Categoria: Educação

dez 27

O que significa o “Politicamente Correto”? por Adolfo Sachsida

nov 19

19 de novembro – Dia da Bandeira que jamais será vermelha

No Brasil, a comemoração ocorre todos os anos no dia 19 de novembro, pois essa foi a data de instituição da bandeira nacional republicana, no ano de 1889. Nessa data ocorrem comemorações cívicas, normalmente acompanhadas do canto do Hino à Bandeira. A bandeira foi adotada pelo decreto nº 4 no dia 19 de novembro de 1889. Esse decreto foi preparado por Benjamin Constant, membro do governo provisório.

Ao meio-dia (12h00) do Dia da Bandeira (19 de novembro), as bandeiras inservíveis (rasgadas, descoloridas, etc.) devem ser incineradas em Cerimonial Peculiar.

No dia 19 de novembro comemora-se o Dia da Bandeira do Brasil, essa comemoração passou a fazer parte da história do país após a Proclamação da República, no ano de 1889. Com o fim do período Imperial (1822-1889), a bandeira que representava o império foi substituída.

A substituição da bandeira imperial por uma bandeira republicana representa as mudanças que o Brasil passava naquele momento: mudanças na forma de governo e de governar, do regime imperial para uma república federativa. Além disso, a nova bandeira representava a simbologia que estava agregada ao regime republicano, como a ideia de um Estado-nação, o patriotismo e o surgimento do sentimento nacionalista.

Características

Bandeira do Brasil, também chamada de Auriverde, é composta por uma base verde em forma de retângulo, sobreposta por um losango amarelo e um círculo azul, no meio do qual está atravessada uma faixa branca com o lema nacional, em letras maiúsculas verdes. O Brasil adotou oficialmente este projeto para sua bandeira nacional em 19 de novembro de 1889, substituindo a bandeira do Império do Brasil. O conceito foi criado por Raimundo Teixeira Mendes, com a colaboração de Miguel Lemos, Manuel Pereira Reis e Décio Villares. É um dos símbolos nacionais brasileiros, ao lado do Laço Nacional, do Selo Nacional, do Brasão de Armas e do Hino Nacional. O campo verde e o losango dourado da bandeira imperial anterior foram preservados – o verde representava a Casa de Bragança de Pedro I, o primeiro imperador do Brasil, enquanto o ouro representava a Casa de Habsburgo de sua esposa, a imperatriz Maria Leopoldina. O círculo azul com 27 estrelas brancas de cinco pontas substituiu o brasão de armas do Império. As estrelas, cuja posição na bandeira refletem o céu visto no Rio de Janeiro em 15 de novembro de 1889, representam as unidades federativas – cada estrela representa um estado específico, além do Distrito Federal. O lema “Ordem e Progresso” é inspirado pelo lema do positivismo de Auguste Comte: “”L’amour pour principe et l’ordre pour base; le progrès pour but” (“O amor como princípio e a ordem como base; o progresso como meta”)

A Bandeira Nacional, um dos principais símbolos do Brasil, reúne uma série de detalhes obrigatórios que devem ser obedecidos, de acordo a com a legislação. O tamanho, a precisão nas cores, a disposição das estrelas que representam os estados e da faixa central devem ser seguidos à risca, assim como a forma como ela é homenageada e guardada. O dia 19 de novembro foi instituído Dia da Bandeira em 1889, logo após a Proclamação da República. No ensino fundamental, são obrigatórias as aulas sobre os símbolos nacionais: a Bandeira Nacional, o Hino Nacional, as Armas Nacionais e o Selo Nacional.

Homenagem

Em Brasília (DF), a principal cerimônia envolvendo o assunto é a da troca da Bandeira Nacional, que ocorre a cada primeiro domingo do mês. Há um sistema de rodízio entre as Forças Armadas e o governo do Distrito Federal na coordenação do evento.

