Categoria: Finanças

Expedida ordem de prisão contra o ex-juiz Rocha Mattos

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da Redação OEB
com Ministério Público Federal

David Cameron renuncia após o Reino Unido deixar a União Europeia

O primeiro-ministro britânico David Cameron

David Cameron renuncia após britânicos decidirem deixar UE e a preocupação de um efeito dominó em outros países ameaça setores políticos e da economia.
‘Não penso que é certo ser o capitão que comandará nosso país para este próximo destino’, disse. O primeiro-ministro britânico anunciou que irá deixar o cargo em outubro

O primeiro-ministro britânico, David Cameron, anunciou nesta sexta-feira que irá renunciar ao cargo até outubro, após os britânicos votarem a favor de deixar a União Europeia (UE) em um referendo. “Não penso que é certo ser o capitão que comandará nosso país para este próximo destino”, disse Cameron a repórteres do lado de fora de seu gabinete no número 10 da Downing Street, em Londres. “A vontade do povo britânico é uma instrução que deve ser cumprida. Eu quero o bem deste país e estou honrado por ter servido e vou fazer tudo o que puder no futuro para ajudar este grande país prosperar”, afirmou.

Cameron também informou que as negociações com Bruxelas para estabelecer o processo de ruptura do Reino Unido da UE deverão acontecer com outro líder, que deverá ser eleito no de outubro, quando será realizado o congresso do Partido Conservador para escolher o político que irá substituir o premiê. “Agora que a decisão de sair foi tomada, precisamos encontrar a melhor maneira para fazer isso”, disse, informando que o governo se reunirá na próxima segunda-feira.

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Além disso, Cameron se preocupou em tranquilizar o Reino Unido afirmando que não haverá “mudanças imediatas no livre movimento de cidadãos, mercadorias e serviços”. Visivelmente emocionado e segurando na mão de sua mulher Samantha, Cameron enumerou as qualidades do Reino Unido. “O Reino Unido é um país especial, temos tão grandes vantagens, uma democracia parlamentar na qual resolvemos os grandes problemas sobre nosso futuro através de um debate pacífico, uma grande nação comercial com nossa ciência e as artes”, disse.

O Reino Unido deixará a União Europeia após 52% dos britânicos optarem pela ruptura, contra 48% que defendiam a permanência no bloco comunitário. Os eleitores que deram o “sim” para a saída da UE chegaram a 17.410.742 votos enquanto os que defendiam a permanência somaram 16.141.241.

da Redação OEB
com Veja.com

 

Lava Jato – pouco mais de 2 anos e 108 pedidos de cooperação internacional

lava-jato-imagem-polcia-federalNão há como deter a Operação Lava Jato que se tornou internacional, atingindo um status de mega operação.

A cooperação internacional atingiu um número muito representativo e tornou-se um sólido pilar que tende a aumentar com as investigações em andamento e novas fases que estão por vir. Um modelo muito observado que tem inspirado outros países e, como diz o Dr. Deltan Dallagnol, ficará marcado na história como um modelo para todo o planeta. Este modelo poderá mudar a história de outras nações e colaborar com povos que assistirão a moralização na política e em empresas privadas que participam de esquemas milionários, como vem sendo observado e denunciado nos quatro cantos do mundo. Pode-se observar isso na Panama Papers.

O Brasil deve se orgulhar do trabalho realizado pela força tarefa Lava Jato, reconhecida em Brasília e em todo o Brasil como motivo de preocupação para aqueles que buscaram o enriquecimento ilícito ao preço de muito sacrifício e sofrimento de todos os setores da sociedade.

Lava Jato contabiliza 108 pedidos de cooperação internacional

Ferramenta é fundamental para identificar contas no exterior utilizadas por corruptos e corruptores para receber dinheiro ilícito desviado da Petrobras

Em pouco mais de dois anos de trabalho, chega a 108 o número de pedidos de cooperação internacional realizados na Operação Lava Jato. A ferramenta vem sendo fundamental para que o Ministério Público Federal (MPF) identifique contas no exterior que foram utilizadas por muitos dos envolvidos no esquema de desvio de recursos da Petrobras, sejam corruptos ou corruptores.

dolaresA troca de informações entre as autoridades dos países também permite que o processo de recuperação destes valores identificados seja mais ágil. Até o momento, já foram recuperados, por meio de acordos de colaboração premiada, R$ 545,9 milhões que estavam em contas no exterior. Deste total, R$ 79 milhões retornaram ao país por colaborações firmadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e R$ 466 milhões a partir de acordos firmados junto à força-tarefa Lava Jato em Curitiba e ao MPF no Rio de Janeiro.

