Categoria: Economia

Comprovado em 3 minutos! O PT é o motivo de todo caos nacional

O PT provou que é a única causa do caos que assola o Brasil.
Rejeitado pelo povo, obteve, hoje, 15 de março de 2016, a confirmação do mercado financeiro, graças a uma falha da Rede Globo que anunciou a confirmação de “Lula Ministro”.
Bastou para o pânico do mercado, termômetro da realidade nacional se o PT insistir em permanecer no poder.
Experimentamos o caos por alguns minutos, até ser desmentida a terrível notícia.

Comprove através da matéria abaixo, publicada pelo portal InfoMoney .com.br

Lula foi ministro por 3 minutos hoje na Bolsa: o ‘descuido’ provocou um giro de R$ 2 bi no dólar

Uma notícia de que Lula teria assumido oficialmente ministério no governo Dilma fez dólar disparar 33 pontos às 15h30

SÃO PAULO – Um pequeno descuido de uma repórter ao vivo na tarde desta terça-feira (15) provocou um giro de quase 2 bilhões de reais no mercado. A notícia serviu como a faísca que faltava para incendiar a Bovespa, que vive hoje dia de forte aversão ao risco.

Em apenas 3 minutos, o dólar movimentou R$ 1,971 bilhão na Bovespa, após uma repórter que aparecia ao vivo pela Globo News deixar escapar às 15h30 (horário de Brasília), que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria assumido oficialmente o ministério da Secretaria de Governo, até o momento ocupado por Ricardo Berzoini. A fala foi em seguida corrigida por ela, que disse se tratar ainda de rumores. No entanto, o deslize foi suficiente para provocar uma reviravolta no mercado.

A notícia, repercutida por outros sites na sequência, fez o dólar futuro disparar 33 pontos em apenas 2 minutos a partir das 15h30. Embora corrigida rapidamente (falando que tratava-se apenas de rumores), a notícia levou o dólar futuro para a máxima nesta sessão, aos 3.796 pontos, puxando um volume financeiro sete vezes superior à sua média por minuto. Passado o ‘susto’, o dólar voltou a perder força, recuando 0,16 pontos nos 20 minutos posteriores à notícia.

Só para se ter uma noção da força do ‘deslize’, um investidor que conseguiu pegar todo o movimento – que representa uma alta de 0,89% do dólar futuro – pode ter visto seu saldo saltar consideravelmente em apenas 2 minutos. Isso porque o contrato cheio do dólar futuro vale US$ 50.000,00 e a compra mínima são de 5 contratos. Ou seja, quem fez essa compra no preço mínimo e vendeu no preço máximo, conseguiu obter um lucro de R$ 8.250,00 (ou seja, 0,033xUS$50.000,00×5), sem considerar os custos com a operação.

Confira abaixo duas imagens que mostra a reação mercado à notícia: 

– Reação do mercado no instante da notícia:

– Mercado corrigindo equívoco minutos depois:

Macri diminui impostos, aumenta arrecadação e o país decola

A Argentina, em poucos meses, atrai os olhares de investidores de todo o mundo, com as ações implantadas pelo novo presidente anti bolivarianista.

Governo Macri passa no grande teste em Buenos Aires e ensina o Brasil a sair da crise em pouco tempo, desde que se aplique a austeridade.
Suas ações foram todas democráticas, voltadas ao desmantelamento do bolivarianismo, expulsando médicos cubanos, demitindo funcionários inúteis e enxugando a máquina pública, eliminando os focos de travamento da economia.

Maurício Macri dá aumento de 35% aos professores e aulas recomeçam na Argentina

Presidente Mauricio Macri inaugura ano letivo de 2016 em escola no distrito de Buenos Aires de Lanús

Um dos principais argumentos utilizados pelos inimigos de Mauricio Macri dizia que a Argentina, país dominado pelos sindicatos peronistas, seria ingovernável tendo à sua frente um político alheio ao peronismo. Desde que ganhou as eleições, Macri se dedicou a tentar desmentir essa ideia. Uma das provas de fogo era a negociação com os professores, e o presidente superou com um sucesso inesperado esse desafio. As aulas foram retomadas normalmente em toda a província de Buenos Aires, a principal, e na maioria do país, embora greves e conflitos ainda persistam em Córdoba, Santa fe, Mendoza, Neuquén, Chubut, Santa Cruz e Tierra del Fuego.

