Categoria: Corrupção

MANAUS – De Quem é a CULPA???

Nando Moura

A culpa por Manaus é de Bolsonaro, sim!

Bolsonaro teve 66% dos votos válidos no segundo turno da eleição de 2018 em Manaus. O governador do Amazonas, Wilson Lima, acusado de corrupção, é do PSC, o apoiou e foi por ele apoiado. Pouco antes do Natal, este decretou lockdown e, no dia 26, comerciantes foram para a rua pressioná-lo. No dia 27, abriu tudo, permitiu aglomeração e contágio. Eduardo Bolsonaro avisou: “1.º Búzios e agora Manaus.” Recado dado pelo deputado carioca e bolsonarista Daniel Silveira: “@wilsonlimaAM, viu quem manda no Estado?” Pois é. Quem será? Pergunte a Bia Kicis e Osmar Terra. Relatos pormenorizados de Edilson Martins e Ophir de Toledo não deixam dúvidas: pulmão do mundo (apud Paulo Oliveira) asfixiado por ordem do presidente.
Mandetta previu em março o colapso da saúde pública e 180 mil mortos. Já são mais de 200 mil, podem ser 300 mil. Como num teorema algébrico, QED (como queria demonstrar, em latim).
Direto ao assunto.
Inté.
E só a verdade nos salvará.

José Nêumanne Pinto

Bolsonaro e o culto da morte

O Governo ignorou os alertas e desprezou as recomendações das autoridades sanitárias.
Sem a vacinação em massa não haverá recuperação econômica. Nova variante do vírus poderá levar à permanência da pandemia.
O Impeachment é urgente.
É o instrumento para interrompermos o genocídio.
O Congresso Nacional tem de ser imediatamente convocado.

Bolsonaro é alvo de panelaços em todo o Brasil

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VÍDEOS

A hashtag #BrasilSufocado ganhou adesão de celebridades e políticos!

Com gritos de “fora Bolsonaro”, “genocida”, “assassino” e tantos outros, o Brasil se manifestou.

Foto ilustrativa.

Alvo de panelaços nas principais cidades do País na noite desta sexta-feira, 15, Bolsonaro enfrenta uma gigantesca manifestação contrária à sua postura diante do agravamento da situação da covid-19 em Manaus e todas suas falas e atos referentes à administração da crise sanitária. 

A hashtag “#BrasilSufocado” e a convocação do panelaço começaram a ser disseminadas pela Frente Povo Sem Medo – organização que reúne movimentos sociais, centrais sindicais e partidos de esquerda – às 8h55.

Aos gritos de “genocida” e “assassino”, manifestantes bateram panela em São Paulo em bairros como Pinheiros, Santa Cecília, Higienópolis, Barra Funda, Butantã, Jardins, Pompeia, Cambuci, Ipiranga, Tatuapé, Saúde e Vila Romana por volta das 20h30.

No Largo do Arouche, região central da cidade, carros que passavam pela rua aderiram à manifestação contra Bolsonaro e passaram buzinando. Os protestos tiveram duração entre cinco e 15 minutos.

A iniciativa ganhou a adesão de celebridades como o apresentador Luciano Huck, que compartilhou em seu perfil no Instagram um vídeo batendo panela com a hashtag “#sosamazonas”.

O movimento tomou o Brasil

Aos gritos de “genocida” e “assassino”, manifestantes bateram panela em São Paulo em bairros como Pinheiros, Santa Cecília, Higienópolis, Barra Funda, Butantã, Jardins, Pompeia, Cambuci, Ipiranga, Tatuapé, Saúde e Vila Romana por volta das 20h30.

No Largo do Arouche, região central da cidade, carros que passavam pela rua aderiram à manifestação contra Bolsonaro e passaram buzinando. Os protestos tiveram duração entre cinco e 15 minutos.

Em Manaus, foram registrados panelaços contra o presidente Jair Bolsonaro em bairros das zonas Oeste e Centro-Sul da capital amazonense. Vídeos circularam em redes sociais marcando o protesto em bairros como AleixoFlores Vieiralves Ponta Negra. A cidade vive atualmente em toque de recolher a partir das 19h por causa do colapso na Saúde da cidade.

Com gritos de “Fora, Bolsonaro“, “Fora, genocida“, moradores de Belo Horizonte também fizeram panelaço contra o presidente da República.

