Category: Agronegócio

ago 03

MST tem integrantes presos – Legislação antiterrorismo é usada pela Justiça

Sem a blindagem da qual sempre usufruiu, o MST, pela primeira vez, sofre as consequências de suas ações que passam a ser consideradas terroristas, o que sempre foi acobertado pelo governo do PT, que utilizava a organização terrorista como seu braço armado para implantação de um regime totalitarista bolivariano, aos moldes da Venezuela e países que tentaram adotar este mesmo sistema.

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Legislação antiterrorismo é usada pela primeira vez

Justiça usa legislação antiterrorismo para prender militantes do MST que invadiram e destruíram fazenda

Com base na Lei 12.850 que tipifica organizações criminosas, a Justiça em Goiás mandou prender quatro militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Um deles, José Valdir Misnerovicz, que atua no movimento há 30 anos, está preso no Núcleo de Custódia de Segurança Máxima de Aparecida de Goiânia. Sua prisão ocorreu em maio. As prisões estão inseridas no contexto de ocupação da Usina Santa Helena, uma propriedade de 22 mil hectares, no município de Santa Helena de Goiás, por cerca de mil famílias sem-terra ocorrida no domingo passado. É uma das maiores ações do MST neste ano no País. O movimento cobra o assentamento de 6.500 famílias na área.

É a primeira vez que a Justiça aceita denúncia do Ministério Público contra militantes do MST com base na lei de 2013 sobre organizações criminosas, especialmente no artigo 2.º, que contou com a redação da Lei 13.260, a lei antiterrorismo.

As terras da Santa Helena, uma usina de álcool aberta nos anos 1970, são disputadas por famílias de pequenos agricultores desde a crise que atingiu a empresa, há três anos. Uma parte da propriedade foi arrendada para plantadores de soja. Em 23 de agosto do ano passado, os sem-terra ocuparam pela primeira vez a propriedade. Autoridades fazendárias chegaram a iniciar um acordo para repassar 5.500 hectares para a reforma agrária, com a redução da dívida da empresa. A Justiça, no entanto, suspendeu o processo, argumentando que os trabalhadores da usina, com direitos a receber, deveriam ter prioridade.

No dia 12 de abril, os sem-terra foram surpreendidos com a decisão da Justiça de prender as quatro lideranças, especialmente José Valdir Misnerovitcz que integrava o comitê montado pelo governo goiano de gerenciamento de crise no campo. Ele era um dos responsáveis em negociações para evitar confrontos e violência em reintegrações de posse e despejos. Nos argumentos da denúncia os promotores Julianna Giovanni Gonçalves e Sérgio Luis Serafim citam atos de violência praticados por Diessyka Lorena Santana Soares, Luis Batista Borges e Natalino de Jesus no município de Santa Helena. Os promotores dizem que o sem-terra constitui e integra uma organização criminosa.

Organização criminosa

A decisão de prender os sem-terra foi tomada por uma comissão formada pelos juízes Thiago Brandão Boghi, Rui Carlos de Faria e Vitor Umbelino Soares Junior. Por meio da assessoria do Tribunal de Justiça de Goiás, a juíza Aline Freitas da Silva, que responde temporariamente pelo caso, ressaltou que a prisão foi pedida pelo Ministério Público. Os promotores argumentam que os sem-terra fizeram ameaças a funcionários da fazenda e “subtraído” uma máquina agrícola. Não há referências a uso de armas de fogo pelos sem-terra, que teriam usado apenas armas brancas, como facões.

da Redação OEB
Texto do site na íntegra
alvarodias.com.br

maio 19

REAÇÃO DEMOCRÁTICA [03] – 19 de maio, quinta – ao vivo – 21:00h

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ATENÇÃO!
Este programa vai ao ar excepcionalmente numa quinta-feira. Problemas de agenda não permitiram sua realização na quarta. Pedimos a compreensão do nosso público.