Para conseguir que as aulas fossem reiniciadas normalmente em Buenos Aires, a província com maior número de habitantes, mais rica e mais relevante em termos políticos – ali se concentram todos os veículos de comunicação nacionais e todas as instituições –, Macri e a governadora de Buenos Aires, a macrista María Eugenia Vidal, tiveram de ceder bastante. O aumento de salários acertado com os poderosos sindicatos de professores de Buenos Aires é de 35%, muito acima do objetivo de 25% que havia sido determinado pelo próprio presidente. A inflação anual do país está em cerca de 30% atualmente. A província assume 25%; os outros 10% serão colocados pelo Estado, o que demonstra que o maior interesse de Macri era que as aulas recomeçassem com tranquilidade, independentemente do precedente que o percentual de 35% aprovado possa gerar para todas as demais negociações a partir de agora.

Orgulhoso por vencer o desafio, algo que ninguém esperava há alguns meses, Macri organizou um ato em uma escola de Buenos Aires, em Lanús, para mostrar que tem tanto controle político sobre o país que consegue fazer algo que parecia impossível. As aulas não começavam nas datas previstas para os 4,7 milhões de crianças desde 2011.

O governador precedente, o peronista Daniel Scioli, que concorreu com Macri na eleição presidencial e perdeu por uma diferença inferior a três pontos percentuais, sempre teve de enfrentar greves muito duras que deixavam os alunos sem aulas durante vários dias ao longo do ano, sem que os 180 dias letivos pudessem ser cumpridos – uma das questões que, segundo os especialistas, tem prejudicado o ensino público argentino, que sempre foi um exemplo para a América Latina e que hoje é bastante questionado, a tal ponto que boa parte da classe média urbana tem se transferido para escolas particulares, algo impensável há 30 anos atrás.

Uma demonstração disso está na própria política. Enquanto antes todos os presidentes e ministros haviam estudado em escolas e universidades públicas, a nova geração que chega ao poder, como é o caso de Macri, estudou em escolas ou universidades privadas de elite.

A inflação de tornou o principal problema para os argentinos e para seu Governo, cuja imagem começa a se deteriorar ligeiramente – embora ainda conte com forte apoio – por causa do aumento descontrolado dos preços. Macri pretende controla-los, mas, para isso, precisava diminuir para 25% os aumentos salariais. Os 35% acordados com os professores de Buenos Aires serão referência nas futuras negociações. Ninguém aceitará menos do que isso. Macri parece ter optado por pactuar agora com os sindicatos para evitar que o país se incendiasse e correr atrás de uma redução da inflação mais adiante. Neste momento, parece óbvio que o presidente não teve condições nem sequer de começar a abordar o problema, que piora a cada dia.

Macri se concentra, hoje, em demonstrar que tem o controle político do país, com sindicatos peronistas que, muito distantes de saírem em armas para as ruas, dirigem-se normalmente à Casa Rosada para se entender com o presidente e que, neste momento, preferem fazer acordos. Os kirchneristas, indignados com essa atitude dos sindicatos, acreditam que estes se deixaram comprar por ajudas ás próprias centrais e suas obras sociais, que constituem o caixa de qualquer sindicato importante.

Nesta semana, Macri retoma sua ação política junto ao Congresso tentando demonstrar que mantém o controle também neste caso. A derrota eleitoral levou a oposição a se dividir, o que facilita a tarefa do Governo. Depois da retomada das aulas no tempo previsto, o próximo êxito será conseguir fazer com que o Congresso e o Senado aprovem a extinção da lei do “ferrolho”, condição básica para chegar a um acordo e pagar aos fundos abutres. Tudo indica, aparentemente, que Macri conseguirá fazê-lo depois de longas negociações, como ocorreu no caso dos professores, e poderá, assim, transmitir novamente a mensagem de que a Argentina não é tão incontrolável como pensavam alguns. Pelo menos no momento.

com El Pais

Usiminas – salto de nove vezes em prejuízos no 4º trimestre

A situação se agrava em todos os seguimentos

As siderúrgicas não são exceção, diante da situação caótica em que a economia, totalmente desgovernada, só vislumbra o fundo do poço, caso a sociedade civil e as instituições não continuem unidas, no sentido de inverter este panorama através de uma forte mudança no quadro político nacional.

