Categoria: Ativismo

Justiça do Paraná determina a desocupação de 25 escolas invadidas

Colégio Estadual do Paraná – Curitiba

 

A Justiça determinou nesta quinta-feira (27), em caráter liminar, a reintegração de posse de 25 escolas de Curitiba ocupadas por estudantes. O despacho – assinado pela juíza Patrícia de Almeida Gomes Bergonse – determina que os alunos devem deixar os colégios imediatamente e de forma voluntária. Caso não o façam, haverá multa diária de R$ 10 mil e, nesse caso, a magistrada afirmou que será pedido o reforço da Polícia Militar para cumprir a reintegração. A decisão diz ainda que os ocupados terão 15 dias para contestar a liminar.

Uma das escolas na lista é o Colégio Estadual Santa Felicidade. A instituição foi desocupada após o assassinato de um aluno por um colega na segunda-feira (24).

Veja a relação das escolas no final da página

A decisão assinada pela juíza da 5ª Vara da Fazenda Pública, Patricia de Almeida Gomes Bergonse, saiu no começo da noite desta quinta-feira (27) e atendeu pedido da PGE (Procuradoria Geral do Estado), órgão para o qual as ocupações vinham sendo feitas “ilicitamente por parte de alunos de diversas idades”.

No pedido, a PGE chamou os estudantes de “invasores” e sublinhou que eles “confundem o exercício do direito de reunião e livre manifestação com a atitude reprovável de impedir outros discentes de ingressarem nos colégios para a efetivação do direito social à educação.”

A PGE ainda apresentou no pedido documentos “informando a notícia da morte de um menor de idade por utilização de arma branca, no interior da Escola Estadual Santa Felicidade”, esta semana –referência ao estudante Lucas Eduardo da Mota, 16.

No parecer ao pedido de liminar, o Ministério Público estadual apontou que, uma vez concedida a liminar, isso “encerra a possibilidade de qualquer negociação pacífica entre governo e estudantes” e abre possibilidade para que a eventual dos ocupantes “poderá gerar conflitos de grandes proporções, em desrespeito à vida e à saúde dos mesmos.”

Juíza fala em se evitarem “novas tragédias”

Na decisão, a juíza ponderou que, “embora as manifestações populares sejam uma forma de comunicação e expressão coletiva, possibilitando o exercício das demandas sociais junto ao Estado, verifica-se que a ocupação atual vem criando atmosfera de medo, insegurança e desordem pública, impedindo o exercício do direito de acesso dos estudantes, professores e funcionários aos estabelecimentos de ensino. Há notícia nos autos, também amplamente divulgada pelos meios de comunicação, da morte de um dos estudantes nas dependências de Instituição de ensino estadual, o que é inaceitável, demandando medida urgente de desocupação, inclusive para se evitar que outras tragédias acabem por ocorrer, lesionando os próprios ocupantes.”

A magistrada preferiu não “adentrar no mérito dos motivos que levaram parcela dos estudantes estaduais desta capital a ocuparem os colégios” –eles protestam contra a MP (Medida Provisória) 746, que trata da reforma do ensino médio, e a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 241, que impõe um teto de gatos à União pelo prazo de 20 anos.

O advogado Vitor Leme, integrante de um grupo que presta assistência jurídica voluntária para as ocupações, informou que a Defensoria Pública do Estado foi comunicada oficialmente sobre a decisão e deve recorrer.

“A Defensoria vai entrar com um agravo, pois há o receio de uso de força policial, a maioria dos estudantes é menor de 18 anos, e ano passado, dia 29 de abril, já tivemos uma repressão policial que deixou feridos alunos e professores”, afirmou Leme.

