Category: Celso Brasil

jan 22

Força Aérea Brasileira desmente boatos sobre acidente aéreo que matou ministro do STF

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O jornalismo sofre a invasão dos que se dizem da área e os que não cumprem seus princípios básicos.
Leitores incautos, na busca de matérias sensacionalistas, são vítimas de boatos. Verdadeiros furos de reportagem com fontes inventadas que geram a desinformação. Estes ainda questionam: “Porque a mídia não fala disso?”
A resposta é: A mídia toma todo o cuidado com a verificação das fontes e do fato. O que não é oficial não deve ser divulgado, sob pena de cair no descrédito e enfrentar processos judiciais perfeitamente cabíveis.

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dez 16

Renan pede reunião com Cármen Lúcia (STF) e recebe recusa, enquanto o Senado recorre da decisão de Luiz Fux

por Celso Brasil

Ministra Carmen Lúcia – STF

A tentativa de aproximação com a Juíza e presidente do STF

Depois de desafiar as instâncias judiciais e receber respostas duras, o presidente do Senado Renan Calheiros tenta uma aproximação com a presidente do Supremo Tribunal Federal, na tentativa de minimizar a crise entre as casas. Sua proposta, que também atende interesses do Poder Executivo, não foi aceita ou confirmada.

O senador tem processos a serem julgados no STF e acredita-se que aquela casa não tem interesse nenhum em promover tal aproximação, justamente no momento em que o Senado Federal recorre da decisão do Ministro Luiz Fux, que determinou o retorno do pacote anticorrupção ao Plenário da Câmara dos Deputados. A ação, além de dar nova chance às 10 Medidas, faz com que se ganhe tempo suficiente para que, ao ser enviado para o Senado Federal, não enfrente a resistência do atual presidente daquela casa – Renan Calheiros.

Qual seria a pauta de Renan?

Além de uma aproximação para reforçar pedidos de reconsideração nas decisões do Supremo e seus ministros, tentar amenizar sua própria situação crítica, já que tem tantos processos a serem julgados.

A presidente do STF tem dado sinais de cautela e fontes de Brasília informaram que Renan só conseguirá se aproximar de Cármen Lúcia na reunião, já agendada, desta sexta-feira, com Alexandre de Moraes e o comando da PF, sobre a questão de segurança pública, que terá também Temer, Rodrigo Maia, Jungmann, Serra e OAB.

Nessa reunião, portanto, Renan não terá a privacidade desejada para suas articulações.

Donde se conclui que…

Renan deverá ser julgado pelo Supremo que, certamente, o condenará em pelo menos alguns dos processos que o jogará na Lava Jato e corre o risco de não poder interferir nas decisões do pacote anticorrupção – 10 Medidas – que tanto sonhava, caso a decisão do ministro Luiz Fux seja mantida com apoio dos demais ministros. Ademais, ele terá muita dor de cabeça pela frente, com outros processos e afastado da posição de presidente do Senado, o que lhe dá, atualmente, muita força e prerrogativas que deixarão saudade.
Para ele, claro!

Da Redação OEB
por Celso Brasil
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nov 19

Os corruptos ou as 10 Medidas? Qual deles estará agonizando em poucos dias?

Fontes do DF informam que as articulações estão sendo lideradas pelo PMDB, PT e PSD, que formaram uma frente contra o relatório proposto pelo relator Onyx Lorenzoni, com a participação de todos os outros partidos como aliados.

 PGR cria grupo de articulação para projeto sobre 10 medidas contra a corrupção

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, criou, nesta quinta-feira, 17 de novembro, grupo de articulação para acompanhamento do Projeto de Lei 4850/2016, sobre as 10 Medidas contra a Corrupção. Na Portaria, ele considera a necessidade de velar pela preservação do espírito do projeto inicial apresentado pelo Ministério Público Federal e referendado pelo apoio de 2,3 milhões de brasileiros.

Para o procurador-geral, as medidas representam um avanço significativo para a prevenção e repressão da corrupção e o debate legislativo no Congresso Nacional pode aperfeiçoar as medidas anticorrupção idealizadas pelo Ministério Público brasileiro. Ele considera, todavia, que “é preciso estar atento a tentativas de promover retrocessos que desfigurem a natureza do projeto”.

A coordenação do grupo será exercida pelo procurador-geral da República e o coordenador será secretariado pela Assessoria do Gabinete do PGR.