O prejuízo líquido atribuível aos controladores da Usiminas terminou o quarto trimestre em R$ 1,36 bilhão, informou a siderúrgica nesta quinta-feira em seu balanço.

A cifra é mais de nove vezes maior em relação às perdas registradas no mesmo período do ano anterior e significa piora de 31,8% sobre o resultado negativo do terceiro trimestre.

Grande parte do prejuízo, contudo, refere-se à baixa contábil realizada pelo grupo nos segmentos de mineração e siderurgia, de R$ 1,6 bilhão. Não fosse essa decisão de realizar o “impairment”, a companhia teria, na verdade, lucro de R$ 217,3 milhões no trimestre.

No acumulado de 2015, a Usiminas apurou prejuízo líquido atribuível a controladores de R$ 3,24 bilhões.

A Usiminas não divulgou sua alavancagem ao fim de 2015, medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda. Mas esse cálculo resultaria em patamar de 20 vezes — no fim de setembro, a alavancagem era de 6,8 vezes. As cláusulas de teto de endividamento assinadas com credores foram estouradas novamente, mas a companhia conseguiu o perdão dos investidores.

A preocupação dos analistas e investidores é a situação de liquidez da siderúrgica mineira. Isso porque, só neste ano, a empresa tem vencimentos em R$ 1,92 bilhão, sendo mais R$ 1,83 bilhão a pagar em 2017. O endividamento de curto prazo (12 meses) representa 95% do caixa.

STF: Acessar dados bancários sigilosos é constitucional

Seis ministros já se posicionaram pela norma. Zavascki citou ‘culto fetichista do sigilo bancário’. Julgamento foi interrompido e será retomado na semana que vem

A maioria dos ministros do plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) votou pela constitucionalidade do poder da Receita Federal para requisitar informações a instituições financeiras. O julgamento foi interrompido e será retomado na semana que vem, com os votos dos ministros restantes. Até agora, já se posicionaram a favor da matéria Edson Fachin, Roberto Barroso, Dias Toffoli, Carmem Lúcia, Rosa Weber e Teori Zavascki.

Somente o ministro Marco Aurélio votou pela inconstitucionalidade da norma, por entender que o compartilhamento dos dados entre o Fisco e as instituições bancárias trata-se de quebra de sigilo fiscal. “No Brasil pressupõe-se que todos sejam salafrários, até que se prove o contrário. A quebra de sigilo não pode ser manipulada de forma arbitrária pelo poder público”, disse.

Em seu voto, o ministro Teori afirmou que via uma “espécie de culto fetichista do sigilo bancário que, muito mais do que preservar a intimidade das pessoas, visa negar acesso às autoridades a dados (…)”.

Desde que o julgamento foi pautado, integrantes da Receita Federal e da Fazenda informam que seria prejudicial para a arrecadação e investigações como a Operação Lava Jato a impossibilidade de requisitar informações bancárias. Representantes das instituições estiveram reunidos com ministros do STF nos últimos dias, às vésperas do início das discussões na Corte. Minutos antes do julgamento, o secretário da Receita, Jorge Rachid, deixou o prédio do STF, mas preferiu não falar com a imprensa.

O STF julga a constitucionalidade de dispositivo da Lei Complementar 105, de 2001, que prevê a possibilidade do compartilhamento de informações. O tema voltou à tona neste ano após o anúncio do aumento do controle sobre as movimentações financeiras pela Receita, por meio de uma instrução normativa que estabeleceu, por exemplo, que movimentações superiores a 2.000 reais devem ser informadas ao Fisco.

