Category: Comunicação

jan 27

Sem disparar um só tiro! Gen Paulo Chagas

Caros amigos

A Revolução Democrática de 1964 teve início com larga movimentação de tropas aparentemente antagônicas, e foi vitoriosa sem que fosse disparado um só tiro!

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jan 22

Força Aérea Brasileira desmente boatos sobre acidente aéreo que matou ministro do STF

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O jornalismo sofre a invasão dos que se dizem da área e os que não cumprem seus princípios básicos.
Leitores incautos, na busca de matérias sensacionalistas, são vítimas de boatos. Verdadeiros furos de reportagem com fontes inventadas que geram a desinformação. Estes ainda questionam: “Porque a mídia não fala disso?”
A resposta é: A mídia toma todo o cuidado com a verificação das fontes e do fato. O que não é oficial não deve ser divulgado, sob pena de cair no descrédito e enfrentar processos judiciais perfeitamente cabíveis.

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dez 17

Mais calmo, Silas Malafaia se defende de possível envolvimento com lavagem de dinheiro

Depois de uma condução coercitiva, por seu nome estar envolvido nas investigações sobre os Royalties que prejudicou a Vale do Rio Doce, graças a um cheque de R$ 100.000,00 que apareceu na relação do material investigado, o pastor e deputado da bancada evangélica, Silas Malafaia vem a público para provar sua total inocência.

A matéria tomou as mídias nessa sexta, 16 de dezembro, com o nome do político em evidência

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O nome de Silas Malafaia é envolvido na operação da PF contra esquema de Royalties que prejudicou a Vale

O deputado prometeu, no mesmo dia das manchetes, uma apresentação das provas que mostrariam sua inocência e acabou por ir além!
O pastor e político apresentou, em vídeo que se segue, extrato de sua conta bancária e explicou, em detalhes que o valor foi uma doação que estava perfeitamente declarada, apresentando, inclusive, o destino do referido valor.

O vídeo abaixo resume tudo:

da Redação OEB
com canal YouTube Silas Malafaia

dez 16

Janot analisa afastamento de Dias Toffoli

Mensagens de celular e e-mails comprometem o ministro do Supremo e o ex-ministro Carlos Gabas, alvo da investigação

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, vai analisar se pede o afastamento do ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli das investigações relacionadas à Operação Custo Brasil, que envolve suposto pagamento de propinas ao ex-ministro petista Paulo Bernardo (Planejamento e Comunicações) e sua mulher, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR).

Mensagens de celular e e-mails apreendidos pela Polícia Federal indicam que Toffoli tem relação de “amizade íntima” com o ex-ministro da Previdência Carlos Gabas, um dos investigados, o que pode ferir “deveres de imparcialidade” na magistratura. O Estado apurou que documentos sobre o caso, mantidos em sigilo, foram enviados na semana passada pela Procuradoria da República em São Paulo ao gabinete de Janot, ao qual caberá decidir se requer ao Supremo a suspeição do ministro. Não há prazo, contudo, para que o procurador-geral tome uma decisão sobre o caso.

Conforme fonte que teve acesso à investigação, as comunicações mostram que Toffoli e Gabas marcavam encontros fora do expediente e combinavam eventos sociais, até mesmo um churrasco, o que chamou a atenção no MPF.

Toffoli

A presidente do Supremo, Cármen Lúcia, também foi oficiada. Janot pode pedir o arquivamento do caso ou arguir a suspeição do ministro, o que levaria a pedir explicações ao próprio Toffoli. Se o ministro entender que não há impedimento e continuar participando de julgamentos do caso, caberá ao plenário do STF decidir o afasta ou não.

A existência das mensagens entre Toffoli e Gabas foi revelada pelo portal estadao.com.br no dia 7 deste mês.

Consignados

Desdobramento da Lava Jato, a Custo Brasil apura esquema desvio que movimentou R$ 100 milhões por meio de contrato com a Consist Software, que gerenciava o sistema de concessão de empréstimos consignados a servidores públicos.

paulo_bernardo

Paulo Bernardo

Paulo Bernardo é acusado de receber R$ 7 milhões de suborno da empresa, supostamente repassados a ele por meio de um escritório de advocacia ao qual é ligado. A banca também pagaria despesas eleitorais de Gleisi, que é investigada perante o Supremo em inquérito sob relatoria de Toffoli.

