Categoria: Educação

REAÇÃO DEMOCRÁTICA [#005] Quarta, 01 de junho às 21:00h – Videoconferência

Videoconferência com a participação de Generais, Parlamentares, analistas e jornalista.

Pautas:
1 – O recuo de senadores e mudança de votos no impeachment
O risco de permanência de Dilma na presidência
2 – Avaliação – Governo Temer em suas 2 primeiras semanas
3 – Tema livre proposto pelos participantes

Via Google Hangout e transmissão em tempo real pelas rádios da Rede Estado Brasileiro
Participação de membros da equipe REAÇÃO DEMOCRÁTICA de O ESTADO BRASILEIRO.
Equipe: Gen Paulo Chagas, Gen Luiz Sodré, Gen Rocha Paiva, Dra. Damares Alves, Dr. Paulo Fernando, Ativista Ray Alves, Jornalista Celso Brasil + convidados

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Clique na figura e assista a videoconferência à partir das 21h desta quarta, 01 de junho AO VIVO

ESTÚDIO BRASIL segunda, 30 de maio de 2016 às 21:00 ao vivo

EstudioBrasil-700.Serão sorteados dois livros durante a transmissão – Ideologia de gênero na educação – autora: Dra. Marisa Lobo
ESTÚDIO BRASIL [#003] Marxismo cultural e a destruição da Família 30-05 21h

Segunda, 30 de maio às 21:00 ao vivo
As ações comuno-bolivarianas aplicadas, mais efetivamente, nos últimos 13 anos no Brasil e suas consequências. O MinC e seu desvio de finalidade.
A retomada e o combate às ideologias impostas à Nação.
Celso Brasil, Ray Alves, Lucia Felix e Ricardo Precioso recebem
Marisa Lobo – a psicóloga cristã.
Transmissão simultânea através das rádios da Rede Estado Brasileiro

EstudioBrasil-700.

O Estado partidário

Por Carlos I. S. Azambuja

stalin-lenin-marx-comunismoO mecanismo do Poder comunista é, talvez, mais simples que se possa imaginar. embora leve à tirania mais refinada e exploração mais brutal. A simplicidade desse mecanismo tem origem no fato de que apenas um partido, o comunista, é a espinha dorsal de toda atividade política, econômica e ideológica. A vida política se move segundo o que acontece nas reuniões da direção do partido.

Sob o regime comunista, o povo compreende rapidamente qual a sua função e o que lhe é permitido fazer ou não. Leis e regulamentos não têm importância essencial: são as leis tácitas e reais sobre as relações entre o governo e seus súditos que valem. Todos sabem que o governo, apesar das leis, está nas mãos dos comitês do partido e da polícia secreta. Não se estabelece um “papel direto” ao partido, mas sua autoridade se encontra em todas as organizações e setores.

Nenhuma lei determina que a polícia secreta tem o direito de controlar os cidadãos, mas a polícia é onipresente. Nenhuma lei determina o controle do Judiciário pela polícia secreta e pelo partido, mas isso acontece. A maior parte das pessoas sabe disso. Todos sabem o que pode ser feito ou não, e o que depende de quem. Adaptam-se a essa situação e às condições existentes, apelando, em todos os assuntos de importância, para as reuniões do partido ou a órgãos sob o seu controle.

Os comunistas se familiarizam com o sistema e com as relações assim criadas. Habituam-se a distinguir entre o que é importante e o que não é, e a consultar as reuniões partidárias somente sobre os assuntos especialmente importantes. A unidade só existe potencialmente, pois as decisões importantes são tomadas pelo partido. A opinião daqueles que elegeram o governo ou atuam na administração é totalmente sem importância.

Antes de usurparem o Poder, a unidade é necessária para recrutar revolucionários. Depois, serve de justificativa para o controle totalitário pela nova classe. Uma surge da outra, mas também uma difere da outra. A revolução e suas formas tornam-se inevitáveis, e até mesmo necessárias à sociedade que aspirava ao progresso técnico e econômico.