Confira as escolas que devem ser desocupadas:

Colégio Estadual Amâncio Moro;

Colégio Estadual Arlindo Amorim de Carvalho;

Colégio Estadual Avelino Antônio Vieira;

Colégio Estadual Benedito João Cordeiro;

Colégio Estadual Cecília Meireles;

Colégio Estadual Cruzeiro do Sul;

Colégio Estadual do Paraná;

Colégio Estadual Etelvina Cordeiro Ribas;

Colégio Estadual Flávio F da Luz;

Colégio Estadual Gemma Galgani;

Colégio Estadual Guido Arzua;

Colégio Estadual Guilherme A. Maranhão;

Colégio Estadual Iara Bergman;

Colégio Estadual Padre Silvestre Kandora;

Colégio Estadual Paulo Leminski;

Colégio Estadual Pinheiro do Paraná;

Colégio Estadual Professor Cleto;

Colégio Estadual Professor Elias Abrahão;

Colégio Estadual Protásio de Carvalho;

Colégio Estadual Rio Branco;

Colégio Estadual Santa Felicidade;

Colégio Estadual São Braz;

Colégio Estadual Senador Alencar Guimarães;

Colégio Estadual Teobaldo Kletemberg;

Colégio Estadual Tiradentes.

Não foi informado o prazo final para a desocupação.

da Redação OEB
com informações da Gazeta do Povo

[Vídeo] Renan et caterva, a inversão e a canalhice traduzida em um golpe

Os agentes da Polícia do Senado foram liberados. Mas foi suficiente para que o Brasil todo ficasse sabendo que aquele diretor da Polícia do Senado, que há mais de 10 anos acupa o cargo de intocável homem muito próximo a Renan Calheiros, operava um verdadeiro esquema de contra inteligência dentro do Congresso Nacional, sabotando o trabalho da PF utilizando o efetivo daquela instituição como verdadeiros capangas obrigados a agir no combate a lei.

Esse esquema visava impedir os trabalhos da Força-tarefa Lava Jato desde sua criação. Essa que apavora os corruptos e dá sustentação ao avanço das 10 Medidas contra a corrupção.

Uma polícia dotada de equipamentos de dar inveja à Polícia Federal. Equipamentos tão sofisticados que, muitos deles, nem eram utilizados devido à complexidade de seus recursos, que exigiam um operador especializado.

Essa é a Polícia de Renan. Não só de Renan, mas do grupo que ele lidera no sentido de cercear investigações da valorosa Polícia Federal e de toda a força-tarefa que nos causa orgulho e está sendo observada por todo o mundo como um modelo de investigação e combate à corrupção .  Essa força que colaborou para que derrubássemos um desgoverno de 13 anos.

Vamos ligar os pontos…

O esquema de contrainteligência, a serviço do mal que assola o País, foi criado por quem abusou do poder que lhe foi conferido pelo cargo que ocupa. Ou que abusam do poder, mesmo depois de deixar o cargo, como a relíquia viva da política brasileira – José Sarney – o imortal que concorre com Fidel Castro em número de anos de trono. Digo isso porque parece que Sarney não deixou o trono. Como um certo ex-presidente que insistia em não deixar a presidência e continuou desgovernando. Lembram?

Mas quem permaneceu nesse poder foi Renan Calheiros – presidente do Senado, com inúmeras indicações para o Nobel da Corrupção promovido pela Lava Jato e com chances de receber o seu “prêmio” em poucos meses das mãos do Juiz Sérgio Moro. O Juiz que pede o fim do foro privilegiado que ainda blinda Renan e seus capangas.

Trata-se de um escândalo equipar com sofisticação a Polícia do Senado para trabalhar no combate à Lei e, com todo este escândalo, se fosse um bom político ou, pelo menos coerente, reconheceria seu abuso de autoridade. No entanto, Renan Calheiros, de forma vil, tenta usar este absurdo que cometeu junto com seu bando de indicados à Lava Jato, para tentar, mais uma vez, aprovar, justamente, a Lei de abuso de autoridade, abusando da autoridade que lhe foi concedida.

Isso se chama canalhice, desespero de quem só consegue ver, a curto prazo, uma cela o separando do convívio com a sociedade, por ter comprovado o quão perigoso é para essa mesma sociedade que o quer preso.

Renan Calheiros e sua turma estão desesperados com o andamento do espetáculo legal que o Brasil protagoniza no cenário mundial através da Lava Jato.

Renan et caterva, os parlamentares que vocês esperam que lhes apoiem nesse golpe, também estão cientes de que nós, povo, estamos assistindo e reagindo aos acontecimentos políticos. Estão cientes de que despertamos e estamos cobrando ações probas.