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Outro objetivo da cooperação internacional é aprofundar investigações sobre a possível participação de agentes ou representantes de empresas estrangeiras que tenham sido beneficiadas pelo grupo criminoso que causou prejuízos à estatal petrolífera.

O secretário de Cooperação Internacional da PGR, Vladimir Aras, explica que a cooperação entre países é um dos pilares do caso Lava Jato. “Ao lado dos acordos penais e dos acordos de leniência, da atuação coordenada com outros órgãos públicos na jurisdição civil e penal, as medidas de persecução probatória transnacional têm grande relevância em casos complexos. O mundo hoje é mais cooperativo contra o crime graças a um marco normativo global mais claro e mais eficiente”, destacou.

Para o procurador da República Paulo Roberto Galvão, integrante da força-tarefa Lava Jato em Curitiba, a extensão do esquema criminoso que se originou na Petrobras e a forte colaboração entre os países envolvidos fez com que a Lava Jato também entrasse para a história do combate ao crime transnacional, figurando entre os maiores casos de lavagem de dinheiro internacional do mundo. “Hoje não há mais fronteiras para o crime e é cada vez mais necessário que os países atuem em conjunto para coibir a corrupção”, ressaltou.

Do total de pedidos de cooperação, 94 foram feitos pelo MPF a 30 países. Por meio da força-tarefa Lava Jato em Curitiba foram realizados 85 pedidos para 28 países: Alemanha, Andorra, Antígua e Barbuda, Áustria, Bahamas, Canadá, China, Espanha, Estados Unidos, Gibraltar, Hong Kong, Ilhas Cayman, Ilha de Man, Itália, Liechtenstein, Luxemburgo, Macau, Mônaco, Noruega, Países Baixos, Panamá, Portugal, Reino Unido, República Dominicana, Singapura, Suécia, Suíça e Uruguai.

Pelo grupo de trabalho que atua junto à PGR, em Brasília, foram feitos nove pedidos a três países: França, Israel e Suíça. Outros 12 países fizeram 14 solicitações de cooperação internacional ao Brasil: Andorra, Argentina, Costa Rica, Dinamarca, Guatemala, Itália, Liechtenstein, Panamá, Peru, Porto Rico, Suíça e Uruguai.

Números – No Supremo Tribunal Federal (STF), a Lava Jato contabiliza 59 inquéritos, 11 denúncias e 38 denunciados. Ao todo, 134 pessoas com foro no Supremo são investigadas pelo grupo de trabalho PGR, que já realizou cinco prisões preventivas. Até o momento, a PGR já enviou 865 manifestações ao STF sobre o caso e pediu 118 buscas e apreensões.

A força-tarefa do MPF/PR já promoveu 41 acusações criminais contra 207 pessoas, sendo que 19 acusações já receberam sentença com condenação pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, evasão de divisas, organização criminosa, entre outros. Até o momento, já foram registradas 105 condenações, totalizando 1.133 anos, sete meses e 11 dias de pena.

da Redação OEB
com Ministério Público Federal

REAÇÃO DEMOCRÁTICA [#005] Quarta, 01 de junho às 21:00h – Videoconferência

Videoconferência com a participação de Generais, Parlamentares, analistas e jornalista.

Pautas:
1 – O recuo de senadores e mudança de votos no impeachment
O risco de permanência de Dilma na presidência
2 – Avaliação – Governo Temer em suas 2 primeiras semanas
3 – Tema livre proposto pelos participantes

Via Google Hangout e transmissão em tempo real pelas rádios da Rede Estado Brasileiro
Participação de membros da equipe REAÇÃO DEMOCRÁTICA de O ESTADO BRASILEIRO.
Equipe: Gen Paulo Chagas, Gen Luiz Sodré, Gen Rocha Paiva, Dra. Damares Alves, Dr. Paulo Fernando, Ativista Ray Alves, Jornalista Celso Brasil + convidados

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Clique na figura e assista a videoconferência à partir das 21h desta quarta, 01 de junho AO VIVO

REAÇÃO DEMOCRÁTICA [#004] quarta, 25 de maio 21:00h (videoconferência)

Videoconferência – Generais, parlamentares e analistas políticos discutindo a retomada do desenvolvimento do Brasil através da democracia com a participação popular. Desafios Brasileiros
Transmissão via Google Hangout e através das rádios da Rede Movimento em tempo real.