A tirania e o controle totalitário pela nova classe, que começou a surgir durante a revolução, tornam-se o jugo sob o qual o sangue e o suor de todos os membros da sociedade escorrem. Formas revolucionárias transformam-se em formas reacionárias.

Há dois métodos pelos quais os comunistas controlam a máquina social. O primeiro é o da unidade, o mais importante, pelos princípios e pela teoria. O segundo, atualmente mais em voga, reserva certos postos do governo a membros do partido. Entre esses postos, essenciais em qualquer governo e ainda mais num regime comunista, estão os da polícia, especialmente a secreta, da diplomacia e do oficialato, cargos nos serviços de informação e políticos.

No Judiciário, somente as posições mais elevadas ficam nas mãos dos comunistas. A tendência é a de aumentar os privilégios de que gozam os seus membros. Desse modo, o controle sobre a Justiça poderia ser afrouxado ou até mesmo abolido, com a certeza de que ela continuará a seguir as intenções do partido, ou seja, a distribuir justiça “dentro do espírito do socialismo”.

A lei, embora tácita, de que somente membros do partido podem tornar-se oficiais, policiais ou diplomatas, e de que somente eles podem exercer autoridade, cria um grupo de burocratas com privilégios especiais e simplifica os mecanismos do governo e da administração. A unidade do partido expande-se, dessa forma, e se apodera de quase todos os serviços.

Não há nenhuma diferença fundamental, no sistema comunista, entre os serviços estatais e as organizações partidárias, como, por exemplo, entre o partido e a polícia secreta, estando a diferença entre ambos apenas na distribuição de tarefas. Toda a estrutura governamental é organizada dessa maneira, com as posições políticas reservadas exclusivamente aos membros do partido.

O Partido Comunista não tem seu caráter singular apenas por ser revolucionário e centralizado e observar uma disciplina militar, ter objetivos definidos e outras características.

Somente no Partido Comunista é a “unidade ideológica”, ou o conceito idêntico do mundo e do desenvolvimento da sociedade, obrigatória para seus membros. Lenin não pensava que os membros do partido estivessem obrigados a ter as mesmas ideias.

Na prática, porém, ele refutava e pulverizava toda ideia que não lhe parecesse marxista ou “do partido”, ou seja, que não fortalecesse o partido da forma que ele concebesse. Seu ajuste de contas com vários grupos de oposição dentro do partido era diferente do de Stalin, porque Lenin não os matava. Os sufocava, simplesmente.

Stalin exigia a unidade ideológica, além da unidade política e filosófica, a todos os membros do partido. Sob sua administração, a unanimidade tornou-se a exigência tácita de todos os partidos comunistas do mundo.

O que significa a unidade obrigatória no partido, e para onde ele leva?
Suas consequências políticas são muito sérias. O Poder, em qualquer partido, e essencialmente num partido comunista, está nos seus líderes e na sua alta direção. A atitude ideológica obrigatória, especialmente no partido comunista, centralizado e com a disciplina militar que adota, traz inevitavelmente o poder do corpo central de dirigentes sobre o pensamento dos seus membros.

Hoje, a “liderança coletiva”, pós-estalinista, satisfaz-se em tornar impossível o surgimento de novas ideias sociais. Assim, o marxismo reduziu-se a uma teoria  e a definições somente pelos líderes do partido.
Não há nenhum outro tipo de marxismo ou comunismo hoje, e dificilmente poderá vir a surgir qualquer outro gênero.

As consequências sociais da unidade ideológica têm sido trágicas: a ditadura de Lenin foi severa, mas a de Stalin transformou-se num totalitarismo. A abolição da luta ideológica no partido significou o fim de toda a liberdade na sociedade, já que somente no partido as várias camadas encontram expressão. A intolerância de outras ideias e a insistência na presumida natureza científica do marxismo foram o começo do monopólio ideológico pelas lideranças do partido, que mais tarde se transformou em um completo monopólio da sociedade.