No dia da cerimônia, a Bandeira Nacional é hasteada no mastro da Praça dos Três Poderes. Com 280 metros quadrados, a bandeira é a maior do País.

da Redação OEB
Fontes: FAB, Portal Brasil, dados WEB

out 28

Justiça do Paraná determina a desocupação de 25 escolas invadidas

Colégio Estadual do Paraná – Curitiba

 

A Justiça determinou nesta quinta-feira (27), em caráter liminar, a reintegração de posse de 25 escolas de Curitiba ocupadas por estudantes. O despacho – assinado pela juíza Patrícia de Almeida Gomes Bergonse – determina que os alunos devem deixar os colégios imediatamente e de forma voluntária. Caso não o façam, haverá multa diária de R$ 10 mil e, nesse caso, a magistrada afirmou que será pedido o reforço da Polícia Militar para cumprir a reintegração. A decisão diz ainda que os ocupados terão 15 dias para contestar a liminar.

Uma das escolas na lista é o Colégio Estadual Santa Felicidade. A instituição foi desocupada após o assassinato de um aluno por um colega na segunda-feira (24).

Veja a relação das escolas no final da página

A decisão assinada pela juíza da 5ª Vara da Fazenda Pública, Patricia de Almeida Gomes Bergonse, saiu no começo da noite desta quinta-feira (27) e atendeu pedido da PGE (Procuradoria Geral do Estado), órgão para o qual as ocupações vinham sendo feitas “ilicitamente por parte de alunos de diversas idades”.

No pedido, a PGE chamou os estudantes de “invasores” e sublinhou que eles “confundem o exercício do direito de reunião e livre manifestação com a atitude reprovável de impedir outros discentes de ingressarem nos colégios para a efetivação do direito social à educação.”

A PGE ainda apresentou no pedido documentos “informando a notícia da morte de um menor de idade por utilização de arma branca, no interior da Escola Estadual Santa Felicidade”, esta semana –referência ao estudante Lucas Eduardo da Mota, 16.

No parecer ao pedido de liminar, o Ministério Público estadual apontou que, uma vez concedida a liminar, isso “encerra a possibilidade de qualquer negociação pacífica entre governo e estudantes” e abre possibilidade para que a eventual dos ocupantes “poderá gerar conflitos de grandes proporções, em desrespeito à vida e à saúde dos mesmos.”

Juíza fala em se evitarem “novas tragédias”

Na decisão, a juíza ponderou que, “embora as manifestações populares sejam uma forma de comunicação e expressão coletiva, possibilitando o exercício das demandas sociais junto ao Estado, verifica-se que a ocupação atual vem criando atmosfera de medo, insegurança e desordem pública, impedindo o exercício do direito de acesso dos estudantes, professores e funcionários aos estabelecimentos de ensino. Há notícia nos autos, também amplamente divulgada pelos meios de comunicação, da morte de um dos estudantes nas dependências de Instituição de ensino estadual, o que é inaceitável, demandando medida urgente de desocupação, inclusive para se evitar que outras tragédias acabem por ocorrer, lesionando os próprios ocupantes.”

A magistrada preferiu não “adentrar no mérito dos motivos que levaram parcela dos estudantes estaduais desta capital a ocuparem os colégios” –eles protestam contra a MP (Medida Provisória) 746, que trata da reforma do ensino médio, e a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 241, que impõe um teto de gatos à União pelo prazo de 20 anos.

O advogado Vitor Leme, integrante de um grupo que presta assistência jurídica voluntária para as ocupações, informou que a Defensoria Pública do Estado foi comunicada oficialmente sobre a decisão e deve recorrer.

“A Defensoria vai entrar com um agravo, pois há o receio de uso de força policial, a maioria dos estudantes é menor de 18 anos, e ano passado, dia 29 de abril, já tivemos uma repressão policial que deixou feridos alunos e professores”, afirmou Leme.

Confira as escolas que devem ser desocupadas:

Colégio Estadual Amâncio Moro;

Colégio Estadual Arlindo Amorim de Carvalho;

Colégio Estadual Avelino Antônio Vieira;

Colégio Estadual Benedito João Cordeiro;

Colégio Estadual Cecília Meireles;

Colégio Estadual Cruzeiro do Sul;

Colégio Estadual do Paraná;

Colégio Estadual Etelvina Cordeiro Ribas;

Colégio Estadual Flávio F da Luz;

Colégio Estadual Gemma Galgani;

Colégio Estadual Guido Arzua;

Colégio Estadual Guilherme A. Maranhão;

Colégio Estadual Iara Bergman;

Colégio Estadual Padre Silvestre Kandora;

Colégio Estadual Paulo Leminski;

Colégio Estadual Pinheiro do Paraná;

Colégio Estadual Professor Cleto;

Colégio Estadual Professor Elias Abrahão;

Colégio Estadual Protásio de Carvalho;

Colégio Estadual Rio Branco;

Colégio Estadual Santa Felicidade;

Colégio Estadual São Braz;

Colégio Estadual Senador Alencar Guimarães;

Colégio Estadual Teobaldo Kletemberg;

Colégio Estadual Tiradentes.