As manifestações, que começaram às 20h30 e duraram oito minutos, foram registradas em bairros como Serra Carmo, com moradores em sua maioria de classe média, e Lourdes, de classe média alta. Os três na região Centro-Sul da cidade. Na Floresta, Região Leste, outro bairro de classe média, também houve manifestação. Nos protestos os manifestantes acendiam e apagavam as luzes dos apartamentos.

Ao menos dez bairros de Salvador registram panelaço contra governo Bolsonaro. Soteropolitanos bateram panelas em meio a pedidos de impeachment e agilidade na vacinação. Por volta das 20h30, moradores de vários bairros bateram panelas em meio a gritos de “impeachment”, “fora, Bolsonaro” e “queremos a vacina”.

No bairro do Imbuí, manifestantes passaram ao menos 15 minutos nas sacadas de suas janelas batendo o objeto. Nas ruas da localidade, também foi possível ouvir um buzinaço. O barulho também pôde ser no Costa Azul, na BarraBarbalho 2 de Julho, no Centro da capital, além de StiepGraça ItaigaraPituba São Rafael.

No Rio de Janeiro, um intenso panelaço ocorreu também a partir das 20h30. Em alguns bairros, como Copacabana e Botafogo (zona sul), a manifestação se estendeu por mais de cinco minutos.

Foram ouvidas batidas de panela, assobios e gritos como “Bolsonaro assassino” e “fora Bolsonaro” nos bairros de Copacabana, Leme, Botafogo, Ipanema, Lagoa, Laranjeiras, Cosme Velho, Flamengo, Glória, Jardim Botânico (zona sul), Jacarepaguá, Barra da Tijuca (zona oeste), Tijuca e Grajaú (zona norte), entre outros bairros.

Panelaços contra o presidente Jair Bolsonaro foram ouvidos em várias quadras do Plano Piloto de Brasília, nas asas Sul Norte. Gritos de  “Fora, Bolsonaro!”, “Fora, assassino!”, “Genocida” e “Terraplanista” invadiram a capital da República, acompanhados de buzinaços, que começaram por volta de 20h30 e duraram aproximadamente 15 minutos.

Assim como nas demais capitais, em Porto Alegre, o panelaço ocorreu de norte a sul da capital gaúcha contra o governo Bolsonaro. A manifestação foi registrada em diferentes prédios situados em bairros de classe média como Auxiliadora, Petrópolis e Higienópolis. Além dos panelaços, buzinaços também foram registrados na região. Até em locais considerados redutos bolsonaristas como Moinhos de Vento e Bela Vista, panelas ecoaram pela noite quente de Porto Alegre. O protesto também ocorreu em pontos do Centro Histórico, Bom Fim, Santana, Cristal, Menino Deus e Cavalhada.

No bairro mais boêmio da capital, Cidade Baixa, gritos de “Bolsonaro genocida” também foram registrados. Na Santa Cecília, gritos de “Bolsonaro assassino” também foram relatados. Pelas redes socais, os porto-alegrenses também postaram nas redes sociais os registros sobre o protesto. Assim como vereadores de esquerda, parlamentares do campo da direita também postaram mensagens sobre a manifestação.

Moradores de vários bairros da capital cearense também aderiram ao protesto contra o presidente. Das janelas de casas apartamentos em bairros, como o Benfica, Damas, Montese, Varjota, Joaquim Távora, Cidade dos Funcionários e Papicu, foi possível ouvir o panelaço e gritos pedindo o impeachment de Bolsonaro, como “fora, Bolsonaro!”. Antes do ato, o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), convocou os seguidores na internet a protestarem.

Goiânia registrou panelaços em diversos bairros que possuem conjuntos de prédios, como o Alto da Glória, Pedro Ludovico, Goiânia 2, Negrão de Lima, Jardim Goiás, Parque Amazônia, Bela Vista, Setor Oeste, Setor Bueno e Setor Central. Também houve panelaço da cidade vizinha, segunda maior do Estado, Aparecida de Goiânia.

No Negrão de Lima houve foguete e gritos de “Fora Bolsonaro” e “Fora Bolsonaro Maldito”. Já no Jardim Goiás houve buzinaços em meio a batidas de panelas. Algumas pessoas se manifestaram contra o panelaço, gritando a palavra “mito”, em referência e apoio ao presidente. No Setor Bueno, área considerada nobre da capital de Goiás, veículos que passavam nas ruas manifestaram apoio ao panelaço buzinando.

