Category: Ciência & Tecnologia

out 22

Petrobras tem nota elevada pela Agência Moody's – Lava Jato foi determinante nesse processo

As primeiras reações positivas são notadas naquela que já foi uma das primeiras do mundo. A Petrobras, após medidas adotadas para sanear o que foi feito em 13 anos de governo PT, tem a previsão de recuperação mais acelerada com dedicação ao seu principal objetivo, enxugando outros setores.
Sem Lula, sem Dilma e sem PT e todo esquema de corrupção montado nestes governos, a Petrobras deverá estar em posição confortável em até 5 anos.

Por dois anos, a Petrobras estampou manchetes de jornal protagonizando um dos maiores escândalos de corrupção já vistos.
O escândalo deixou a companhia com uma dívida maior do que a de qualquer outra companhia de petróleo no mundo e ajudou a derrubar a ex-presidente Dilma Rousseff.

Pedro Parente
Presidente da Petrobras

petrobrasA agência de classificação de riscos Moody’s melhorou a classificação da Petrobras de “B3” para “B2” e mudou a perspectiva de negativa para estável, informou em comunicado nesta sexta-feira (21).

Mesmo assim, a petroleira continua sem o “grau de investimento”, uma espécie de selo de bom pagador. Isso indica que ainda não é considerada uma empresa recomendável para os investidores aplicarem seu dinheiro porque tem um alto risco de dar calote.

Entre os motivos citados pela agência estão o refinanciamento da dívida da estatal e a venda de negócios, além de fatores externos à empresa, como a melhora do sentimento do mercado em relação ao Brasil, após o impeachment de Dilma Rousseff, e a consequente valorização do real em relação ao dólar.

A notícia foi considerada “ótima” e bem-vinda pelo diretor de Estratégia da Petrobras, Nelson Silva. “É muito positivo ver que já existe uma percepção mais positiva com relação à qualidade de crédito da Petrobras”, disse o executivo a jornalistas, após participar de evento do setor de infraestrutura em São Paulo.

Silva, entretanto, disse que a Petrobras tem ainda muito trabalho pela frente. “Temos ainda que executar o plano, entregar os resultados e esperamos que a percepção vá melhorando ao longo do tempo.”

Crise e Lava Jato

A petroleira viu suas finanças se deteriorarem nos últimos anos e enfrenta uma das piores fases já vistas em seus mais de 60 anos, em meio ao escândalo de corrupção investigado pela polícia federal na operação Lava Jato, somado ao alto endividamento e à queda nos preços do petróleo no mercado global.

Desde que começou a Lava Jato, executivos de alto escalão foram presos, a empresa enfrenta processos na Justiça, inclusive nos Estados Unidos, as ações (PETR3PETR4) passaram por grandes instabilidades e a dívida da companhia, que já era grande, aumentou ainda mais.

Avaliação indica risco de calote 

Um governo ou empresa consegue dinheiro vendendo títulos no mercado. Os investidores compram papéis com a promessa de receberem o dinheiro de volta no futuro com juros. Quando um governo ou empresa tem avaliação ruim, considera-se que há risco de dar um calote e não pagar esses investidores.

Se houver desconfiança sobre essa devolução, fica difícil conseguir vender esses títulos, e é preciso pagar mais juros aos investidores para compensar o risco maior. O rating, ou classificação de risco, indica aos investidores se um país, empresa ou negócio é considerado um bom pagador ou não.

O chamado grau de investimento, por exemplo, indica que tem baixo risco de dar calote, e que as aplicações financeiras feitas por investidores estrangeiros nesse país ou empresa terão risco próximo a zero.

Agências falharam na crise de 2008/2009

A classificação das agências de risco é um instrumento relevante para o mercado, uma vez que fornece aos potenciais credores uma opinião supostamente independente a respeito do risco de calote de países, empresas e negócios.

Porém, as agências foram muito criticadas por terem falhado na crise global de 2008/2009. Elas deram boas notas para operações de vendas de hipotecas imobiliárias nos EUA que afundaram bancos e investidores e geraram a grande crise financeira.

(Com Reuters)

Basta cavar para achar petróleo?
A Lava Jato cavou e achou muita corrupção!

