Categoria: Colunistas

Escolha o futuro que você quer para o Brasil – Gen Rocha Paiva

General da Reserva
Luiz Eduardo Rocha Paiva – 
O Brasil tem sido governado por uma abjeta máfia dirigente, disseminada por quase todos partidos do nefasto espectro político que envergonha o país. Seu poder de corrupção sempre existiu, mas aumentou geometricamente após a ascensão da esquerda radical, com seu populismo ideológico e embuste moral. Elas formaram a aliança que governou o país desde 2003, mas se desfez em 2016 com o processo de impeachment de Dilma Rousseff.

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Sem disparar um só tiro! Gen Paulo Chagas

Caros amigos

A Revolução Democrática de 1964 teve início com larga movimentação de tropas aparentemente antagônicas, e foi vitoriosa sem que fosse disparado um só tiro!

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O exemplo de David Canabarro‏ merece ser revisto – Gen Paulo Chagas

Há alguns anos, escrevi que, apesar do cuidado com que vigiamos, participamos e acompanhamos a evolução dos acontecimentos relacionados à política nacional, somos surpreendidos por informações e posturas alarmantes e até chocantes.

Daquela feita, compartilhei o fato de ter sido informado da existência, em Continue lendo

Força Aérea Brasileira desmente boatos sobre acidente aéreo que matou ministro do STF

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O jornalismo sofre a invasão dos que se dizem da área e os que não cumprem seus princípios básicos.
Leitores incautos, na busca de matérias sensacionalistas, são vítimas de boatos. Verdadeiros furos de reportagem com fontes inventadas que geram a desinformação. Estes ainda questionam: “Porque a mídia não fala disso?”
A resposta é: A mídia toma todo o cuidado com a verificação das fontes e do fato. O que não é oficial não deve ser divulgado, sob pena de cair no descrédito e enfrentar processos judiciais perfeitamente cabíveis.

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Intervenção Militar – Legitimidade versus Legalidade

Caros amigos

A Constituição Federal de 1988 não diz que os militares podem intervir na política. Diz que as FFAA destinam-se a garantir as INSTITUIÇÕES, a LEI e a ORDEM, SEMPRE sob a AUTORIDADE SUPREMA DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA, mesmo quando solicitadas a agir por qualquer dos outros poderes (Legislativo ou Judiciário).

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O que significa o “Politicamente Correto”? por Adolfo Sachsida

Os corruptos ou as 10 Medidas? Qual deles estará agonizando em poucos dias?

Fontes do DF informam que as articulações estão sendo lideradas pelo PMDB, PT e PSD, que formaram uma frente contra o relatório proposto pelo relator Onyx Lorenzoni, com a participação de todos os outros partidos como aliados.

 PGR cria grupo de articulação para projeto sobre 10 medidas contra a corrupção

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, criou, nesta quinta-feira, 17 de novembro, grupo de articulação para acompanhamento do Projeto de Lei 4850/2016, sobre as 10 Medidas contra a Corrupção. Na Portaria, ele considera a necessidade de velar pela preservação do espírito do projeto inicial apresentado pelo Ministério Público Federal e referendado pelo apoio de 2,3 milhões de brasileiros.

Para o procurador-geral, as medidas representam um avanço significativo para a prevenção e repressão da corrupção e o debate legislativo no Congresso Nacional pode aperfeiçoar as medidas anticorrupção idealizadas pelo Ministério Público brasileiro. Ele considera, todavia, que “é preciso estar atento a tentativas de promover retrocessos que desfigurem a natureza do projeto”.

A coordenação do grupo será exercida pelo procurador-geral da República e o coordenador será secretariado pela Assessoria do Gabinete do PGR.

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[Vídeo] Renan et caterva, a inversão e a canalhice traduzida em um golpe

Os agentes da Polícia do Senado foram liberados. Mas foi suficiente para que o Brasil todo ficasse sabendo que aquele diretor da Polícia do Senado, que há mais de 10 anos acupa o cargo de intocável homem muito próximo a Renan Calheiros, operava um verdadeiro esquema de contra inteligência dentro do Congresso Nacional, sabotando o trabalho da PF utilizando o efetivo daquela instituição como verdadeiros capangas obrigados a agir no combate a lei.

Esse esquema visava impedir os trabalhos da Força-tarefa Lava Jato desde sua criação. Essa que apavora os corruptos e dá sustentação ao avanço das 10 Medidas contra a corrupção.

Uma polícia dotada de equipamentos de dar inveja à Polícia Federal. Equipamentos tão sofisticados que, muitos deles, nem eram utilizados devido à complexidade de seus recursos, que exigiam um operador especializado.