Na capital maranhense, foram registrados panelaços de forma tímida em prédios residenciais de áreas nobres da cidade. Os que bateram panelas gritaram “Fora, Bolsonaro”. Algumas poucas reações contrárias, retrucaram bradando: “Fora, Flávio Dino”.  O governador do Maranhão faz forte oposição ao presidente da República e é um dos críticos mais ferrenhos da atuação do governo federal.

Em Florianópolis, foram registradas manifestações na região central da cidade, nas imediações da Universidade Federal e nos bairros do sul da Ilha de Santa Catarina. Os moradores gritaram “Fora Bolsonaro” e cobraram abertura de processo de impeachment contra o presidente. No centro de Florianópolis, também houve manifestações nos bares da avenida Hercílio Luz, com gritos contra o presidente e bateção de mesas. “Não dá mais para aguentar esse governo, nós temos que fazer alguma coisa, queremos impeachment”, declarou Alessandra Oliveira, de 42 anos, que, de máscara, saiu pelas ruas do centro de Florianópolis entoando o grito: “Fora, Bolsonaro”.

Também foi registrada manifestação na região continental da capital e em cidades da região metropolitana, como São José e Palhoça. A Polícia Militar fez rondas na região central por volta das 20h30, mas não foi registrado nenhum incidente.

Na capital pernambucana, houve panelaço no horário marcado por algumas publicações que foram compartilhadas ao longo desta sexta-feira, 15. Há relatos de protesto em todas as partes da cidade. No Cordeiro, zona Oeste, e na Boa Vista e no Paissandu, no centro, durou 10 minutos.

No bairro de Boa Viagem, na zona Sul, parte rica do Recife, o panelaço durou 7 minutos e algumas pessoas gritavam “fascista”. No Espinheiro, nos Aflitos, no Prado e na Madalena, bairros de classe média alta da zona norte, o panelaço também durou 10 minutos. De acordo com alguns moradores dos bairros, além das batidas também se ouvia gritos: “fora Bolsonaro”, “genocida”, “assassino”. Em algumas partes da zona norte, os protestantes também assobiavam e buzinavam.

Em Curitiba, panelaços e buzinaços em oposição ao governo federal foram ouvidos em várias regiões da capital na noite desta sexta-feira, 15. Houve manifestações nos bairros Centro, Mercês, Água Verde, Portão, Juvevê, Cabral, Cristo Rei, Batel e Bigorrilho, entre outros.

Foram ouvidos gritos de “genocida” e “assassino”, em referência à forma como Jair Bolsonaro tem conduzido as ações de combate à covid-19. Também foram registrados pedidos de renúncia.

A queda de apoio ao presidente é forte e bem notada por qualquer observador.

Nos corredores se fala em impeachment, já, sem qualquer receio.

Da Redação O Estado Brasileiro
Fonte: Estadão conteúdo

A Matrix da Nova Política

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Carlos Ferreira

Acredite, em 2021 a insanidade Bozoafetiva vai recrudescer nas redes sociais. Quem tiver bom senso, que ainda não tenha se inserido, vai embarcar nesta onda. É uma conclusão que pude avaliar depois de alguns dias perscrutando o perfil de uma infinidade de comentários, entre usuários e grupos, especialmente no Facebook que é a plataforma com a qual sou mais familiarizado.

Facebook que, aliás, é a plataforma e palanque da política cada dia mais virtual e insólita como assim se tornou a chamada Nova Política que Bolsonaro, o candidato, imprimiu no modelo de governança de Bolsonaro, o presidente eleito.

Não está sozinho, há toda sorte de outras páginas ou sites que coexistem nesse ambiente digital, consolidando o conceito que é, de longe, o único onde se pode dizer que existe de fato o que Bolsonaro chama de Nova Política.

No mundo real, lascou geral, não a que se falar em Nova Política por qualquer leitura ou narrativa que se faça. Já nesse ambiente digital, de modo contínuo, é o que temos para o café da manhã, almoço e jantar. Ali a esquerda e o comunismo são entidades malignas a que se dá um permanente combate; porque ali, na rede social, essas entidades existem. O PT continua assaltando o erário, juntamente com tantos outros inimigos da Pátria. Quem não rouba são traidores, simplesmente porque ousaram discordar daquele que é representante onisciente e onipresente de todos os valores disso que alcunhou de Nova Política, justo para contrapor os vícios da Velha Política.

