Categoria: Gen Rocha Paiva

Vídeo 001 General Heleno esclarece porque não ocorre a intervenção militar

O General Heleno explica o porque do não emprego das Forças Armadas como alguns ativistas acreditam ser necessário.

REAÇÃO DEMOCRÁTICA [#007] General Heleno Fala à Nação
Quarta, 15 de junho de 2016 às 21:00h ao vivo
Videoconferência com a equipe de O ESTADO BRASILEIRO
via Google Hangout com transmissão simultânea através
das rádios da Rede Movimento de Comunicação
Pauta:
– Amazônia
– Política indigenista
– Intervenção Militar
– Quadro político atual

Assista a vídeo conferência completa em:

acesse-o-arquivo
gen augusto heleno

 

Sobre Decisões Patrióticas – General Rocha Paiva

General Rocha PaivaA mídia está veiculando uma reprimenda do Ministro Teori Zavaski ao Juiz Sérgio Moro, por ter autorizado a divulgação daquela ligação telefônica em que a presidente afastada Dilma Rousseff conversa com Lula, às vésperas de sua posse na Casa Civil (que foi anulada) em que, aparentemente, tentava blindá-lo contra uma possível prisão pelo Juiz Moro.

A atitude do Juiz Moro recebeu críticas de diversos setores, inclusive da justiça e eu considerei que deveria fazer alguma coisa a respeito, para defender a atitude do juiz.

Assim, escrevi um artigo que foi publicado no Estadão em 06 de abril. O título foi Decisões Patrióticas, onde eu opino que, diante de determinadas situações cujas consequências sejam graves, uma autoridade tem que tomar atitudes corajosas, mesmo que possam ser contestadas e trazer-lhe prejuízos pessoais e funcionais.

A seguir vai um extrato do artigo, com destaque ao que se refere o trecho acima apresentado.

DECISÕES PATRIÓTICAS
General da reserva Luiz Eduardo Rocha Paiva

Em situações complexas, delicadas e de alta relevância, homens de bem se impõem decisões de caráter moral, algumas vezes beirando os limites das normas legais. Nesses casos, uma autoridade pública corre o risco de ser questionada por uns e, ainda que defendida por outros, sofrer consequências pessoais e profissionais. É que determinadas decisões, discutíveis em situações de normalidade, são necessárias para evitar um mal maior quando a omissão, a inconsequente servidão à burocracia e a covardia moral resultarem em perdas, injustiças e danos morais e materiais em níveis inaceitáveis para os cidadãos, as instituições e a Nação.

Hoje, o cenário nacional apresenta elevados níveis de complexidade e ameaças, cujas consequências não podem ser menosprezadas por autoridades públicas comprometidas com a Nação, pois têm a obrigação de avaliar os riscos para a sociedade. A consciência da responsabilidade social de seu cargo ou missão e de sua relevância para o futuro do País deve nortear suas decisões. Assim, as atitudes tomadas pelo juiz Sérgio Moro na condução da operação Lava-Jato têm sido, de fato, decisões patrióticas. O povo confia nessa investigação, que revelou as podres entranhas de uma nefasta estratégia da corrupção, cuja finalidade era garantir apoio político e econômico para manter o poder e, em muitos casos, enriquecer pessoas desonestas.

Lula poderia fazer coordenação política e participar do governo sendo ou não ministro de Estado. Por que só agora ele e o governo julgam imprescindível sua atuação como ministro? Lula é a pedra angular do atual sistema de poder e sua neutralização política, se condenado, desmontará o sistema e abreviará a crise.

Vídeo de chamada – REAÇÃO DEMOCRÁTICA [#007] General Heleno Fala à Nação 15/jun 21h

Quarta, 15 de junho às 21:00h ao vivo
Videoconferência com a equipe de O ESTADO BRASILEIRO
via Google Hangout com transmissão simultânea através
das rádios da Rede Movimento de Comunicação
Pauta:
– Amazônia
– Política indigenista
– Intervenção Militar
– Quadro político atual

Assista a videoconferência completa clicando abaixo:

Augusto Heleno Ribeiro Pereira (Curitiba, 29 de outubro de 1947) é um general-de-exército do Exército

Brasileiro da reserva. Foi comandante militar da Amazônia e Chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia.

Tem posições claramente críticas com relação às políticas oficiais, particularmente com relação à atitude da comunidade internacional com relação ao Haiti e à política indigenista do governo brasileiro.

