Categoria: Cultura

Jerusalém Oriental como capital palestina é desejo dos líderes muçulmanos

“Vários grandes países do mundo muçulmano não querem entrar em conflito com os Estados Unidos, tampouco com Israel, em um contexto de tensões religiosas crescentes com o Irã”, explica Sinan Ülgen

Líderes muçulmanos querem Jerusalém Oriental como capital palestina

AFP / YASIN AKGULLíderes muçulmanos reunidos em Istambul pediram nesta quarta-feira que o mundo reconheça Jerusalém Oriental como capital de um Estado palestino, em resposta à decisão americana de reconhecer a cidade Santa como capital de Israel

O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, e líderes muçulmanos reunidos em Istambul pediram nesta quarta-feira (13) ao mundo o reconhecimento de Jerusalém Oriental como “capital da Palestina”, em reação à decisão americana de reconhecer a Cidade Santa como capital de Israel.

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19 de novembro – Dia da Bandeira que jamais será vermelha

No Brasil, a comemoração ocorre todos os anos no dia 19 de novembro, pois essa foi a data de instituição da bandeira nacional republicana, no ano de 1889. Nessa data ocorrem comemorações cívicas, normalmente acompanhadas do canto do Hino à Bandeira. A bandeira foi adotada pelo decreto nº 4 no dia 19 de novembro de 1889. Esse decreto foi preparado por Benjamin Constant, membro do governo provisório.

Ao meio-dia (12h00) do Dia da Bandeira (19 de novembro), as bandeiras inservíveis (rasgadas, descoloridas, etc.) devem ser incineradas em Cerimonial Peculiar.

No dia 19 de novembro comemora-se o Dia da Bandeira do Brasil, essa comemoração passou a fazer parte da história do país após a Proclamação da República, no ano de 1889. Com o fim do período Imperial (1822-1889), a bandeira que representava o império foi substituída.

A substituição da bandeira imperial por uma bandeira republicana representa as mudanças que o Brasil passava naquele momento: mudanças na forma de governo e de governar, do regime imperial para uma república federativa. Além disso, a nova bandeira representava a simbologia que estava agregada ao regime republicano, como a ideia de um Estado-nação, o patriotismo e o surgimento do sentimento nacionalista.

Características

Bandeira do Brasil, também chamada de Auriverde, é composta por uma base verde em forma de retângulo, sobreposta por um losango amarelo e um círculo azul, no meio do qual está atravessada uma faixa branca com o lema nacional, em letras maiúsculas verdes. O Brasil adotou oficialmente este projeto para sua bandeira nacional em 19 de novembro de 1889, substituindo a bandeira do Império do Brasil. O conceito foi criado por Raimundo Teixeira Mendes, com a colaboração de Miguel Lemos, Manuel Pereira Reis e Décio Villares. É um dos símbolos nacionais brasileiros, ao lado do Laço Nacional, do Selo Nacional, do Brasão de Armas e do Hino Nacional. O campo verde e o losango dourado da bandeira imperial anterior foram preservados – o verde representava a Casa de Bragança de Pedro I, o primeiro imperador do Brasil, enquanto o ouro representava a Casa de Habsburgo de sua esposa, a imperatriz Maria Leopoldina. O círculo azul com 27 estrelas brancas de cinco pontas substituiu o brasão de armas do Império. As estrelas, cuja posição na bandeira refletem o céu visto no Rio de Janeiro em 15 de novembro de 1889, representam as unidades federativas – cada estrela representa um estado específico, além do Distrito Federal. O lema “Ordem e Progresso” é inspirado pelo lema do positivismo de Auguste Comte: “”L’amour pour principe et l’ordre pour base; le progrès pour but” (“O amor como princípio e a ordem como base; o progresso como meta”)

A Bandeira Nacional, um dos principais símbolos do Brasil, reúne uma série de detalhes obrigatórios que devem ser obedecidos, de acordo a com a legislação. O tamanho, a precisão nas cores, a disposição das estrelas que representam os estados e da faixa central devem ser seguidos à risca, assim como a forma como ela é homenageada e guardada. O dia 19 de novembro foi instituído Dia da Bandeira em 1889, logo após a Proclamação da República. No ensino fundamental, são obrigatórias as aulas sobre os símbolos nacionais: a Bandeira Nacional, o Hino Nacional, as Armas Nacionais e o Selo Nacional.

