Categoria: América Latina

O Estado partidário

Por Carlos I. S. Azambuja

stalin-lenin-marx-comunismoO mecanismo do Poder comunista é, talvez, mais simples que se possa imaginar. embora leve à tirania mais refinada e exploração mais brutal. A simplicidade desse mecanismo tem origem no fato de que apenas um partido, o comunista, é a espinha dorsal de toda atividade política, econômica e ideológica. A vida política se move segundo o que acontece nas reuniões da direção do partido.

Sob o regime comunista, o povo compreende rapidamente qual a sua função e o que lhe é permitido fazer ou não. Leis e regulamentos não têm importância essencial: são as leis tácitas e reais sobre as relações entre o governo e seus súditos que valem. Todos sabem que o governo, apesar das leis, está nas mãos dos comitês do partido e da polícia secreta. Não se estabelece um “papel direto” ao partido, mas sua autoridade se encontra em todas as organizações e setores.

Nenhuma lei determina que a polícia secreta tem o direito de controlar os cidadãos, mas a polícia é onipresente. Nenhuma lei determina o controle do Judiciário pela polícia secreta e pelo partido, mas isso acontece. A maior parte das pessoas sabe disso. Todos sabem o que pode ser feito ou não, e o que depende de quem. Adaptam-se a essa situação e às condições existentes, apelando, em todos os assuntos de importância, para as reuniões do partido ou a órgãos sob o seu controle.

Os comunistas se familiarizam com o sistema e com as relações assim criadas. Habituam-se a distinguir entre o que é importante e o que não é, e a consultar as reuniões partidárias somente sobre os assuntos especialmente importantes. A unidade só existe potencialmente, pois as decisões importantes são tomadas pelo partido. A opinião daqueles que elegeram o governo ou atuam na administração é totalmente sem importância.

Antes de usurparem o Poder, a unidade é necessária para recrutar revolucionários. Depois, serve de justificativa para o controle totalitário pela nova classe. Uma surge da outra, mas também uma difere da outra. A revolução e suas formas tornam-se inevitáveis, e até mesmo necessárias à sociedade que aspirava ao progresso técnico e econômico.

A tirania e o controle totalitário pela nova classe, que começou a surgir durante a revolução, tornam-se o jugo sob o qual o sangue e o suor de todos os membros da sociedade escorrem. Formas revolucionárias transformam-se em formas reacionárias.

Há dois métodos pelos quais os comunistas controlam a máquina social. O primeiro é o da unidade, o mais importante, pelos princípios e pela teoria. O segundo, atualmente mais em voga, reserva certos postos do governo a membros do partido. Entre esses postos, essenciais em qualquer governo e ainda mais num regime comunista, estão os da polícia, especialmente a secreta, da diplomacia e do oficialato, cargos nos serviços de informação e políticos.

No Judiciário, somente as posições mais elevadas ficam nas mãos dos comunistas. A tendência é a de aumentar os privilégios de que gozam os seus membros. Desse modo, o controle sobre a Justiça poderia ser afrouxado ou até mesmo abolido, com a certeza de que ela continuará a seguir as intenções do partido, ou seja, a distribuir justiça “dentro do espírito do socialismo”.

A lei, embora tácita, de que somente membros do partido podem tornar-se oficiais, policiais ou diplomatas, e de que somente eles podem exercer autoridade, cria um grupo de burocratas com privilégios especiais e simplifica os mecanismos do governo e da administração. A unidade do partido expande-se, dessa forma, e se apodera de quase todos os serviços.

Não há nenhuma diferença fundamental, no sistema comunista, entre os serviços estatais e as organizações partidárias, como, por exemplo, entre o partido e a polícia secreta, estando a diferença entre ambos apenas na distribuição de tarefas. Toda a estrutura governamental é organizada dessa maneira, com as posições políticas reservadas exclusivamente aos membros do partido.

O Partido Comunista não tem seu caráter singular apenas por ser revolucionário e centralizado e observar uma disciplina militar, ter objetivos definidos e outras características.

