Categoria: Educação

PT tenta golpe contra a democracia e cai em mais uma situação ridícula [vídeos da reação no DF]

impeachment1O desafio ao bom senso e, mais uma vez, subestimando a inteligência do povo, parlamentares e ativistas amantes da Pátria, aconteceu em Brasília e o PT se submeteu a mais uma situação ridícula diante da Nação Brasileira.

O presidente interino da Câmara dos Deputados deverá sofrer as consequências de seu ato insano, próprio dos apoiadores do estado de coisas em que se encontra o Brasil, teve seu minuto de fama, como é próprio daqueles do seu meio, um minuto extremamente negativo.

Ao que se prevê, o deputado Maranhão apenas encurtou seu mandato, que está em risco, devendo responder, sem foro privilegiado, as acusações que o envolve na Lava Jato. Sua decisão anti-regimental, provando ser incompetente para assumir o cargo, certamente terá suas consequências.

O Brasil continua em seu novo rumo e, como noticiamos neste portal, bem antes dos acontecimentos que tomaram a mídia, agora, mais rígido, com um governo que deverá aproveitar todo o apoio das instituições que se apresentaram como aliadas na luta pela preservação da ordem e do progresso, com muita inteligência.

Veja nossa publicação desta data às 10:19h onde informamos que algo estranho ocorria em Brasília
Algo está acontecendo e Brasília se prepara para transformações

Portanto, é hora de apostarmos e apoiarmos as transformações que virão, sempre atentos na luta por um Brasil muito melhor.

Reações em Brasília:

A invasão dos movimentos terroristas do PT no Senado

Depois da decisão de continuidade de andamento do processo de impeachment:

Matéria que tomou o espaço da mídia no dia de hoje – o fatídico 09 de maio de 2016

Presidente em exercício da Câmara anula votação do impeachment
Waldir Maranhão (PP-MA) acolheu pedido da Advocacia-Geral da União.
Maranhão assumiu presidência da Câmara com afastamento de Cunha.

O presidente interino da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), decidiu nesta segunda-feira (9) anular a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff, ocorrida no dia 17 de abril. Ele acolheu pedido feito pelo advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo.

O deputado do PP, que substituiu Eduardo Cunha na presidência da Câmara na semana passada depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu afastar o peemedebista do comando da casa legislativa, marcou uma nova votação do pedido impeachment para daqui a 5 sessões do plenário da Câmara, contadas a partir do momento em que o processo for devolvido para a Casa pelo Senado.

da Redação OEB
com fontes deste veículo

USP cai 30 posições no 'top 100' de reputação acadêmica

O abandono da educação no Brasil nos últimos 13 anos, agora reflete pesadamente na classificação das universidades.
Com o ensino médio e fundamental não foi diferente e os próximos governos terão a missão de recuperação nessa área vital para que se possa retomar o desenvolvimento do País.
Quanto ao marxismo cultural, com muito trabalho, em duas gerações poderemos “desinfetar” a mente das vítimas dessa ideologia torpe e falida.

USP cai 30 posições em ranking ‘top 100’ de reputação acadêmica
Lista da Times Higher Education é feita a partir da opinião de acadêmicos. Única instituição brasileira na lista, a USP aparece na faixa 91º-100º lugar.

A Universidade de São Paulo (USP) caiu 30 posições, mas ainda aparece na lista das 100 melhores instituições de ensino superior do mundo em reputação no meio acadêmico, segundo o ranking divulgado nesta quarta-feira (4) pela instituição londrina Times Higher Education (THE).

Única entre as brasileiras no “top 100”, a USP aparece neste ano no bloco entre o 91º-100º lugar, faixa em que as universidades não têm os resultados individualizados e aparecem empatadas. Em 2015, a USP aparecia na faixa entre o 51º e o 60º lugar. Em 2014, a USP estava na faixa de 81º ao 90º lugar.

