Category: Gen Rocha Paiva

nov 13

Escolha o futuro que você quer para o Brasil – Gen Rocha Paiva

General da Reserva
Luiz Eduardo Rocha Paiva – 
O Brasil tem sido governado por uma abjeta máfia dirigente, disseminada por quase todos partidos do nefasto espectro político que envergonha o país. Seu poder de corrupção sempre existiu, mas aumentou geometricamente após a ascensão da esquerda radical, com seu populismo ideológico e embuste moral. Elas formaram a aliança que governou o país desde 2003, mas se desfez em 2016 com o processo de impeachment de Dilma Rousseff.

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ago 27

Por que cancelar delação? Gen Rocha Paiva

gen-rocha-paivaÉ lamentável, além de estranho, suspender e, pior ainda, cancelar a delação de Léo Pinheiro na Operação Lava Jato. Essa delação, como era anunciado, alcançava figuras do alto escalão nos três Poderes, inclusive o ex-presidente Lula.

O vazamento, que evidentemente não deveria ter ocorrido, mereceria reprimenda e investigação de responsabilidades, mas não uma medida tão extrema, até porque isso não aconteceu em todas as outras delações que também vazaram. Por que exatamente essa foi suspensa e poderá ser cancelada?

Na verdade, os fatos estão envolvidos em forte neblina e ainda não se sabe exatamente o que aconteceu.

No entanto, é muito importante que a sociedade se manifeste e se comunique pelas redes sociais exigindo o prosseguimento da delação em pauta, pois ela é fundamental para que a Lava Jato não sofra um processo de esvaziamento, como interessa a muita gente poderosa com contas a pagar.

Ligue-se com seus contatos e com os sites da internet e manifeste seu repúdio a essa infeliz decisão.

Gen Bda R1 Luiz Eduardo Rocha Paiva

jul 05

QUEREM SACRIFÍCIOS? DEEM-NOS EXEMPLO E ESPERANÇA

General da Reserva Luiz Eduardo Rocha Paiva

General Rocha PaivaNo final de 2014, a nação despertou do ilusório sonho em que foi embalada por lideranças políticas promotoras de um processo de corrupção sem precedentes. Era uma das estratégias para manter o poder e, também, enriquecer próceres e aliados, que a Lava Jato torna conhecidos pela sociedade.

Populismo foi outra estratégia, cujo propósito era manter uma ampla base de dependentes votantes e alimentar a propaganda do nunca antes na história desse país se fez tanto pelas classes menos favorecidas. Ora, implantar programas de bem estar social com dinheiro público sem lograr altos índices de desenvolvimento, capazes de mantê-los e ainda gerar excedentes para garantir um constante progresso, é gestão populista, enganadora, eleitoreira, irresponsável e insustentável. A ascensão das classes pobres seria apenas temporária.  

Enquanto a sociedade se iludia, as lideranças petistas e peemedebistas, então aliadas, surfavam na onda da popularidade. Por outro lado, uma oposição desfibrada fazia jogo de cena sem defender, de fato, a moralidade na política e a correção do rumo pelo qual o país era conduzido ao caos. Todas têm responsabilidade, maior ou menor, pelo cenário deplorável em que se encontra o Brasil.

Os países do primeiro mundo puderam manter políticas amplas e duradouras de bem estar social, mas só as implantaram após alcançar elevados padrões de riqueza e progresso sustentável. Agora, muitos estão revendo programas sociais, pela dificuldade de financiá-los. O Brasil, por falta de visão de futuro, covardia moral, gestão irresponsável e populismo das lideranças políticas, estabeleceu programas sociais e benefícios previdenciários sem ter atingido padrões de riqueza e desenvolvimento capazes de sustentá-los. Um dia a realidade viria à tona e o custo da incúria caberia à população.

Hoje, o governo provisório não é o ideal, mas tem melhores condições para iniciar um processo de estabilização política e econômica e fazer a transição segura para 2018. No processo de impeachment, é lógico que os senadores do PT e da esquerda socialista, por ideologia, votarão pela volta da presidente afastada. Os demais só o farão por interesses inconfessáveis ou por cegueira política ao não perceber que a volta da presidente Dilma será o caminho definitivo para o caos econômico, social e político.