Somente no Partido Comunista é a “unidade ideológica”, ou o conceito idêntico do mundo e do desenvolvimento da sociedade, obrigatória para seus membros. Lenin não pensava que os membros do partido estivessem obrigados a ter as mesmas ideias.

Na prática, porém, ele refutava e pulverizava toda ideia que não lhe parecesse marxista ou “do partido”, ou seja, que não fortalecesse o partido da forma que ele concebesse. Seu ajuste de contas com vários grupos de oposição dentro do partido era diferente do de Stalin, porque Lenin não os matava. Os sufocava, simplesmente.

Stalin exigia a unidade ideológica, além da unidade política e filosófica, a todos os membros do partido. Sob sua administração, a unanimidade tornou-se a exigência tácita de todos os partidos comunistas do mundo.

O que significa a unidade obrigatória no partido, e para onde ele leva?
Suas consequências políticas são muito sérias. O Poder, em qualquer partido, e essencialmente num partido comunista, está nos seus líderes e na sua alta direção. A atitude ideológica obrigatória, especialmente no partido comunista, centralizado e com a disciplina militar que adota, traz inevitavelmente o poder do corpo central de dirigentes sobre o pensamento dos seus membros.

Hoje, a “liderança coletiva”, pós-estalinista, satisfaz-se em tornar impossível o surgimento de novas ideias sociais. Assim, o marxismo reduziu-se a uma teoria  e a definições somente pelos líderes do partido.
Não há nenhum outro tipo de marxismo ou comunismo hoje, e dificilmente poderá vir a surgir qualquer outro gênero.

As consequências sociais da unidade ideológica têm sido trágicas: a ditadura de Lenin foi severa, mas a de Stalin transformou-se num totalitarismo. A abolição da luta ideológica no partido significou o fim de toda a liberdade na sociedade, já que somente no partido as várias camadas encontram expressão. A intolerância de outras ideias e a insistência na presumida natureza científica do marxismo foram o começo do monopólio ideológico pelas lideranças do partido, que mais tarde se transformou em um completo monopólio da sociedade.

Essa unidade ideológica impossibilita quaisquer movimentos independentes dentro do sistema comunista e dentro da própria sociedade. Cada ação depende do partido, que tem controle total da sociedade, e dentro da qual não há a menor liberdade.

A unidade ideológica do partido é a base espiritual da ditadura pessoal. Sem ela, essa ditadura não pode, sequer, ser imaginada. Ela produz e fortalece a ditadura, e vice-versa. O monopólio das ideias, ou a unidade ideológica compulsória, são apenas um complemento e uma máscara teórica da ditadura pessoal.

Por tudo isso, o marxismo transformou-se de ideologia revolucionária livre em dogma prescrito.

Carlos I. S. Azambuja é Historiador

Publicado originalmente
no Alerta Total – www.alertatotal.net

REAÇÃO DEMOCRÁTICA [#004] quarta, 25 de maio 21:00h (videoconferência)

Videoconferência – Generais, parlamentares e analistas políticos discutindo a retomada do desenvolvimento do Brasil através da democracia com a participação popular. Desafios Brasileiros
Transmissão via Google Hangout e através das rádios da Rede Movimento em tempo real.

ESTÚDIO BRASIL #002 – Segunda, 23 de maio às 21:00h

Neste 23 de maio realizamos mais uma videoconferência de toda segunda – ESTÚDIO BRASIL #002
Acertos, deslizes e ajustes do novo governo
Com: Lucia Felix, Ricardo Precioso, Ray Alves, Celso Brasil
e convidados
Transmissão simultânea pelas rádios da Rede Estado Brasileiro

EstudioBrasil-700.

Aguardamos você hoje às 21:00h

Dilma deverá esclarecer o termo "golpe" para o STF e isso abre um precedente

Rosa-Weber-Ministra-stf


A presidente afastada ainda não se manifestou quanto à notificação recebida e o fato abre precedente para que outros políticos também expliquem, caso surjam mais pedidos.

O recente pronunciamento de Lula na TV venezuelana é um caso digno de abertura de processo, pelo simples fato de não existir nenhuma contestação do impeachment citando o termo golpe, o que exigiria fundamentação jurídica e essa não existe.