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out 23

[Vídeo] Renan et caterva, a inversão e a canalhice traduzida em um golpe

Os agentes da Polícia do Senado foram liberados. Mas foi suficiente para que o Brasil todo ficasse sabendo que aquele diretor da Polícia do Senado, que há mais de 10 anos acupa o cargo de intocável homem muito próximo a Renan Calheiros, operava um verdadeiro esquema de contra inteligência dentro do Congresso Nacional, sabotando o trabalho da PF utilizando o efetivo daquela instituição como verdadeiros capangas obrigados a agir no combate a lei.

Esse esquema visava impedir os trabalhos da Força-tarefa Lava Jato desde sua criação. Essa que apavora os corruptos e dá sustentação ao avanço das 10 Medidas contra a corrupção.

Uma polícia dotada de equipamentos de dar inveja à Polícia Federal. Equipamentos tão sofisticados que, muitos deles, nem eram utilizados devido à complexidade de seus recursos, que exigiam um operador especializado.

Essa é a Polícia de Renan. Não só de Renan, mas do grupo que ele lidera no sentido de cercear investigações da valorosa Polícia Federal e de toda a força-tarefa que nos causa orgulho e está sendo observada por todo o mundo como um modelo de investigação e combate à corrupção .  Essa força que colaborou para que derrubássemos um desgoverno de 13 anos.

Vamos ligar os pontos…

O esquema de contrainteligência, a serviço do mal que assola o País, foi criado por quem abusou do poder que lhe foi conferido pelo cargo que ocupa. Ou que abusam do poder, mesmo depois de deixar o cargo, como a relíquia viva da política brasileira – José Sarney – o imortal que concorre com Fidel Castro em número de anos de trono. Digo isso porque parece que Sarney não deixou o trono. Como um certo ex-presidente que insistia em não deixar a presidência e continuou desgovernando. Lembram?

Mas quem permaneceu nesse poder foi Renan Calheiros – presidente do Senado, com inúmeras indicações para o Nobel da Corrupção promovido pela Lava Jato e com chances de receber o seu “prêmio” em poucos meses das mãos do Juiz Sérgio Moro. O Juiz que pede o fim do foro privilegiado que ainda blinda Renan e seus capangas.

Trata-se de um escândalo equipar com sofisticação a Polícia do Senado para trabalhar no combate à Lei e, com todo este escândalo, se fosse um bom político ou, pelo menos coerente, reconheceria seu abuso de autoridade. No entanto, Renan Calheiros, de forma vil, tenta usar este absurdo que cometeu junto com seu bando de indicados à Lava Jato, para tentar, mais uma vez, aprovar, justamente, a Lei de abuso de autoridade, abusando da autoridade que lhe foi concedida.

Isso se chama canalhice, desespero de quem só consegue ver, a curto prazo, uma cela o separando do convívio com a sociedade, por ter comprovado o quão perigoso é para essa mesma sociedade que o quer preso.

Renan Calheiros e sua turma estão desesperados com o andamento do espetáculo legal que o Brasil protagoniza no cenário mundial através da Lava Jato.

Renan et caterva, os parlamentares que vocês esperam que lhes apoiem nesse golpe, também estão cientes de que nós, povo, estamos assistindo e reagindo aos acontecimentos políticos. Estão cientes de que despertamos e estamos cobrando ações probas.

Estes parlamentares que vocês buscam tanto o apoio para aprovação de uma lei que trabalha contra o cumprimento da Lei, não podem votar medidas contra a democracia e ficarem imortalizados na história como participantes de um golpe contra os princípios democráticos que o povo, seu eleitor, tanto combate.

Aos parlamentares, o nosso recado – Estamos acompanhando os passos e atos de cada um de vocês.

A você, Renan! E aos seus capangas, seus poucos seguidores condenados ao seu mesmo fim, o nosso recado: Trabalharemos muito ainda, para que suas manobras sujas e desesperadas não surtam efeito.

Quanto ao seu futuro, pouco nos importa, desde que você não faça parte do nosso.

O que você está promovendo, Renan Calheiros, é atitude própria de um…

De um…

Deixa pra lá.

Até a próxima.

Celso Brasil
Jornalista e Escritor

ago 03

Ministros do STF não deverão ser indicados pela presidência da República [vídeos]

O visível aparelhamento e parcialidade do Supremo Tribunal Federal (STF) causa reações.
Uma comissão passa a discutir sobre a indicação dos ministros do Supremo que, conforme ocorreu no governo do PT, não obedeceu critérios seletivos. A exemplo de Dias Tóffoli que, sequer, conseguiu classificação em exames da OAB. Outro exemplo é o ministro Lewandowiski que, conforme um polêmico vídeo do historiador Marco Antonio Villa, mostra a falta de histórico e competência para assumir o cargo. O vídeo em questão, viralizou na internet. Apresentamos, no final desta matéria, outros vídeos de Marco Antonio Villa que endossam a afirmação da falta de preparo dos ministros.