GENERAIS, AUTORIDADES E ANALISTAS num debate aberto e atual.
Transmitido ao vivo em 19 de maio de 2016 – C O M P A R T I L H E !!!

Participação da equipe:
Gen Paulo Chagas
Dr. Paulo Fernando
Ray Alves
Celso Brasil
Convidado especial – Marcio Batista de Oliveira
Membro do Instituto Conservador e coordenador do Observatório da Educação/DF
e Dra. Damares Alves – já conhecida do nosso público

Transmissão simultânea pelas rádios da Rede Estado Brasileiro

maio 18

Kátia Abreu – corrupção que vem de longe nas desapropriações

A suja e verdadeira razão de tantas desapropriações

Terras produtivas e de propriedade legal eram tiradas de seus proprietários para serem distribuídas a políticos.

A cartilha comunista bolivariana era cumprida à risca!
A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento durante o segundo governo de Dilma Rousseff, Kátia Abreu, está envolvida em escândalos que justificam sua amizade tão próxima com a ex-presidente e sua fidelidade a ela.

Empresária, pecuarista e senadora pelo PMDB de Tocantins, foi desmascarada em uma reportagem televisiva que mostrou de quem se trata. Alguém com a mesma mentalidade corrupta daqueles que venerava e seguia.

As imagens falam por si e a senadora precisa ser investigada, julgada e condenada.

Sabe-se que todos eles estarão prestando contas à Lei, mas no caso dessa senhora, as ações devem ser rápidas, porque ela tem muitas informações a serem exploradas pela Polícia Federal nas investigações sobre tantas desapropriações ilegais para que terras fossem distribuídas a políticos alinhados com os planos sujos da organização criminosa da qual fez parte como ministra.

da Redação OEB
com pesquisa internet

maio 16

Temer ordenou a revisão dos últimos atos de Dilma e muitos serão anulados

Após Eduardo Cunha abrir o processo de impeachment, em 2 de dezembro de 2015, Dilma bateu todos os recordes de assinaturas de decretos, atos, normas, homologações… Tudo que contraria o empresariado, o agronegócio, as Forças Armadas e os interesses da população, beneficiando apaniguados com terras, assentamentos etc, além de prejudicar inúmeras áreas essenciais para o desenvolvimento e, finalmente, a regulamentação do marco civil, às pressas, que ainda precisava ser discutido pela parcela da sociedade e empresas de telefonia insatisfeitas, mas que foi aprovado pelos “movimentos sociais”.

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Por ordem de Temer, a Casa Civil iniciou, na última sexta-feira, um pente-fino em todas as ações do governo da presidente afastada a partir do dia 1° de abril. A data combina exatamente com a publicação de uma série de normas que criaram áreas indígenas e desapropriaram terras, contrariando interesses do setor ruralista.

Dilma deixou tudo preparado para que o próximo governo sofresse com as consequências de seus atos, perdendo o foco da recuperação econômica, prioridade do atual que não pode falhar neste item, sob pena de cair em descrédito rapidamente e agravar a situação da população que já sofre com os resultados da irresponsabilidade e trabalho de destruição do Brasil.

O momento atual é crítico para toda a Nação e desestabilizar o governo atual é o objetivo maior daqueles que o congresso e o senado afastaram.

O PT está cumprindo a promessa de sabotar o governo Temer em todas as áreas e promove manifestações, agora com a colaboração de boa parte da “direita”, onde o grito oficial é o “fora Temer”.

Algumas ações não poderão ser revertidas, mas o presidente em exercício já mobilizou sua equipe para que possa anular tudo que for permitido.

Somente no dia 1º de abril, Dilma Rousseff assinou 21 atos para desapropriar 56 mil hectares de terras, deixando claro que o direito à propriedade não seria permitido, caso se perpetuassem no poder, como planejavam com o totalitarismo – a ditadura do proletariado.

Em decretos, foram assinados 75 até 12 de maio, dia do seu afastamento.