TOP 100
1 – Harvard University
2- Massachusetts Institute of Technology
3 – Stanford University
4 – University of Cambridge
5 – University of Oxford
6 – University of California, Berkeley
7 – Princeton University
8 – Yale University
9 – Columbia University
10 – California Institute of Technology

Ásia em alta
Apesar de nenhuma delas ter aparecido no top 100, as universidades da Ásia subiram posições no ranking de reputação. O continente tem 18 instituições no ranking, contra 10 no ano passado. Neste ano, a Universidade de Tóquio aparece no 12º lugar, enquanto as chinesas Tsinghua University e a Peking University aparecem em 18º e 21º, respectivamente.

No ano passado, Japão e China tinham duas instituições de cada país no ranking. Agora, cada um tem cinco representantes. Em contrapartida, universidades europeias perderam espaço, segundo os organizadores do ranking. Quatro das seis alemãs e quatro das cinco holandesas que seguem no ranking caíram posições. O Reino Unido continua com a maior representação, somando 10 universidades no ranking, sendo que sete também tiveram pior desempenho neste ano.

Metodologia
O ranking foi elaborado a partir da opinião de 10.323 acadêmicos convidados pela pesquisa, de 133 países diferentes. Eles responderam um questionário e listaram quais as 15 melhores universidades em pesquisa e em ensino. Cada um devia avaliar as instituições de acordo com a disciplina que leciona: um professor de física, por exemplo, deu seu parecer somente sobre a qualidade dos cursos de física pelo mundo. As universidades mais citadas ficaram no topo do ranking: Harvard foi a que mais apareceu nas respostas dos especialistas, por isso ocupa o primeiro lugar.

Dos especialistas ouvidos, 33% são da Ásia, 27% da Europa Ocidental, 19% da América do Norte, 11% da Europa Oriental, 6% da América Latina, 3% do Oriente Médio e 2% da África. Os estudiosos fazem um cálculo para que os continentes estejam na proporção correta quanto ao número de acadêmicos no mundo. O ranking ordena as 50 universidades com melhor reputação e, em seguida, passa a agrupá-las em grupos de 10, por ordem alfabética.

da Redação OEB
com O Globo

REAÇÃO DEMOCRÁTICA 001- 4 de maio ao vivo

Assista, Participe e Compartilhe!

HANGOUT ao vivo – 04 de maio às 21:00h – ACERVO

REAÇÃO DEMOCRÁTICA

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Somos todos operários na obra de recuperação do Brasil

Pautas:

1 – O caso Bolsonaro – Ustra x Lamarca, Marighela…

2 – A montagem do governo Temer

3 – O comprometimento da sociedade no processo

4 – Tema aberto – proposto pelos debatedores

Presenças confirmadas:

– General Paulo Chagas

– Deputado Sóstenes Cavalcante

– General Luiz Sodré

– Dr. Paulo Fernando Melo Costa – Consultor Político

– Ray Alves – Empresária e ativista

– Jornalista Celso Brasil

Eventuais convidados

Transmissão simultânea pelas rádios da Rede Movimento

C O M P A R T I L H E !

 

O fracasso do socialismo determina semana de dois dias na Venezuela

Nicolás Maduro, o amigo declarado de Lula e Dilma, parceiros nos sonhos insanos da implantação do socialismo comuno-bolivariano na América Latina, nos dá a prova cabal do fracasso deste sistema destruidor.

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Venezuela – um país à mingua

Maduro decreta semana de dois dias para o funcionalismo público, eliminando a quarta, quinta e sexta-feira, mantendo somente os serviços essenciais.

A educação também sofre com isso, pois foi eliminada a sexta-feira no ensino médio e fundamental. Tudo em nome da economia de energia que coloca a população numa difícil posição, no desabastecido país onde tudo falta.

O povo sofre com quatro horas diárias sem energia elétrica.

A escassez de água sacrifica os 30 milhões de venezuelanos que já não tem mais remédios e produtos básicos.

O apagão do socialismo espalhou-se por toda a América Latina. No Brasil ele se apaga no próximo dia 12 de maio, quando finalmente estará afastada a pior presidente de toda a história das Américas.