Carreira Militar

Graduou-se aspirante-a-oficial de cavalaria em 1969, na Academia Militar das Agulhas Negras, sendo o primeiro colocado de sua turma de cavalaria. Foi também o primeiro colocado de sua turma de cavalaria na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (EsAO) e na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME),

recebendo por isso a medalha Marechal Hermes de prata dourada com três coroas. No posto de major, integrou a missão militar brasileira de instrução no Paraguai. Como coronel, comandou a Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx), em Campinas, e foi adido militar da Embaixada do Brasil em Paris, acreditado também em Bruxelas. Como oficial-general, foi comandante da 5ª Brigada de Cavalaria Blindada e do Centro de Capacitação Física do Exército, chefe do Centro de Comunicação Social do Exército e do Gabinete do Comandante do Exército.

De junho de 2004 a setembro de 2005, foi o primeiro comandante militar da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (MINUSTAH), constituída de um efetivo de 6250 capacetes azuis de 13 países, dos quais sete latino-americanos. Da mesma forma que o embaixador chileno Juan Gabriel Valdés, representante especial do secretário-geral da ONU e chefe da missão, e dos governos de países latinos, o General Heleno expressou sua discordância quanto à estratégia adotada pela comunidade internacional em relação ao Haiti.[1] Sucedeu-o, no comando da MINUSTAH, o general Urano Teixeira da Mata Bacelar, que acabaria por suicidar-se em Porto Príncipe, quatro meses depois, em janeiro de 2006. Em 2006, deu uma palestra na polêmica Escola das Américas.

Como comandante militar da Amazônia, o general Heleno contestou a política indigenista do governo Lula, que qualificou de “lamentável para não dizer caótica”, durante palestra no Clube Militar, no Rio de Janeiro, à época da demarcação da terra indígena de Raposa/Serra do Sol. Afirmou que os índios “gravitam no entorno dos nossos pelotões porque estão completamente abandonados”.

Em 9 de maio de 2011, numa cerimônia no Quartel General do Exército em Brasília, passou para a reserva e defendeu o movimento militar de 1964.[4] , após 45 anos de vida militar.

Atuou como consultor de segurança e assuntos militares do Grupo Bandeirantes de Comunicação, onde também colaborava com comentários na programação das emissoras.

Atualmente exerce o cargo de diretor de comunicação e educação corporativa do COB (Comitê Olímpico Brasileiro).

Acabou o fosso ideológico que separava governo e Forças Armadas – Gen Rocha Paiva

General Rocha Paiva

General Luiz Eduardo Rocha Paiva

A Constituição Federal (Art. 142) estabelece que as Forças Armadas (FA) são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e disciplina, sob a autoridade suprema do presidente da República, e se destinam à defesa da pátria, à garantia dos Poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.

Hierarquia e disciplina são princípios essenciais, pois sem elas as FA se fracionariam em grupos rivais, perderiam o caráter nacional e a confiança da nação e se tornariam uma ameaça à sociedade. No âmbito do marco legal, a troca de governo não afeta a subordinação das FA aos poderes da União, pois ela é institucional, e não pessoal.

Além da defesa da pátria, a forças têm a missão de garantir os três Poderes constitucionais. Em uma eventual crise entre eles, as FA se subordinarão ao que estiver amparado no marco legal. O equilíbrio e a harmonia entre os Poderes da União são indispensáveis à normalidade democrática, pois em uma improvável falência simultânea dos três as FA se veriam obrigadas a agir, por iniciativa, para manter a paz interna e evitar a guerra civil e a dissolução do Estado e da nação.

No Brasil, a ideologia socialista começou a se firmar com a criação do Partido Comunista Brasileiro (PCB), em 1922 –filiado ao Partido Comunista da antiga URSS, ao qual se subordinou como exigiam as condições de filiação. A impatriótica submissão a país estrangeiro e à ideologia socialista antidemocrática incompatibilizou o PCB com as FA. Hoje, o PT –como pode ser visto no caderno de Teses de seu Congresso–, os partidos aliados e suas lideranças são declaradamente socialistas, internacionalistas e filiados ao Foro de São Paulo, organização internacional que lidera a implantação desse regime na América Latina.

O socialismo, objetivo ainda não alcançado pelo PT, é um regime totalitário, com partido único ou hegemônico, impede a alternância de poder, não reconhece o direito de propriedade, centraliza os meios de produção e o planejamento econômico e elimina as liberdades fundamentais. Há uma total oposição aos ideais das FA, instituições conservadoras, mas não retrógradas e imobilistas.

Ao contrário do massificado pela propaganda socialista, o conservadorismo é progressista, mas quer o progresso com temperança e ao amparo da experiência, tradição, conhecimento e cultura anteriores, condições para uma evolução segura ao porvir. As FA são instituições democráticas e não aceitam ideologias dogmáticas, implantadas por revoluções que desprezam o passado e, na busca de ilusórias utopias, eliminam a liberdade e abusam da violência.