Não foi informado o prazo final para a desocupação.

da Redação OEB
com informações da Gazeta do Povo

out 20

REFORMA DO ENSINO – Movimentos organizados entregam carta de apoio ao Ministro da Educação

Neste 20 de outubro de 2016, os Movimentos Ativistas uniram-se e entregaram uma carta ao Ministro da Educação, em Brasília, em apoio à Medida Provisória da Reforma do Ensino Médio no País

Por meio do Convergências, dezenas de movimentos de rua e das redes sociais, os quais levaram mais de 6 milhões de brasileiros às ruas, além de outras dezenas de milhões em redes sociais, apoiam a Medida Provisória da Reforma do Ensino Médio no País, do Governo do Presidente Michel Temer, pelas seguintes razões:

1. Indicadores nacionais e internacionais revelam que o modelo de Educação do Brasil falhou. O resultado pode-se observar também na estatística de analfabetos funcionais que mostra que apenas 8 de cada 100 pessoas têm condições plenas de compreender e se expressar (Índice INAF – Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional).

2. A imposição de todas as matérias a todos os alunos é improdutiva e antidemocrática, além de ferir o princípio da livre escolha em face de talentos individuais. É contraproducente quando impede a correta alocação de vocações de acordo com escolhas individuais e demandas profissionais, especialmente em um mundo em franca transformação, ainda mais com infinito conhecimento disponível na internet. A reforma proposta não proíbe que um aluno possa estudar todas as 12 matérias em média dos currículos determinados pelo MEC (as quais devem, contudo, permanecer disponíveis), mas isso deve ser de livre escolha de cada um, de acordo com sua vontade e decisão sobre o que deseja fazer profissionalmente, mantendo-se, é claro, obrigatoriedade das matérias básicas como português e matemática.

3. Ao se privilegiar escolhas pessoais, teremos a possibilidade de formação de milhões de técnicos nas mais diversas áreas, independente do Terceiro Grau, algo absolutamente necessário para a geração de empregos mais categorizados, tão necessários também para que o País possa ter mão de obra mais qualificada para a retomada do crescimento. Apoiamos a MP também no quesito que possibilita a profissionais com larga experiência, lecionar para a pós-formação do ensino médio ou extraclasse, algo largamente praticado nos países do chamado Primeiro Mundo, bem como, a ampliação da carga de estudos, de 800 para 1.400 horas anuais, que propiciará ao jovem brasileiro oportunidades de aprendizado e especialização na(s) área(s) que lhe interessar com tempo suficiente para adquirir e exercitar o conhecimento, trabalhando-o junto às comunidades onde estão inseridos.

4. O novo modelo permitirá ao longo do tempo adequar o sistema vigente, incluindo-se o ENEM, que hoje serve apenas de porta de passagem aos que, independentemente de terem feito o ensino médio, buscar obter certificados de conclusão, habilitando-os a cursar uma faculdade. Ou seja, má formação de base que habilita o jovem a cursos superiores como meros degraus certificadores para atender exigências do mercado. Há que se parar com a Educação de faz-de-conta!

Apoiamos, portanto, os pontos da Medida Provisória da Reforma do Ensino Médio, e conclamamos os parlamentares a aprová-la sem delongas. Conclamamos também, a Sociedade que se aprofunde no conteúdo da Reforma, evitando-se conclusões induzidas por grupos com caráter ideológico, político e corporativista. Com a ampliação dos investimentos em Educação, fica evidente que haverá mais demanda por professores, bem como, maior necessidade de adequações à nova realidade que o Século XXI impõe. As referências à PEC dos Gastos (241) associadas aos investimentos em Educação devem ser compreendidas na diferenciação angular do que é gasto e do que é investimento. A PEC 241 não prevê corte nos investimentos.

DESOCUPAÇÃO IMEDIATA DAS ESCOLAS

Apoiaremos a todas as ações das autoridades necessárias para a desocupação imediata das escolas, e sugerimos um plano de comunicação direta com os estudantes e professores, cuja maioria está sendo induzida por pessoas com outras intenções de interesse político, ideológico ou corporativista.