Estes parlamentares que vocês buscam tanto o apoio para aprovação de uma lei que trabalha contra o cumprimento da Lei, não podem votar medidas contra a democracia e ficarem imortalizados na história como participantes de um golpe contra os princípios democráticos que o povo, seu eleitor, tanto combate.

Aos parlamentares, o nosso recado – Estamos acompanhando os passos e atos de cada um de vocês.

A você, Renan! E aos seus capangas, seus poucos seguidores condenados ao seu mesmo fim, o nosso recado: Trabalharemos muito ainda, para que suas manobras sujas e desesperadas não surtam efeito.

Quanto ao seu futuro, pouco nos importa, desde que você não faça parte do nosso.

O que você está promovendo, Renan Calheiros, é atitude própria de um…

De um…

Deixa pra lá.

Até a próxima.

Celso Brasil
Jornalista e Escritor

REFORMA DO ENSINO – Movimentos organizados entregam carta de apoio ao Ministro da Educação

Neste 20 de outubro de 2016, os Movimentos Ativistas uniram-se e entregaram uma carta ao Ministro da Educação, em Brasília, em apoio à Medida Provisória da Reforma do Ensino Médio no País

Por meio do Convergências, dezenas de movimentos de rua e das redes sociais, os quais levaram mais de 6 milhões de brasileiros às ruas, além de outras dezenas de milhões em redes sociais, apoiam a Medida Provisória da Reforma do Ensino Médio no País, do Governo do Presidente Michel Temer, pelas seguintes razões:

1. Indicadores nacionais e internacionais revelam que o modelo de Educação do Brasil falhou. O resultado pode-se observar também na estatística de analfabetos funcionais que mostra que apenas 8 de cada 100 pessoas têm condições plenas de compreender e se expressar (Índice INAF – Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional).

2. A imposição de todas as matérias a todos os alunos é improdutiva e antidemocrática, além de ferir o princípio da livre escolha em face de talentos individuais. É contraproducente quando impede a correta alocação de vocações de acordo com escolhas individuais e demandas profissionais, especialmente em um mundo em franca transformação, ainda mais com infinito conhecimento disponível na internet. A reforma proposta não proíbe que um aluno possa estudar todas as 12 matérias em média dos currículos determinados pelo MEC (as quais devem, contudo, permanecer disponíveis), mas isso deve ser de livre escolha de cada um, de acordo com sua vontade e decisão sobre o que deseja fazer profissionalmente, mantendo-se, é claro, obrigatoriedade das matérias básicas como português e matemática.

3. Ao se privilegiar escolhas pessoais, teremos a possibilidade de formação de milhões de técnicos nas mais diversas áreas, independente do Terceiro Grau, algo absolutamente necessário para a geração de empregos mais categorizados, tão necessários também para que o País possa ter mão de obra mais qualificada para a retomada do crescimento. Apoiamos a MP também no quesito que possibilita a profissionais com larga experiência, lecionar para a pós-formação do ensino médio ou extraclasse, algo largamente praticado nos países do chamado Primeiro Mundo, bem como, a ampliação da carga de estudos, de 800 para 1.400 horas anuais, que propiciará ao jovem brasileiro oportunidades de aprendizado e especialização na(s) área(s) que lhe interessar com tempo suficiente para adquirir e exercitar o conhecimento, trabalhando-o junto às comunidades onde estão inseridos.

4. O novo modelo permitirá ao longo do tempo adequar o sistema vigente, incluindo-se o ENEM, que hoje serve apenas de porta de passagem aos que, independentemente de terem feito o ensino médio, buscar obter certificados de conclusão, habilitando-os a cursar uma faculdade. Ou seja, má formação de base que habilita o jovem a cursos superiores como meros degraus certificadores para atender exigências do mercado. Há que se parar com a Educação de faz-de-conta!

Apoiamos, portanto, os pontos da Medida Provisória da Reforma do Ensino Médio, e conclamamos os parlamentares a aprová-la sem delongas. Conclamamos também, a Sociedade que se aprofunde no conteúdo da Reforma, evitando-se conclusões induzidas por grupos com caráter ideológico, político e corporativista. Com a ampliação dos investimentos em Educação, fica evidente que haverá mais demanda por professores, bem como, maior necessidade de adequações à nova realidade que o Século XXI impõe. As referências à PEC dos Gastos (241) associadas aos investimentos em Educação devem ser compreendidas na diferenciação angular do que é gasto e do que é investimento. A PEC 241 não prevê corte nos investimentos.