A liderança, nos três Poderes da União, precisa saber que o exemplo vem de cima e que, sem ele, não convencerá a nação a aceitar sacrifícios. A sociedade tem consciência de que arcará com um pesado ônus para ajudar o Brasil a sair do abismo, mas exige que a liderança aperte, e muito, o próprio cinto. Nos altos escalões do serviço público existem megassalários turbinados por benesses complementares, cuja legalidade sem legitimidade afronta a justiça e espolia o contribuinte. Antes de modificar as regras da previdência ou aumentar impostos, cujas consequências mais pesadas recairão nas classes médias e inferiores, a liderança nacional tem que cortar na própria carne.

Congele, temporariamente, os reajustes salariais nos mais altos escalões, diminua a diferença de vencimentos entre os graus hierárquicos e busque a isonomia entre servidores de mesmo nível lotados em diferentes Poderes. Normatize a concessão de direitos especiais, mantendo apenas os justificáveis pela necessidade e legitimidade. Reestude a concessão e o valor desses direitos especiais como: passagem aérea gratuita; transporte em aeronave oficial; cota gratuita de combustível; transporte terrestre gratuito; indenização para pagamento de auxiliares de gabinete; indenização para remessa de correspondência; aposentadoria após dois mandatos de deputado; planos de saúde privilegiados; auxílios paletó, ensino e moradia, este último a quem tenha residência própria ou disponibilizada; e outras mordomias inexplicáveis.

São vencimentos indiretos para quem já se encontra no topo da pirâmide salarial, muitos deles pagos em todos os estados da Federação. A economia feita com a revisão desses megavencimentos e privilégios não resolverá a crise econômica do país, mas é a única forma de conferir base moral ao governo para pedir ou impor sacrifícios aos demais setores da sociedade, alguns sem reservas para cortar.

Isso é utopia, dirão muitos, pois a liderança pensa apenas em seus interesses e não no bem da nação. Têm razão em pensar assim. Não se espera espírito público em uma liderança patrimonialista e corrompida, que afronta a nação com mentiras ao explicar suas manobras para usurpar o tesouro nacional em benefício próprio. Infelizmente, essa doença moral também contaminou a sociedade, que perdeu referenciais de dignidade ao ser submetida a uma sistemática orquestração contra os valores morais, sociais e cívicos. A cura não virá de partidos políticos desmoralizados e descompromissados ou de eleições incapazes de aperfeiçoar, por si só, a democracia como se tenta iludir a nação. Um choque de valores terá de vir da sociedade, ser aplicado nela própria, assimilado pelas famílias e por um sistema educacional moral e profissionalmente recuperado, capaz de formar cidadãos íntegros e cientes de suas responsabilidades cívicas.

Então, como ter esperança? Ora, essa liderança falida não tem mais certeza da impunidade e a sociedade, não mais omissa, exige que os envolvidos em corrupção e gestão populista predatória sejam punidos, estejam ou não no poder. Por singela que seja a explicação, a operação Lava Jato despertou a esperança de um país mais digno e justo no futuro. Não ousem pará-la.

A nação permaneça nas ruas e deixe bem clara a mensagem. Querem sacrifícios? Deem-nos exemplo e esperança.

jun 23

Imprensa Livre e Imparcial – General Rocha Paiva

General Rocha PaivaA mídia constrói e a mídia destrói. Por aí, percebe-se o poder da imprensa e sua possibilidade de participar, significativamente, da edificação de uma sociedade esclarecida, aberta, madura e de forte espírito democrático. Tem um importante papel social e deve ser conduzida mais como serviço do que empresa, com toda a responsabilidade daí decorrente.

A liberdade de imprensa é um dos pilares do regime democrático e os excessos porventura cometidos, contra grupos ou indivíduos, não podem servir de justificativa para limitá-la, como pretendem algumas autoridades. Que tal aperfeiçoar a justiça, tornando-a mais ágil, de modo a ressarcir quem for prejudicado por possíveis excessos?