Essa unidade ideológica impossibilita quaisquer movimentos independentes dentro do sistema comunista e dentro da própria sociedade. Cada ação depende do partido, que tem controle total da sociedade, e dentro da qual não há a menor liberdade.

A unidade ideológica do partido é a base espiritual da ditadura pessoal. Sem ela, essa ditadura não pode, sequer, ser imaginada. Ela produz e fortalece a ditadura, e vice-versa. O monopólio das ideias, ou a unidade ideológica compulsória, são apenas um complemento e uma máscara teórica da ditadura pessoal.

Por tudo isso, o marxismo transformou-se de ideologia revolucionária livre em dogma prescrito.

Carlos I. S. Azambuja é Historiador

Publicado originalmente
no Alerta Total – www.alertatotal.net

Dilma pode voltar. As chances são grandes e movimentos se mobilizam

Pelo menos três comparsas vermelhos poderão fazer a diferença contra o Brasil.
Importante atualização desta notícia:
Muito contestada nas redes sociais, sentimo-nos na obrigação de esclarecer.
“Com a votação da segunda fase de pronúncia no plenário do Senado, o processo segue para a a última votação, também sob a presidência do presidente do Supremo. Nessa para afastar definitivamente Dilma Rousseff do cargo de presidente da República são exigidos 2/3 dos votos, ou seja, o apoio de 54 dos 81 senadores.”
Conseguimos 55 votos. Serão necessários 54 na fase final.
Portanto, precisamos manter, no mínimo, 54 e já temos 3 senadores (imagem abaixo) sinalizando mudança de seus votos para votar contra o impeachment, o que nos daria 52 votos. Insuficientes para fechar o caso.
Confiram essa mesma notícia num formato diferente em:
http://noblat.oglobo.globo.com/geral/noticia/2016/05/voto-decisivo-cristovam-diz-que-lava-jato-pode-reverter-impeachment-de-dilma.html

Diz a mesma coisa!

dilma-rousseffComo já tinha sido alertado na videoconferência promovida por este portal em 19 de maio passado, agora o perigo se torna ainda maior. A não aprovação do impeachment em sua fase final pode ocorrer.

Imunidade é tudo que Dilma precisa nessa turbulência de delações e implicações, cada vez mais evidentes, do seu nome.

Pelo menos três votos estão sendo revertidos a favor da permanência da presidente afastada, o que daria vitória ao PT e, consequentemente, reverteria em vantagens ao Foro de São Paulo e debilitaria a Lava Jato. O PT não está para brincadeira e Lula articula, como um louco (que é) nesse sentido.

Para a imensa maioria da população, isso seria uma bomba destruindo o sentimento e a vontade popular de recuperação da economia e reconstrução de um Brasil novo, combatente contra as ideologias macabras aplicadas na educação, na cultura… Enfim, no dia a dia do sofrido povo brasileiro.

A saída de Temer e a possível devolução da cadeira presidencial a Dilma, pode representar, definitivamente, o caos econômico, social e moral da Nação.

O Brasil não resistiria por mais alguns meses e os defensores do fim da Lava Jato passariam a ganhar força, o que debilitaria o trabalho da força tarefa que está dando um exemplo ao mundo.

A única solução é o povo nas ruas com muito mais intensidade. As ações de pequenos grupos nas residências dos políticos indecisos, nos aeroportos, nos restaurantes… Onde quer que estejam ou frequentem. As ações em suas cidades de origem tornam-se fundamentais nesse trabalho.

As redes sociais encontram-se infiltradas e a extrema direita trabalha para o fracasso de Temer, influenciando os mais desavisados ou menos capazes de raciocinar.

O caos se dará em todos os seguimentos, caso o Foro de São Paulo consiga essa vitória. E jogarão todas as cartas nisso.

Cabe, então, a todo brasileiro consciente, promover e participar das manifestações que deverão ser organizadas em datas próximas. A mobilização nacional torna-se crucial.