E o regime militar? Questionariam alguns. Era, sim, um regime de exceção, como reconheciam os presidentes militares, que sempre manifestaram o propósito de redemocratização. Autoritário, por limitar liberdades democráticas, mas não totalitário, que as eliminaria. A redemocratização uniu a nação e foi conduzida pelo próprio governo militar de forma gradual e sem retrocessos, após neutralizar a esquerda revolucionária que buscava implantar a ditadura socialista como a de Cuba e China, ainda hoje totalitárias.

Documentos dos governos petistas propõem ações para transformar nossa democracia em um regime socialista, sendo a imobilização das FA um objetivo intermediário, pois elas são um óbice a esse desígnio. Entre outras ações, podem ser listadas:

– controlar todos os setores da sociedade, inclusive a mídia, por meio de conselhos sociais, uma reedição tropical dos soviets da revolução bolchevista russa de 1917;

– estabelecer a hegemonia do partido na sociedade, forma de controle prevista na estratégia gramcista e que antecede ao assalto ao Estado e à imposição do socialismo;

– rever a Lei de Anistia para punir apenas os agentes do Estado que combateram a luta armada, a despeito dos pareceres da AGU e da PGR e da decisão do STF, em 2010, que confirmaram a abrangência ampla e geral da lei;

– modificar os currículos das academias militares e promover oficiais com compromisso democrático e nacionalista, ou seja, politizar e submeter as FA ao projeto petista, transformando-as, de instituições nacionais apartidárias, em braço armado do partido –como as SA e SS, na Alemanha nazista, e as FA bolivarianas, na Venezuela.

A profissão das armas é serviço e servidão. Serviço à pátria, compromisso perene e exclusivo com a nação e as instituições, e servidão à Constituição Federal, às leis e aos valores morais e profissionais que regem a carreira das armas. Serviço e servidão, que nunca serão a pessoas, partidos ou associações de qualquer natureza. Serviço e servidão que fazem da carreira militar um nobre sacerdócio cívico, com o compromisso de sacrificar a vida pela pátria e instituições, se necessário.

O militar brasileiro é patriota por vocação e respeita e admira a história, as tradições e os heróis nacionais. O patriotismo das FA inclui o nacionalismo, mas não o xenófobo de setores bisonhos nem o tacanho de viés antiamericano dos socialistas. O nacionalismo socialista é materialista, supervaloriza a economia, mas não cultua a pátria e os valores nacionais –pelo contrário, busca desacreditá-los. Para as FA, a unidade nacional é cláusula pétrea, por isso, repudiam a luta de classes pregada pelos socialistas e a corrosiva campanha lulopetista de “nós contra eles”.

A crise de valores e a corrupção, que assolam o país, estão disseminadas pela liderança política, independente do partido, e não começaram com o PT, embora tenham chegado a níveis desastrosos com sua ascensão ao poder e o uso da corrupção como política de governo. A falta de credibilidade na classe política gera dúvidas, justificáveis, se o novo governo pautará sua conduta por princípios éticos, morais e cívicos. Porém, ao contrário do governo afastado, o atual é democrata e organizado com representantes da esquerda e da direita situados no centro democrático. Assim, não existe fosso ideológico entre o atual governo e as FA.

General Luiz Eduardo Rocha Paiva

Matéria publicada no UOL Notícias Opinião

REAÇÃO DEMOCRÁTICA [#005] Quarta, 01 de junho às 21:00h – Videoconferência

Videoconferência com a participação de Generais, Parlamentares, analistas e jornalista.

Pautas:
1 – O recuo de senadores e mudança de votos no impeachment
O risco de permanência de Dilma na presidência
2 – Avaliação – Governo Temer em suas 2 primeiras semanas
3 – Tema livre proposto pelos participantes

Via Google Hangout e transmissão em tempo real pelas rádios da Rede Estado Brasileiro
Participação de membros da equipe REAÇÃO DEMOCRÁTICA de O ESTADO BRASILEIRO.
Equipe: Gen Paulo Chagas, Gen Luiz Sodré, Gen Rocha Paiva, Dra. Damares Alves, Dr. Paulo Fernando, Ativista Ray Alves, Jornalista Celso Brasil + convidados

reacao-democratica-700

Clique na figura e assista a videoconferência à partir das 21h desta quarta, 01 de junho AO VIVO

REAÇÃO DEMOCRÁTICA [#004] quarta, 25 de maio 21:00h (videoconferência)

Videoconferência – Generais, parlamentares e analistas políticos discutindo a retomada do desenvolvimento do Brasil através da democracia com a participação popular. Desafios Brasileiros
Transmissão via Google Hangout e através das rádios da Rede Movimento em tempo real.