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General pede que Dilma dê explicações sobre atentado em 68
Temer & Forças Armadas – próximo Ministro da Defesa passará pela aprovação do Alto Comando

A Venezuela pede socorro, enquanto seu presidente, desgovernando a nação, ainda ameaçou represálias, caso Dilma sofresse o “golpe” e fosse afastada pelo impeachment.

Maduro só esqueceu de avisar que os aviões e todo o investimento feito nas forças bolivarianas da Venezuela, não recebem manutenção há muito tempo por falta de recursos e seus modernos e poderosos caças não podem, sequer, decolar.

Um país tão falido que até mesmo o trabalho não é permitido pela total falta de condições básicas de sobrevivência, onde a semana não consegue ultrapassar os dois dias.

da Redação OEB
com AFP e Reuters

“Abuso”: pediatras alertam sobre os malefícios psicológicos da ideologia de gênero para crianças

Uma das maiores lutas que o Brasil enfrentará, será a eliminação das ideologias torpes implantada por anos pelo PT e os partidos do Foro de São Paulo.
A ideologia de gênero é, talvez, a mais grave e caberá a todos os brasileiros conscientes o engajamento nessa batalha que começa pelo acompanhamento das crianças e todo o material e ensinamento que estão sujeitos à partir da escola.

Uma entidade de pediatria norte-americana (ACP) se posicionou contra a difusão da ideologia de gênero por considerá-la nociva contra às crianças.

Uma entidade de pediatria norte-americana se posicionou contra a difusão da ideologia de gênero por considerá-la nociva contra às crianças.

O American College of Pediatricians (ACP) – entidade que reúne pediatras e outros profissionais de saúde dedicados à saúde e bem-estar das crianças – fez um pedido essa semana aos legisladores e educadores dos Estados Unidos, para que rejeitem as políticas que doutrinem as crianças na aceitação dos conceitos de transexualidade e transgênero.

Para os especialistas, a difusão da ideia de que tratam-se de fenômenos normais é um abuso infantil: “O ACP insta os educadores e legisladores a rejeitarem todas as políticas que condicionam as crianças a aceitarem como uma vida normal o uso produtos químicos e de representação cirúrgica para mudança de sexo. Fatos – e não uma ideologia – determinam a realidade”, bradaram os especialistas.

Explicando o posicionamento adotado, o ACP observou que enquanto todo mundo nasce com um sexo biológico, o gênero é uma consciência, um senso pessoal de compreensão, o que o torna uma questão social e psicológica, e por isso, expor as crianças a essa ideologia é um erro.

“Ninguém nasce com a consciência de si mesmo como macho ou fêmea; esta consciência se desenvolve ao longo do tempo e, como todos os processos de desenvolvimento, pode ser prejudicada pela percepção subjetiva de uma criança, relações e experiências adversas desde a infância. Pessoas que se identificam como ‘sentindo-se como o sexo oposto’ ou ‘em algum lugar entre os gêneros’ não compreendem um terceiro sexo. Eles permanecem homens biológicos ou mulheres biológicas”, pontuou o texto do ACP.

“Quando um menino biológico de outra maneira saudável acredita que ele é uma menina ou uma menina biológica de outra maneira saudável acredita que ela é um menino, um problema psicológico objetivo passa a existir com esta mentira na mente, e não no corpo, e deve ser tratado como tal. Estas crianças sofrem de disforia de gênero. A disforia de gênero – anteriormente listada como um transtorno de identidade de gênero – é um transtorno mental, reconhecido na mais recente edição do Manual Diagnóstico e Estatístico da Sociedade Psiquiátrica Americana. As teorias de aprendizagem psicodinâmicas e sociais da disforia de gênero nunca foram refutadas”, acrescentou ainda.

Esse Manual, segundo o ACP, aponta que 98% dos jovens do sexo masculino confusos em relação à sexualidade, e 88% das jovens com problemas na mesma área, eventualmente terminam por aceitar seu sexo biológico de forma natural, logo após passarem pela puberdade.