Essa é a Polícia de Renan. Não só de Renan, mas do grupo que ele lidera no sentido de cercear investigações da valorosa Polícia Federal e de toda a força-tarefa que nos causa orgulho e está sendo observada por todo o mundo como um modelo de investigação e combate à corrupção .  Essa força que colaborou para que derrubássemos um desgoverno de 13 anos.

Vamos ligar os pontos…

O esquema de contrainteligência, a serviço do mal que assola o País, foi criado por quem abusou do poder que lhe foi conferido pelo cargo que ocupa. Ou que abusam do poder, mesmo depois de deixar o cargo, como a relíquia viva da política brasileira – José Sarney – o imortal que concorre com Fidel Castro em número de anos de trono. Digo isso porque parece que Sarney não deixou o trono. Como um certo ex-presidente que insistia em não deixar a presidência e continuou desgovernando. Lembram?

Mas quem permaneceu nesse poder foi Renan Calheiros – presidente do Senado, com inúmeras indicações para o Nobel da Corrupção promovido pela Lava Jato e com chances de receber o seu “prêmio” em poucos meses das mãos do Juiz Sérgio Moro. O Juiz que pede o fim do foro privilegiado que ainda blinda Renan e seus capangas.

Trata-se de um escândalo equipar com sofisticação a Polícia do Senado para trabalhar no combate à Lei e, com todo este escândalo, se fosse um bom político ou, pelo menos coerente, reconheceria seu abuso de autoridade. No entanto, Renan Calheiros, de forma vil, tenta usar este absurdo que cometeu junto com seu bando de indicados à Lava Jato, para tentar, mais uma vez, aprovar, justamente, a Lei de abuso de autoridade, abusando da autoridade que lhe foi concedida.

Isso se chama canalhice, desespero de quem só consegue ver, a curto prazo, uma cela o separando do convívio com a sociedade, por ter comprovado o quão perigoso é para essa mesma sociedade que o quer preso.

Renan Calheiros e sua turma estão desesperados com o andamento do espetáculo legal que o Brasil protagoniza no cenário mundial através da Lava Jato.

Renan et caterva, os parlamentares que vocês esperam que lhes apoiem nesse golpe, também estão cientes de que nós, povo, estamos assistindo e reagindo aos acontecimentos políticos. Estão cientes de que despertamos e estamos cobrando ações probas.

Estes parlamentares que vocês buscam tanto o apoio para aprovação de uma lei que trabalha contra o cumprimento da Lei, não podem votar medidas contra a democracia e ficarem imortalizados na história como participantes de um golpe contra os princípios democráticos que o povo, seu eleitor, tanto combate.

Aos parlamentares, o nosso recado – Estamos acompanhando os passos e atos de cada um de vocês.

A você, Renan! E aos seus capangas, seus poucos seguidores condenados ao seu mesmo fim, o nosso recado: Trabalharemos muito ainda, para que suas manobras sujas e desesperadas não surtam efeito.

Quanto ao seu futuro, pouco nos importa, desde que você não faça parte do nosso.

O que você está promovendo, Renan Calheiros, é atitude própria de um…

De um…

Deixa pra lá.

Até a próxima.

Celso Brasil
Jornalista e Escritor

A vitimização é direito e recurso dos culpados

Caros amigos,

gen-paulo-chagasJosé Antônio Dias Toffoli – o advogado petista alçado à condição de Ministro do STF por Lula da Silva, agora réu na Operação Lava Jato – em recente manifestação, afirmou, de forma coerente com seu currículo profissional e, principalmente, com as afeições e compromissos que o levaram à Suprema Corte, que “megaoperações” do judiciário levam ao totalitarismo. Disse isso, ironicamente, como se o totalitarismo não fosse o objetivo maior do partido que o colocou naquela função como etapa e condição para esta conquista!

Referiu-se ao Judiciário, olhando de soslaio para o Juiz Sérgio Moro e para a equipe de Promotores que investigam a roubalheira do PT, como se este estivesse a ultrapassar seus limites e a exercer um poder virtual – o moderador – que, desde a proclamação, por uma centena de anos, foi exercido pelos militares, endossando assim um defeito congênito da frágil, capenga e vulnerável República brasileira.

Dando rédeas à uma visão distorcida da ética profissional, além de acusar os Juízes de estarem exacerbando de suas funções e de equipararem-se aos militares em atitudes tomadas em outros tempos, ainda os ameaçou com a condenação ao ostracismo pelo desgaste decorrente de fazer o que é certo e direito – mas não politicamente correto – como se este tipo de valor pudesse ser mais importante do que a honestidade e a coragem de aplicar a justiça.

Chamou o povo brasileiro – farto de ser enganado e roubado – de doido e imoral e acusa o Judiciário de criminalizar a política – como se esta não estivesse sendo exercida por uma maioria de “picaretas”. Condena as investigações da Lava Jato e a punição de políticos e empresários criminosos porque, no seu modo de ver, a aplicação da lei para essa classe de cidadãos representa a negação do direito e da democracia.