REAÇÃO DEMOCRÁTICA [03] – 19 de maio, quinta – ao vivo – 21:00h

reacao-democratica-700

ATENÇÃO!
Este programa vai ao ar excepcionalmente numa quinta-feira. Problemas de agenda não permitiram sua realização na quarta. Pedimos a compreensão do nosso público.

GENERAIS, AUTORIDADES E ANALISTAS num debate aberto e atual.
Transmitido ao vivo em 19 de maio de 2016 – C O M P A R T I L H E !!!

Participação da equipe:
Gen Paulo Chagas
Dr. Paulo Fernando
Ray Alves
Celso Brasil
Convidado especial – Marcio Batista de Oliveira
Membro do Instituto Conservador e coordenador do Observatório da Educação/DF
e Dra. Damares Alves – já conhecida do nosso público

Transmissão simultânea pelas rádios da Rede Estado Brasileiro

PT tenta golpe contra a democracia e cai em mais uma situação ridícula [vídeos da reação no DF]

impeachment1O desafio ao bom senso e, mais uma vez, subestimando a inteligência do povo, parlamentares e ativistas amantes da Pátria, aconteceu em Brasília e o PT se submeteu a mais uma situação ridícula diante da Nação Brasileira.

O presidente interino da Câmara dos Deputados deverá sofrer as consequências de seu ato insano, próprio dos apoiadores do estado de coisas em que se encontra o Brasil, teve seu minuto de fama, como é próprio daqueles do seu meio, um minuto extremamente negativo.

Ao que se prevê, o deputado Maranhão apenas encurtou seu mandato, que está em risco, devendo responder, sem foro privilegiado, as acusações que o envolve na Lava Jato. Sua decisão anti-regimental, provando ser incompetente para assumir o cargo, certamente terá suas consequências.

O Brasil continua em seu novo rumo e, como noticiamos neste portal, bem antes dos acontecimentos que tomaram a mídia, agora, mais rígido, com um governo que deverá aproveitar todo o apoio das instituições que se apresentaram como aliadas na luta pela preservação da ordem e do progresso, com muita inteligência.

Veja nossa publicação desta data às 10:19h onde informamos que algo estranho ocorria em Brasília
Algo está acontecendo e Brasília se prepara para transformações

Portanto, é hora de apostarmos e apoiarmos as transformações que virão, sempre atentos na luta por um Brasil muito melhor.

Reações em Brasília:

A invasão dos movimentos terroristas do PT no Senado

Depois da decisão de continuidade de andamento do processo de impeachment:

Matéria que tomou o espaço da mídia no dia de hoje – o fatídico 09 de maio de 2016

Presidente em exercício da Câmara anula votação do impeachment
Waldir Maranhão (PP-MA) acolheu pedido da Advocacia-Geral da União.
Maranhão assumiu presidência da Câmara com afastamento de Cunha.

O presidente interino da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), decidiu nesta segunda-feira (9) anular a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff, ocorrida no dia 17 de abril. Ele acolheu pedido feito pelo advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo.

O deputado do PP, que substituiu Eduardo Cunha na presidência da Câmara na semana passada depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu afastar o peemedebista do comando da casa legislativa, marcou uma nova votação do pedido impeachment para daqui a 5 sessões do plenário da Câmara, contadas a partir do momento em que o processo for devolvido para a Casa pelo Senado.

da Redação OEB
com fontes deste veículo

REAÇÃO DEMOCRÁTICA 001- 4 de maio ao vivo

Assista, Participe e Compartilhe!

HANGOUT ao vivo – 04 de maio às 21:00h – ACERVO

REAÇÃO DEMOCRÁTICA

reacao-democratica

Somos todos operários na obra de recuperação do Brasil

Pautas:

1 – O caso Bolsonaro – Ustra x Lamarca, Marighela…

2 – A montagem do governo Temer

3 – O comprometimento da sociedade no processo

4 – Tema aberto – proposto pelos debatedores

Presenças confirmadas:

– General Paulo Chagas

– Deputado Sóstenes Cavalcante

– General Luiz Sodré

– Dr. Paulo Fernando Melo Costa – Consultor Político

– Ray Alves – Empresária e ativista

– Jornalista Celso Brasil

Eventuais convidados

Transmissão simultânea pelas rádios da Rede Movimento

C O M P A R T I L H E !