Durante seu voto, o ministro relator do recurso extraordinário, Edson Fachin, ressaltou que há um “translado” do dever de sigilo da esfera bancária para a fiscal. “O poder público não desbordou dos parâmetros constitucionais (…) na medida em que estabeleceu requisitos objetivos para requisição (dos dados) pela autoridade tributária”, disse o ministro. O argumento foi sustentado também em manifestação do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Ontem, o procurador alegou que não se fala em “quebra de sigilo”, mas sim de transferência do dever de sigilo bancário de uma instituição a outra.

O ministro relator das quatro Ações Direta de Inconstitucionalidade (ADI) sobre o tema, Dias Toffoli, afirmou em seu voto que há muito mais vazamento de informações por lei. Para o magistrado, o cruzamento de informações é um dos maiores responsáveis pela queda da sonegação fiscal e, citando um estudo, afirmou que o Brasil é um dos países onde mais sonegam imposto no mundo.

O ministro Roberto Barroso ressaltou em seu voto a necessidade de estabelecer uma regulamentação por ente da federação para assegurar o sigilo das informações. Barroso, que foi criticado por Marco Aurélio durante sua fala, sustenta que a possibilidade de permitir o acesso a dados obedeça as seguintes garantias: notificação do contribuinte quanto à instauração do processo e atos, sujeição do pedido a um superior do requerente, existência de sistemas eletrônicos de segurança certificado com registro de acesso e o estabelecimento de mecanismos efetivos para apuração e correção de desvios.

Ainda precisam votar os ministros Celso de Mello, que também antecipou que será contrário, e o presidente da Corte, ministro Ricardo Lewandowski. Os ministros Luiz Fux e Gilmar Mendes não estão presentes na sessão plenária.

(Com Estadão Conteúdo)

MP 695 tem cheiro de maracutaia

Medida Provisória 695 sendo votada, cheiro de maracutaia

por Beatriz Kicis
Correspondente

Contexto:

1- inadimplência recorde também afeta bancos pois bancos financiam a maioria das empresas
2- as margens dos bancos são apertadíssimas e tem muita regulamentação
3- qualquer aumento brusco da inadimplência pode levar a quebradeira de banco
4- se não conseguirem refinanciar suas dividas
5- agora o governo quer resgatar bancos que sofrem com esse problema
6- na verdade tem 3 propósitos:  1- nacionalizar ainda mais o sistema bancário  2- repassar para o contribuinte a conta da quebradeira que or proprio governo criou e 3- salvar os donos dos bancos comprando a parte deles num valor bom antes de entrarem em colapso
7- se o Banco do Brasil e Caixa começarem a comprar esses bancos maiores , gente a crise será muito muito profunda.

Economia brasileira só voltará ao “normal” em setembro de 2020

Segundo analista, ainda teremos mais de quatro anos para que recuperemos o PIB de dezembro de 2013.

Ao todo, serão 2,5 mil dias de economia alquebrada, quase SETE ANOS. E ainda estamos na primeira metade desse período. Claro que vem mais (bem mais) chumbo por aí. A afirmação é do economista Alexandre Cabral, em sua coluna no Estadão. Basicamente, apenas em setembro de 2020 o PIB do país voltará ao nível de dezembro de 2013.

A análise tem como base o Relatório Focus, divulgado pelo Banco Central (ou seja, pelo próprio governo Dilma). O pior de tudo é que a perspectiva não é pessimista nem catastrofista, mas sim REALISTA. Desse modo, é claro que as coisas podem ser BEM piores (já que a economia, no fim das contas, depende de decisões governamentais e outros fatores desatrelados da pura e simples ciência exata).

Por essas e outras, é mais do que urgente a saída de Dilma Rousseff e do PT da Presidência da República. A situação já está pra lá de desesperadora.

Implicante.org

Mercado Financeiro

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Dolar & Euro atualizados

Dólar – últimas variações mensais

Euro – últimas variações mensais


Resumo das principais Bolsas do Planeta

Indicadores de inflação

Você realmente sabe o que é inflação?