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O senador Cristovam Buarque (PPS-DF), Antônio Regurf (Sem Partido) e Hélio José (PMDB-DF) estão dentro dos 55 votos que resultaram pela aprovação da admissibilidade do processo de impeachment contra a presidente da República afastada, Dilma Rousseff em sessão plenária ocorrida no dia 12 de maio.

Mas agora, o vento mudou para esses senadores que tendem mudar o voto durante a sessão de julgamento final do impeachment de Dilma Rousseff, marcada para ocorrer no mês de agosto, conforme cronograma feito pelo relator da Comissão Especial, senador Antônio Anastasia (PSDB-MG).

Os nomes dos três senadores do DF são tidos como os favoritos dos petistas para reverter à votação no Senado. Cristovam nunca escondeu que votaria num primeiro momento pela admissibilidade do impeachment, como realmente fez, mas que na votação final poderiam votar pelo retorno de Dilma ao Poder. Reguffe que sempre votou como ele estaria tendente a fazer o mesmo por ter a promessa de que Dilma convocaria eleição direta para Presidente da República.

Já o voto do senador Hélio José continua sendo uma grande dúvida para a cúpula do PMDB, partido o qual esta filiado há menos de 60 dias. Na votação passada ele foi enquadrado pela cúpula do PMDB após declarações feitas de que um possível Governo Temer seria bem pior do que o Governo Dilma e que o presidente interino iria “governar com os bandidos do Cunha”.

Para a votação final do Senado, serão necessários 54 votos para cassar definitivamente Dilma Rousseff. Caso contrário, o presidente em exercício, Michel Temer, é quem deixará o Palácio do Planalto. Sem Cristovam, Reguffe e Hélio José, os aliados de Temer só têm assegurados, hoje, 52 votos.

Depois do vazamento da gravação feita pelo ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado que resultou no afastamento de Romero Jucá do comando do Ministério do Planejamento, Cristovam Buarque tem dado entrevista dizendo que até o momento não está convencido de que Dilma deva ser cassada.

Ele diz ainda que outros senadores que votaram pela abertura de processo, cujo nome não quer revelar, também lhe contaram que podem voltar atrás. Os nomes seriam Reguffe e Hélio José.

REAÇÃO DOS MOVIMENTOS PRÓ-IMPEACHMENT

A posição de Cristovam acendeu a luz amarela de movimentos populares que lutam pelo impeachment de Dilma Rousseff. Jailton Almeida, um dos coordenadores do Movimento Vem Pra Rua-DF, disse que votar contra o sentimento nacional, contra a legalidade do impeachment e a favor dos crimes de responsabilidade cometidos pela presidente afastada é no mínimo um suicídio político que poderá ser cometido pelos senadores Cristovam Buarque, Antônio Reguffe e Hélio José.

“A nossa população é esclarecida a ponto de entender que houve sim as pedaladas fiscais e de entender que houve um estelionato eleitoral. A meu ver, o Cristovam está se apegando mais uma vez ao protecionismo de uma esquerda falida que demonstrou ser incapaz de governar o País e contra o que sente a população de Brasília que é claramente a favor do impeachment pelos crimes evidentes contidos no mandado do governo Dilma. Se realmente esses senadores votarem contra o impeachment é uma traição categórica a uma esmagadora maioria de brasilienses que é contra o governo Dilma”, disse ele.

Jailton conclamou a sociedade a voltar pra rua nesta reta final da votação do impeachment. “Temos que contrapor esse movimentozinho artificial que ocorre na Esplanada, pela turma que defende a boquinha com estrutura patrocinada por alguns órgãos que acreditam no retorno de Dilma. Por isso, mais uma vez, sentimos que esse também é o momento de nos mobilizarmos para pressionar os senadores do DF e dizer que eles não podem trair o povo de Brasília”, ponderou.

da Redação OEB
com Portal Radar

REAÇÃO DEMOCRÁTICA [#004] quarta, 25 de maio 21:00h (videoconferência)

Videoconferência – Generais, parlamentares e analistas políticos discutindo a retomada do desenvolvimento do Brasil através da democracia com a participação popular. Desafios Brasileiros
Transmissão via Google Hangout e através das rádios da Rede Movimento em tempo real.