Em 23 de junho deste ano, por ordem da Justiça Federal em São Paulo, a Polícia Federal fez buscas na casa de Gabas e o conduziu coercitivamente a prestar depoimento.

Paulo Bernardo foi preso e o apartamento funcional do Senado em que mora em Brasília, juntamente com Gleisi, sofreu buscas. Dias depois, Toffoli negou pedido dos advogados do petista para que a investigação fosse encaminhada para o Supremo, mas determinou sua soltura, justificando que o ex-ministro sofreu “constrangimento ilegal”.

A suposta parcialidade do ministro foi apontada pela Procuradoria da República em São Paulo com base nas mensagens de celular e e-mails de Gabas, apreendidos no dia da operação. O ex-ministro não foi interceptado pela PF. O conteúdo foi descoberto pelos investigadores porque as conversas com Toffoli e as mensagens enviadas por e-mail estavam em seu celular, que foi apreendido.

Relatórios da PF sobre essas comunicações indicam relação pessoal de Toffoli com Gabas. Conforme o Código do Processo Penal, o juiz “dar-se-á por suspeito, e, se não o fizer, poderá ser recusado por qualquer das partes se for amigo íntimo ou inimigo capital de qualquer delas”. As conversas, segundo apurou o Estado, mostram os dois marcando encontros.

janot-02O envio dos documentos a Janot foi solicitada pelo procurador porque Toffoli, como ministro do Supremo, é detentor de foro por prerrogativa de função. A remessa foi autorizada no último dia 2 pelo juiz federal Paulo Bueno de Azevedo, da 6.ª Vara Federal, o mesmo que mandou prender Paulo Bernardo em junho. O pedido de afastamento se aplicaria, segundo o MPF em São Paulo, tanto à reclamação apresentada por advogados de Paulo Bernardo na Custo Brasil quanto ao inquérito que investiga Gleisi. A PGR informou que não comentaria o assunto.

Na decisão, ressalvando falar em tese sobre a questão da suspeição, o juiz federal afirmou que a legislação aponta para o distanciamento que os magistrados devem ter dos casos que julgam. “Tal dever é uma garantia para a sociedade, que não pode ficar à mercê de juízes parciais. Note-se que o dever é violado ainda que o magistrado profira decisões tidas como corretas. Isso porque, por mais que sejam consideradas corretas por outros membros do Judiciário, é necessário que também pareçam corretas aos olhos da sociedade. Um juiz parcial prejudica a aparência da Justiça”, escreveu.

O juiz federal deferiu o envio de dois relatórios da PF que contêm o teor das mensagens trocadas com Toffoli para “conhecimento e eventual tomada de providências” de Janot. Além disso, determinou o encaminhamento de cópia de um desses documentos ao STF.

Defesas

O gabinete de Toffoli informou, em nota, que o ministro “pauta suas decisões de impedimento e suspeição na legislação, analisando, caso a caso, os processos submetidos à apreciação do tribunal”.

Danyelle Galvão, advogada de Gabas, afirmou que não teve acesso aos relatórios e, portanto, não iria comentar o assunto.

da Redação OEB
com Estadão conteúdo

dez 13

Afinal, quem é que não confia nas FFAA?

Publiquei em meu FB uma entrevista do Ministro Chefe do GSI, Gen Etchegoyen, na qual ele rebate argumentos intervencionistas colocados de forma insidiosa pelos repórteres no exercício do seu papel profissional.

Houve-se muito bem o General, limitando-se a responder com a coerência e a responsabilidade que exigem o seu cargo, as informações privilegiadas de que dispõe e, principalmente, a confiança que um Chefe Militar tem e que deve demonstrar  no comprometimento histórico das FFAA com a democracia no Brasil.

Acrescento a essa argumentação a herança familiar que, com orgulho, Sérgio Etchegoyen carrega e tem defendido em quaisquer circunstâncias.

Li todos os comentários postados – em sua quase totalidade condenatórios à  postura das FFAA e do General e a favor de uma intempestiva intervenção militar –  e concluo quanto à incoerência das críticas e principalmente dos críticos, pois fica muito clara a falta de confiança nos Militares  por parte dos que pensam que só eles podem salvar o Brasil!

Não me parece coerente depositar a última esperança em quem não se tem plena confiança.