Em março de 2014, tem início a operação Lava Jato, conduzida pela Polícia Federal (PF). A operação começou investigando grupos criminosos que usavam uma rede de lavanderias e postos de combustíveis para movimentar dinheiro ilícito, mas se expandiu: identificou desvio e lavagem de dinheiro envolvendo diretores da Petrobras, as principais empreiteiras do país e políticos brasileiros.

Em entrevista à BBC, o presidente da Petrobras, Pedro Parente, diz:

Acabamos de anunciar um plano estratégico. É um plano de 2017 a 2021. Acredito que é um plano muito bom e sólido. Não foi fácil fazê-lo, mais de cem pessoas da companhia estavam envolvidas, inclusive os executivos-chefes e o comitê executivo. Mas essa foi a parte mais fácil. A parte mais importante é entregar o plano.

Dividimos o plano em dois períodos – os primeiros dois anos e os últimos três. Acho que depois desse período veremos a companhia de volta a seus melhores dias.

Depois de cinco anos, os primeiros anos serão os mais duros em termos financeiros, os anos em que continuaremos nossa parceria e nosso programa de desinvestimento.

Após esses dois anos, nosso plano é chegar a um nível muito mais confortável do que estamos hoje. A data de referência que usamos foi dezembro de 2015. Nessa data, nossa alavancagem, que é o tamanho do débito comparado à geração operacional de recursos, ou nosso Ebitda (geração de caixa antes de juros, impostos, depreciação e amortização), estava cinco vezes acima.

Nosso plano é reduzi-lo pela metade até 2018. Significa que não teremos mais de 2,5 vezes nosso Ebitda do mesmo tamanho de nossa dívida.

 da Redação OEB
com Reuters, BBC e UOL

set 12

América Latina tem maior número de usuários de internet e a menor velocidade de rede

O número de habitantes que usavam a internet no continente passou de 35% a 55%, segundo o relatório “Estado da banda larga na América Latina e o Caribe 2016”, divulgado em San José

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O número de usuários da internet aumentou 20% na América Latina nos últimos cinco anos, mas a velocidade do serviço continua sendo muito deficiente, segundo um estudo publicado nesta segunda-feira pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal).

De 2010 a 2015, o número de habitantes que usavam a internet no continente passou de 35% a 55%, segundo o relatório “Estado da banda larga na América Latina e o Caribe 2016”, divulgado em San José.

Nos últimos cinco anos, os lares conectados à internet aumentaram em média 14,1% ao ano, chegando a 43,4% do total em 2015, o que quase duplicou o índice de 2010.

Parte importante da expansão é atribuída ao aumento da penetração da banda larga nos celulares, que passou de 7% a 58% da população, impulsado pela diminuição dos preços e pela diversidade dos serviços oferecidos.

Nos pacotes de dados pré-pagos, considerando os planos de 30 dias, o custo de contratar 1Mbps (megabit por segundo) como proporção da renda mensal per capita que deve ser destinada para ter acesso ao serviço foi inferior a 2%.

No caso da banda laga fixa, em 2010 era necessário destinar cerca de 18% da renda média mensal para contratar um serviço de 1Mbps, e no início de 2016 essa taxa era de apenas 2%. O maior avanço ocorreu na Bolívia, onde passou de 84,8% a 9%.

Decolagem da banda larga móvel

Até 2010, a penetração da banda larga fixa (BLF) e da banda larga móvel (BLM) era praticamente a mesma na região.

Nos últimos anos, porém, a taxa de crescimento médio anual das contratações da BLM foi de 55,3%, enquanto a da BLF foi de 11% e o número total de assinaturas móveis cresceu 802,5%, ante 68,9% das conexões fixas.

“A cobertura das redes móveis e a diversidade e a acessibilidade dos dispositivos explicam a forte difusão da alternativa móvel”, explica a Cepal.

Com um crescimento de 4.000% entre 2010 e 2015, o Peru foi o país que registrou a maior expansão da BLM, enquanto Brasil, Uruguai e Argentina tiveram aumentos de entre 500% e 1.300%, segundo a Cepal. O país com a menor taxa foi a Venezuela, com um aumento de 116%.

A passos lentos

Apesar dos avanços, ainda “estão pendentes problemas relacionados com a qualidade e a equidade do acesso à internet”, adverte a Cepal.