DESOCUPAÇÃO IMEDIATA DAS ESCOLAS

Apoiaremos a todas as ações das autoridades necessárias para a desocupação imediata das escolas, e sugerimos um plano de comunicação direta com os estudantes e professores, cuja maioria está sendo induzida por pessoas com outras intenções de interesse político, ideológico ou corporativista.

O Brasil não pode mais perder tempo se quiser construir uma Sociedade melhor e mais próspera, que deve ter a Educação como um dos seus pilares mais importantes. Países como a Coréia do Sul e o Japão, investiram em Educação, em meio às crises pós-guerras, com modelos apropriados de aproveitamento de talentos, e tornaram-se nações prósperas e pujantes. É possível recuperar rapidamente o tempo e campo perdidos, graças ao valoroso Povo Brasileiro, resiliente e criativo em face às dificuldades presentes. O Brasil precisa sim, se abrir para novas oportunidades alinhadas com o que o Povo Brasileiro espera – prosperidade e todas as ótimas consequências advindas.
Assinam por meio do Convergências, os Movimentos e instituições adiante listados (em ordem alfabética):

– A Voz do Cidadão
– Acorda Brasil
– Avança Brasil Maçons
– Brasil Acima de Tudo
– Cidadão Alerta
– Conclave para a Democracia
– CODEB – Confederação Democrática dos Estudantes do Brasil
– Endireita Fortaleza
– Endireita Pernambuco
– IDE Instituto Democracia e Ética
– JPB – Juntos Pelo Brasil
– Laços
– Lava Togas
– Lula na Cadeia
– Militância Anti-PT
– Movimento Curitiba Contra Corrupção
– Movimento Civil XV de Março
– Movimento Federalista
– MLB – Movimento Limpa Brasil
– Movimento Legislação e Vida
– Movimento Muda Brasil – Cuiabá
– Movimento NasRuas
Movimento Rua Brasil
– Mulheres da Inconfidência
– No Comuna II
– OCC Alerta Brasil
– Ordem dos Médicos do Brasil
– Patriotas
– Praça Da Justiça
– Reaças United
– RDN – Rede de Direita Nacional
– República de Curitiba
– UNEL – União Nacional Estudantes pela Liberdade

de Brasília: Ray Alves
Movimento RUA BRASIL
Apoio:
Rede Movimento Brasil de Comunicação
O ESTADO BRASILEIRO
Rádio Movimento

Cai o presidente da Funai depois de repudiar infanticídio na Paralimpíadas

Artur Nobre Mendes – exonerado pelo presidente Michel Temer

“O Brasil não suporta mais tantas crianças indígenas morrendo em nome da cultura. Os organizadores da paralimpíadas tiveram a coragem de romper o silêncio e mostrar ao mundo que os índios brasileiros amam seus filhos e querem todos eles vivos.
Minha menina Iganani Suruwaha levou a tocha e disse ao Brasil e ao mundo: Eu existo,  eu estou aqui, eu sou feliz! “
Dra. Damares Alves – Defensora e ativista da causa indígena

funai-1A Fundação Nacional do Índio (Funai) criticou, no dia 16 de setembro, a organização da Paraolimpíada dos Jogos do Rio por “ofensa e desrespeito aos povos indígenas do Brasil” em uma nota divulgada no começo deste mês divulgada pole Globo.com.

No texto divulgado no último dia 1º, que trazia informações sobre o revezamento da tocha, a organização dos Jogos deu detalhes da história de uma índia que participou do evento. Na explicação, ela disse que infanticídio, homicídio, abuso sexual, estupro, escravidão, tortura, abandono e violência doméstica são “práticas tradicionais nocivas em comunidades indígenas”.