Certo déjà vu me vem das experiências que alcunha equivalente denotava, a Nova República. Esta, outrora, também tinha um cabedal de valores semelhantes. Seu representante máximo vinha na proa da redemocratização do país; ou seja, com a transição do fim do regime militar e a expressão popular dos Caras-Pintadas, eleições diretas e a Constituinte. Em tudo existia, já naqueles anos, o ensejo cívico de uma nova ordem política e social para a pátria amada, Brasil.

Bolsonaro foi eficiente na maneira como não se apropriando da alcunha, apropriou-se de todo o resto daqueles sentimentos, os replicou como novos, remasterizando para esses tempos da era digital. Fenômeno nas redes sociais, fez de todas as faixas etárias uma legião de Caras Pintadas com uma oportuna adequação de propostas. Dessas, a mais contundente e que mais calou na base desse universo de adequações, foi o discurso anticorrupção.

Discordo quando se diz que a eleição de Bolsonaro se deu, em muito, graças ao sentimento antiPTista.  Por uma razão matemática é fácil supor que não haveria 2º Turno se esse sentimento antiPTista fosse de fato a causa. Menos se poderia imaginar o próprio PT na disputa com Bolsonaro.  Uma esmagadora maioria votou em Bolsonaro porque nele quis votar já desde o primeiro Turno, e depois porque ele ainda representava o voto anticorrupção por um lado, e o engajamento dos militares por outro. Esse vislumbre de um governo civil compartilhado com militares foi o extremo desse fenômeno, um outro déjà vu do tipo “éramos felizes e não sabíamos”.

Você revisita o perfil de uns e outros, parecem todos saídos de uma mesma linhagem. Visitou um visitou todos. Mas, curioso e engraçado é que, visitando todos, certamente a impressão deletéria seria que visitou nenhum.

Jovens, meia-idade, velhos… além da faixa etária o que muda é que parte são homens, uma parte maior ainda são mulheres; fiquei pasmo, eu juro. Existe, porém, uma relativa distinção sócio econômica:  Boa discussão na caixa de comentários sempre acontece com pessoas de classe média e classe média alta; não que não sejam boas em qualquer outro patamar social, mas especificamente ali são mais dissimuladas as conversas e mais pragmáticas as convicções.

Me ative a isso porque replicam argumentos com certo padrão de retórica, assim, como se bebessem de uma fonte que é a mesma para eles; contudo, é diferente da fonte onde os outros bebem. Passam essa impressão de informação privilegiada. São empresários, profissionais autônomos ou profissionais liberais bem-sucedidos. Maioria com ensino superior completo e inclusive pós e doutorado. Dei uns pitacos por lá para sentir uma reação aqui outra acolá. Eles argumentam e não polarizam, são até cândidos, se mantendo na postura “bolsominion” sem transparecer que sejam. Decidi que vou ser igual a eles, mas me falta o “glamour”.  

Como que o Mito conseguiu penetrar nessa camada tão avessa aos “Tiriricas?”.

Simples constatar, quem chega primeiro é o discurso, e o bojo de expectativas que um governo com esse discurso pode provocar. Por isso estou inclinado a permanecer nesse ambiente da rede social, como eles. Estou me sentindo melhor e mais seguro em relação à Educação, à Saúde, à Segurança Pública, ao Meio-Ambiente… as Obras de Infra-Estrutura, inclusive, são também um assombroso prodígio.

No que tange ao Combate a Corrupção e a Criminalidade, a gente vê progresso contínuo e isso porque à frente do Ministério da Justiça temos, agora, um Ministro de verdade. A Procuradoria Geral da República, que é um órgão de Estado, trabalha com um zelo peculiar para manter essa independência. O mesmo não dá para falar do Supremo Tribunal Federal, porque no mundo real aparenta ser uma coisa, mas por aqui cada Ministro do Supremo muda de adjetivo de hora em hora. Tudo pejorativo, naturalmente. Os militares daqui todo instante são solicitados a intervir no STF e no Congresso.  Muito diferente dos militares daí, que todo dia toda hora deixam bem claro que quartel não se mistura com política e que não querem saber de política no quartel.

Outros são os fatores que tornam esse mundo digital um fenômeno tão a cara do presidente. Aqui aglomeração pode, e não precisa usar máscara nem álcool gel por conta desta pandemia que aqui, no ambiente virtual, permanece uma gripezinha fácil de prevenir ou de tratar com azitromicina, ivermectina, fluoxetina e a cloroquina de modo geral.