Na mesma linha irônica de pensamento manifestou-se o Presidente do Congresso, Senador Renan Calheiros, ao chamar de “exibicionismo sem culpa formada” a exposição pública, as explicações e as justificativas apresentadas pelos integrantes do Ministério Público (MP) no Paraná sobre às acusações que fizeram ao ex-presidente Lula da Silva e que foram acolhidas pelo Juiz Sérgio Moro.

Para o Senador, dizer a verdade e expor à sociedade – doida e imoral, segundo Toffoli – o resultado de um minucioso trabalho investigativo é exibicionismo, o que – parece que ele não sabe! – será sempre feito sem a definição da culpa, porquanto cabe ao Juiz e não ao MP fazê-lo.

Por várias razões indiciado e em vias de ser processado, o Senador Calheiros parece advogar em causa própria. Talvez lhe interesse um perfil mais baixo na publicidade das demandas acusatórias que recaem sobre ele. Aparenta ter tanto medo da verdade que ameaça usar o seu poder para criminalizar a sua prática!

Fazendo coro com o que me permitem interpretar as falas do Ministro Dias Toffoli, o Senador, ao que tudo indica, enxerga Sérgio Moro e Deltran Dalagnol como dois grosseirões que desconhecem as normas do comportamento politicamente correto e que, por isto, usando via da justiça, querem desmascarar reputações e descortinar crimes que, até pouco tempo, pareciam inalcançáveis.

A vitimização é direito e recurso dos culpados. É o que, como parte desse povo “doido e imoral”, tenho o direito de pensar e de interpretar!

Gen Bda Paulo Chagas

Democracia Direta, será que funciona? General Paulo Chagas

gen-paulo-chagasAparentemente, a chamada Democracia Direta seria uma forma oportuna para contornar a plêiade de picaretas que povoa o Congresso Nacional em número bem maior do que o sugerido por Lula da Silva há algum tempo.

A proposta encontra uma falsa coerência quando confrontada com a realidade da primazia do interesse pessoal dos políticos sobre os da Nação e com a descabida quantidade e o fisiologismo dos “partidos” que dividem cadeiras no legislativo e cargos na administração pública.

À primeira vista, seria lógico que os cidadãos pudessem impor diretamente a sua vontade, deixando de lado as eleições e os eleitos, já que a maioria dos partidos brasileiros servem apenas para negociar os horários eleitorais e seu apoio às propostas de quem paga mais.

No entanto, se olharmos com mais atenção para o pensamento preconizado por Antônio Gramsci e adotado pela esquerda mais radical, liderada pelo Partido dos Trabalhadores, verificaremos que esta situação está perfeitamente alinhada com os objetivos hegemônicos visados pela estratégia do Foro de São Paulo.

A inexistência de uma disputa política organizada, propositiva e honesta favorece a ilusão de uma participação direta da sociedade nas decisões de governo e torna-se a melhor máscara para a ditadura das ideias e dos interesses do partido no poder, ou do “partido único”, ou, ainda, do “único partido organizado e capaz de propô-las”.

A proliferação de legendas nanicas e vazias de propostas, vai, portanto, ao encontro dos interesses totalitários do Foro de São Paulo e da ressuscitação do comunismo no Brasil e na América Latina.

A ideia da participação direta dos cidadãos na discussão das proposições de governo, desconsiderando a representatividade do parlamento, em que pese, teoricamente, respeitar e fortalecer a vontade do povo, nas circunstâncias criadas pela demagogia e pela corrupção do processo político brasileiro, na realidade, tem efeito diametralmente oposto e transforma a ideia em mais uma utopia à disposição dos intelectuais orgânicos, muito bem identificados e instruídos pelos Cadernos do Cárcere de Antônio Gramsci e pelos radicais da esquerda, cujas ganância, desonestidade e  despreparo estão a ser desmascarados.

Nós, brasileiros, temos que entender que o que precisa ser mudado não é a forma como exercemos a democracia, mas os nossos hábitos. As soluções sempre estiveram aos nosso alcance, mas o nosso descaso para com a política fez com que as deixássemos nas mãos de uma maioria de políticos despreparados, desonestos ou mal intencionados.

Devemos urgentemente reduzir o número de partidos e exigir deles projetos realistas de governo, assim como, selecionar, eleger e fiscalizar aqueles cidadãos que, em nosso nome, terão que empenhar o melhor dos seus esforços para implementa-los, ou seja, precisamos assumir o domínio e o controle do processo político existente antes de pensar em qualquer aventura em terreno desconhecido e para o qual não estamos efetivamente preparados.

A resposta à pergunta título deste texto é, sem dúvidas, que, nessas circunstâncias, a Democracia Direta só funcionaria para acabar de vez com a democracia.

Gen Bda Paulo Chagas
Colunista