Homenagem

Em Brasília (DF), a principal cerimônia envolvendo o assunto é a da troca da Bandeira Nacional, que ocorre a cada primeiro domingo do mês. Há um sistema de rodízio entre as Forças Armadas e o governo do Distrito Federal na coordenação do evento.

No dia da cerimônia, a Bandeira Nacional é hasteada no mastro da Praça dos Três Poderes. Com 280 metros quadrados, a bandeira é a maior do País.

da Redação OEB
Fontes: FAB, Portal Brasil, dados WEB

Morreu Shimon Peres, ex-presidente de Israel e Prêmio Nobel da Paz

O tempo político de Shimon Peres estende-se por sete décadas, de antes da criação do Estado israelita, em 1948, até ao fim da sua presidência em 2014. Era o último sobrevivente da geração dos “pais fundadores” e o seu percurso confunde-se com a História de Israel. Uma figura de relevo universal.

Shimon Peres, vencedor do Prêmio Nobel da Paz e um dos maiores nomes da política israelense, morreu nesta quarta-feira aos 93 anos. Ele estava hospitalizado desde o dia 14 de setembro, após ter sofrido um acidente vascular cerebral. Com uma carreira de quase 70 anos, Peres ajudou a construir o Estado de Israel, foi várias vezes ministro, duas vezes premiê e é tido como um dos grandes nomes por trás das negociações de paz com os palestinos.

Após ser internado, seu estado de saúde era considerado gravíssimo. Na terça-feira, seu médico havia informado que a situação do ex-primeiro-ministro era grave. Segundo o diagnóstico feito na clínica em Tel-Aviv, onde ele estava internado, Peres teve dano cerebral grave e seus órgãos começaram a apresentar sinais de falência.

Shimon Peres

Ex-presidente de Israel, Shimon Peres

Durante as duas últimas semanas, ele chegou a ter uma melhora, mas ontem a família revelou que Peres vivia “suas últimas horas” e vários parentes já estavam prestando suas últimas homenagens.

Políticos da oposição e membros do gabinete do atual primeiro-ministro, Binyamin Netanyahu, também foram ontem se despedir pessoalmente do ex-líder do país, idolatrado nacionalmente por seu papel na fundação do Estado israelense.

Patriarca
Nascido em Vishnyeva, na Bielo-Rússia – na época, a cidade se chamava Wiszniew e era parte da Polônia –, Peres se mudou para Tel-Aviv, então na Palestina, com 11 anos. Sua carreira na política começou com trabalhos comunitários em kibutzim e integrou a juventude do movimento trabalhista, de tendências socialistas.

Mais tarde, foi um dos artífices dos Acordos de Paz de Oslo, em 1993, negociação que até hoje mais aproximou Israel e Palestina da paz. pelo esforço, Peres recebeu o Prêmio Nobel da Paz de 1994 ao lado do então primeiro-ministro israelense Yitzhak Rabin e do presidente da Autoridade Nacional Palestina, Yasser Arafat.

Último político da geração dos pais fundadores de Israel ainda vivo, Peres, ministro em diversos governos trabalhistas, assumiu em várias ocasiões as funções de primeiro-ministro e a de presidente, entre 2007 e 2014.

Longevidade
Aos 93 anos, o ex-primeiro-ministro era uma figura bastante ativa na política israelense, principalmente por meio de seu Centro Peres para a Paz, que promove a convivência entre judeus e árabes. De acordo com ele, o segredo de sua longevidade era fazer exercícios diariamente, comer pouco e beber uma ou duas taças de um bom vinho.

Shimon Peres, vencedor do Prêmio Nobel da Paz

Em 1993 Israel ainda participava das Conversações em Madrid que não avançavam e não apresentavam quaisquer resultados.

Yossi Beilin informou a Peres sobre a existência de negociações secretas com a Organização para a Libertação da Palestina (OLP) e este compartilhou a informação com Yitzhak Rabin. Em agosto de 1993 Peres e Mahmoud Zeidan Abbas assinaram o primeiro acordo em Oslo.

Em setembro de 1993 foi assinado na Casa Branca o Acordo de Paz de Oslo.

No ano seguinte, Shimon Peres recebeu o Nobel da Paz, juntamente com Yitzhak Rabin e Yasser Arafat.

Em 1993 Peres publicou seu livro “O Novo Oriente Médio”. Neste livro, ele transmite sua visão sobre o futuro do Oriente Médio, no qual interesses nacionais e econômicos seriam os guardiães da Paz nesta zona.