A pandemia propriamente dito não existe; ponto. Apenas os desvios das verbas federais destinadas ao combate da crise sanitária que assola o Brasil do Real, e uma mão de Pilatos que se isenta de responsabilidades pois afinal o STF delegou poderes para os Governadores e Prefeitos. A plateia de seguidores do presidente avaliza e dá anuência, enche de impropérios esses ministros do STF e aplaudem… o presidente.  Se tudo resolvido, viramos a página.

Estamos num universo onde não se faz referências a nenhum dos filhos do presidente. Não existindo ou por não existirem, também não existe o Queiróz nem qualquer coisa que se vincule aos filhos.  Lula e os filhos do Lula, por outro lado…  Nem FHC escapa.  É prodigiosa a lista daqueles sem moral nem reputação.  Exceção, naturalmente, apenas para todos os bispos e pastores do núcleo de evangélicos; líderes ou donos de partidos, mas também para os “camaradas do Centrão”.  Roberto Jefferson e Luciano Hang, o dono da Havan, tem cada um seu respectivo Green Card presidencial em ambos os mundos, o que os distingue de todos os demais.

Aqui o presidente Bolsonaro é reverenciado por evangélicos, o que faz lembrar que sendo o país um Estado laico… o Brasil, neste governo, não é. Tanto os evangélicos como essa maioria das pessoas de bem, que prestigiam o presidente, tem-no o melhor presidente que nosso país já teve!  BRASIL ACIMA DE TUDO, DEUS ACIMA DE TODOS.

Estou convencido que o melhor de dois mundos é permanecer por lá, onde NÃO tem a pandemia, nem SUS nem respiradores e UTI’s, nem vacina para incomodar. Nem desemprego, nem carestia, nem auxílio emergencial. Crime organizado?  …só no Rio de Janeiro do lado de cá.

POR ISSO É PARA LÁ QUE EU VOU.

Na Matrix da Nova Política é bem mais garantido sobreviver ao caos. Todos ali comungam da mesma afinidade, falam a mesma língua, tem os mesmos eufemismos. Podem contar, cada um, com um mesmo PRESIDENTE E MITO para chamar de seu.

Lá todas as promessas de campanha estão cumpridas, salvo o que não estiver finalizado por causa das mesmas forças ocultas que já atuaram no passado contra outra presidenta específica.  

Mas tudo vai ficar bem, porque “Conhecereis a Verdade e a Verdade vos Libertará”…

Assim vou fluindo em direção a realidade virtual dessas verdades absolutas. Fiquem vocês por aí, queridos amigos, nessa terra plana com pandemia e sem presidente.

Eu escolho permanecer na tranquilidade desta unidade ungida pelo patriotismo e a esperança de que unidos e reunidos nessa seara digital, sempre seremos Nós e o Presidente!

FELIZ ANO ANO NOVO!

Carlos Ferreira
Colunista Comentarista

O presidente do “país quebrado” que potencializa o caos, culpa a mídia por potencializar o vírus

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Em sua costumeira inversão dos fatos, Bolsonaro, que potencializa a pandemia, negando a realidade e sabotando o combate à maior crise sanitária mundial, em mais uma crise de insanidade, culpa a mídia por “potencializar o vírus” e reconhece sua incapacidade total ao confessar que “não consegue fazer nada”.

Com o número crescente de mortes, que nesta semana deverá chegar a 200 mil, nos dados oficiais e a mais de 300 mil, segundo especialistas que consideram as subnotificações por falta de testes e total incapacidade do governo Federal no controle, mapeamento e combate ao vírus, o presidente, numa postura criminosa, permanece indiferente ao caos que ele, com todas as suas forças, promove.

No encontro com sua claquete, ele argumenta que não consegue a mudança na tabela do Imposto de Renda, mais uma das promessas de campanha não cumprida, culpando o vírus e a imprensa “sem caráter” que o potencializa.

Nas redes sociais, os brasileiros de bem questionam quem é ele para falar em caráter.

Numa forma absurda de tentar fugir de suas responsabilidades e palavra que nunca cumpre, mais uma vez, joga a culpa para fora de sua pessoa. Responsabilidade essa que nunca teve.

