso.

Fui a Santa Catarina em meados/fim de janeiro e solicitei a minha família a autorização para permanecer na FN até o fim dos Jogos Olímpicos e os convenci disso. Também informei ao meu amigo Nazareno de tal intenção, pois foi ele quem me trouxe para cá.

Somente aí aceitei o convite da secretária. No entanto, faço registrar, que o “conflito ético” de servir a um governo federal com tamanha complexidade política sempre me inquietou.

Agora em março não foi mais possível manter o foco na área técnica somente.

Minha família exigiu minha saída, pois não precisa ser muito inteligente para saber que estamos sendo conduzidos por um grupo sem escrúpulos, incluindo aí a presidente da República. Me sinto cada vez mais envergonhado. O que antes eram rumores, se concretizaram.

A nossa administração federal não está interessada no bem do país, mas em manter o poder a qualquer custo. Como o compromisso era de não causar solução de continuidade, solicitei para a secretária apontar em alguns dias um substituto.

Desse modo manterei nossa programação, sem “sobressaltos”.

Óbvio que passei por cima de algumas incoerências ao longo da caminhada aqui na FN, mas isso tudo fica no campo da experiência profissional. Entendo que nossos cronogramas estão muito ajustados e como tudo foi muito “socializado”, em termos de planejamento e execução, tenho a convicção de que tudo caminhe normalmente sem minha presença e com um novo Diretor.

O que posso dizer: MUITO, MUITO OBRIGADO PELA OPORTUNIDADE.”

Para incriminar Moro, falso dossiê no Planalto não foi abortado

Sabotagem: O juiz Sergio Moro é apontado como membro de uma conspiração armada por adversários do PT

O esquema mirabolante envolve na trama até mesmo uma multinacional “interessada” em destruir a Petrobras.

Dossiê fajuto para atingir Sergio Moro recebido no Planalto e a farsa não foi abortada.
Passou pelo governo – e não foi abortada – uma tentativa de atingir o juiz, os promotores e os delegados da Lava Jato

Torna-se cada vez mais grave a situação da organização criminosa que atua no Planalto.

As tentativas do governo de obstruir as investigações da Operação Lava-Jato não tiveram como alvo apenas os ministros do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça. Para que o plano fosse bem-sucedido, era necessário também frear o trabalho dos delegados, dos procuradores do Paraná e do juiz Sergio Moro – os responsáveis pelo processo que desvendou o maior escândalo de corrupção da história do país, colocou na cadeia empreiteiros, políticos, lobistas e promove um cerco ao ex-presidente Lula. A presidente Dilma, ao que tudo indica, decidiu arriscar-se nesse terreno – e escalou para a missão o seu assessor mais poderoso: o ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner. Ele tem em mãos um dossiê que acusa o juiz Moro de participar de uma conspiração com o objetivo de atingir o PT e seus líderes.

O documento, resultado de uma investigação paralela, foi entregue ao ministro no fim do ano passado. Com o pomposo nome de “Relatório de Inteligência“, ele traz um organograma do que estaria por trás das investigações da Lava-Jato. É um trabalho digno de “aloprados”, como Lula definiu em 2006 os petistas que compraram um dossiê fajuto para tentar envolver o tucano José Serra, então candidato a governador de São Paulo, numa quadrilha que desviava verbas do Ministério da Saúde. Na época, a Polícia Federal desmontou a farsa e prendeu em flagrante a arraia-miúda responsável pela falsificação, mas, de novo, os mandantes conseguiram se safar. Desta vez, os mentores do plano têm nome e sobrenome.

No fim do ano passado, Jaques Wagner recebeu em uma audiência no Palácio do Planalto dois policiais federais ligados a sindicatos que representam a categoria. A audiência não foi registrada na agenda do ministro. O cuidado tinha explicação. Os agentes foram levar um dossiê de seis páginas que acusa o juiz Moro, os procuradores, os delegados da Operação Lava-Jato e até os advogados de réus que decidiram colaborar com a Justiça de estarem todos a serviço de um grande plano do PSDB para implodir o PT e o governo. Um diagrama com fotos anexado ao dossiê tenta estabelecer essas conexões. O esquema mirabolante envolve na trama até mesmo uma multinacional “interessada” em destruir a Petrobras. O portador do documento foi o policial Flávio Werneck, presidente do Sindicato dos Policiais Federais no Distrito Federal (Sindipol) e vice-presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef). A audiência foi acompanhada pelo também petista Tião Viana, governador do Acre.

Werneck admitiu que levou o dossiê ao ministro. Ele explicou que apresentou o caso ao Planalto por se tratar de uma denúncia grave, num momento delicado pelo qual passa o país. “Temos um problema de anacronismo na investigação, que já tem dois anos e vem pegando pontos-chave de empresas e do governo. Isso afeta diretamente a economia”, explicou o agente. Jaques Wagner, depois de ler o con­teú­do, teria dito apenas que encaminharia o dossiê para “um promotor baiano de sua confiança dar sequência ao assunto”. Os sindicalistas aproveitaram a reunião para pedir reajuste salarial e repisar outras reivindicações da categoria – reivindicações que o ministro se comprometeu a atender.

O envolvimento do chefe da Casa Civil numa operação desastrada para obstruir as investigações é mais uma grande dor de cabeça para o governo. Na semana passada, Jaques Wagner recebeu da presidente Dilma Rousseff carta branca para escolher o substituto de José Eduardo Cardozo no Ministério da Justiça, pasta à qual está subordinada hierarquicamente a Polícia Federal. O eleito de Wagner para a vaga foi o promotor baiano Wellington Lima e Silva, até então uma figura desconhecida nacionalmente, mas famosa na Bahia por uma longa folha corrida de serviços prestados ao PT e ao hoje ministro da Casa Civil. A troca acontece no momento em que as investigações apontam para conexões do escândalo na Bahia. A polícia colheu indícios de que dinheiro desviado do petrolão pode ter financiado em 2014 a campanha do petista Rui Costa, sucessor de Wagner no governo. Uma nota fiscal apreendida revelou um repasse de 255 000 reais da OAS, uma das empreiteiras envolvidas no escândalo, para a empresa Pepper Comunicação. Os investigadores já sabem que houve uma simulação de prestação de serviço. O dinheiro, na verdade, teria sido remetido clandestinamente para saldar dívidas da campanha do PT na Bahia. A substituição de Cardozo também chamou atenção por ter acontecido às vésperas da ação da Lava-Jato contra o ex-­presidente Lula, de quem Wagner é um fiel escudeiro.

Fonte/conteúdo: Veja