O nome do livro passou a ser uma expressão utilizada, em especial por parte dos direitistas de Israel, como fantasia irreal e contra as ideias contidas neste livro.

da Redação OEB
com Agência Estado

Cai o presidente da Funai depois de repudiar infanticídio na Paralimpíadas

Artur Nobre Mendes – exonerado pelo presidente Michel Temer

“O Brasil não suporta mais tantas crianças indígenas morrendo em nome da cultura. Os organizadores da paralimpíadas tiveram a coragem de romper o silêncio e mostrar ao mundo que os índios brasileiros amam seus filhos e querem todos eles vivos.
Minha menina Iganani Suruwaha levou a tocha e disse ao Brasil e ao mundo: Eu existo,  eu estou aqui, eu sou feliz! “
Dra. Damares Alves – Defensora e ativista da causa indígena

funai-1A Fundação Nacional do Índio (Funai) criticou, no dia 16 de setembro, a organização da Paraolimpíada dos Jogos do Rio por “ofensa e desrespeito aos povos indígenas do Brasil” em uma nota divulgada no começo deste mês divulgada pole Globo.com.

No texto divulgado no último dia 1º, que trazia informações sobre o revezamento da tocha, a organização dos Jogos deu detalhes da história de uma índia que participou do evento. Na explicação, ela disse que infanticídio, homicídio, abuso sexual, estupro, escravidão, tortura, abandono e violência doméstica são “práticas tradicionais nocivas em comunidades indígenas”.

“A indiazinha nasceu na Amazônia, na tribo Suruwahá, com paralisia cerebral. Sua mãe, Muwaji Suruwahá, precisou fugir da aldeia para evitar o infanticídio indígena. A criança, por não andar, estava condenada à morte por envenenamento em sua própria comunidade”, escreveu a organização da Paraolimpíada.

De acordo com a Funai, a alegação dessa suposta prática serve como tentativa de criminalização e demonstração de preconceito contra os povos indígenas, além de uma tentativa de justificativa para penalizar servidores públicos que atuam em áreas indígenas.

A Nota da Funai que gerou a demissão

“A Funai repudia que um evento que tem entre seus objetivos dar visibilidade às pessoas com deficiências, promovendo, justamente, o respeito à diversidade e ao próximo e combatendo o preconceito e a discriminação, utilize concepções baseadas em ideias preconceituosas e discriminatórias para se referir aos povos indígenas do Brasil”, disse a fundação.

A demissão do presidente da Funai

A índia Iganani Suruwaka participou do revezamento da tocha

O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, exonerou nesta terça-feira (20), o atual presidente da Funai (Fundação Nacional do Índio), Artur Nobre Mendes. Em seu lugar, Moraes colocou seu assessor especial no Ministério da Justiça, Agostinho do Nascimento Netto.

A demissão de Artur Nobre Mendes foi publicada hoje no Diário Oficial da União, com data de segunda-feira (19). A exoneração ocorre quatro dias depois da publicação de uma carta de repúdio divulgada pela Funai, por causa de uma menção feita aos povos indígenas durante o carregamento da tocha olímpica dos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro.

Questionado sobre as razões de trocar a presidência da Funai, o Ministério da Justiça negou que o desligamento esteja relacionado com a carta divulgada pela fundação na sexta-feira. “O Ministério da Justiça e Cidadania informa que a nomeação se trata de uma ação administrativa já prevista e representa mais uma das etapas no processo de dinamização das ações administrativas da Funai”, declarou, por meio de nota.

Na apresentação da índia Iganani Suruwaha, a garota que carregou a tocha, a organização dos Jogos afirmou que “a indiazinha nasceu na Amazônia, na tribo Suruwahá, com paralisia cerebral” e que “sua mãe, Muwaji Suruwahá, precisou fugir da aldeia para evitar o infanticídio indígena”.

O texto mencionou que “a criança, por não andar, estava condenada à morte por envenenamento em sua própria comunidade” e que “a prática cultural que não é considerada crime pelas leis brasileiras”. “Hoje, Iganani tem 13 anos e em agosto de 2015 a Câmara dos Deputados aprovou a “Lei Muwaji”, que visa combater práticas tradicionais nocivas em comunidades indígenas – como infanticídio ou homicídio, abuso sexual, estupro individual ou coletivo, escravidão, tortura, abandono de vulneráveis e violência doméstica – e garantir a proteção de direitos básicos dos indígenas”.