“As crianças que usam bloqueadores de puberdade para representar o sexo oposto vão exigir que hormônios sejam usados para a mudança ou recuperação da sexualidade tardiamente na adolescência. O uso de hormônios, como testosterona e estrogênio estão associados a riscos de saúde perigosos, incluindo o descontrole da pressão arterial, coágulos sanguíneos, acidente vascular cerebral e câncer”, alertou.

Outro perigo para a difusão discriminada da ideologia de gênero envolve riscos de morte: “As taxas de suicídio são 20 vezes maior entre os adultos que usam hormônios do sexo oposto e se submetem à cirurgias de mudança de sexo, mesmo na Suécia, que está entre os países que mais afirma a cultura LGBT”, contextualizou a organização, antes de reiterar sua crítica à ideologia de gênero: “Condicionar crianças a acreditarem que uma vida de representação química e cirúrgica para mudança de sexo é normal e saudável é um abuso contra a infância”.

“Endossar a discordância de gênero como normal, através da educação pública e políticas legais irá confundir as crianças e os pais, levando cada vez mais crianças a se internarem nas ‘clínicas de gênero’, onde serão medicadas com bloqueadores de puberdade. Estes lugares, por sua vez, praticamente garantem que eles vão ‘escolher’ uma vida de hormônios do sexo oposto, que podem ser cancerígenos e de outra forma tóxicos”, concluiu, de acordo com informações do Christian Post.

publicado originalmente em JMNotícia
Reprodução Redação OEB

O contra golpe 2016 (005) A tentativa de internacionalizar a vitimização – Ao vivo às 21h

ACERVO: segunda, 25 de abril de 2016, ao vivo, às 21:00h, o Hangout que discutiu essa semana de decisões tão importantes para a história do Brasil. Com seriedade e objetividade, personalidades ajudam a definir as ações que devemos seguir e as estratégias que deverão ser adotadas, desde o ativismo até os plenários de Brasília.

HANGOUT ao vivo – C O M P A R T I L H E !

General Paulo Chagas, General Rocha Paiva, Jornalista Celso Brasil, Analista Político Dr. Paulo Fernando, Dep. Ezailci Lucas da comissão do impeachment, Empresária e Ativista Ray Alves e convidados.

Pauta:
– A tentativa de internacionalizar a crise (ONU, UNASUL, MERCOSUL…)
– As bases das plataformas políticas a serem exigidas dos políticos
– Os erros que esvaziaram manifestações
– Análise do comportamento das massas
– Como cidadãos podem ajudar no processo de recuperação do Brasil
– Direita: conservadora X radical

Transmissão simultânea pelas rádios da Rede Movimento – www.redemovimento.com.br
Ouça pelo celular – Baixe o App em:
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Evento promovido pelo Portal de Notícias O ESTADO BRASILEIRO e REDE MOVIMENTO BRASIL DE COMUNICAÇÃO

Novos ministérios não serão ocupados por comunistas com a missão de quebrar o Estado

temer-02Muitos falam que trocamos seis por meia dúzia sem atentarem para um detalhe importantíssimo:
O próximo governo não seguirá o método comunista de colocar o mais inábil no cargo, visando a quebra do Estado para que a dominação comuno-bolivariana se torne mais fácil
Depois da manifestação de milhões de brasileiros que mostraram que estão acompanhando a política muito de perto, o novo governo Temer precisa mostrar resultados, como se fazia antigamente
Os ministérios serão ocupados por especialistas nas áreas que assumirem, com o compromisso de mostrarem, mais do que em qualquer período de nossa história, resultados com muito equilíbrio, para que possam justificar, com argumentos reais, cada medida

Esse é o novo Brasil que o povo está exigindo!

Vice planeja superministérios da economia, infraestrutura e social

Temer avalia que precisa dar uma resposta efetiva de que está comprometido com a recuperação política e econômica

 Michel Temer já planeja superministérios caso assuma o Planalto
Michel Temer já planeja superministérios caso assuma o Planalto

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O vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), definiu três eixos principais para a formação de seu eventual governo: economia, infraestrutura e área social. A partir desse tripé, ele pretende criar três superministérios para enxugar o tamanho da Esplanada e impulsionar uma gestão de transição que tenha como prioridades a retomada do crescimento e a estabilidade política.