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, fez uma avaliação crítica sobre o excesso de competências da Corte e defendeu “redução drástica” nas atribuições do STF.

O centro das discussões será a forma como estes deverão ser indicados. No bojo deste processo vem a discussão sobre o fim do foro privilegiado.
Será este o fim do Submisso Tribunal Federal?

Celso Brasil
da Redação

STF-600

Supremo Tribunal Federal – Brasília

Comissão quer mudar indicações para o STF

Estadão conteúdo

A comissão especial da Câmara dos Deputados criada para analisar as dez medidas anticorrupção sugeridas pelo Ministério Público Federal quer ampliar seu alcance e incluir nas discussões mudanças em outros pontos, como a alteração do modelo de nomeação de ministros do Supremo Tribunal Federal. A intenção também é alterar o papel dos tribunais superiores para evitar conflitos com o Legislativo, ampliar o período máximo de prisão no País e regulamentar o lobby.

O relator da comissão, deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), pretende incluir em seu parecer mudanças no processo de escolha dos ministros do STF, hoje uma exclusividade do presidente da República. A dúvida é quem passaria a fazer essas indicações. No Senado, há uma proposta de emenda à Constituição pronta para ser incluída na pauta de votações da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) sobre o tema, que determina a escolha com base em lista sêxtupla, formada por dois indicados pelo Ministério Público Federal; dois pelo Conselho Nacional de Justiça; um indicado pela Câmara e um indicado pela Ordem dos Advogados do Brasil.

Lorenzoni disse que também pretende incluir nas discussões a definição do papel dos tribunais superiores. “Eu vou andar em um terreno minado. As relações hoje do Ministério Público e do Judiciário com o Parlamento são de muito conflito. Tem interferência da Suprema Corte aqui, tem ministro do Supremo inventando legislação. Tem um antagonismo muito latente”, afirmou.

Convidados

Nesta terça-feira, 2, Lorenzoni apresentou seu cronograma à comissão. O grupo vai se reunir às segundas e terças-feiras em agosto e setembro para oitivas por causa do período de campanha eleitoral. A votação do relatório na comissão e no plenário ocorreria em novembro. Já há pelo menos 40 convidados que serão chamados a participar das audiências públicas nas próximas semanas, mas a expectativa do relator é de que o número chegue a 60. O juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato, abrirá as oitivas amanhã pela manhã.

O projeto “10 Medidas contra a Corrupção” foi apresentado ao Congresso em março, por iniciativa do Ministério Público Federal e entidades que recolheram mais de 2 milhões de assinaturas. Lorenzoni já dá como certa a apresentação de um substitutivo.

Tempo de prisão

Deputados querem aproveitar a comissão para rever a legislação penal brasileira. O líder do PSD, Rogério Rosso (DF), pediu a inclusão na comissão de um projeto de lei que aumenta de 30 para 40 anos o tempo máximo de prisão. O projeto é de autoria do deputado André de Paula (PSD-PE) e foi apresentado em 2014. Rosso também vai sugerir a inclusão do projeto da regulamentação do lobby nos próximos dias.

Já o líder do PPS, Rubens Bueno (PR), quer incluir um projeto de lei que determina que as obras públicas precisam ser seguradas pelas empresas contratadas. Bueno também pretende sugerir a discussão no colegiado sobre a proposta de emenda à Constituição que trata do fim do foro privilegiado. O debate também é defendido pelo relator da comissão.

Em outra frente, parlamentares planejam mudanças nas propostas do Ministério Público. Há praticamente uma unanimidade entre os membros da comissão contra o chamado “teste de integridade”. A ação é considerada polêmica pelos deputados, pois propõe a “simulação de situações, sem o conhecimento do agente público ou empregado, com o objetivo de testar sua conduta moral e predisposição para cometer crimes”.