A iniciativa partiu da Câmara dos Deputados e o Supremo Tribunal Federal, em decisão liminar da ministra Rosa Weber, deu aval para a cobrança da responsabilidade do discurso meramente político e infundado.

A ministra determinou que presidente afastada Dilma Rousseff seja notificada para responder a ação da Procuradoria Parlamentar da Câmara. A notificação foi expedida dia 17 de maio. Nem Dilma ou sua assessoria se manifestaram ou comentaram o ato.

O STF e a Câmara querem que ela esclareça o uso do termo “golpe” nos discursos públicos, sobre o processo de impeachment, ocorrido dentro da lei, conforme citam as duas instituições.

De acordo com a assessoria da Procuradoria da Câmara, a ação foi levada pelo órgão ao STF no último dia 5 “e atendeu a um pedido do deputado federal Júlio Lopes (PP-RJ) (…). O deputado questiona o que consistiria o suposto golpe, quem seriam os golpistas e o motivo de a Presidente não ter recorrido a nenhuma instituição para evitar o que considera ser golpe”.

Leia também:
Cardozo cometeu crime de responsabilidade e sofre sindicância

O PT, no entanto, coloca seus militantes pagos (entre eles artistas) para promoverem o termo, obedecendo o princípio de que tudo que for dito muitas vezes, torna-se em “verdade”.

da Redação OEB
com fontes de Brasília

REAÇÃO DEMOCRÁTICA [03] – 19 de maio, quinta – ao vivo – 21:00h

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ATENÇÃO!
Este programa vai ao ar excepcionalmente numa quinta-feira. Problemas de agenda não permitiram sua realização na quarta. Pedimos a compreensão do nosso público.

GENERAIS, AUTORIDADES E ANALISTAS num debate aberto e atual.
Transmitido ao vivo em 19 de maio de 2016 – C O M P A R T I L H E !!!

Participação da equipe:
Gen Paulo Chagas
Dr. Paulo Fernando
Ray Alves
Celso Brasil
Convidado especial – Marcio Batista de Oliveira
Membro do Instituto Conservador e coordenador do Observatório da Educação/DF
e Dra. Damares Alves – já conhecida do nosso público

Transmissão simultânea pelas rádios da Rede Estado Brasileiro

Ou Maduro ou a Constituição, diz Capriles

Depois da aprovação do impeachment no Brasil, a Venezuela intensificou os protestos e o povo foi às ruas.

Capriles pede que militares escolham entre Maduro e Constituição

O líder da oposição venezuelana, Henrique Capriles, intimou nesta terça-feira os militares do país a decidir “se estão” com a Constituição ou com o presidente Nicolás Maduro, ao convocar o país a desacatar um decreto presidencial de estado de exceção, que considerou ilegal.

“Digo à Força Armada: aqui está chegando a hora da verdade, de decidir se está com a Constituição ou com Maduro. Esta será uma decisão que caberá à Força Armada Nacional tomar”, disse Capriles, durante coletiva de imprensa.

O governo venezuelano emitiu na segunda-feira um decreto de estado de exceção com o qual Maduro se atribui amplos poderes para enfrentar a crise econômica e conter a ofensiva para tirá-lo do poder.

Capriles, que encabeça o pedido de referendo revogatório contra Maduro de parte da oposição, considerou esta ordem do presidente venezuelano “é absolutamente nula, este é um decreto inconstitucional. E Maduro não está acima da Constituição”.

Por isto, propôs que “se Maduro insistir neste decreto, que o país desconheça este decreto”, pois assegura que a Constituição os ampara ante uma medida que “se presta para qualquer coisa”.

Capriles chegou a desafiar o presidente a que, se pretende aplicar sua decisão, “que vá preparando os tanques de guerra, que vá mandando os aviões de guerra e os tanques às ruas, porque terá que aplicá-lo pela via da força”.