O vice avalia que precisa dar uma resposta convincente ao País de que está comprometido com a recuperação política e econômica. Ele também acha que a formação de um Ministério reconhecidamente técnico e respeitável seria a melhor forma de aliviar as pressões sobre o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pela cassação da chapa que o elegeu junto com a presidente Dilma Rousseff em 2014.

Somente depois dessas definições o restante do governo seria definitivamente formado, caso Dilma seja afastada pelo Senado. Essas três áreas trabalhariam sustentadas politicamente pelo núcleo mais próximo de Temer no PMDB e encarregado das relações com o Congresso, formado pelos ex-ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco, ambos do partido do vice.

O senador, ex-governador, ex-prefeito e ex-ministro José Serra (PSDB-SP) é cotado para comandar esse futuro ministério da infraestrutura, mas também é lembrado para a Fazenda. No modelo estudado pela equipe do vice, essa nova pasta poderia abrigar até o Ministério das Comunicações.

O senador paulista José Serra é cotado para ocupar ministério em eventual governo Temer
O senador paulista José Serra é cotado para ocupar ministério em eventual governo Temer

O tucano José Serra também poderia ocupar a Saúde, pasta que comandou no governo Fernando Henrique Cardoso, e o Itamaraty. Esta última alternativa agrada a Serra pessoalmente, mas esbarra nas pretensões políticas dele de ser candidato em 2018. Caso Serra assuma o controle da infraestrutura, o médico David Uip, secretário da Saúde de São Paulo, poderia ser chamado a contribuir com o governo federal, na cota de indicações do governador Geraldo Alckmin (PSDB).

Agenda. Temer quer definir uma agenda econômica, algo que ele ainda não tem, para entregá-la a um ministro da Fazenda com forte influência sobre o Banco Central e o Planejamento. A ideia é buscar coesão na política econômica.

O economista e ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga ainda continua como um nome forte, mas, por ser ligado ao PSDB, gostaria de levar com ele, se aceitar o convite, outros nomes do partido, o que encontra resistência por parte do vice. Henrique Meirelles, outro ex-presidente do Banco Central, continua com chances, porém não agrada à totalidade do empresariado com quem o vice tem conversado.

Social. No últimos dias, Temer decidiu eleger a área social como prioridade numa resposta às acusações que sofreu do PT e do Palácio do Planalto de que planeja acabar com o Bolsa Família e outros programas.

Ele pretende fazer uma reformulação do setor, mas que não elimine políticas públicas, apenas as concentre sob um mesmo guarda-chuva. Até ontem o vice não tinha um nome para comandar essa área e gostaria de encontrá-lo na sociedade civil, para reforçar o conceito de um “Ministério de notáveis”.

O vice-presidente quer confiar ao DEM, partido com participação importante no processo de impeachment de Dilma, o Ministério de Minas e Energia, atualmente com o PMDB. José Carlos Aleluia é o nome preferido até agora.

Justiça. Embora não faça parte dos três eixos definidos por Temer, o Ministério da Justiça integra a lista de prioridades porque tem o controle da Polícia Federal e, portanto, uma interface com a Operação Lava Jato. O ex-ministro da Defesa Nelson Jobim é o preferido de Temer, mas já advogou para empreiteiras investigadas pela operação. Ayres Brito, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, também é sempre lembrado.

da Redação OEB
com Estadão conteúdo

Instituições civis e militares a todo vapor, enquanto Lula depõe na PGR

bandeira do brasil tremulandoO Brasil já mostra características de mudanças e, muitas delas, radicais

O modus operandi, postura, velocidade e união de esforços são os sinais mais evidentes notados nas instituições

Analisamos, aqui, as principais movimentações, o que nos fornece subsídios para projetarmos o que deverá ocorrer nos próximos dias.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva prestou depoimento nesta quinta-feira (07-abr) pela manhã à Procuradoria Geral da República em Brasília em inquérito da Operação Lava Jato. Não há informações sobre o processo para o qual ele foi ouvido. O ex-presidente é investigado por suspeita de receber pagamentos de empreiteiras envolvidas no esquema de corrupção na Petrobras. Ele estava acompanhado do advogado e ex-deputado petista Sigmaringa Seixas. Lula deixou Brasília para voltar a São Paulo.