O Brasil não pode mais perder tempo se quiser construir uma Sociedade melhor e mais próspera, que deve ter a Educação como um dos seus pilares mais importantes. Países como a Coréia do Sul e o Japão, investiram em Educação, em meio às crises pós-guerras, com modelos apropriados de aproveitamento de talentos, e tornaram-se nações prósperas e pujantes. É possível recuperar rapidamente o tempo e campo perdidos, graças ao valoroso Povo Brasileiro, resiliente e criativo em face às dificuldades presentes. O Brasil precisa sim, se abrir para novas oportunidades alinhadas com o que o Povo Brasileiro espera – prosperidade e todas as ótimas consequências advindas.
Assinam por meio do Convergências, os Movimentos e instituições adiante listados (em ordem alfabética):

– A Voz do Cidadão
– Acorda Brasil
– Avança Brasil Maçons
– Brasil Acima de Tudo
– Cidadão Alerta
– Conclave para a Democracia
– CODEB – Confederação Democrática dos Estudantes do Brasil
– Endireita Fortaleza
– Endireita Pernambuco
– IDE Instituto Democracia e Ética
– JPB – Juntos Pelo Brasil
– Laços
– Lava Togas
– Lula na Cadeia
– Militância Anti-PT
– Movimento Curitiba Contra Corrupção
– Movimento Civil XV de Março
– Movimento Federalista
– MLB – Movimento Limpa Brasil
– Movimento Legislação e Vida
– Movimento Muda Brasil – Cuiabá
– Movimento NasRuas
Movimento Rua Brasil
– Mulheres da Inconfidência
– No Comuna II
– OCC Alerta Brasil
– Ordem dos Médicos do Brasil
– Patriotas
– Praça Da Justiça
– Reaças United
– RDN – Rede de Direita Nacional
– República de Curitiba
– UNEL – União Nacional Estudantes pela Liberdade

de Brasília: Ray Alves
Movimento RUA BRASIL
Apoio:
Rede Movimento Brasil de Comunicação
O ESTADO BRASILEIRO
Rádio Movimento

ago 24

REAÇÃO DEMOCRÁTICA #014 – O Impeachment, O STF e a Lava Jato

Quarta, 24 de agosto às 21:00h – Videoconferência
A fase final do impeachment, o Supremo Tribunal Federal em conflito com o Ministério Público Federal e as consequências para a Lava Jato e as previsões para depois do 30 de agosto.
Com a equipe de O ESTADO BRASILEIRO .com.br
e convidados.
Com transmissão simultânea da Rede Movimento de Rádios.
#OEB

Reacao-Democratica-player

jul 30

Temer acelera a limpeza no aparelhamento dos Ministérios com exoneração de sabotadores petistas

Algumas reuniões começam com o grito petista “Fora Temer” e isso vai acabar em dias. O presidente visa, prioritariamente, o Ministério da Educação, não poupando todos os outros.
Levantamentos realizados e em andamento deverá resultar num grande número de exonerações, dando continuidade e a exemplo do que fez no MinC.
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O presidente em exercício Michel Temer determinou que o processo de exonerações fosse acelerado na última semana após informações de que está sendo chamado de “golpista” dentro de alguns ministérios. Segundo interlocutores do presidente, além de desconfiar de “sabotagem”, Temer considerou “inaceitável” a existência de relatos de que integrantes de algumas pastas usavam salas de reunião oficiais para criticá-lo.

A ordem de Temer foi para que ocupantes de cargos de confiança, acima de DAS 3 (Direção e Assessoramento Superior), sem vínculo, nomeados anteriormente a sua posse, fossem desligados. O objetivo é tirar a “militância petista”.

Uma das primeiras medidas anunciadas por Temer quando assumiu o poder com o afastamento da presidente Dilma Rousseff foi justamente a previsão de eliminar 4.307 cargos em comissão, funções e gratificações e a transformação de outros 10.462 cargos comissionados de Direção e Assessoramento Superior (DAS) para servidores concursados.

A medida, que tinha como objetivo mostrar austeridade econômica, estava andando a passos lentos, mas, com a ordem de Temer, segundo uma fonte do Ministério do Planejamento, uma “grande fila já está pronta para sair e vai sair rápido”.