Em termos de qualidade do serviço, “nenhum país da região tem pelo menos 5% das suas conexões com velocidades maiores de 15Mbps, enquanto que nos países avançados a porcentagem de conexões desta velocidade é próxima a 50%”.

Em relação à banda larga fixa, a média da velocidade é de 4,7 Mbps, sendo o Chile o país com a maior velocidade (7,3 Mbps) e a Venezuela com a menor (1,9 Mbps).

A velocidade de acesso da BLF é chave para os processos produtivos e para o salto que a América Latina deveria dar para aumentar seus índices de crescimento econômico.

“Nos países mais avançados na matéria, como a Coreia do Sul e a Noruega, os números de conexões acima de 15 Mbps ultrapassam 50%”, afirma o relatório.

Chile, Uruguai e México apresentam os melhores rendimentos, com 15% das suas conexões acima de 10 Mbps e cerca de 4% acima de 15 Mbps. Bolívia, Paraguai e Venezuela são os mais atrasados, com 0,5% de conexões de mais de 10 Mbps e 0,2% de conexões acima de 15Mbps.

Na região persistem também as diferenças no acesso de acordo com a distribuição de renda e entre as zonas rurais e urbanas.

Sobre o uso, as redes sociais são a atividade principal dos latino-americanos na internet. Um estudo anterior da Cepal mostrou que 78,4% dos usuários de internet na região participam de redes sociais, ante uma média mundial de 63,6%.

da Redação OEB
com Agência AFP

jul 30

Lava Jato: força-tarefa no Rio denuncia 15 por corrupção e lavagem na construção de Angra 3

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da Redação OEB
com Ministério Público Federal

jul 26

Aviões da Marinha se chocam no ar durante treinamento para Olimpíadas

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Caça AF-1 da Marinha – modernizado pela Embraer

Aviões da Marinha se chocam durante treinamento para Olimpíada
Piloto que conseguiu ejetar-se de uma das aeronaves, que caiu no mar, ainda está desaparecido

Um caça da Marinha do Brasil caiu no mar ao colidir com outra aeronave durante um treinamento militar para os Jogos Olímpicos nesta terça (26), no Rio de Janeiro. O piloto conseguiu ejetar-se do aparelho, mas continua desaparecido. O outro avião, danificado, pousou na Base Aeronaval de São Pedro D’Aldeia.

O acidente aconteceu nesta tarde, a 25 milhas da costa na altura em Saquarema, região dos Lagos do Rio. O aparelho é um dos doze aviões AF-1 que foi modernizado pela Embraer.

Em nota, a Força Aérea da Marinha lamentou o ocorrido: “A Marinha deu início às buscas pelo piloto e está prestando todo o apoio necessário à família do militar. O acidente aconteceu quando a aeronave retornava de exercícios operativos e suas circunstâncias estão sendo apuradas.”

A operação de busca e salvamento envolve cinco helicópteros e dois navios – um deles a fragata Liberal. Um inquérito foi aberto para apurar as causas do acidente.

da Redação OEB
com Estadão conteúdo

jun 14

Vídeo de chamada – REAÇÃO DEMOCRÁTICA [#007] General Heleno Fala à Nação 15/jun 21h

Quarta, 15 de junho às 21:00h ao vivo
Videoconferência com a equipe de O ESTADO BRASILEIRO
via Google Hangout com transmissão simultânea através
das rádios da Rede Movimento de Comunicação
Pauta:
– Amazônia
– Política indigenista
– Intervenção Militar
– Quadro político atual

Assista a videoconferência completa clicando abaixo:

Augusto Heleno Ribeiro Pereira (Curitiba, 29 de outubro de 1947) é um general-de-exército do Exército

Brasileiro da reserva. Foi comandante militar da Amazônia e Chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia.

Tem posições claramente críticas com relação às políticas oficiais, particularmente com relação à atitude da comunidade internacional com relação ao Haiti e à política indigenista do governo brasileiro.