Dilma também assinou atos reconhecendo pelo menos cinco comunidades quilombolas em diferentes regiões do país, além de aprovar outras etapas importantes do processo de legalização fundiária. Também foram chancelados estudos de delimitação de quatro terras indígenas. No período, o governo Dilma também assinou atos reconhecendo pelo menos cinco comunidades quilombolas em diferentes regiões do país, além de aprovar outras etapas importantes do processo de legalização fundiária. Também foram chancelados estudos de delimitação de quatro terras indígenas.

Semanas antes de assumir a Presidência, Michel Temer se reuniu com deputados e senadores ligados ao agronegócio e se comprometeu a rever todas essas medidas.

A revisão não se limitará a este primeiro período definido pela Casa Civil. Depois deste lote, serão analisados, mês a mês, todos os atos do governo Dilma desde que o então presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) abriu o processo de impeachment, no dia 2 de dezembro de 2015.

— Vamos analisar todos os atos desde a abertura do processo de impeachment, porque, desde então, muitas definições ganharam agilidade. Não vamos fazer nenhuma terra arrasada, mas precisamos fazer uma verificação — justificou um interlocutor presidencial.

O Marco Civil da Internet também está na mira do novo governo. A equipe de Dilma acelerou a regulamentação da lei aprovada dois anos antes em um texto elogiado pelos movimentos sociais, mas que suscitou críticas entre as operadoras de telefonia.

Uma decisão já tomada foi a demissão do presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Ricardo Mello. Ele tomou posse dois dias antes do afastamento de Dilma. Pesou na decisão do novo governo críticas feitas pela estatal a Temer.

O conselho curador da EBC se manifestou contra a demissão, dizendo que não há amparo legal para o afastamento. O governo Temer, no entanto, não irá recuar da decisão. A exoneração de Ricardo Mello deverá ser publicada na edição de hoje do Diário Oficial da União. Para o seu lugar, irá o jornalista Laerte Rímoli.

Entre os decretos deixados por Dilma estão ainda a instituição de “política de dados abertos do Poder Executivo Federal” e a necessidade de requisitos mínimos para seleção de contratados para cargos na Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). O órgão é feudo do PMDB e do PTB, em especial do deputado Jovair Arantes (PTB-GO), relator do processo de impeachment na Câmara.

Segundo o decreto da política aberta de dados, são consideradas automaticamente passíveis de abertura as bases de dados do governo federal que não contenham informações protegidas pela Lei de Acesso à Informação.

O decreto estabelece prazo de 180 dias para que o Executivo abra uma série de dados, como ocupantes de cargos em estatais e informações do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi), um dos mais difíceis de ser acessado pelos cidadãos. Este sistema é restrito a técnicos, que precisam ter senha de acesso.

A gestão da presidente afastada também baixou decreto discriminando ações do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) a serem executadas por meio de transferência obrigatória. Temer, no entanto, vai rever a manutenção deste programa e a ideia é que ele desapareça.

Na última sexta-feira, a Casa Civil percebeu que não será tão fácil mexer em medidas assinadas por Dilma Rousseff. Em uma reunião com os técnicos houve desconforto com o anúncio das revisões. Um servidor chegou a abandonar a reunião, contrariado com a intenção do novo governo.

da Redação OEB
Com Globo.com

maio 15

Debate: OS NOVOS DESAFIOS BRASILEIROS – videoconferência – 16-mai-2016 21:00hs

Debate: OS NOVOS DESAFIOS BRASILEIROS
Estúdio: Celso Brasil – Ray Alves – José Lima – Lúcia Felix – Ricardo Precioso – convidados
Segunda, 16 de maio de 2016 – 21:00h – ao vivo, transmitido pelas rádios da Rede Estado Brasileiro e Google – ao vivo, via Hangout.
O programa permanecerá em acervo após sua apresentação.