A mídia não destacou por falta de informações. Tudo que se sabia, e se sabe até agora, é que o suspeito (por enquanto) foi ouvido e liberado.

O que se nota, é que há um relativo compasso de espera enquanto corre o processo de impeachment que, encerrado, deverá desencadear uma série de ações, com o PT já abatido, caso o desfecho seja o que a Nação espera com muita ansiedade.

Enquanto isso…

A Força Tarefa da Lava Jato trabalha a todo vapor e com discrição.

Os grupos de ações ativistas trabalham duramente na pressão contra os favoráveis ao governo.

A oposição não descansa, sequer, no sábado e domingo em suas articulações.

Os ministros do STF refletem e assistem a Nação unida contra o governo, seus tentáculos e qualquer um que tente blindar os corruptos.

A PM passa a agir com rigidez contra os que aterrorizam a ordem, causando até baixas no MST pela primeira vez, num claro aviso de que o tratamento mudou muito e as posições estão se invertendo rapidamente.

As Forças Armadas em prontidão – como sempre esteve – mas, dessa vez aguardando para, a qualquer momento, atender o chamado de reforço ao trabalho da PM, cientes que ao entrarem em campo, o objetivo será de combate efetivo a todo e qualquer movimento radical que ameace a segurança e a ordem pública.

Enfim, todas instituições se alinham em apenas um caminho – o da manutenção do processo democrático e retomada do desenvolvimento social, cultural, educacional, econômico e financeiro do Brasil, destruídos por uma facção que tomou o poder por vários anos.

Enquanto isso, aqueles que se sentem tentados a seguir na contramão da moral e da ética, pensarão muito antes de cometerem os delitos impunes de tempos de outrora.

da Redação OEB
Fontes: Veja.com, Estadão e fontes deste portal

O contra golpe de 2016 – Três Generais + Analistas – Hangout – 21de março às 21:00h

Três Generais + Analistas

Interação através do Twitter: @redemovimentobr

Debatedores:
Gen Rocha Paiva, Gen Luiz Sodré, Gen Paulo Chagas, Dr. Paulo Fernando, Ray Alves e Celso Brasil
*Os Generais elencados pertencem, hoje, à reserva.

Transmissão simultânea pelas rádios da Rede Movimento:
www.ruabr.com.br   e   www.redemovimento.com.br
Baixo o aplicativo para Android em:
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Movimento RUA Brasil – Clique aqui

Macri diminui impostos, aumenta arrecadação e o país decola

A Argentina, em poucos meses, atrai os olhares de investidores de todo o mundo, com as ações implantadas pelo novo presidente anti bolivarianista.

Governo Macri passa no grande teste em Buenos Aires e ensina o Brasil a sair da crise em pouco tempo, desde que se aplique a austeridade.
Suas ações foram todas democráticas, voltadas ao desmantelamento do bolivarianismo, expulsando médicos cubanos, demitindo funcionários inúteis e enxugando a máquina pública, eliminando os focos de travamento da economia.

Maurício Macri dá aumento de 35% aos professores e aulas recomeçam na Argentina

Presidente Mauricio Macri inaugura ano letivo de 2016 em escola no distrito de Buenos Aires de Lanús

Um dos principais argumentos utilizados pelos inimigos de Mauricio Macri dizia que a Argentina, país dominado pelos sindicatos peronistas, seria ingovernável tendo à sua frente um político alheio ao peronismo. Desde que ganhou as eleições, Macri se dedicou a tentar desmentir essa ideia. Uma das provas de fogo era a negociação com os professores, e o presidente superou com um sucesso inesperado esse desafio. As aulas foram retomadas normalmente em toda a província de Buenos Aires, a principal, e na maioria do país, embora greves e conflitos ainda persistam em Córdoba, Santa fe, Mendoza, Neuquén, Chubut, Santa Cruz e Tierra del Fuego.