ESTÚDIO BRASIL #002 – Segunda, 23 de maio às 21:00h

Neste 23 de maio realizamos mais uma videoconferência de toda segunda – ESTÚDIO BRASIL #002
Acertos, deslizes e ajustes do novo governo
Com: Lucia Felix, Ricardo Precioso, Ray Alves, Celso Brasil
e convidados
Transmissão simultânea pelas rádios da Rede Estado Brasileiro

EstudioBrasil-700.

Aguardamos você hoje às 21:00h

REAÇÃO DEMOCRÁTICA [03] – 19 de maio, quinta – ao vivo – 21:00h

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ATENÇÃO!
Este programa vai ao ar excepcionalmente numa quinta-feira. Problemas de agenda não permitiram sua realização na quarta. Pedimos a compreensão do nosso público.

GENERAIS, AUTORIDADES E ANALISTAS num debate aberto e atual.
Transmitido ao vivo em 19 de maio de 2016 – C O M P A R T I L H E !!!

Participação da equipe:
Gen Paulo Chagas
Dr. Paulo Fernando
Ray Alves
Celso Brasil
Convidado especial – Marcio Batista de Oliveira
Membro do Instituto Conservador e coordenador do Observatório da Educação/DF
e Dra. Damares Alves – já conhecida do nosso público

Transmissão simultânea pelas rádios da Rede Estado Brasileiro

Novo governo e Petrobras já capta US$ 6,75 Bilhões no mercado internacional

A retomada econômica dá seus primeiros sinais apenas com a mudança de governo

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Petrobras consegue captar US$ 6,75 bilhões no mercado internacional

A Petrobras conseguiu captar ontem seis bilhões, 750 milhões de dólares no mercado internacional. Com o dinheiro, a estatal pretende refinanciar seus compromissos. É a primeira operação de venda de bônus no exterior de uma empresa do Brasil em quase um ano.

Expectativa da Petrobras é gerar fluxo de caixa operacional suficiente para cobrir os investimentos e garantir seu acesso aos mercados de capitais

A Petrobras lançou nesta terça-feira 6,75 bilhões de dólares em títulos de dívida com vencimento de cinco e dez anos. Essa foi a primeira emissão da companhia em um ano.

A estatal irá levantar 5 bilhões de dólares com a venda do bônus de cinco anos, que terá rendimento de 8,62%, e 1,75 bilhão de dólares com o título de dez anos, com rendimento de 9%.

A agência de classificação de risco Fitch atribuiu o rating ‘BB’ à proposta de emissão de bônus globais da Petrobras. As notas serão emitidas por meio de sua subsidiária integral, a Petrobras Global Finance (PGF), e serão garantidas incondicional e irrevogavelmente pela estatal. A agência de classificação de risco Moody’s atribuiu rating B3 à emissão.

Segundo a Fitch, os ratings da Petrobras continuam refletindo seu estreito vínculo com o rating soberano do Brasil, devido ao controle da companhia pelo governo federal e a sua importância estratégica para o país. Para a agência, na ausência de suporte implícito e explícito do governo, os indicadores de crédito da Petrobras não seriam compatíveis com o rating atribuído à companhia. Em 31 de março, a petroleira reportou dívida financeira total de 126,4 bilhões de dólares.

A geração de fluxo de caixa da Petrobras deverá continuar pressionada devido à desvalorização do real e à queda dos preços do petróleo, mesmo com o recente aumento dos preços e a redução dos investimentos, avalia a Fitch. A expectativa é de que a companhia gere fluxo de caixa operacional suficiente para cobrir os investimentos e garanta seu acesso aos mercados de capitais, a fim de honrar os próximos vencimentos de dívida, por meio de refinanciamentos.

da Redação OEB
com Agência Reuters

150 Bilhões – é onde pode chegar ou ultrapassar o rombo das contas públicas

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Ministro da Fazenda Henrique Meirelles

Rombo das contas públicas pode ir a R$ 150 bi em 2016

Equipe econômica deve fixar nova meta fiscal levando em consideração o pior cenário possível para evitar alterações da meta ao longo do ano

Henrique Meirelles, ministro da Fazenda

A nova equipe econômica fez as contas e calculou como pior cenário para a meta fiscal deste ano um déficit de 150 bilhões de reais nas contas públicas. A tendência é fixar a meta com o cenário que leva em consideração o maior risco para evitar uma nova mudança até o final do ano. A estratégia inverte a lógica da política fiscal adotada até agora de seguidas alterações da meta. Também permite depois ao governo apresentar um resultado melhor.