“A indiazinha nasceu na Amazônia, na tribo Suruwahá, com paralisia cerebral. Sua mãe, Muwaji Suruwahá, precisou fugir da aldeia para evitar o infanticídio indígena. A criança, por não andar, estava condenada à morte por envenenamento em sua própria comunidade”, escreveu a organização da Paraolimpíada.

De acordo com a Funai, a alegação dessa suposta prática serve como tentativa de criminalização e demonstração de preconceito contra os povos indígenas, além de uma tentativa de justificativa para penalizar servidores públicos que atuam em áreas indígenas.

A Nota da Funai que gerou a demissão

“A Funai repudia que um evento que tem entre seus objetivos dar visibilidade às pessoas com deficiências, promovendo, justamente, o respeito à diversidade e ao próximo e combatendo o preconceito e a discriminação, utilize concepções baseadas em ideias preconceituosas e discriminatórias para se referir aos povos indígenas do Brasil”, disse a fundação.

A demissão do presidente da Funai

A índia Iganani Suruwaka participou do revezamento da tocha

O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, exonerou nesta terça-feira (20), o atual presidente da Funai (Fundação Nacional do Índio), Artur Nobre Mendes. Em seu lugar, Moraes colocou seu assessor especial no Ministério da Justiça, Agostinho do Nascimento Netto.

A demissão de Artur Nobre Mendes foi publicada hoje no Diário Oficial da União, com data de segunda-feira (19). A exoneração ocorre quatro dias depois da publicação de uma carta de repúdio divulgada pela Funai, por causa de uma menção feita aos povos indígenas durante o carregamento da tocha olímpica dos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro.

Questionado sobre as razões de trocar a presidência da Funai, o Ministério da Justiça negou que o desligamento esteja relacionado com a carta divulgada pela fundação na sexta-feira. “O Ministério da Justiça e Cidadania informa que a nomeação se trata de uma ação administrativa já prevista e representa mais uma das etapas no processo de dinamização das ações administrativas da Funai”, declarou, por meio de nota.

Na apresentação da índia Iganani Suruwaha, a garota que carregou a tocha, a organização dos Jogos afirmou que “a indiazinha nasceu na Amazônia, na tribo Suruwahá, com paralisia cerebral” e que “sua mãe, Muwaji Suruwahá, precisou fugir da aldeia para evitar o infanticídio indígena”.

O texto mencionou que “a criança, por não andar, estava condenada à morte por envenenamento em sua própria comunidade” e que “a prática cultural que não é considerada crime pelas leis brasileiras”. “Hoje, Iganani tem 13 anos e em agosto de 2015 a Câmara dos Deputados aprovou a “Lei Muwaji”, que visa combater práticas tradicionais nocivas em comunidades indígenas – como infanticídio ou homicídio, abuso sexual, estupro individual ou coletivo, escravidão, tortura, abandono de vulneráveis e violência doméstica – e garantir a proteção de direitos básicos dos indígenas”.

Na sexta-feira, a Funai lamentou que “a organização dos Jogos Paralímpicos Rio 2016, por meio de comunicado oficial divulgado no site do evento, promova ofensa e desrespeito aos povos indígenas do Brasil, referindo-se a crimes como “práticas tradicionais” indígenas.

“A Funai entende que tal posicionamento revela uma total incompreensão sobre a realidade indígena no país, refletindo uma visão preconceituosa e discriminatória sobre esses povos, suas culturas e seus modos de vida”, declarou a fundação.

Na nota, a Funai destacou que o Projeto de Lei nº 1057/2007, conhecido como “Lei Muwaji”, aprovado pelo Plenário da Câmara, em agosto de 2015, desconsidera a falta de dados concretos sobre a suposta prática de infanticídio, “uma vez que não existem dados coletados com rigor e em número suficiente para afirmar que essa seja uma ação frequente e costumeira por parte de povos indígenas, como se tem alardeado”.

“A alegação dessa suposta prática serve, muitas vezes, como tentativa de criminalização e demonstração de preconceito contra os povos indígenas, e também como justificativa para penalizar servidores públicos que atuam em áreas indígenas”, declarou a fundação, que é vinculada ao Ministério da Justiça.