Na sexta-feira, a Funai lamentou que “a organização dos Jogos Paralímpicos Rio 2016, por meio de comunicado oficial divulgado no site do evento, promova ofensa e desrespeito aos povos indígenas do Brasil, referindo-se a crimes como “práticas tradicionais” indígenas.

“A Funai entende que tal posicionamento revela uma total incompreensão sobre a realidade indígena no país, refletindo uma visão preconceituosa e discriminatória sobre esses povos, suas culturas e seus modos de vida”, declarou a fundação.

Na nota, a Funai destacou que o Projeto de Lei nº 1057/2007, conhecido como “Lei Muwaji”, aprovado pelo Plenário da Câmara, em agosto de 2015, desconsidera a falta de dados concretos sobre a suposta prática de infanticídio, “uma vez que não existem dados coletados com rigor e em número suficiente para afirmar que essa seja uma ação frequente e costumeira por parte de povos indígenas, como se tem alardeado”.

“A alegação dessa suposta prática serve, muitas vezes, como tentativa de criminalização e demonstração de preconceito contra os povos indígenas, e também como justificativa para penalizar servidores públicos que atuam em áreas indígenas”, declarou a fundação, que é vinculada ao Ministério da Justiça.

A instituição declarou ainda repudiar “que um evento que tem entre seus objetivos dar visibilidade às pessoas com deficiências, promovendo, justamente, o respeito à diversidade e ao próximo e combatendo o preconceito e a discriminação, utilize concepções baseadas em ideias preconceituosas e discriminatórias para se referir aos povos indígenas do Brasil”.

Agostinho do Nascimento Netto, nomeado agora para a presidência da Funai, estava há apenas três meses no cargo de assessor especial no Ministério da Justiça. Artur Nobre Mendes estava na fundação desde setembro de 2014 e passou a presidir o órgão em junho, quando assumiu o cargo em substituição a João Pedro Gonçalves da Costa – exonerado pelo presidente Michel Temer.

da Redação OEB
com Estadão conteúdo

Temer acelera a limpeza no aparelhamento dos Ministérios com exoneração de sabotadores petistas

Algumas reuniões começam com o grito petista “Fora Temer” e isso vai acabar em dias. O presidente visa, prioritariamente, o Ministério da Educação, não poupando todos os outros.
Levantamentos realizados e em andamento deverá resultar num grande número de exonerações, dando continuidade e a exemplo do que fez no MinC.
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O presidente em exercício Michel Temer determinou que o processo de exonerações fosse acelerado na última semana após informações de que está sendo chamado de “golpista” dentro de alguns ministérios. Segundo interlocutores do presidente, além de desconfiar de “sabotagem”, Temer considerou “inaceitável” a existência de relatos de que integrantes de algumas pastas usavam salas de reunião oficiais para criticá-lo.

A ordem de Temer foi para que ocupantes de cargos de confiança, acima de DAS 3 (Direção e Assessoramento Superior), sem vínculo, nomeados anteriormente a sua posse, fossem desligados. O objetivo é tirar a “militância petista”.

Uma das primeiras medidas anunciadas por Temer quando assumiu o poder com o afastamento da presidente Dilma Rousseff foi justamente a previsão de eliminar 4.307 cargos em comissão, funções e gratificações e a transformação de outros 10.462 cargos comissionados de Direção e Assessoramento Superior (DAS) para servidores concursados.

A medida, que tinha como objetivo mostrar austeridade econômica, estava andando a passos lentos, mas, com a ordem de Temer, segundo uma fonte do Ministério do Planejamento, uma “grande fila já está pronta para sair e vai sair rápido”.

Na Casa Civil, comandada por Eliseu Padilha, segundo uma fonte, a estimativa é de que cerca de 100 cargos sejam extintos nos próximos dias. Na última semana foi publicada edição extra do Diário Oficial dando poderes a Padilha para promover mudanças nas pastas.

Cultura. Um dos relatos que mais teriam incomodado Temer veio do Ministério da Cultura. Segundo disseram ao presidente em exercício, uma servidora abria as reuniões de trabalho com a expressão “Primeiramente, fora Temer”. O mote é usado por apoiadores da presidente afastada Dilma Rousseff.