Supremo

Em palestra na noite de ontem, o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, fez uma avaliação crítica sobre o excesso de competências da Corte e defendeu “redução drástica” nas atribuições do STF. Entre as alterações, o ministro sugere, justamente, o fim do foro privilegiado da forma como é hoje. Para Barroso, o julgamento das autoridades pelo STF “desgasta” e “politiza indevidamente” o tribunal. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

da Redação OEB
com Estadão conteúdo

jul 26

Paulo Bernardo é indiciado – organização criminosa e corrupção passiva

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Ex-ministro do PT – Paulo Bernardo. Marido da senadora Gleise Hoffmann

O PB, como é conhecido pelo PT, finalmente foi indiciado graças as investigações da operação Custo Brasil e o Supremo Tribunal Federal fica ainda mais desmoralizado, devido à soltura liberada por Dias Toffoli com argumentos não convincentes, numa visível conivência e ato de proteção ao criminoso.

Cabe, agora, ao Ministério Público Federal analisar as provas reunidas pela PF e denunciar ou não o ex-ministro à Justiça.

Espera-se que o STF não interfira mais nas decisões de prisão do ex-ministro que, inevitavelmente, ocorrerá.

O esquema de aparelhamento não poderá mais blindar os criminosos, pois muito mais provas do esquema ex-governo com ministros e parlamentares corruptos, somando-se grandes empresas e empresas fantasmas agravados pelos achados em paraísos fiscais.

Com isso, a Lava Jato continua seu trabalho enfrentando desafios, inclusive do presidente do Senado – Renan Calheiros – que tentam cercear os trabalhos com edições e aprovações de leis contra a Lei.

Celso Brasil

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Paulo-Bernardo-Gleisi-HoffmanA Polícia Federal indiciou o ex-ministro dos governos Lula e Dilma Rousseff Paulo Bernardo por envolvimento nos crimes investigados pela Operação Custo Brasil, deflagrada em junho. A PF atribui a Bernardo, que ocupou as pastas do Planejamento e das Comunicações durante os governos petistas e foi preso pela operação, os crimes de organização criminosa e corrupção passiva no esquema que desviou 100 milhões de reais de contratos da empresa Consist com o Ministério do Planejamento.

O indiciamento de Paulo Bernardo foi concluído pela Polícia Federal na última sexta-feira. Caberá agora ao Ministério Público Federal analisar as provas reunidas pela PF e denunciar ou não o ex-ministro à Justiça.

A Operação Custo Brasil mirou contratos fraudulentos da Consist com o Ministério do Planejamento à época que Paulo Bernardo comandou a pasta, entre 2005 e 2011. Cada funcionário do ministério que tivesse contratos de empréstimo consignado pagava um real à empresa a título de taxa de administração, serviço que custa, normalmente, cerca de 30 centavos.

O sobrepreço, que teria alcançado a cifra de 100 milhões de reais entre 2010 e 2015, era repassado a políticos, como Paulo Bernardo, além de operadores do esquema e, principalmente, o PT, por meio de dezenas de empresas-fantasmas.

Em relação aos pagamentos feitos ao ex-ministro Paulo Bernardo, a PF identificou em cerca de 100 notas fiscais apreendidas um repasse de 7.170.031,74 reais para o escritório do advogado Guilherme Gonçalves, que prestou assessoria jurídica às campanhas da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), mulher de Bernardo. Oitenta por cento desse valor seria destinado a pagar despesas do ex-ministro, como, por exemplo, a remuneração de um assessor, do motorista e do próprio advogado.

Segundo os investigadores da Custo Brasil, o acerto inicial era de que Paulo Bernardo receberia 9,6% do total do faturamento da Consist. Quando ele deixou o Ministério do Planejamento, em 2011, para assumir o das Comunicações, a propina destinada a ele foi reduzida para 4,8%, e entre 2014 e 2015, baixou novamente para 2,9%. Quem teria assumido o seu posto como mantenedor do esquema foi o então secretário de Gestão do Planejamento, Valter Correia da Silva, que também foi secretário de Gestão do prefeito Fernando Haddad (PT), de São Paulo.

Menos de uma semana após ser preso, Paulo Bernardo teve a prisão revogada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli. Em sua decisão, o magistrado considerou que a detenção do petista foi um “flagrante constrangimento ilegal” e, por isso, concedeu habeas corpus de ofício em favor dele. Embora tenha acolhido pedido da defesa de Bernardo, Toffoli rejeitou suspender as investigações da Operação Custo Brasil, como queriam os advogados.

da Redação OEB
com Veja.com

jun 23

Elevado Costa e Silva passará a se chamar Elevado Presidente João Goulart

Um verdadeiro golpe. Um violento atentado terrorista ideológico.

stalin-lenin-marx-comunismoNos releases enviados para as agências de notícias e órgãos de imprensa, consta o seguinte:
“Câmara retira do Minhocão nome de presidente da ditadura”

Num esforço comunista bolivariano, em plena queda dessa ideologia mentecapta, com reprovação do povo brasileiro após assistir o que os esquerdopatas fizeram com o País, vereadores de São Paulo ignoram as transformações ocorridas nas últimas semanas livres de Dilma e continuam sua luta insana no sentido de perverter a história do Brasil.