Participe e compartilhe!
Realização: O ESTADO BRASILEIRO – www.oestadobrasileiro.com.br

maio 12

REAÇÃO DEMOCRÁTICA – 12 de maio, quinta às 21h ao vivo

Assista, Participe e Compartilhe!

HANGOUT ao vivo – 12 de maio às 21:00h

REAÇÃO DEMOCRÁTICA 002

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O impeachment foi o primeiro passo.

PAUTAS:

– Ministro da Defesa e as Forças Armadas

– Outras nomeações de Michel Temer

– O Marco Civil da Internet (Por que a pressa?)

– MST, MTST, CUT…

– Pauta livre

Participação da equipe:

Gen Paulo Chagas

Gen Rocha Paiva
Gen Luiz Sodré
Dr. Paulo Fernando
Ray Alves
Celso Brasil
e autoridades

Transmissão simultânea pelas rádios da Rede Movimento

maio 09

PT tenta golpe contra a democracia e cai em mais uma situação ridícula [vídeos da reação no DF]

impeachment1O desafio ao bom senso e, mais uma vez, subestimando a inteligência do povo, parlamentares e ativistas amantes da Pátria, aconteceu em Brasília e o PT se submeteu a mais uma situação ridícula diante da Nação Brasileira.

O presidente interino da Câmara dos Deputados deverá sofrer as consequências de seu ato insano, próprio dos apoiadores do estado de coisas em que se encontra o Brasil, teve seu minuto de fama, como é próprio daqueles do seu meio, um minuto extremamente negativo.

Ao que se prevê, o deputado Maranhão apenas encurtou seu mandato, que está em risco, devendo responder, sem foro privilegiado, as acusações que o envolve na Lava Jato. Sua decisão anti-regimental, provando ser incompetente para assumir o cargo, certamente terá suas consequências.

O Brasil continua em seu novo rumo e, como noticiamos neste portal, bem antes dos acontecimentos que tomaram a mídia, agora, mais rígido, com um governo que deverá aproveitar todo o apoio das instituições que se apresentaram como aliadas na luta pela preservação da ordem e do progresso, com muita inteligência.

Veja nossa publicação desta data às 10:19h onde informamos que algo estranho ocorria em Brasília
Algo está acontecendo e Brasília se prepara para transformações

Portanto, é hora de apostarmos e apoiarmos as transformações que virão, sempre atentos na luta por um Brasil muito melhor.

Reações em Brasília:

A invasão dos movimentos terroristas do PT no Senado

Depois da decisão de continuidade de andamento do processo de impeachment:

Matéria que tomou o espaço da mídia no dia de hoje – o fatídico 09 de maio de 2016

Presidente em exercício da Câmara anula votação do impeachment
Waldir Maranhão (PP-MA) acolheu pedido da Advocacia-Geral da União.
Maranhão assumiu presidência da Câmara com afastamento de Cunha.

O presidente interino da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), decidiu nesta segunda-feira (9) anular a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff, ocorrida no dia 17 de abril. Ele acolheu pedido feito pelo advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo.

O deputado do PP, que substituiu Eduardo Cunha na presidência da Câmara na semana passada depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu afastar o peemedebista do comando da casa legislativa, marcou uma nova votação do pedido impeachment para daqui a 5 sessões do plenário da Câmara, contadas a partir do momento em que o processo for devolvido para a Casa pelo Senado.

da Redação OEB
com fontes deste veículo

maio 06

Dilma reforça a vitimização que passa a ser o "tiro no pé" do PT e os poucos aliados

dilma-rousseffA argumentação de todos os envolvidos no maior escândalo já visto na política, que não se restringe ao petrolão, é a mesma de sempre, vitimizando os que estão em queda e lançando previsões de caos para aqueles que são privilegiados, mais diretamente, os pobres que perderão os “bolsa voto” até concessões de terras, onde estão envolvidos os substitutos dos antigos grileiros, ou seja, políticos e empresas que passaram a ser “proprietários” de grandes extensões de terra (muitas retiradas de proprietários a força) e até, pasmem, bolsa família.
O grande e complexo esquema de corrupção, quebrou o Brasil.