Nesta semana, a Cultura demitiu 81 funcionários. As exonerações geraram críticas entre representantes do setor, que demonstrou resistência ao governo Temer. O ministro Marcelo Calero saiu em defesa da medida, pediu “o fim do aparelhamento no MinC”.

Nesta sexta-feira, 30, no Rio, Calero foi direto ao falar sobre substituições em cargos de chefia. Segundo ele, “não existe pessoa vital”. “A gente tem que parar de ‘fulanizar’ as coisas, tem que mudar essa cultura no Brasil.”

Também na sexta-feira, o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário anunciou exonerações de 33 ocupantes de cargos comissionados da pasta. O Ministério das Relações Exteriores já desligou 47 DAS. Dois dias depois das demissões do MinC, o Ministério da Saúde demitiu 73 ocupantes de cargos em comissão de áreas estratégicas da pasta.

No Planejamento, foram extintos 67 cargos DAS e 34 de Funções Gratificadas. Outros 441 DAS foram transformados em Funções Comissionadas do Poder Executivo, que terão os mesmos níveis dos DAS e somente poderão ser ocupadas por servidores com vínculo permanente.

Fontes ligadas a Temer afirma que o próximo alvo dos cortes será o Ministério da Educação, reduto do PT desde Lula.

da Redação OEB
com Estadão conteúdo

REAÇÃO DEMOCRÁTICA #011 – Quarta, 20 de junho às 21:00h

VIDEOCONFERÊNCIA
Convidados:

Dr. Guilherme Schelb – Procurador da República, Mestre em Direito Constitucional e palestrante sobre temas da infância e família
Dr. Miguel Nagib – Criador da ESCOLA SEM PARTIDO, advogado e palestrante
Dra. Damares Alves – Professora, Pastora, palestrante e Assessora Parlamentar
Ao vio – nesta quarta-feira, 20 de junho
Com a Equipe de O ESTADO BRASILEIRO

O MARXISMO CULTURAL, OS ABUSOS CONTRA A FAMÍLIA E A SOCIEDADE…
Tudo isso é passível de indenização e precisa ser combatido…
Vamos aprender, com especialistas no assunto, como nos defender…
Como defender o Brasil do caos social que tentaram implantar na América Latina…
Como desfazer este trabalho sujo que visa destruir nossa sociedade?
clique-e-assista-ao-vivo
Nesta quarta, 20 de junho às 21:00h
em REAÇÃO DEMOCRÁTICA
Transmitido pelas rádios da Rede Movimento em tempo real!
www.redemovimento.com.br
Siga o link que acompanha este vídeo!

Elevado Costa e Silva passará a se chamar Elevado Presidente João Goulart

Um verdadeiro golpe. Um violento atentado terrorista ideológico.

stalin-lenin-marx-comunismoNos releases enviados para as agências de notícias e órgãos de imprensa, consta o seguinte:
“Câmara retira do Minhocão nome de presidente da ditadura”

Num esforço comunista bolivariano, em plena queda dessa ideologia mentecapta, com reprovação do povo brasileiro após assistir o que os esquerdopatas fizeram com o País, vereadores de São Paulo ignoram as transformações ocorridas nas últimas semanas livres de Dilma e continuam sua luta insana no sentido de perverter a história do Brasil.

Um verdadeiro marco da cidade de São Paulo, o Minhocão – como é conhecido – sofre um atentado ideológico que precisará ser rebatido e dará muito trabalho para ser revertido, se isso for possível.

A Câmara Municipal de São Paulo decidiu nesta quarta-feira, 22, mudar o nome do Elevado Costa e Silva – conhecido como Minhocão – para Elevado Presidente João Goulart. O projeto de lei aprovado retira a atual denominação do “presidente da ditadura militar” – Artur da Costa e Silva (1967-1969) – e substitui pelo presidente deposto pelos militares – João Goulart (1961-1964).

De autoria do vereador Eliseu Gabriel (PSB), o PL é de 2014. Agora, segue para sanção do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT). O projeto propõe a revogação do Decreto 8.574 de 19 de dezembro de 1969, que denominou a via como Elevado Costa e Silva.

Segundo justificativa de Gabriel, o presidente do regime militar “causou violência sem precedentes na história do País” ao aprovar no final de 1968 o Ato Institucional número 5 (AI-5), decreto que dava fim a todos os direitos civis.

O projeto foi aprovado em primeira votação no dia 8 de junho. Na ocasião, o vereador explicou que foi relator da Comissão da Verdade na Câmara e que uma das determinações do grupo foi retirar dos logradouros os “nomes de torturadores e pessoas que causaram crimes à comunidade”.