Quem demonstra, de fato, confiança nos Soldados são os que vão para as ruas em todas as oportunidades, de forma ordeira e urbana,  para protestar e manifestar, com garra e determinação, o seu repúdio à  classe de políticos e de dirigentes que vêm sendo postos nessas posições pelo poder do povo, desde antes do fim do Regime Militar.

Demonstra confiança nos Militares quem faz a sua parte sabendo que pode contar com eles como o último recurso da democracia.

Demonstram confiança nos Militares os que demonstram, antes de mais nada, acreditar e confiar em si mesmos, como cidadãos que exigem respeito à sua vontade e aos seus direitos e que não se permitem, por nada, esmorecer.

Demonstra confiança nas FFAA quem sabe e entende que o que mais interessa aos comunistas é outro confronto armado a partir de uma iniciativa impensada dos militares – melhor forma para rapidamente  transfigurarem-se de algozes que são nas vítimas que nunca foram.

Demonstram confiança nos militares aqueles que já entenderam que os comunistas só serão definitivamente neutralizados se desalojados pela mesma via que os colocou no poder político,  na Suprema Corte, nas universidades, nos sindicatos, nas escolas e que lhes permitiu organizarem-se em falsos “movimentos sociais”.

Demonstram confiança nos militares aqueles que já aprenderam que a militância da sociedade organizada em torno da verdade e da liberdade é a única forma de vencer e de substituir o pensamento esquerdista inoculado na mente e no comportamento da sociedade inculta e desavisada.

Demonstram confiança nas FFAA aqueles que sabem e acreditam que o único partido dos que empunham as armas do Estado – e que foram formados e adestrados para emprega-las – é o Brasil e que, por ele, empenharão até a vida se necessário!

Demonstra confiança nos militares quem não se desespera ou perde o rumo a cada revelação de delações premiadas, supreendendo-se como se ainda não conhecesse a extensão do mal a ser extirpado.

Demonstra confiança nas FFAA quem confia em Sérgio Moro, no MPF e na Polícia Federal.

Enfim, amigos, além dos comunistas e dos corruptos, não demonstram confiança nos militares brasileiros os que pensam que são melhores do que eles, que chamam Villas Bôas e Etchegoyen de “vermelhos” e que imaginam poder lhes impor uma atitude impensada, precipitada e fora das circunstâncias em que eles, e somente eles, entendem como as que lhes exigem atitude e iniciativa.

É o  que penso e não discuto.

Gen Bda Paulo Chagas

dez 08

Bomba pode explodir Renan! Ele pode ser pego pelo Supremo que deu 5 dias para que Janot se manifeste sobre a ação

Renan ainda não foi julgado (não estava na pauta) sobre o crime de desobediência, o que pode somar aos inúmeros processos que carrega.

Fachin fez pedido à PGR e deu 5 dias de prazo para que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que acionou o STF para afastar Renan, apresente seu manifesto sobre a ação. O prazo obedece preceitos legais.

Este procedimento pode complicar gravemente a situação do presidente do Senado que já é alvo de 11 inquéritos — além da ação penal pelo crime de peculato — que foi aberta na semana passada, dia 1.º, por 8 votos a 3, acolhendo denúncia da PGR de 2013.

O procurador Janot pode formular uma nova fundamentação a ação e fará uma análise sobre o crime de desobediência a uma ordem judicial, praticada por Renan, envolvendo toda a mesa.

Um dia após o plenário do Supremo Tribunal
Federal (STF) manter Renan Calheiros (PMDB-AL)
na presidência do Senado, o ministro do STF Edson
Fachin deu cinco dias para que a Procuradoria-Geral
da República se manifeste sobre a ação
cautelar na qual o procurador-geral
Rodrigo Janot pede o afastamento de
Renan do cargo por ter se tornado réu
em ação penal por peculato.

Ministro Luiz Edson Fachin (STF)

Os argumentos apresentados pela PGR na ação cautelar para pedir o afastamento de Renan se assemelham aos do ministro Marco Aurélio Mello — aceitos apenas em parte pelo pleno, proibindo que o senador venha a assumir a presidência da República, mas salvaguardando-lhe o cargo de presidente do Senado. No despacho desta quinta-feira, 8, Fachin, relator da ação cautelar, menciona a decisão do pleno.