Na Casa Civil, comandada por Eliseu Padilha, segundo uma fonte, a estimativa é de que cerca de 100 cargos sejam extintos nos próximos dias. Na última semana foi publicada edição extra do Diário Oficial dando poderes a Padilha para promover mudanças nas pastas.

Cultura. Um dos relatos que mais teriam incomodado Temer veio do Ministério da Cultura. Segundo disseram ao presidente em exercício, uma servidora abria as reuniões de trabalho com a expressão “Primeiramente, fora Temer”. O mote é usado por apoiadores da presidente afastada Dilma Rousseff.

Nesta semana, a Cultura demitiu 81 funcionários. As exonerações geraram críticas entre representantes do setor, que demonstrou resistência ao governo Temer. O ministro Marcelo Calero saiu em defesa da medida, pediu “o fim do aparelhamento no MinC”.

Nesta sexta-feira, 30, no Rio, Calero foi direto ao falar sobre substituições em cargos de chefia. Segundo ele, “não existe pessoa vital”. “A gente tem que parar de ‘fulanizar’ as coisas, tem que mudar essa cultura no Brasil.”

Também na sexta-feira, o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário anunciou exonerações de 33 ocupantes de cargos comissionados da pasta. O Ministério das Relações Exteriores já desligou 47 DAS. Dois dias depois das demissões do MinC, o Ministério da Saúde demitiu 73 ocupantes de cargos em comissão de áreas estratégicas da pasta.

No Planejamento, foram extintos 67 cargos DAS e 34 de Funções Gratificadas. Outros 441 DAS foram transformados em Funções Comissionadas do Poder Executivo, que terão os mesmos níveis dos DAS e somente poderão ser ocupadas por servidores com vínculo permanente.

Fontes ligadas a Temer afirma que o próximo alvo dos cortes será o Ministério da Educação, reduto do PT desde Lula.

da Redação OEB
com Estadão conteúdo

jul 21

O Liberalismo e a natureza humana – General Paulo Chagas

Gen-Paulo-ChagasNão sou filósofo, nem tampouco sociólogo. Sou um simples, mas orgulhoso, soldado que exerce o direito de ter opinião.

Como não me envergonho de pensar, não me considero dono da verdade, não temo críticas construtivas e inteligentes ou outros ensinamentos mas, principalmente, não temo aperfeiçoar o que penso.

Assim, ouso dizer que, embora o homem moderno seja um ser social, não é da sua natureza deixar de priorizar, em primeiro lugar, a sua família e o que é seu. Depois dela, valoriza, em prioridades variadas, os amigos, a comunidade, a sua cidade, a província, mas, finalmente, e acima de todos esses, a terra em que nasceu, vive e onde produz o sustento da sua família. O nacionalismo é, portanto, um comportamento natural do homem e a negação deste sentimento é contrária à sua natureza.

A competição está na sua gênese – a sobrevivência do mais forte, a seleção natural. O homem quer ser o melhor ou, pelo menos, cada vez melhor e, naturalmente, sempre que a oportunidade se apresenta, vale-se dela para levar vantagem pessoal, familiar ou coletiva.

A necessidade de viver em sociedade e as regras de convivência daí decorrentes inibem o seu instinto animal e fazem-no ver a conveniência da prática da virtude sobre a do vício, embora este último seja, naturalmente, mais atraente.

A tentação da corrupção é, por conseguinte, algo natural e um vício a ser reprimido pelo próprio homem em seus relacionamentos sociais, de trabalho, comerciais e políticos. Conhecendo a si próprio, ele cria regras naturais, instintivas, de fiscalização e auto defesa.

No entanto, quando o conjunto organizado dessas regras ultrapassa os limites da simplicidade, dificultando o desenvolvimento natural da competitividade, torna-se caldo de cultura para a prática da corrupção. A concorrência é como uma competição esportiva, que só será atraente se as regras forem simples, de fácil compreensão e de comum acordo entre os competidores. Vence o que, naquele momento, tiver, honestamente, o melhor desempenho. Todos querem ser os melhores.