Carreira Militar

Graduou-se aspirante-a-oficial de cavalaria em 1969, na Academia Militar das Agulhas Negras, sendo o primeiro colocado de sua turma de cavalaria. Foi também o primeiro colocado de sua turma de cavalaria na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (EsAO) e na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME),

recebendo por isso a medalha Marechal Hermes de prata dourada com três coroas. No posto de major, integrou a missão militar brasileira de instrução no Paraguai. Como coronel, comandou a Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx), em Campinas, e foi adido militar da Embaixada do Brasil em Paris, acreditado também em Bruxelas. Como oficial-general, foi comandante da 5ª Brigada de Cavalaria Blindada e do Centro de Capacitação Física do Exército, chefe do Centro de Comunicação Social do Exército e do Gabinete do Comandante do Exército.

De junho de 2004 a setembro de 2005, foi o primeiro comandante militar da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (MINUSTAH), constituída de um efetivo de 6250 capacetes azuis de 13 países, dos quais sete latino-americanos. Da mesma forma que o embaixador chileno Juan Gabriel Valdés, representante especial do secretário-geral da ONU e chefe da missão, e dos governos de países latinos, o General Heleno expressou sua discordância quanto à estratégia adotada pela comunidade internacional em relação ao Haiti.[1] Sucedeu-o, no comando da MINUSTAH, o general Urano Teixeira da Mata Bacelar, que acabaria por suicidar-se em Porto Príncipe, quatro meses depois, em janeiro de 2006. Em 2006, deu uma palestra na polêmica Escola das Américas.

Como comandante militar da Amazônia, o general Heleno contestou a política indigenista do governo Lula, que qualificou de “lamentável para não dizer caótica”, durante palestra no Clube Militar, no Rio de Janeiro, à época da demarcação da terra indígena de Raposa/Serra do Sol. Afirmou que os índios “gravitam no entorno dos nossos pelotões porque estão completamente abandonados”.

Em 9 de maio de 2011, numa cerimônia no Quartel General do Exército em Brasília, passou para a reserva e defendeu o movimento militar de 1964.[4] , após 45 anos de vida militar.

Atuou como consultor de segurança e assuntos militares do Grupo Bandeirantes de Comunicação, onde também colaborava com comentários na programação das emissoras.

Atualmente exerce o cargo de diretor de comunicação e educação corporativa do COB (Comitê Olímpico Brasileiro).

jun 03

Limite à internet é discutido entre Conselho de Comunicação e presidente da OAB

Internet-01O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Claudio Lamachia, debate nesta segunda-feira (6), a partir de 14h, no Conselho de Comunicação Social, órgão do Congresso Nacional, o uso da internet e das redes sociais e o papel da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

A audiência acontece no momento em que é retomada a discussão sobre a criação de franquias limitadas nos planos de banda larga fixa. Lamachia tem criticado proposta de bloqueio da internet quando os usuários atingem o limite estabelecido na franquia mensal de dados.

Crimes na internet

O Conselho pode examinar nesta segunda o projeto que aumenta o poder do Ministério Público e da polícia na investigação de crimes praticados por meio da internet. O PLS 730/2015 permite que delegado de polícia ou promotor de Justiça requisitem informações a provedor de internet em caso de suspeita de crime na rede mundial de computadores.

Comissões temáticas

Duas comissões temáticas ligadas ao Conselho de Comunicação Social também têm reuniões marcadas para segunda-feira. A Comissão Temática de Conteúdos em Meios de Comunicação reúne-se às 9h. Já a Comissão Temática de Projetos Legislativos tem encontro previsto para as 10h30. As reuniões são para a escolha de relatores de propostas relacionadas as duas áreas em análise no Congresso.

da Redação OEB
com Agência Senado

maio 18

Novo governo e Petrobras já capta US$ 6,75 Bilhões no mercado internacional

A retomada econômica dá seus primeiros sinais apenas com a mudança de governo

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Petrobras consegue captar US$ 6,75 bilhões no mercado internacional

A Petrobras conseguiu captar ontem seis bilhões, 750 milhões de dólares no mercado internacional. Com o dinheiro, a estatal pretende refinanciar seus compromissos. É a primeira operação de venda de bônus no exterior de uma empresa do Brasil em quase um ano.