A inflação é um conceito econômico para representar o aumento dos preços dos produtos e serviços em um país ou região durante determinado período. Por exemplo, uma cesta básica que custe R$100,00 em determinado mês, irá custar R$110,00 no mês seguinte caso a inflação seja de 10% ao mês.

Pode-se dizer que a inflação afeta o poder aquisitivo do consumidor, pois o reajuste salarial de um trabalhador não ocorre mensalmente. Sendo assim, quanto maior for a inflação, menor será o poder aquisitivo, sendo necessário uma quantidade maior de dinheiro para adquirir os mesmos produtos ou serviços.

Quais os tipos de inflação?

Em função da magnitude das altas dos preços, a inflação é classificada em três tipos distintos:

  • Inflação de demanda –É caracterizada pela alta demanda de um determinado setor, ou seja, o consumo é maior do que a capacidade de produção do país.
  • Inflação de custos – Ocorre por causa da elevação dos custos de produção (máquinas, matéria-prima e principalmente mão de obra) dos produtos.
  • Inflação estrutural – Ocorre em função da ineficiência da infraestrutura envolvida no processo de produção. Por exemplo, a má conservação das estradas e portos de um país, necessários para a distribuição de um produto, acaba gerando gastos que são repassados ao preço final.

Quais as causas da inflação?

São várias as causas para o aumento da inflação em um país. De maneira mais geral, o principal fator tem origem no desequilíbrio entre a demanda e a oferta. Dentre as principais causas para o aumento da inflação podemos destacar:

  • Excesso de gastos – Aumento rápido do consumo sem que haja quantidade suficiente de produtos e serviços. Dessa forma, os compradores passam a competir pela oferta, que é  escassa.
  • Aumento dos lucros – Umas das causas para o aumento da inflação é o aumento dos lucros, que ocorre quando a concorrência diminui na economia: as empresas aumentam os preços e não perdem seus clientes.
  • Aumento dos preços ou falta de matéria-prima – Quando há aumento no valor da matéria-prima ou a falta dela para a fabricação de determinado produto, o preço final aumenta, ficando difícil para o país contornar esse tipo de inflação.
  • Inércia – Ocorre quando a economia de um país já está tomada pela inflação. Por exemplo, trabalhadores exigem aumento salarial, empresas tentam garantir lucro e assim por diante.
  • Aumento de salários mais rápido do que a produtividade – Se os salários aumentarem sem que haja ao mesmo tempo aumento na produtividade, os custos de produção ficarão mais caros e é provável que esse descompasso seja repassado ao consumidor no preço final para que o lucro não seja perdido.
  • Excesso de moedas em circulação – A inflação também pode aumentar caso a quantidade da moeda (no Brasil, o Real) em circulação seja maior do que a produção de bens e serviços.

Consequências da inflação

É fato que a inflação pode ser prejudicial para a economia de um país, podendo gerar diversos problemas e distorções econômicas. Vale ressaltar que as taxas de inflação são aquelas que ficam acima de 6% ao ano. Dentre as principais consequências podemos destacar:

  • Desvalorização da moeda – A moeda tende a perder o seu valor com o tempo. Além disso, trabalhadores que não têm reajustes salariais não conseguem adquirir os produtos ou serviços que costumavam adquirir em função dos constantes reajustes de preços.
  • Alta do dólar e aumento dos produtos e serviços importados – Enquanto a moeda do país se desvaloriza devido à inflação, outras (principalmente o dólar) fazem o inverso. Com isso, produtos e serviços importados ficam mais caros e, consequentemente, a inflação aumenta ainda mais.
  • Queda dos investimentos no setor produtivo – Em um país tomado pela inflação, muitos investidores passam a deixar o dinheiro aplicado em bancos, ao invés de investir no setor produtivo.
  • Clima econômico desfavorável – Um país que sofre com a inflação é visto de forma negativa no mercado internacional. Como consequência, empresas evitam fazer parcerias e investimentos.
  • Elevação das taxas de juros – O país aumenta as taxas de juros como forma de controlar a inflação.
  • Aumento do desemprego – Países que não conseguem controlar ou baixar a inflação sofrem, em longo prazo, com o aumento das taxas de desemprego, pois há uma diminuição dos investimentos no setor produtivo.