São Paulo não merece essa afronta!

Informalmente, o elevado é chamado de Minhocão e soma 45 anos de criação. Ao longo dos 3,4 quilômetros de extensão, percorre quatro distritos: Consolação, Santa Cecília, Perdizes e Barra Funda.

Celso Brasil

Celso Brasil jornalista

REAÇÃO DEMOCRÁTICA [#005] Quarta, 01 de junho às 21:00h – Videoconferência

Videoconferência com a participação de Generais, Parlamentares, analistas e jornalista.

Pautas:
1 – O recuo de senadores e mudança de votos no impeachment
O risco de permanência de Dilma na presidência
2 – Avaliação – Governo Temer em suas 2 primeiras semanas
3 – Tema livre proposto pelos participantes

Via Google Hangout e transmissão em tempo real pelas rádios da Rede Estado Brasileiro
Participação de membros da equipe REAÇÃO DEMOCRÁTICA de O ESTADO BRASILEIRO.
Equipe: Gen Paulo Chagas, Gen Luiz Sodré, Gen Rocha Paiva, Dra. Damares Alves, Dr. Paulo Fernando, Ativista Ray Alves, Jornalista Celso Brasil + convidados

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Clique na figura e assista a videoconferência à partir das 21h desta quarta, 01 de junho AO VIVO

Dilma pode voltar. As chances são grandes e movimentos se mobilizam

Pelo menos três comparsas vermelhos poderão fazer a diferença contra o Brasil.
Importante atualização desta notícia:
Muito contestada nas redes sociais, sentimo-nos na obrigação de esclarecer.
“Com a votação da segunda fase de pronúncia no plenário do Senado, o processo segue para a a última votação, também sob a presidência do presidente do Supremo. Nessa para afastar definitivamente Dilma Rousseff do cargo de presidente da República são exigidos 2/3 dos votos, ou seja, o apoio de 54 dos 81 senadores.”
Conseguimos 55 votos. Serão necessários 54 na fase final.
Portanto, precisamos manter, no mínimo, 54 e já temos 3 senadores (imagem abaixo) sinalizando mudança de seus votos para votar contra o impeachment, o que nos daria 52 votos. Insuficientes para fechar o caso.
Confiram essa mesma notícia num formato diferente em:
http://noblat.oglobo.globo.com/geral/noticia/2016/05/voto-decisivo-cristovam-diz-que-lava-jato-pode-reverter-impeachment-de-dilma.html

Diz a mesma coisa!

dilma-rousseffComo já tinha sido alertado na videoconferência promovida por este portal em 19 de maio passado, agora o perigo se torna ainda maior. A não aprovação do impeachment em sua fase final pode ocorrer.

Imunidade é tudo que Dilma precisa nessa turbulência de delações e implicações, cada vez mais evidentes, do seu nome.

Pelo menos três votos estão sendo revertidos a favor da permanência da presidente afastada, o que daria vitória ao PT e, consequentemente, reverteria em vantagens ao Foro de São Paulo e debilitaria a Lava Jato. O PT não está para brincadeira e Lula articula, como um louco (que é) nesse sentido.

Para a imensa maioria da população, isso seria uma bomba destruindo o sentimento e a vontade popular de recuperação da economia e reconstrução de um Brasil novo, combatente contra as ideologias macabras aplicadas na educação, na cultura… Enfim, no dia a dia do sofrido povo brasileiro.

A saída de Temer e a possível devolução da cadeira presidencial a Dilma, pode representar, definitivamente, o caos econômico, social e moral da Nação.

O Brasil não resistiria por mais alguns meses e os defensores do fim da Lava Jato passariam a ganhar força, o que debilitaria o trabalho da força tarefa que está dando um exemplo ao mundo.

A única solução é o povo nas ruas com muito mais intensidade. As ações de pequenos grupos nas residências dos políticos indecisos, nos aeroportos, nos restaurantes… Onde quer que estejam ou frequentem. As ações em suas cidades de origem tornam-se fundamentais nesse trabalho.

As redes sociais encontram-se infiltradas e a extrema direita trabalha para o fracasso de Temer, influenciando os mais desavisados ou menos capazes de raciocinar.

O caos se dará em todos os seguimentos, caso o Foro de São Paulo consiga essa vitória. E jogarão todas as cartas nisso.