Expectativa da Petrobras é gerar fluxo de caixa operacional suficiente para cobrir os investimentos e garantir seu acesso aos mercados de capitais

A Petrobras lançou nesta terça-feira 6,75 bilhões de dólares em títulos de dívida com vencimento de cinco e dez anos. Essa foi a primeira emissão da companhia em um ano.

A estatal irá levantar 5 bilhões de dólares com a venda do bônus de cinco anos, que terá rendimento de 8,62%, e 1,75 bilhão de dólares com o título de dez anos, com rendimento de 9%.

A agência de classificação de risco Fitch atribuiu o rating ‘BB’ à proposta de emissão de bônus globais da Petrobras. As notas serão emitidas por meio de sua subsidiária integral, a Petrobras Global Finance (PGF), e serão garantidas incondicional e irrevogavelmente pela estatal. A agência de classificação de risco Moody’s atribuiu rating B3 à emissão.

Segundo a Fitch, os ratings da Petrobras continuam refletindo seu estreito vínculo com o rating soberano do Brasil, devido ao controle da companhia pelo governo federal e a sua importância estratégica para o país. Para a agência, na ausência de suporte implícito e explícito do governo, os indicadores de crédito da Petrobras não seriam compatíveis com o rating atribuído à companhia. Em 31 de março, a petroleira reportou dívida financeira total de 126,4 bilhões de dólares.

A geração de fluxo de caixa da Petrobras deverá continuar pressionada devido à desvalorização do real e à queda dos preços do petróleo, mesmo com o recente aumento dos preços e a redução dos investimentos, avalia a Fitch. A expectativa é de que a companhia gere fluxo de caixa operacional suficiente para cobrir os investimentos e garanta seu acesso aos mercados de capitais, a fim de honrar os próximos vencimentos de dívida, por meio de refinanciamentos.

da Redação OEB
com Agência Reuters

maio 12

REAÇÃO DEMOCRÁTICA – 12 de maio, quinta às 21h ao vivo

Assista, Participe e Compartilhe!

HANGOUT ao vivo – 12 de maio às 21:00h

REAÇÃO DEMOCRÁTICA 002

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O impeachment foi o primeiro passo.

PAUTAS:

– Ministro da Defesa e as Forças Armadas

– Outras nomeações de Michel Temer

– O Marco Civil da Internet (Por que a pressa?)

– MST, MTST, CUT…

– Pauta livre

Participação da equipe:

Gen Paulo Chagas

Gen Rocha Paiva
Gen Luiz Sodré
Dr. Paulo Fernando
Ray Alves
Celso Brasil
e autoridades

Transmissão simultânea pelas rádios da Rede Movimento

maio 12

Dilma regulamenta Marco Civil da Internet em seu penúltimo dia de governo

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Ainda não podemos precisar qual a intenção da facção criminosa PT em regulamentar o Marco Civil da Internet. O fato é que a ex-presidente regulamentou o que era uma prioridade em seu primeiro governo, causando estranheza o fato de ter sido publicado em caráter de urgência, numa edição extra do Diário Oficial.

Um dos seus últimos atos, sabedora de sua expulsão do Planalto, preocupa por ter, o PT, tomado decisões e implantado somente aquilo que interessa à cartilha comunista bolivariana e o Marco Civil em questão não deixa de ser uma intromissão do Estado na liberdade do cidadão e empresas, mesmo que venha com o rótulo de “garantia de liberdade”, pois o governo que o regulamenta provou ser contra garantias e, principalmente, liberdade.

Mais um fator preocupante:
No dia 11 de setembro de 2013 foi publicado no Diário Oficial da União a mensagem de urgência assinada pela Presidente Dilma Rousseff.

A medida foi aprovada no auge do aparelhamento do Estado e, evidentemente, sofreu uma influência muito grande daqueles que a colocaram como urgente. Na época, a contestação nas redes sociais foi geral.

No âmbito da comissão especial e no plenário da Câmara dos Deputados, por diversos motivos e justificativas formais, a votação do projeto foi adiada ou simplesmente não aconteceu por vinte e nove vezes: em 2012, por sete oportunidades (dias 10 e 11 de julho, 18 de setembro, 07,13 e 20 de novembro e 05 de dezembro); em 2013, por dez vezes (dias 16 de julho, 29 de outubro, 06, 12, 19, 20, 26 e 27 de novembro e 3, 4 de dezembro); e em 2014, mais doze datas.