“Estamos discutindo uma convergência para a meta no pior cenário para apresentarmos um resultado fiscal melhor”, informou nesta terça-feira um integrante da nova equipe econômica do presidente em exercício Michel Temer. A definição da meta fiscal será feita até sexta-feira, informou também na terça, no Rio de Janeiro, o ministro do Planejamento, Romero Jucá. Junto com a nova meta será apresentada uma programação para se chegar novamente a um resultado superavitário das contas do governo.

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse que o prazo de até sexta-feira para publicação do relatório de receitas e despesas será cumprido, mas não antecipou um contingenciamento ou uma nova proposta de meta fiscal. O ministro disse que, até lá, terá mais informação sobre as contas. “Os prazos serão respeitados e obviamente, a partir daí, faremos a melhor avaliação possível dentro dos prazos necessários”, disse.

Em meio à avaliação dos cenários, a área econômica já enfrenta pressões de ministros por liberação de recursos. Os titulares das pastas assumiram os cargos e encontraram recursos escassos por causa do último contingenciamento temporário, de 21,2 bilhões de reais, feito pelo governo em março, até que a mudança da meta fosse aprovada pelo Congresso. A previsão é que a medida seja desfeita, dando alívio aos novos ministros.

Simplificação da meta – Segundo fontes ligadas à equipe econômica, os cenários avaliados levam em conta um déficit entre 120 bilhões de reais e 150 bilhões de reais no fim deste ano. O governo vai propor também uma simplificação da meta. Será eliminada a possibilidade que existe hoje de deduções de um grupo de despesas e de receitas que forem frustradas até o final do ano.

O impacto da negociação da dívida dos Estados e do risco de o Tesouro Nacional ter de bancar o prejuízo da Eletrobras – que está em vias de ser punida na Bolsa de Nova York por descumprir exigências da SEC, órgão regulador do mercado de capitais americano – será considerado “por fora” da meta, segundo um integrante da área econômica, porque não é possível fazer estimativas desses valores.

Com isso, o modelo que está em estudo poderá manter uma forma de abatimento de meta. Não haverá valores definidos para esses abatimentos. A expectativa do governo, no entanto, é que o risco da estatal seja baixo, porque não há nenhuma cláusula específica de default nos bônus na companhia.

O ministro Jucá quer levar a votação direto da meta para o plenário do Congresso, sem passar pela Comissão Mista de Orçamento. No entanto, o deputado Arthur Lira (PP-AL), eleito nesta terça, por aclamação, presidente da Comissão, marcou para esta quarta-feira à tarde uma sessão do colegiado para apreciar a revisão da meta fiscal.

O texto tinha sido encaminhado ao Congresso no final de março, ainda na gestão Dilma Rousseff, mesmo período em que a composição antiga da comissão encerrou os trabalhos.

da Redação OEB
com Estadão conteúdo

Uma mulher presidirá o BNDES – Maria Sílvia Bastos

Maria Sílvia Bastos é uma executiva experiente e estará à frente da instituição que talvez bata recordes de manchetes em breve, quando sua “caixa preta” for aberta pelo atual governo. O BNDES prevê ser muito maior que o escândalo da Petrobras e Maria Sílvia desempenhará um importante papel nesse processo.

Temer escolhe uma mulher para presidir o BNDES

A executiva Maria Sílvia Bastos substituirá Luciano Coutinho no comando do banco de fomento

A Presidência da República confirmou que a executiva Maria Sílvia Bastos será a nova presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), em substituição a Luciano Coutinho. O anúncio ocorre após o presidente em exercício Michel Temer (PMDB) sofrer críticas de que não havia nomeado mulheres para integrar o primeiro escalão de seu governo.

Maria Sílvia é doutora em economia e foi a primeira mulher a ocupar a presidência da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), entre 1999 e 2002. Também foi secretária de Fazenda do Rio de Janeiro no governo do ex-prefeito Cesar Maia (1993-1996). A executiva foi ainda pesquisadora do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) e sócia de consultoria, além de trabalhar na Empresa Olímpica Municipal (EOM) na Prefeitura do Rio de Janeiro.

O ministro do Planejamento, Romero Jucá, elogiou a indicação de Maria Sílvia Bastos Marques para o BNDES. “É um convite para alguém competente e experiente para fazer um bom trabalho”, afirmou. “O presidente Michel Temer a escolheu pela sua competência”, acrescentou, ao ser questionado sobre a ausência até este momento de mulheres em cargos de alto escalão no governo Temer.

da Redação OEB
com Estadão conteúdo