A partir dessas constatações simples, tenho concluído que a causa primária dos problemas brasileiros está nas tentativas de tutelar o comportamento humano e de impor à sociedade um conjunto cada vez mais complexo de regras contrárias à sua natureza e que privilegiam, em última análise, muito mais as regras do que os resultados, muito mais a burocracia do que a produtividade e que desprezam a vontade e a capacidade de cada um para ter e ser o que quiser e puder, dentro das suas possibilidades. .

Estou convencido que o ideário liberal, algo que nunca foi definitivamente experimentado no Brasil, deve ser a solução a ser buscada para os nossos problemas. Precisamos, por outro lado, de competência para entender seu verdadeiro significado e para estar à altura das responsabilidades que demanda.

“O governo mínimo não é ausência de governo, mas governo com foco, determinado a deixar que o mercado descubra a sua vocação” (Jorge Jacob – empresário paulista). Essa “determinação” deverá incluir uma vigilância, cujo nível será tanto menor quanto maior for a nossa capacidade para entender as regras do mercado.

A debacle do projeto socialista bolivariano do Foro de São Paulo dá ao liberalismo a melhor oportunidade para apresentar-se como solução, desde que isto seja feito com inteligência e lucidez para que a sociedade entenda que o sucesso depende principalmente da confiança na nossa própria competência para compreender, dominar e praticar a democracia e as leis do mercado.

É preciso apresentar e implementar o liberalismo de forma que seja o mais palatável em meio ao amargor da situação atual e de suas projeções futuras, ou seja, já que qualquer solução será dolorida, por que não experimentar o que nunca foi experimentado e que tem dado certo em outros lugares?

Como dizem os mais inteligentes e desassombrados, é na crise que encontramos as melhores oportunidades. Deus queira que saibamos encontrar e explorar as nossas!

Gen Bda Paulo Chagas
Colunista

jul 20

REAÇÃO DEMOCRÁTICA #011 – Quarta, 20 de junho às 21:00h

VIDEOCONFERÊNCIA
Convidados:

Dr. Guilherme Schelb – Procurador da República, Mestre em Direito Constitucional e palestrante sobre temas da infância e família
Dr. Miguel Nagib – Criador da ESCOLA SEM PARTIDO, advogado e palestrante
Dra. Damares Alves – Professora, Pastora, palestrante e Assessora Parlamentar
Ao vio – nesta quarta-feira, 20 de junho
Com a Equipe de O ESTADO BRASILEIRO

O MARXISMO CULTURAL, OS ABUSOS CONTRA A FAMÍLIA E A SOCIEDADE…
Tudo isso é passível de indenização e precisa ser combatido…
Vamos aprender, com especialistas no assunto, como nos defender…
Como defender o Brasil do caos social que tentaram implantar na América Latina…
Como desfazer este trabalho sujo que visa destruir nossa sociedade?
clique-e-assista-ao-vivo
Nesta quarta, 20 de junho às 21:00h
em REAÇÃO DEMOCRÁTICA
Transmitido pelas rádios da Rede Movimento em tempo real!
www.redemovimento.com.br
Siga o link que acompanha este vídeo!

jun 23

Elevado Costa e Silva passará a se chamar Elevado Presidente João Goulart

Um verdadeiro golpe. Um violento atentado terrorista ideológico.

stalin-lenin-marx-comunismoNos releases enviados para as agências de notícias e órgãos de imprensa, consta o seguinte:
“Câmara retira do Minhocão nome de presidente da ditadura”

Num esforço comunista bolivariano, em plena queda dessa ideologia mentecapta, com reprovação do povo brasileiro após assistir o que os esquerdopatas fizeram com o País, vereadores de São Paulo ignoram as transformações ocorridas nas últimas semanas livres de Dilma e continuam sua luta insana no sentido de perverter a história do Brasil.

Um verdadeiro marco da cidade de São Paulo, o Minhocão – como é conhecido – sofre um atentado ideológico que precisará ser rebatido e dará muito trabalho para ser revertido, se isso for possível.

A Câmara Municipal de São Paulo decidiu nesta quarta-feira, 22, mudar o nome do Elevado Costa e Silva – conhecido como Minhocão – para Elevado Presidente João Goulart. O projeto de lei aprovado retira a atual denominação do “presidente da ditadura militar” – Artur da Costa e Silva (1967-1969) – e substitui pelo presidente deposto pelos militares – João Goulart (1961-1964).