Janot pode retirar o pedido de afastamento, mantê-lo nos moldes como foi feito ou ainda formular uma nova fundamentação na ação.

Sobre o crime de desobediência

Marco Aurelio Mello

Na sessão, Janot também foi notificado pelo ministro Marco Aurélio Mello para que analise se houve crime de desobediência por parte de Renan e dos integrantes da Mesa do Senado, por terem se recusado a cumprir a decisão liminar do afastamento do presidente do Senado.

Marco Aurélio disse que a recusa “fere de morte as leis da República”.

Apesar de ter mantido Renan no cargo, o STF ainda pode causar mais problemas para o senador, alvo de 11 inquéritos — além da ação penal pelo crime de peculato — que foi aberta na semana passada, dia 1.º, por 8 votos a 3, acolhendo denúncia da PGR de 2013.

da Redação OEB
com Estadão conteúdo

dez 01

[Vídeo] De gabinete em gabinete para salvar a Lava Jato e as 10 Medidas

Na guerra que se trava entre os poderes Legislativo e Judiciário, existem os Movimentos organizados que estendem suas ações às mídias alternativas, articulações entre instituições privadas e o corpo a corpo com os parlamentares, mostrando a força da população civil e os verdadeiros anseios do povo.

Está provado que contrariar a vontade da população tem um preço a pagar e com isso, embora muitos neguem, os resultados se mostram extremamente positivos.

Ações do Movimento RUA BRASIL

nov 23

O caixa dois, os picaretas e as quadrilhas

Em 2012, durante o julgamento do “Mensalão”, a Ministra Cármen Lúcia afirmou: “Acho estranho e muito grave que alguém diga, com toda tranquilidade, que ‘ora, houve caixa dois’ (…) como se fosse algo banal, tranquilo, que se afirma com singeleza. Caixa dois é crime; caixa dois é uma agressão à sociedade brasileira; caixa dois compromete, mesmo que tivesse sido isso, ou só isso; e isso não é só; e isso não é pouco! E dizer (…), parece-me, realmente, grave, porque fica parecendo que ilícito no Brasil pode ser praticado, confessado e tudo bem. E não é tudo bem, tudo bem é estar num país, num Estado de Direito, quando todo mundo cumpre a lei”.
Há algum tempo, Lula da Silva, o boquirroto, talvez sob efeito de alguma das suas cachaçadas, revelou ao Brasil a existência de 300 picaretas no Congresso Nacional.
Por que teria falado só em três centenas? Afinal, quem sabe contar e esconder dinheiro sabe contar bandidos e comparsas. Ou será que se referia só às quadrilhas adversárias?
Tudo é possível quando se trata de desonestidade institucional e disputa pelo butim.
Segundo as mídias, nesta 4ª Feira, 23 de novembro, o Presidente da Câmara (Coordenador Geral das Quadrilhas?), reunido com os Líderes dos Partidos (Chefes de Quadrilhas?) definirá se a Ministra Cármen Lúcia mentiu, “se acha”, ou é tão incompetente que não sabe o que seja “Caixa Dois”!
Seja lá como for, esta é a oportunidade para os brasileiros saberem quantos são, de fato, os picaretas e quantas quadrilhas há, de fato, na Câmara de Deputados.
Façam as suas apostas!!!
Gen Bda Paulo Chagas

nov 09

Força-tarefa Lava Jato emite nota sobre votação de projeto de lei que modifica as regras de acordos de leniência

Combate à Corrupção – URGENTE

Força-tarefa Lava Jato emite nota sobre votação de projeto de lei que modifica as regras de acordos de leniência

Procuradores repudiam apresentação de requerimento de urgência para trâmite da proposta na Câmara dos Deputados, e defendem ampla discussão com a sociedade, organizações não governamentais e o próprio Ministério Público

Confira a nota:

A Força Tarefa Lava Jato em Curitiba, responsável pelas investigações do esquema de crimes de corrupção, fraude à licitação, econômicos, de lavagem de dinheiro, dentre outros, que causaram prejuízo de bilhões de reais à Petrobras, bem como a outros órgãos e empresas públicas, vem REPUDIAR a tentativa de líderes partidários de votar em regime de urgência na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei nº 3.636, de 2015, oriundo do Senado Federal, que desvirtua a lei anticorrupção, sem uma ampla discussão com a sociedade, organizações não governamentais e o próprio Ministério Público, inclusive sobre os seus reflexos nas investigações da Operação Lava Jato.