A imprensa tem sido decisiva para desvendar o véu que encobre a falta de cidadania, a soberba onipotência, a corrupção e a impunidade, que compõem a face de grande parte da liderança nos altos escalões da República e comprometem a confiança nas instituições. Assim, contribui para a sociedade tomar consciência da necessidade de um choque de valores, para melhorar a si própria e mudar o perfil daquela liderança, o que só depende de sua vontade e de seu valor.

A imparcialidade é um dos atributos fundamentais a serem cultuados pela imprensa e se traduz na abertura de iguais oportunidades à livre expressão de ideias, independente de posições ou pensamentos legitimamente adotados por um órgão. Por outro lado, mesmo amparada em leis que a protejam da mordaça política, só é livre a imprensa que não se submete ao poder econômico ou à censura do patrulhamento ideológico de qualquer matiz. A credibilidade e o respeito, assim conquistados, asseguram-lhe a autoridade moral e, em consequência, reforçam a defesa de sua liberdade.

Ao abrir, de forma equânime, espaços para a livre expressão do pensamento, a imprensa ajudará, também, a derrubar a ditadura do “politicamente correto”, expressão cujo entendimento distorcido inibe o contraditório e empobrece o debate de ideias, condições fundamentais ao aprimoramento da democracia.

Hoje, poucos têm coragem de se declarar de direita ou conservadores, pois temem ser rotulados de radicais, injusta e incorretamente, pelo patrulhamento ideológico ainda forte no Brasil. “O conservadorismo não é contrário às mudanças, como se costuma supor, mas entende o progresso útil como proveniente do saber anterior e acumulado e, portanto, plantado nas virtudes e nos valores do passado” (O Livro das Idéias – Chris Rohmann).

Difícil, por exemplo, é ter espaço para apontar aspectos positivos do regime militar, que vão além do desenvolvimento alcançado, base da atual projeção internacional do Brasil. No regime militar, fortaleceram-se as instituições e os alicerces de nossa democracia. Os generais-presidentes sempre manifestaram o propósito de retornar à normalidade democrática, reconhecendo a excepcionalidade do regime. Tal objetivo foi paulatinamente conquistado, com retrocessos e avanços, pela ação legal e perseverante da sociedade, de seus representantes na oposição e na situação, e de sucessivos governos, superando radicalismos à esquerda e à direita.

Se o regime durou mais do que devia é tema de debate, inclusive, para caracterizar a responsabilidade da esquerda radical ao deflagrar a luta armada, a fim de implantar a “democracia” que aprendia em Cuba, China, URSS e seus satélites, “templos das liberdades democráticas e dos direitos humanos”. Orientava suas ações o Manual do Guerrilheiro Urbano, de Carlos Marighella, que preconiza: “…o guerrilheiro deve tornar-se agressivo e violento, voltando-se para a sabotagem, terrorismo, expropriações, assaltos, sequestros e execuções…”. Marighella foi líder da Ação Libertadora Nacional (ALN).

A Nação deve compreender que a esquerda radical optou pela luta armada por perceber que seria fatal, ao processo de comunização do Brasil, o fortalecimento das instituições democráticas. Sabia ser este um objetivo do regime de 64 e que o governo tinha apoio popular, poder e força para fazê-lo. Apoio popular que a esquerda revolucionária nunca recebeu e durou enquanto a economia foi bem, isto é, até os choques do petróleo nos anos 1970 e seus desdobramentos na crise de endividamento nos anos 1980, que abalaram o mundo todo, não só o Brasil.

Na história republicana, até 1964, podem ser listadas mais de uma dezena de graves revoltas e crises político-militares. Foram conflitos em que sempre havia chefes militares, envolvidos na política partidária, que arrastavam consigo parte da tropa, em uma demonstração de que o País não amadurecera para a democracia. Vários chefes, ainda no serviço ativo, participavam da política partidária não só como candidatos a cargos eletivos. Havendo ou não honestidade de propósitos, ficavam prejudicados: o compromisso, que deveria ser exclusivamente com a Nação e o Estado; e a dedicação, que deveria estar integralmente voltada para a missão constitucional. O regime militar afastou as Forças Armadas e os militares da ativa da política partidária e, desde então, as crises políticas são resolvidas nos foros apropriados.