Cabe, então, a todo brasileiro consciente, promover e participar das manifestações que deverão ser organizadas em datas próximas. A mobilização nacional torna-se crucial.

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O senador Cristovam Buarque (PPS-DF), Antônio Regurf (Sem Partido) e Hélio José (PMDB-DF) estão dentro dos 55 votos que resultaram pela aprovação da admissibilidade do processo de impeachment contra a presidente da República afastada, Dilma Rousseff em sessão plenária ocorrida no dia 12 de maio.

Mas agora, o vento mudou para esses senadores que tendem mudar o voto durante a sessão de julgamento final do impeachment de Dilma Rousseff, marcada para ocorrer no mês de agosto, conforme cronograma feito pelo relator da Comissão Especial, senador Antônio Anastasia (PSDB-MG).

Os nomes dos três senadores do DF são tidos como os favoritos dos petistas para reverter à votação no Senado. Cristovam nunca escondeu que votaria num primeiro momento pela admissibilidade do impeachment, como realmente fez, mas que na votação final poderiam votar pelo retorno de Dilma ao Poder. Reguffe que sempre votou como ele estaria tendente a fazer o mesmo por ter a promessa de que Dilma convocaria eleição direta para Presidente da República.

Já o voto do senador Hélio José continua sendo uma grande dúvida para a cúpula do PMDB, partido o qual esta filiado há menos de 60 dias. Na votação passada ele foi enquadrado pela cúpula do PMDB após declarações feitas de que um possível Governo Temer seria bem pior do que o Governo Dilma e que o presidente interino iria “governar com os bandidos do Cunha”.

Para a votação final do Senado, serão necessários 54 votos para cassar definitivamente Dilma Rousseff. Caso contrário, o presidente em exercício, Michel Temer, é quem deixará o Palácio do Planalto. Sem Cristovam, Reguffe e Hélio José, os aliados de Temer só têm assegurados, hoje, 52 votos.

Depois do vazamento da gravação feita pelo ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado que resultou no afastamento de Romero Jucá do comando do Ministério do Planejamento, Cristovam Buarque tem dado entrevista dizendo que até o momento não está convencido de que Dilma deva ser cassada.

Ele diz ainda que outros senadores que votaram pela abertura de processo, cujo nome não quer revelar, também lhe contaram que podem voltar atrás. Os nomes seriam Reguffe e Hélio José.

REAÇÃO DOS MOVIMENTOS PRÓ-IMPEACHMENT

A posição de Cristovam acendeu a luz amarela de movimentos populares que lutam pelo impeachment de Dilma Rousseff. Jailton Almeida, um dos coordenadores do Movimento Vem Pra Rua-DF, disse que votar contra o sentimento nacional, contra a legalidade do impeachment e a favor dos crimes de responsabilidade cometidos pela presidente afastada é no mínimo um suicídio político que poderá ser cometido pelos senadores Cristovam Buarque, Antônio Reguffe e Hélio José.

“A nossa população é esclarecida a ponto de entender que houve sim as pedaladas fiscais e de entender que houve um estelionato eleitoral. A meu ver, o Cristovam está se apegando mais uma vez ao protecionismo de uma esquerda falida que demonstrou ser incapaz de governar o País e contra o que sente a população de Brasília que é claramente a favor do impeachment pelos crimes evidentes contidos no mandado do governo Dilma. Se realmente esses senadores votarem contra o impeachment é uma traição categórica a uma esmagadora maioria de brasilienses que é contra o governo Dilma”, disse ele.

Jailton conclamou a sociedade a voltar pra rua nesta reta final da votação do impeachment. “Temos que contrapor esse movimentozinho artificial que ocorre na Esplanada, pela turma que defende a boquinha com estrutura patrocinada por alguns órgãos que acreditam no retorno de Dilma. Por isso, mais uma vez, sentimos que esse também é o momento de nos mobilizarmos para pressionar os senadores do DF e dizer que eles não podem trair o povo de Brasília”, ponderou.

da Redação OEB
com Portal Radar

REAÇÃO DEMOCRÁTICA [#004] quarta, 25 de maio 21:00h (videoconferência)

Videoconferência – Generais, parlamentares e analistas políticos discutindo a retomada do desenvolvimento do Brasil através da democracia com a participação popular. Desafios Brasileiros
Transmissão via Google Hangout e através das rádios da Rede Movimento em tempo real.