Um verdadeiro marco da cidade de São Paulo, o Minhocão – como é conhecido – sofre um atentado ideológico que precisará ser rebatido e dará muito trabalho para ser revertido, se isso for possível.

A Câmara Municipal de São Paulo decidiu nesta quarta-feira, 22, mudar o nome do Elevado Costa e Silva – conhecido como Minhocão – para Elevado Presidente João Goulart. O projeto de lei aprovado retira a atual denominação do “presidente da ditadura militar” – Artur da Costa e Silva (1967-1969) – e substitui pelo presidente deposto pelos militares – João Goulart (1961-1964).

De autoria do vereador Eliseu Gabriel (PSB), o PL é de 2014. Agora, segue para sanção do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT). O projeto propõe a revogação do Decreto 8.574 de 19 de dezembro de 1969, que denominou a via como Elevado Costa e Silva.

Segundo justificativa de Gabriel, o presidente do regime militar “causou violência sem precedentes na história do País” ao aprovar no final de 1968 o Ato Institucional número 5 (AI-5), decreto que dava fim a todos os direitos civis.

O projeto foi aprovado em primeira votação no dia 8 de junho. Na ocasião, o vereador explicou que foi relator da Comissão da Verdade na Câmara e que uma das determinações do grupo foi retirar dos logradouros os “nomes de torturadores e pessoas que causaram crimes à comunidade”.

São Paulo não merece essa afronta!

Informalmente, o elevado é chamado de Minhocão e soma 45 anos de criação. Ao longo dos 3,4 quilômetros de extensão, percorre quatro distritos: Consolação, Santa Cecília, Perdizes e Barra Funda.

Celso Brasil

Celso Brasil jornalista

jun 18

Vídeo 008 E se todo o povo pedir intervenção militar – General Luiz Sodré e General Paulo Chagas respondem

O General Luiz Sodré e o General Paulo Chagas respondem sobre a hipótese de todo o povo for às ruas clamar pelas Forças Armadas.
Hipótese contrária a realidade atual, quando o povo está indo às ruas exigindo que seja cumprido o processo democrático de afastamento, julgamento e prisão dos maus gestores políticos e penalização das empresas que se uniram aos esquemas de corrupção.

REAÇÃO DEMOCRÁTICA [#007] General Heleno Fala à Nação
Quarta, 15 de junho de 2016 às 21:00h ao vivo
Videoconferência com a equipe de O ESTADO BRASILEIRO
via Google Hangout com transmissão simultânea através
das rádios da Rede Movimento de Comunicação
Pauta:
– Amazônia
– Política indigenista
– Intervenção Militar
– Quadro político atual

Assista a vídeo conferência completa em:

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gen augusto heleno

 

jun 18

Vídeo 007 Generais Heleno e Rocha Paiva deixam claro a quem cabe a iniciativa para intervenção

Os Generais Heleno e Rocha Paiva deixam claro a quem cabe o pedido de intervenção das Forças Armadas. Os três poderes e a consequência da iniciativa das próprias Forças Armadas.

REAÇÃO DEMOCRÁTICA [#007] General Heleno Fala à Nação
Quarta, 15 de junho de 2016 às 21:00h ao vivo
Videoconferência com a equipe de O ESTADO BRASILEIRO
via Google Hangout com transmissão simultânea através
das rádios da Rede Movimento de Comunicação
Pauta:
– Amazônia
– Política indigenista
– Intervenção Militar
– Quadro político atual

Assista a vídeo conferência completa em:

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gen augusto heleno

 

jun 18

Vídeo 006 Pergunta ao General Heleno – E se Dilma voltar?

Celso Brasil questiona General Heleno – E se Dilma voltar?
Terá necessidade da intervenção das Forças Armadas?

REAÇÃO DEMOCRÁTICA [#007] General Heleno Fala à Nação
Quarta, 15 de junho de 2016 às 21:00h ao vivo
Videoconferência com a equipe de O ESTADO BRASILEIRO
via Google Hangout com transmissão simultânea através
das rádios da Rede Movimento de Comunicação
Pauta:
– Amazônia
– Política indigenista
– Intervenção Militar
– Quadro político atual

Assista a vídeo conferência completa em:

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