Órgãos e Institutos responsáveis

O principal responsável pelo cálculo de variações do custo de vida (Inflação) é o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ele tem a função de apurar o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) e o IPC (Índice de Preços ao Consumidor).
Além do IBGE, a Fundação Getúlio Vargas, com sede no Rio de Janeiro, é o órgão privado responsável pelo cálculo periódico dos índices IGP, IGP-10, IGP-M, IGP-DI, IPA, INCC e IPC. A apuração do índice de Preços ao Consumidor (IPC) é de responsabilidade da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da Universidade de São Paulo. O calendário de divulgação dos índices de inflação no país é divulgado todos os dias no site Portal Ibre.

Fonte/parceria: Debit .com.br

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Estudo do Credit Suisse aponta para uma recessão inédita no País

A economia brasileira corre o risco de mergulhar em um período de três anos seguidos de contração, fato inédito desde 1901, início da série histórica.

Dados muito negativos de atividade econômica referentes ao fim de 2015 e o início deste ano têm levado as projeções de analistas para o desempenho do PIB em 2016 (Produto Interno Bruto) a continuar piorando.

O banco Credit Suisse esperava contração de 3,5% do PIB, mas agora já trabalha com número mais próximo de 4%, mesma estimativa da instituição para 2015. E, para 2017, projeta um terceiro recuo, entre 0,5% e 1%.

A última vez que o PIB encolheu por dois anos seguidos foi no biênio 1930-1931, quando a economia global passava por crise severa após a quebra da Bolsa de Nova York. Um período de três anos de contração nunca ocorreu.

O Itaú Unibanco anunciou na sexta (5) esperar contração de 4% do PIB em 2016. Antes, projetava recuo de 2,8%. Para 2017, estima expansão modesta de 0,3%.

A consultoria MB Associados trabalha com cenários alternativos: com e sem a presidente Dilma Rousseff.

Se a presidente deixar o governo, espera queda de 3% do PIB neste ano e expansão de 0,6% no próximo.

Caso Dilma sobreviva ao processo de impeachment, os números mudam para duas contrações de 4,1% e 1%.

“Não há nada nem de perto comparável à crise atual”, diz Sergio Vale, economista-chefe da MB Associados, que acredita que o governo ainda não adotou mecanismos capazes de reverter esse quadro.

SEM PRECEDENTES

O ciclo recessivo longo tem mergulhado o país num cenário de grande incerteza, acentuado pela crise política doméstica e pela situação externa desfavorável, principalmente por causa dos riscos de desaceleração mais forte do que o esperado na China.

Esse contexto de poucos precedentes dificulta a projeção dos indicadores econômicos e sociais brasileiros.
PIB brasileiro cai e mantém recessão

“O fato de que nunca vimos isso antes dificulta muito a análise econômica”, afirma Leonardo Fonseca, economista do Credit Suisse.

A equipe da instituição tem feito análises detalhadas da história de outros países que já viveram recessões prolongadas para ajudar na estimativa dos dados de atividade econômica brasileiros.

Descobriu, por exemplo, que nações cujos mercados de trabalho se comportam de forma semelhante ao brasileiro tiveram, em média, alta anual na taxa de desemprego de 2,9 pontos percentuais quando viveram contrações maiores que 2% por, pelo menos, dois anos seguidos.

O resultado ajuda a embasar a expectativa do Credit Suisse de que a taxa de desemprego —medida pela pesquisa Pnad Contínua (IBGE)—, que foi de 6,8% em 2014 e deve ter chegado a 8,3% em 2015, alcançará 13,5% em 2017.

O Itaú Unibanco também espera que o desemprego ultrapasse 13% no próximo ano. Segundo Felipe Salles, economista do banco, o cenário atual é de profunda incerteza para o Brasil e o mundo.

Mas ele ressalta que há sinais, ainda que incipientes, de que a piora da atividade doméstica pode estancar nos próximos meses.

Salles cita os indicadores de confiança de consumidores e empresários que subiram em janeiro, embora permaneçam em nível muito baixo em termos históricos.