De autoria do vereador Eliseu Gabriel (PSB), o PL é de 2014. Agora, segue para sanção do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT). O projeto propõe a revogação do Decreto 8.574 de 19 de dezembro de 1969, que denominou a via como Elevado Costa e Silva.

Segundo justificativa de Gabriel, o presidente do regime militar “causou violência sem precedentes na história do País” ao aprovar no final de 1968 o Ato Institucional número 5 (AI-5), decreto que dava fim a todos os direitos civis.

O projeto foi aprovado em primeira votação no dia 8 de junho. Na ocasião, o vereador explicou que foi relator da Comissão da Verdade na Câmara e que uma das determinações do grupo foi retirar dos logradouros os “nomes de torturadores e pessoas que causaram crimes à comunidade”.

São Paulo não merece essa afronta!

Informalmente, o elevado é chamado de Minhocão e soma 45 anos de criação. Ao longo dos 3,4 quilômetros de extensão, percorre quatro distritos: Consolação, Santa Cecília, Perdizes e Barra Funda.

Celso Brasil

Celso Brasil jornalista

jun 14

Vídeo de chamada – REAÇÃO DEMOCRÁTICA [#007] General Heleno Fala à Nação 15/jun 21h

Quarta, 15 de junho às 21:00h ao vivo
Videoconferência com a equipe de O ESTADO BRASILEIRO
via Google Hangout com transmissão simultânea através
das rádios da Rede Movimento de Comunicação
Pauta:
– Amazônia
– Política indigenista
– Intervenção Militar
– Quadro político atual

Assista a videoconferência completa clicando abaixo:

Augusto Heleno Ribeiro Pereira (Curitiba, 29 de outubro de 1947) é um general-de-exército do Exército

Brasileiro da reserva. Foi comandante militar da Amazônia e Chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia.

Tem posições claramente críticas com relação às políticas oficiais, particularmente com relação à atitude da comunidade internacional com relação ao Haiti e à política indigenista do governo brasileiro.

Carreira Militar

Graduou-se aspirante-a-oficial de cavalaria em 1969, na Academia Militar das Agulhas Negras, sendo o primeiro colocado de sua turma de cavalaria. Foi também o primeiro colocado de sua turma de cavalaria na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (EsAO) e na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME),

recebendo por isso a medalha Marechal Hermes de prata dourada com três coroas. No posto de major, integrou a missão militar brasileira de instrução no Paraguai. Como coronel, comandou a Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx), em Campinas, e foi adido militar da Embaixada do Brasil em Paris, acreditado também em Bruxelas. Como oficial-general, foi comandante da 5ª Brigada de Cavalaria Blindada e do Centro de Capacitação Física do Exército, chefe do Centro de Comunicação Social do Exército e do Gabinete do Comandante do Exército.

De junho de 2004 a setembro de 2005, foi o primeiro comandante militar da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (MINUSTAH), constituída de um efetivo de 6250 capacetes azuis de 13 países, dos quais sete latino-americanos. Da mesma forma que o embaixador chileno Juan Gabriel Valdés, representante especial do secretário-geral da ONU e chefe da missão, e dos governos de países latinos, o General Heleno expressou sua discordância quanto à estratégia adotada pela comunidade internacional em relação ao Haiti.[1] Sucedeu-o, no comando da MINUSTAH, o general Urano Teixeira da Mata Bacelar, que acabaria por suicidar-se em Porto Príncipe, quatro meses depois, em janeiro de 2006. Em 2006, deu uma palestra na polêmica Escola das Américas.

Como comandante militar da Amazônia, o general Heleno contestou a política indigenista do governo Lula, que qualificou de “lamentável para não dizer caótica”, durante palestra no Clube Militar, no Rio de Janeiro, à época da demarcação da terra indígena de Raposa/Serra do Sol. Afirmou que os índios “gravitam no entorno dos nossos pelotões porque estão completamente abandonados”.

Em 9 de maio de 2011, numa cerimônia no Quartel General do Exército em Brasília, passou para a reserva e defendeu o movimento militar de 1964.[4] , após 45 anos de vida militar.

Atuou como consultor de segurança e assuntos militares do Grupo Bandeirantes de Comunicação, onde também colaborava com comentários na programação das emissoras.

Atualmente exerce o cargo de diretor de comunicação e educação corporativa do COB (Comitê Olímpico Brasileiro).