O decreto, que entrou em vigor na sexta-feira passada com duração de sessenta dias, autoriza o Executivo a adotar decisões para assegurar à população o “desfrute pleno de seus direitos, preservar a ordem interna” e diminuir os efeitos de fenômenos climáticos que afetam a geração elétrica e o acesso aos alimentos, destaca o texto.

Entre as justificativas, o decreto indica que a oposição pretende o “desconhecimento de todos os poderes públicos” e promove a “interrupção do mandato” de Maduro, em alusão ao referendo revogatório que promove contra ele.

da Redação OEB
com AFP

Além de aparelhar o Estado o PT espionava até a mais alta corte

O PT não só cuidou do aparelhamento do Estado.
A espionagem se estendeu até mesmo ao Supremo Tribunal Federal.
O controle de toda a máquina estatal era necessário, pois tratou-se da maior organização criminosa já listada no poder em toda a história da América Latina, deixando um rombo até hoje ainda não calculado.
O fato de encontrarem uma escuta no gabinete do ministro Luis Roberto Barroso, desencadeou uma investigação que agora se estende por todas as instâncias do Distrito Federal.
A Polícia Federal executa uma varredura e tudo que for encontrado será investigado minuciosamente para apurar os responsáveis.

‘Grampo’ é encontrado em gabinete de ministro do STF

ministro-Luís-Roberto-Barroso O ministro Luís Roberto Barroso

A segurança do Supremo Tribunal Federal encontrou um microfone escondido no escritório do ministro Luís Roberto Barroso, o que será objeto de uma investigação.

O “grampo”, inativo, foi encontrado há um mês durante uma revista de rotina no gabinete do magistrado, embaixo de uma de suas mesas, embora sua existência só tenha sido informada nesta terça-feira.

“Agora é tema da polícia”, limitou-se a dizer um porta-voz do STF à AFP.

Barroso foi o relator do caso que definiu os passos para o julgamento político contra a presidente Dilma Rousseff, afastada do cargo para ser julgada pelo Senado por suposta maquiagem de contas públicas.

Segundo a Agência Brasil, Barroso disse que as eventuais escutas só teriam podido registrar um ambiente de bom humor e muito trabalho no escritório.

da Redação OEB
com Agência AFP

Rui Falcão, presidente do PT, pede que manifestações "Fora Temer" se intensifiquem

O PT segue firme na tentativa de desestabilização do governo, única forma de provarem que estavam certos e legitimarem que foi um “golpe”. Conseguem adeptos inclusive da “direita”. Lideres com discursos inflamados cooptando seguidores e cumprindo, fielmente, a cartilha da facção que ainda tem esperança de dominar o País.

O “fora Temer” é a única alternativa que sobrou para o partido “vitima”.

O PT ainda tem muito dinheiro guardado dos desvios cometidos e investe boa soma nos manifestantes que tentam mostrar para a mídia internacional que a vontade do povo foi contrariada através do “golpe”.

Enquanto isso, a nova equipe do governo tenta desfazer os últimos atos da presidente afastada e reverter a economia, para que os investimentos retornem e o Brasil se estabilize para a longa caminhada de recuperação.

rui-falcao

Rui Falcão – presidente do PT

Rui Falcão insiste em afirmar que o novo governo quer desmontar seguridade social

O presidente do PT, Rui Falcão, pediu nesta segunda-feira que as manifestações contra o governo Michel Temer continuem e firmou que seu partido seguirá participando de atos “em defesa da democracia”. Em artigo publicado em sua página das redes sociais, Rui Falcão criticou a ausência de mulheres e negros no que chamou de “governo usurpador” que, segundo ele, prevê o “desmonte da seguridade social”.

“A reação popular ao golpe continua e as manifestações de protesto e denúncia devem prosseguir. Nas instituições, a oposição firme e consistente deve combinar uma pressão de convencimento aos senadores, a fim de que não convalidem, no exame do mérito, um impeachment sem base legal, repudiado inclusive por milhares de juristas, por governos progressistas e por veículos da mídia internacional”, escreveu Rui Falcão.