Após um quarto de século do final do regime de 64, não se pensa em voltar ao passado, nem se quer isso. Portanto, deve-se facultar o acesso da sociedade a versões diferentes das veiculadas, há muito tempo, apenas pela esquerda sobre aquele período. Dessa forma, ela poderá tirar conclusões isentas e aproximar-se da verdade histórica, extraindo ensinamentos em prol do fortalecimento da democracia.

A sociedade brasileira será imunizada contra radicalismos de quaisquer matizes, na medida em que lhe seja aberto o acesso equânime a todas as correntes de pensamento, pois o conhecimento abrangente permite melhores avaliações, julgamentos e decisões. Por prezar tanto a própria liberdade, ela será o baluarte de uma imprensa livre e imparcial.

Gen ROCHA PAIVA
General da Reserva Luiz Eduardo Rocha Paiva

Colunista de O ESTADO BRASILEIRO

Artigo publicado no Estadão em 22-12-2008 e republicado no EBLOG do Exército em 17-06-2016.Gen Rocha Paiva foi comandante da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (2004-200

jun 18

Vídeo 008 E se todo o povo pedir intervenção militar – General Luiz Sodré e General Paulo Chagas respondem

O General Luiz Sodré e o General Paulo Chagas respondem sobre a hipótese de todo o povo for às ruas clamar pelas Forças Armadas.
Hipótese contrária a realidade atual, quando o povo está indo às ruas exigindo que seja cumprido o processo democrático de afastamento, julgamento e prisão dos maus gestores políticos e penalização das empresas que se uniram aos esquemas de corrupção.

REAÇÃO DEMOCRÁTICA [#007] General Heleno Fala à Nação
Quarta, 15 de junho de 2016 às 21:00h ao vivo
Videoconferência com a equipe de O ESTADO BRASILEIRO
via Google Hangout com transmissão simultânea através
das rádios da Rede Movimento de Comunicação
Pauta:
– Amazônia
– Política indigenista
– Intervenção Militar
– Quadro político atual

Assista a vídeo conferência completa em:

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gen augusto heleno

 

jun 18

Vídeo 007 Generais Heleno e Rocha Paiva deixam claro a quem cabe a iniciativa para intervenção

Os Generais Heleno e Rocha Paiva deixam claro a quem cabe o pedido de intervenção das Forças Armadas. Os três poderes e a consequência da iniciativa das próprias Forças Armadas.

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jun 18

Vídeo 006 Pergunta ao General Heleno – E se Dilma voltar?

Celso Brasil questiona General Heleno – E se Dilma voltar?
Terá necessidade da intervenção das Forças Armadas?

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jun 18

Vídeo 005 General Heleno responde sobre Raposa Serra do Sol

General Heleno responde ao questionamento do General Rocha Paiva sobre a pressão internacional sobre a política indigenista brasileira e o caso Raposa Serra do Sol.

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Quarta, 15 de junho de 2016 às 21:00h ao vivo
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jun 18

Vídeo 003 General Rocha Paiva questiona a pressão internacional na política indigenista

General Rocha Paiva questiona a pressão internacional na política indigenista, citando a demarcação Raposa Serra do Sol.

REAÇÃO DEMOCRÁTICA [#007] General Heleno Fala à Nação
Quarta, 15 de junho de 2016 às 21:00h ao vivo
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jun 18

Vídeo 002 Gen Luiz Sodré – Se os poderes forem vilipendiados as Forças Armadas atualizam seus planos

General Luiz Sodré acrescenta que se os poderes forem vilipendiados as Forças Armadas atualizam seus planos.

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Quarta, 15 de junho de 2016 às 21:00h ao vivo
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