Entendemos que há necessidade de uma Lei que regulamente pontos polêmicos da internet. O que traz dúvidas é por que tanta insistência, sempre em caráter de urgência, essa medida foi colocada em discussão, com grande pressão para que fosse aprovada?

Resta-nos saber se a decisão pode ser anulada pelo presidente Temer e/ou suspensa até ser revista, antes de ser aplicada, pois nada que vem dessa organização merece crédito, sobretudo, pela forma como foi regulamentada e publicada [às pressas].

Eles preparam terreno para uma suposta volta ou tomada de poder?

por Celso Brasil

Dilma regulamenta o Marco Civil da Internet

maio 06

USP cai 30 posições no 'top 100' de reputação acadêmica

O abandono da educação no Brasil nos últimos 13 anos, agora reflete pesadamente na classificação das universidades.
Com o ensino médio e fundamental não foi diferente e os próximos governos terão a missão de recuperação nessa área vital para que se possa retomar o desenvolvimento do País.
Quanto ao marxismo cultural, com muito trabalho, em duas gerações poderemos “desinfetar” a mente das vítimas dessa ideologia torpe e falida.

USP cai 30 posições em ranking ‘top 100’ de reputação acadêmica
Lista da Times Higher Education é feita a partir da opinião de acadêmicos. Única instituição brasileira na lista, a USP aparece na faixa 91º-100º lugar.

A Universidade de São Paulo (USP) caiu 30 posições, mas ainda aparece na lista das 100 melhores instituições de ensino superior do mundo em reputação no meio acadêmico, segundo o ranking divulgado nesta quarta-feira (4) pela instituição londrina Times Higher Education (THE).

Única entre as brasileiras no “top 100”, a USP aparece neste ano no bloco entre o 91º-100º lugar, faixa em que as universidades não têm os resultados individualizados e aparecem empatadas. Em 2015, a USP aparecia na faixa entre o 51º e o 60º lugar. Em 2014, a USP estava na faixa de 81º ao 90º lugar.

TOP 100
1 – Harvard University
2- Massachusetts Institute of Technology
3 – Stanford University
4 – University of Cambridge
5 – University of Oxford
6 – University of California, Berkeley
7 – Princeton University
8 – Yale University
9 – Columbia University
10 – California Institute of Technology

Ásia em alta
Apesar de nenhuma delas ter aparecido no top 100, as universidades da Ásia subiram posições no ranking de reputação. O continente tem 18 instituições no ranking, contra 10 no ano passado. Neste ano, a Universidade de Tóquio aparece no 12º lugar, enquanto as chinesas Tsinghua University e a Peking University aparecem em 18º e 21º, respectivamente.

No ano passado, Japão e China tinham duas instituições de cada país no ranking. Agora, cada um tem cinco representantes. Em contrapartida, universidades europeias perderam espaço, segundo os organizadores do ranking. Quatro das seis alemãs e quatro das cinco holandesas que seguem no ranking caíram posições. O Reino Unido continua com a maior representação, somando 10 universidades no ranking, sendo que sete também tiveram pior desempenho neste ano.

Metodologia
O ranking foi elaborado a partir da opinião de 10.323 acadêmicos convidados pela pesquisa, de 133 países diferentes. Eles responderam um questionário e listaram quais as 15 melhores universidades em pesquisa e em ensino. Cada um devia avaliar as instituições de acordo com a disciplina que leciona: um professor de física, por exemplo, deu seu parecer somente sobre a qualidade dos cursos de física pelo mundo. As universidades mais citadas ficaram no topo do ranking: Harvard foi a que mais apareceu nas respostas dos especialistas, por isso ocupa o primeiro lugar.

Dos especialistas ouvidos, 33% são da Ásia, 27% da Europa Ocidental, 19% da América do Norte, 11% da Europa Oriental, 6% da América Latina, 3% do Oriente Médio e 2% da África. Os estudiosos fazem um cálculo para que os continentes estejam na proporção correta quanto ao número de acadêmicos no mundo. O ranking ordena as 50 universidades com melhor reputação e, em seguida, passa a agrupá-las em grupos de 10, por ordem alfabética.

da Redação OEB
com O Globo