Segundo ele, “mal começou e o governo usurpador confirma o que já prevíamos. Em sua primeira entrevista – e na de alguns ministros – o presidente interino anuncia a disposição de avançar em privatizações, em rever políticas sociais e de reforma agrária, bem como de acabar com o multilateralismo da política externa brasileira, retornando à dependência dos Estados Unidos”, opinou ele, lembrando que o ministro interino da Fazenda, Henrique Meirelles, deu sinais de que pretende promover um “desmonte da seguridade social (saúde, assistência social e previdência)” e que isso “faz parte do programa neoliberal da Ponte para o Futuro”.

Segundo Rui, o PT “continuará alinhado com os partidos, frentes e movimentos do ‘Não ao Golpe. Fora Temer!’, participando e organizando atos, eventos e manifestações em defesa da democracia, da Justiça e do Estado de Direito”.

da Redação OEB
com Globo.com

REAÇÃO DEMOCRÁTICA – 12 de maio, quinta às 21h ao vivo

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HANGOUT ao vivo – 12 de maio às 21:00h

REAÇÃO DEMOCRÁTICA 002

reacao-democratica

O impeachment foi o primeiro passo.

PAUTAS:

– Ministro da Defesa e as Forças Armadas

– Outras nomeações de Michel Temer

– O Marco Civil da Internet (Por que a pressa?)

– MST, MTST, CUT…

– Pauta livre

Participação da equipe:

Gen Paulo Chagas

Gen Rocha Paiva
Gen Luiz Sodré
Dr. Paulo Fernando
Ray Alves
Celso Brasil
e autoridades

Transmissão simultânea pelas rádios da Rede Movimento

PT tenta golpe contra a democracia e cai em mais uma situação ridícula [vídeos da reação no DF]

impeachment1O desafio ao bom senso e, mais uma vez, subestimando a inteligência do povo, parlamentares e ativistas amantes da Pátria, aconteceu em Brasília e o PT se submeteu a mais uma situação ridícula diante da Nação Brasileira.

O presidente interino da Câmara dos Deputados deverá sofrer as consequências de seu ato insano, próprio dos apoiadores do estado de coisas em que se encontra o Brasil, teve seu minuto de fama, como é próprio daqueles do seu meio, um minuto extremamente negativo.

Ao que se prevê, o deputado Maranhão apenas encurtou seu mandato, que está em risco, devendo responder, sem foro privilegiado, as acusações que o envolve na Lava Jato. Sua decisão anti-regimental, provando ser incompetente para assumir o cargo, certamente terá suas consequências.

O Brasil continua em seu novo rumo e, como noticiamos neste portal, bem antes dos acontecimentos que tomaram a mídia, agora, mais rígido, com um governo que deverá aproveitar todo o apoio das instituições que se apresentaram como aliadas na luta pela preservação da ordem e do progresso, com muita inteligência.

Veja nossa publicação desta data às 10:19h onde informamos que algo estranho ocorria em Brasília
Algo está acontecendo e Brasília se prepara para transformações

Portanto, é hora de apostarmos e apoiarmos as transformações que virão, sempre atentos na luta por um Brasil muito melhor.

Reações em Brasília:

A invasão dos movimentos terroristas do PT no Senado

Depois da decisão de continuidade de andamento do processo de impeachment:

Matéria que tomou o espaço da mídia no dia de hoje – o fatídico 09 de maio de 2016

Presidente em exercício da Câmara anula votação do impeachment
Waldir Maranhão (PP-MA) acolheu pedido da Advocacia-Geral da União.
Maranhão assumiu presidência da Câmara com afastamento de Cunha.

O presidente interino da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), decidiu nesta segunda-feira (9) anular a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff, ocorrida no dia 17 de abril. Ele acolheu pedido feito pelo advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo.

O deputado do PP, que substituiu Eduardo Cunha na presidência da Câmara na semana passada depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu afastar o peemedebista do comando da casa legislativa, marcou uma nova votação do pedido impeachment para daqui a 5 sessões do plenário da Câmara, contadas a partir do momento em que o processo for devolvido para a Casa pelo Senado.

da Redação OEB
com fontes deste veículo