Repetem-se aqui as tentativas do governo anterior de desfigurar a lei anticorrupção, caracterizando-se essa manobra em intervenção na investigação da Operação Lava Jato e em outras dela decorrentes. É sabido que a Força Tarefa Lava Jato em Curitiba vem desenvolvendo negociações de acordos de leniência da maior importância para o Brasil e que poderão ser interrompidas se aprovado esse projeto de lei.

É preciso reiterar que esses acordos em negociação atenderão ao interesse público ao apontarem provas de crime de corrupção de altas autoridades públicas, que não podem ficar impunes.

Dessa forma, se aprovado esse Projeto de Lei na calada da noite, sem ampla discussão de seus limites, dos interesses envolvidos e dos seus reflexos nas investigações em andamento, poderá ocorrer prejuízo irreparável ao interesse público. Isso se agrava ainda mais dada a notícia da tentativa de inclusão de emenda em plenário que, se aprovada, possibilitará anistia dos crimes apurados pela Operação Lava Jato, resultando na reversão de condenações obtidas, na devolução de bens apreendidos e dos ressarcimentos já alcançados. Assim, serão feridas de morte as investigações da Operação Lava Jato.

Sabe-se da necessidade de aperfeiçoamento das leis que autorizam os acordos de leniência para aprimorar o combate à corrupção em nosso país, como aliás já está em ampla discussão em audiências públicas realizadas na Câmara dos Deputados, e que poderão ser reunidas a este Projeto de Lei.

Assim, a Força Tarefa Lava Jato em Curitiba vem pedir aos senhores e senhoras deputados federais que neguem regime de urgência a esse Projeto de Lei nº 3.636, ou o rejeitem completamente, permitindo a futura, ampla e aberta discussão desse assunto.

da Redação OEB
com Ministério Público Federal

set 28

TCU confirma que houve irregularidades na distribuição de panfletos de Dilma em 2014

O Brasil não quer lembrar dela, mas o TCU não a esqueceu
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O TCU confirmou irregularidades na distribuição, sem chancela, pelos Correios de santinhos de Dilma Rousseff em 2014. Benjamin Zymler pede hoje que o caso vá para o Tribunal Superior Eleitoral.

Contrariando norma da própria estatal, os Correios distribuiram panfletos de campanha da ex-presidente, enquanto candidata Dilma Rousseff (PT) sem chancela ou comprovante de postagem oficial – o que impede a comprovação de pagamento para o envio da propaganda eleitoral. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Ao menos 4,8 milhões de panfletos petistas foram distribuídos desse modo. Sem a chancela, contudo, é impossível saber ao certo se a quantidade de material enviado corresponde à paga pelo partido.

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A exceção foi aberta por meio de comunicado interno distribuído em 3 de setembro de 2014 pela Diretoria Regional Metropolitana dos Correios. No texto, atribuiu-se ao fato um problema na impressão das peças, enviadas como mala postal domiciliária. O caso é tratado como “excepcional”. O órgão responsável pela autorização é chefiado, na ocasião, por Wilson Abadio de Oliveira, afilhado político do vice-presidente Michel Temer (PMDB), que aparece sorridente ao lado de Dilma e Lula nos folders distribuídos.

O caso provocou irritação nos carteiros, que ameaçaram não entregar os santinhos. Ao questionarem seus chefes sobre a ausência da estampa oficial, foram orientados a entregá-los como estavam. O Sindicato dos Trabalhadores dos Correios e Telégrafos (Sintect-ACS) em Campinas enviou uma carta a Divinomar Oliveira da Silva, filiado ao PT e diretor regional da estatal no interior do Estado, cobrando esclarecimentos. A categoria ameaçou entrar com representação no Tribunal Superior Eleitoral. Já os Correios informaram que o pagamento pelo serviço foi feito à vista, com emissão de recibos, e que a autorização “excepcional” está prevista nas moras da estatal. Nomeado por Dilma em 2010, o sindicalista Wagner Pinheiro, então preside a empresa, era filiado ao PT do Rio de Janeiro. Eransformou a estatal em feudo do partido desde que assumiu o cargo.

da Redação OEB
com Estadão conteúdo