“O Brasil está quebrado, chefe. Eu não consigo fazer nada. Eu queria mexer na tabela do Imposto de Renda, tá, teve esse vírus, potencializado pela mídia que nós temos, essa mídia sem caráter “, afirmou a um apoiador na saída do Palácio da Alvorada.

Atacar a mídia, o jornalismo profissional, é típico daqueles que temem a verdade dos fatos. Sobretudo quando o ataque não se restringe ao país, pois, inclui-se aí a mídia mundial, que alerta para a gravidade da pandemia, incentiva a população mundial aos cuidados, instrui, mantendo as informações sempre atualizadas, cumprindo sua nobre missão.

O jornalismo enfrenta mais um daqueles que temem o desmentido, a apresentação dos fatos e da realidade como ela é.

Essa mesma mídia que este elemento ataca, precisou criar um Consórcio de Veículos de Imprensa, para coletar dados sobre a crise que apavora o planeta, pois o desgoverno atual não tem capacidade nem intenção de apresentar as informações verdadeiras, sem desvios e manipulações orquestradas pelo chefe que em tudo interfere, pervertendo as funções a que cada órgão se destina, a exemplo da Abin, GSI, PGR, Polícia Federal e tantos outros, além de causar sérios danos à imagem das Forças Armadas que, até antes de sua posse, era a instituição de maior credibilidade na opinião pública.

O negacionista de todos os fatos, contraria o que diz seu ministro da Economia, que afirma estarmos num crescimento em “V”, o que, convenhamos, é uma doce ilusão.

Da mesma forma, com sua postura irresponsável, contraria Paulo Guedes e Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, que defendem a vacinação em massa, o que está longe dos planos e da capacidade do elemento em questão.

Sem o combate sério da pandemia, não haverá economia e a população vê com temor o futuro próximo, esperando a inevitável crise.

O Tesouro começa 2021 com uma fatura trilionária a ser paga aos investidores. A dívida que vence neste ano já somava 1,31 trilhão de Reais no fim de novembro de 2020. Este valor deve continuar crescendo com mais juros que vão se somando ao total. 

Realmente, não temos presidente em Brasília. O que temos é um elemento sem escrúpulos, sem caráter, sem responsabilidade, ocupando a cadeira onde deveríamos ter, sim, um Presidente.

Dessa forma, chegamos a uma conclusão de que o primeiro passo para o Brasil tentar escapar deste caos anunciado, será o afastamento do mandatário. Caso contrário, continuaremos sem a educação, sem as prioridades que o meio ambiente exige, sem a diplomacia e gestão correta que poderia nos livrar do isolamento mundial.

Continuaremos num barco sem capitão, sem rumo, sem vacina, sem economia e sem esperança.

Celso B. Rabelo
Jornalista e comunicador

Para Aristides, Lava Jato não acabará

“A Lava Jato não acabará”, disse o primeiro procurador-geral da República a ocupar o cargo na vigência da atual Constituição.
Neste vídeo, Nêumanne entrevista Aristides Junqueira.
No colóquio, ele revelou pela primeira vez em público como ele próprio foi nomeado pelo então presidente Sarney e, depois, reconduzido ao posto máximo da carreira por Collor, o que não o impediu de pedir ao STF que processasse o então presidente por corrupção.
O mineiro, que começou atuando no serviço público como procurador do Estado de Goiás, manifestou-se a favor da escolha do PGR pelo presidente em lista tríplice eleita pela corporação, mas adiantou que isso, que já ocorre nas procuradorias estaduais, só deveria ocorrer na federal se a Constituição for alterada.
Direto ao assunto.
Inté.
E só a verdade nos salvará.

José Nêumanne Pinto

José Nêumanne Pinto entrevista Aristides Junqueira

Bolsonaro, o beócio, e a anomia brasileira

O fracasso econômico das 4 últimas décadas.
As desilusões políticas.
A ausência de projeto nacional.
Como reencontrar o caminho do progresso

Marco Antonio Villa

STF vira Supremo Tribunal da Família Bolsonaro

“Vai ficando claro que Jair Bolsonaro é o chefe de uma organização familiar.”

Josias de Souza – by UOL

Por um 2021 sem Bolsonaro na Presidência

Bolsonaro ignora 200 mil óbitos.
Presidente fomenta negacionismo.
Bolsonaro, no litoral paulista, incentiva o desrespeito às medidas sanitárias de proteção aos milhões de brasileiros.

Marco Antonio Villa

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