Para conseguir que as aulas fossem reiniciadas normalmente em Buenos Aires, a província com maior número de habitantes, mais rica e mais relevante em termos políticos – ali se concentram todos os veículos de comunicação nacionais e todas as instituições –, Macri e a governadora de Buenos Aires, a macrista María Eugenia Vidal, tiveram de ceder bastante. O aumento de salários acertado com os poderosos sindicatos de professores de Buenos Aires é de 35%, muito acima do objetivo de 25% que havia sido determinado pelo próprio presidente. A inflação anual do país está em cerca de 30% atualmente. A província assume 25%; os outros 10% serão colocados pelo Estado, o que demonstra que o maior interesse de Macri era que as aulas recomeçassem com tranquilidade, independentemente do precedente que o percentual de 35% aprovado possa gerar para todas as demais negociações a partir de agora.

Orgulhoso por vencer o desafio, algo que ninguém esperava há alguns meses, Macri organizou um ato em uma escola de Buenos Aires, em Lanús, para mostrar que tem tanto controle político sobre o país que consegue fazer algo que parecia impossível. As aulas não começavam nas datas previstas para os 4,7 milhões de crianças desde 2011.

O governador precedente, o peronista Daniel Scioli, que concorreu com Macri na eleição presidencial e perdeu por uma diferença inferior a três pontos percentuais, sempre teve de enfrentar greves muito duras que deixavam os alunos sem aulas durante vários dias ao longo do ano, sem que os 180 dias letivos pudessem ser cumpridos – uma das questões que, segundo os especialistas, tem prejudicado o ensino público argentino, que sempre foi um exemplo para a América Latina e que hoje é bastante questionado, a tal ponto que boa parte da classe média urbana tem se transferido para escolas particulares, algo impensável há 30 anos atrás.

Uma demonstração disso está na própria política. Enquanto antes todos os presidentes e ministros haviam estudado em escolas e universidades públicas, a nova geração que chega ao poder, como é o caso de Macri, estudou em escolas ou universidades privadas de elite.

A inflação de tornou o principal problema para os argentinos e para seu Governo, cuja imagem começa a se deteriorar ligeiramente – embora ainda conte com forte apoio – por causa do aumento descontrolado dos preços. Macri pretende controla-los, mas, para isso, precisava diminuir para 25% os aumentos salariais. Os 35% acordados com os professores de Buenos Aires serão referência nas futuras negociações. Ninguém aceitará menos do que isso. Macri parece ter optado por pactuar agora com os sindicatos para evitar que o país se incendiasse e correr atrás de uma redução da inflação mais adiante. Neste momento, parece óbvio que o presidente não teve condições nem sequer de começar a abordar o problema, que piora a cada dia.

Macri se concentra, hoje, em demonstrar que tem o controle político do país, com sindicatos peronistas que, muito distantes de saírem em armas para as ruas, dirigem-se normalmente à Casa Rosada para se entender com o presidente e que, neste momento, preferem fazer acordos. Os kirchneristas, indignados com essa atitude dos sindicatos, acreditam que estes se deixaram comprar por ajudas ás próprias centrais e suas obras sociais, que constituem o caixa de qualquer sindicato importante.

Nesta semana, Macri retoma sua ação política junto ao Congresso tentando demonstrar que mantém o controle também neste caso. A derrota eleitoral levou a oposição a se dividir, o que facilita a tarefa do Governo. Depois da retomada das aulas no tempo previsto, o próximo êxito será conseguir fazer com que o Congresso e o Senado aprovem a extinção da lei do “ferrolho”, condição básica para chegar a um acordo e pagar aos fundos abutres. Tudo indica, aparentemente, que Macri conseguirá fazê-lo depois de longas negociações, como ocorreu no caso dos professores, e poderá, assim, transmitir novamente a mensagem de que a Argentina não é tão incontrolável como pensavam alguns. Pelo menos no momento.

com El Pais