ESTÚDIO BRASIL #002 – Segunda, 23 de maio às 21:00h

Neste 23 de maio realizamos mais uma videoconferência de toda segunda – ESTÚDIO BRASIL #002
Acertos, deslizes e ajustes do novo governo
Com: Lucia Felix, Ricardo Precioso, Ray Alves, Celso Brasil
e convidados
Transmissão simultânea pelas rádios da Rede Estado Brasileiro

EstudioBrasil-700.

Aguardamos você hoje às 21:00h

Fim do MinC, para que a cultura pudesse sobreviver

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por Celso Brasil

O MinC, criado em 1985 pelo então presidente José Sarney, foi, nos últimos anos, um grande esbanjador de verbas durante o falido governo PT, por ser um instrumento essencial na propagação da ideologia marxista.  Foram penalizados alguns que não mamaram, simplesmente, nessa rica fonte de dinheiro.

O Ministério da Cultura foi, sim, uma grande iniciativa e cumpriu seu verdadeiro papel em outras épocas.

Antes da era da corrupção, uma aprovação de projeto para a Lei Rouanet obrigava os envolvidos no projeto a procurar patrocínio e o doador de verbas gozava de um desconto no Imposto de Renda que tornava o incentivo à cultura algo vantajoso, pelo retorno institucional. Porém, na era PT, os artistas simpáticos ao regime e propagadores da mesma ideologia dos que detinham o poder, já saíam com o projeto aprovado e, no pacote, com uma estatal como doadora. Ou seja, não “suavam camisa” na busca de patrocinadores, como acontecia antes.

O Ministério da Cultura tornou-se um balcão de trocas, onde os projetos com viés bolivariano e que atendessem os ideais da inversão de valores e corrupção de princípios, com a doutrinação comuno-bolivariana, tinham sua aprovação e o patrocínio estatal já garantidos. Ou seja, seus propositores sequer se davam ao trabalho da penosa busca de patrocínio entre empresas privadas ou até mesmo a proposição às estatais. Tudo saía pronto e os idealizadores do projeto recebiam quantias muito além das necessidades do projeto.

O Brasil assistiu, estupefato, eventos “culturais” patrocinados com verba pública, que envergonharam a arte e promoviam um verdadeiro espetáculo dantesco de imoralidade. Enquanto projetos sérios e bem intencionados, expressando aquilo que a arte e a cultura se propõem, foram reprovados, sem nenhuma condição de serem levados à público. “Macaquinhos” foi apenas uma das vergonhas que se apresentaram. Outros, com mensagens, nada subliminares, de doutrinação marxista, foram largamente promovidos, recebendo uma enxurrada de dinheiro oriundo dos suados impostos dos brasileiros.

A solução encontrada pelo governo Temer foi o fim do ministério. Somente assim conseguiu-se a limpeza do mesmo para que os milhares de cabides de emprego se desfizessem, para uma futura reestruturação da pasta. Observa-se o mesmo com a EBC – Empresa Brasileira de Comunicação. O atual governo iniciou a assepsia  com a polêmica exoneração de seu diretor presidente. Uma bem estruturada empresa que se prestou ao serviço de doutrinação nos últimos longos anos.

Portanto, diferentemente do que se prega, a cultura no Brasil não morreu. Pelo contrário, ela estará sendo promovida da forma correta em breve tempo.

Para finalizar, o fim do MinC foi uma intervenção, onde se extingue uma estrutura doutrinadora corrompida, cortando o mal pela raiz, dando condições para a criação de um novo projeto com bases que permitirão o cumprimento do seu verdadeiro objetivo, livre da infiltração que se deu em quase todas as instituições aparelhadas pelo sistema que tentaram  implantar no País.

Hoje, nossa prioridade é a economia, para que amanhã possamos ter empresas sólidas, crescendo e se desenvolvendo, investindo na produção e criação de empregos e com plenas condições de promoverem a integração social e o incentivo à cultura.