A instituição declarou ainda repudiar “que um evento que tem entre seus objetivos dar visibilidade às pessoas com deficiências, promovendo, justamente, o respeito à diversidade e ao próximo e combatendo o preconceito e a discriminação, utilize concepções baseadas em ideias preconceituosas e discriminatórias para se referir aos povos indígenas do Brasil”.

Agostinho do Nascimento Netto, nomeado agora para a presidência da Funai, estava há apenas três meses no cargo de assessor especial no Ministério da Justiça. Artur Nobre Mendes estava na fundação desde setembro de 2014 e passou a presidir o órgão em junho, quando assumiu o cargo em substituição a João Pedro Gonçalves da Costa – exonerado pelo presidente Michel Temer.

da Redação OEB
com Estadão conteúdo

Por que cancelar delação? Gen Rocha Paiva

gen-rocha-paivaÉ lamentável, além de estranho, suspender e, pior ainda, cancelar a delação de Léo Pinheiro na Operação Lava Jato. Essa delação, como era anunciado, alcançava figuras do alto escalão nos três Poderes, inclusive o ex-presidente Lula.

O vazamento, que evidentemente não deveria ter ocorrido, mereceria reprimenda e investigação de responsabilidades, mas não uma medida tão extrema, até porque isso não aconteceu em todas as outras delações que também vazaram. Por que exatamente essa foi suspensa e poderá ser cancelada?

Na verdade, os fatos estão envolvidos em forte neblina e ainda não se sabe exatamente o que aconteceu.

No entanto, é muito importante que a sociedade se manifeste e se comunique pelas redes sociais exigindo o prosseguimento da delação em pauta, pois ela é fundamental para que a Lava Jato não sofra um processo de esvaziamento, como interessa a muita gente poderosa com contas a pagar.

Ligue-se com seus contatos e com os sites da internet e manifeste seu repúdio a essa infeliz decisão.

Gen Bda R1 Luiz Eduardo Rocha Paiva

REAÇÃO DEMOCRÁTICA #014 – O Impeachment, O STF e a Lava Jato

Quarta, 24 de agosto às 21:00h – Videoconferência
A fase final do impeachment, o Supremo Tribunal Federal em conflito com o Ministério Público Federal e as consequências para a Lava Jato e as previsões para depois do 30 de agosto.
Com a equipe de O ESTADO BRASILEIRO .com.br
e convidados.
Com transmissão simultânea da Rede Movimento de Rádios.
#OEB

Reacao-Democratica-player

REAÇÃO DEMOCRÁTICA #012 – 03-08-2016 – Prazos do impeachment, Lula é réu, Lava Jato e 10 Medidas – 21:00h – Assista!

REAÇÃO DEMOCRÁTICA #012 – 03-08-2016 – AO VIVO – Prazos do impeachment, Lula é réu, Lava Jato e 10 Medidas – 21:00h – Assista ao vivo!

Reacao-Democratica-player

Quarta, 03 de agosto às 21:00h
Videoconferência via Google e rádios da Rede Movimento.
Com a equipe do programa e convidados.
Dr. Paulo Fernando, Empresária Ray Alves, General Rocha Paiva, Dra. Damares Alves, jornalista Celso Brasil e convidados.
Compartilhe em suas redes!

MST tem integrantes presos – Legislação antiterrorismo é usada pela Justiça

Sem a blindagem da qual sempre usufruiu, o MST, pela primeira vez, sofre as consequências de suas ações que passam a ser consideradas terroristas, o que sempre foi acobertado pelo governo do PT, que utilizava a organização terrorista como seu braço armado para implantação de um regime totalitarista bolivariano, aos moldes da Venezuela e países que tentaram adotar este mesmo sistema.

pt-02

Legislação antiterrorismo é usada pela primeira vez

Justiça usa legislação antiterrorismo para prender militantes do MST que invadiram e destruíram fazenda

Com base na Lei 12.850 que tipifica organizações criminosas, a Justiça em Goiás mandou prender quatro militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Um deles, José Valdir Misnerovicz, que atua no movimento há 30 anos, está preso no Núcleo de Custódia de Segurança Máxima de Aparecida de Goiânia. Sua prisão ocorreu em maio. As prisões estão inseridas no contexto de ocupação da Usina Santa Helena, uma propriedade de 22 mil hectares, no município de Santa Helena de Goiás, por cerca de mil famílias sem-terra ocorrida no domingo passado. É uma das maiores ações do MST neste ano no País. O movimento cobra o assentamento de 6.500 famílias na área.

É a primeira vez que a Justiça aceita denúncia do Ministério Público contra militantes do MST com base na lei de 2013 sobre organizações criminosas, especialmente no artigo 2.º, que contou com a redação da Lei 13.260, a lei antiterrorismo.

As terras da Santa Helena, uma usina de álcool aberta nos anos 1970, são disputadas por famílias de pequenos agricultores desde a crise que atingiu a empresa, há três anos. Uma parte da propriedade foi arrendada para plantadores de soja. Em 23 de agosto do ano passado, os sem-terra ocuparam pela primeira vez a propriedade. Autoridades fazendárias chegaram a iniciar um acordo para repassar 5.500 hectares para a reforma agrária, com a redução da dívida da empresa. A Justiça, no entanto, suspendeu o processo, argumentando que os trabalhadores da usina, com direitos a receber, deveriam ter prioridade.

No dia 12 de abril, os sem-terra foram surpreendidos com a decisão da Justiça de prender as quatro lideranças, especialmente José Valdir Misnerovitcz que integrava o comitê montado pelo governo goiano de gerenciamento de crise no campo. Ele era um dos responsáveis em negociações para evitar confrontos e violência em reintegrações de posse e despejos. Nos argumentos da denúncia os promotores Julianna Giovanni Gonçalves e Sérgio Luis Serafim citam atos de violência praticados por Diessyka Lorena Santana Soares, Luis Batista Borges e Natalino de Jesus no município de Santa Helena. Os promotores dizem que o sem-terra constitui e integra uma organização criminosa.

Organização criminosa

A decisão de prender os sem-terra foi tomada por uma comissão formada pelos juízes Thiago Brandão Boghi, Rui Carlos de Faria e Vitor Umbelino Soares Junior. Por meio da assessoria do Tribunal de Justiça de Goiás, a juíza Aline Freitas da Silva, que responde temporariamente pelo caso, ressaltou que a prisão foi pedida pelo Ministério Público. Os promotores argumentam que os sem-terra fizeram ameaças a funcionários da fazenda e “subtraído” uma máquina agrícola. Não há referências a uso de armas de fogo pelos sem-terra, que teriam usado apenas armas brancas, como facões.

da Redação OEB
Texto do site na íntegra
alvarodias.com.br

REAÇÃO DEMOCRÁTICA #011 – Quarta, 27 de julho às 21:00h

Reacao-Democratica-playerPautas:
– Manifestações de 31 de julho
– Segurança
– Dicas
– A oposição aos movimentos

Quarta, 27 de julho às 21:00h
Videoconferência via Google e rádios da Rede Movimento.
Com a equipe do programa e convidados.
General Paulo Chagas, Dr. Paulo Fernando, Empresária Ray Alves, General Rocha Paiva, Dra. Damares Alves, jornalista Celso Brasil e convidados.
www.oestadobrasileiro.com.br
Compartilhe em suas redes!

PF acaba com a ocupação "fora Temer" do prédio da Funarte – MinC

50 policiais (PF) acordaram os manifestantes que ocupavam o Palácio Capanema no Rio – prédio do Ministério da Cultura. A ocupação, em protesto ao governo Temer, ocorria desde 16 de maio deste ano.

policiafederal

A Polícia Federal invadiu na manhã desta segunda-feira o Palácio Capanema, no centro do Rio, para encerrar a ocupação iniciada em 16 de maio por manifestantes contrários ao presidente interino Michel Temer e a extinção do Ministério da Cultura. Cerca de 50 agentes entraram no local.

O prédio é sede da Funarte (Fundação Nacional de Artes) e do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Nacional) no Rio de Janeiro. Os policiais ordenaram a desocupação de todos os manifestantes instalados nos pilotis, no Mezanino, no Salão Portinari e nas demais dependências do local.

Diante dos ação dos agentes, os manifestantes desocuparam pacificamente o prédio e cantaram palavras de ordem contra o governo Temer.

da Redação OEB
com conteúdo Veja