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Leia também:
Temer começa a limpeza exonerando Ricardo Melo, diretor-presidente da Empresa Brasil de Comunicação

Debate: OS NOVOS DESAFIOS BRASILEIROS – videoconferência – 16-mai-2016 21:00hs

Debate: OS NOVOS DESAFIOS BRASILEIROS
Estúdio: Celso Brasil – Ray Alves – José Lima – Lúcia Felix – Ricardo Precioso – convidados
Segunda, 16 de maio de 2016 – 21:00h – ao vivo, transmitido pelas rádios da Rede Estado Brasileiro e Google – ao vivo, via Hangout.
O programa permanecerá em acervo após sua apresentação.

Participe e compartilhe!
Realização: O ESTADO BRASILEIRO – www.oestadobrasileiro.com.br

REAÇÃO DEMOCRÁTICA – 12 de maio, quinta às 21h ao vivo

Assista, Participe e Compartilhe!

HANGOUT ao vivo – 12 de maio às 21:00h

REAÇÃO DEMOCRÁTICA 002

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O impeachment foi o primeiro passo.

PAUTAS:

– Ministro da Defesa e as Forças Armadas

– Outras nomeações de Michel Temer

– O Marco Civil da Internet (Por que a pressa?)

– MST, MTST, CUT…

– Pauta livre

Participação da equipe:

Gen Paulo Chagas

Gen Rocha Paiva
Gen Luiz Sodré
Dr. Paulo Fernando
Ray Alves
Celso Brasil
e autoridades

Transmissão simultânea pelas rádios da Rede Movimento

Dilma regulamenta Marco Civil da Internet em seu penúltimo dia de governo

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Ainda não podemos precisar qual a intenção da facção criminosa PT em regulamentar o Marco Civil da Internet. O fato é que a ex-presidente regulamentou o que era uma prioridade em seu primeiro governo, causando estranheza o fato de ter sido publicado em caráter de urgência, numa edição extra do Diário Oficial.

Um dos seus últimos atos, sabedora de sua expulsão do Planalto, preocupa por ter, o PT, tomado decisões e implantado somente aquilo que interessa à cartilha comunista bolivariana e o Marco Civil em questão não deixa de ser uma intromissão do Estado na liberdade do cidadão e empresas, mesmo que venha com o rótulo de “garantia de liberdade”, pois o governo que o regulamenta provou ser contra garantias e, principalmente, liberdade.

Mais um fator preocupante:
No dia 11 de setembro de 2013 foi publicado no Diário Oficial da União a mensagem de urgência assinada pela Presidente Dilma Rousseff.

A medida foi aprovada no auge do aparelhamento do Estado e, evidentemente, sofreu uma influência muito grande daqueles que a colocaram como urgente. Na época, a contestação nas redes sociais foi geral.

No âmbito da comissão especial e no plenário da Câmara dos Deputados, por diversos motivos e justificativas formais, a votação do projeto foi adiada ou simplesmente não aconteceu por vinte e nove vezes: em 2012, por sete oportunidades (dias 10 e 11 de julho, 18 de setembro, 07,13 e 20 de novembro e 05 de dezembro); em 2013, por dez vezes (dias 16 de julho, 29 de outubro, 06, 12, 19, 20, 26 e 27 de novembro e 3, 4 de dezembro); e em 2014, mais doze datas.

Entendemos que há necessidade de uma Lei que regulamente pontos polêmicos da internet. O que traz dúvidas é por que tanta insistência, sempre em caráter de urgência, essa medida foi colocada em discussão, com grande pressão para que fosse aprovada?

Resta-nos saber se a decisão pode ser anulada pelo presidente Temer e/ou suspensa até ser revista, antes de ser aplicada, pois nada que vem dessa organização merece crédito, sobretudo, pela forma como foi regulamentada e publicada [às pressas].

Eles preparam terreno para uma suposta volta ou tomada de poder?

por Celso Brasil

Dilma regulamenta o Marco Civil da Internet