“Infelizmente’ Temer e Cunha são cúmplices de um processo grave

Acusa Dilma Rousseff

No mesmo dia em que a comissão do impeachment do Senado votará o relatório sobre seu possível impedimento, a presidente Dilma Rousseff usou mais uma cerimônia no Palácio do Planalto para defender seu mandato e atacar o presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e o vice-presidente Michel Temer (PMDB-SP). “Não vamos nos iludir. Todos aqueles que são beneficiários desse processo, como, por exemplo, aqueles que estão usurpando o poder, infelizmente o vice-presidente da República, são cúmplices de um processo extremamente grave”, disse.

Em seu discurso, Dilma comentou o afastamento de Cunha na quinta-feira, 5, pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e afirmou que, com isso, o Poder Judiciário confirmou que o presidente da Câmara afastado “usava de práticas condenáveis”. “Uma das práticas mais condenáveis foi a chantagem explícita contra o meu governo”, disse, ressaltando que a situação é “descarada”.

Sem comentar que o governo pretende questionar no Supremo o fato de Cunha ter conduzido o processo de impeachment na Câmara, Dilma disse que “o pecado original deste processo não pode escondido”. “Não foi só chantagem explícita, é um golpe explícito e o desvio de poder”, afirmou.

Na quinta-feira, o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, disse que pedirá ao STF a anulação do processo com base no “desvio de finalidade” do presidente da Câmara. No Planalto, entretanto, interlocutores de Dilma dizem que Cardozo “está apenas cumprindo o seu papel” e que é difícil reverter o processo.

A presidente, que participou nesta sexta-feira, 6, de cerimônia relativa ao Programa Minha Casa Minha Vida, afirmou ainda que sabe que é “muito incômoda” para alguns e reafirmou que não irá renunciar. “Eu tenho a disposição de resistir. Resistirei até o último dia”, pontuou. “Vivemos um impeachment golpista; é ridícula essa questão de pedaladas fiscais.”

Pouco antes de começar a cerimônia, o ministro do desenvolvimento agrário, Miguel Rossetto, chamou o vice-presidente Michel de “impostor” e ameaçou avisando que seu “governo ilegítimo não terá um minuto de sossego”. “Ele (Temer) é um golpista e seu governo não terá legalidade”, comentou o ministro. E acrescentou: “Será uma crise prolongada e não haverá estabilidade política no País com um presidente impostor”.

A argumentação do “retrocesso” que inicia o processo de “infernizar o governo Temer”, como prometido, exaltando a perda de “privilégios da sociedade”

Ao defender o programa Minha Casa Minha Vida, Dilma afirmou ter “consciência” de que o “golpe” não é exclusivamente contra o seu mandato. “Fui eleita com 54 milhões de votos e com um programa”, afirmou. “O que está acontecendo é uma eleição indireta, que é travestida de impeachment. Vão querer, na maior cara de pau, referendar um programa que não foi eleito nas urnas”, completou.

Sem citar diretamente Temer, Dilma disse que vão querer reduzir o Bolsa Família “a pó”. Segundo ela, a proposta sugerida pelo PMDB de limitar o benefício a 5% da população deixará “mais de 36 milhões de pessoas à margem”. “O bolsa família hoje contempla 47 milhões de pessoas. A proposta reduziria para 10 milhões”, disse.

Mesmo com o impeachment em estágio avançado, Dilma seguiu falando de metas e prometeu a contratação de mais 2 milhões de casas no âmbito do programa Minha Casa, Minha Vida Segundo ela, ao final de 2018, o governo terá construído mais de 5 milhões de unidades habitacionais. “A cada oito brasileiros, um terá uma casa do Minha Casa Minha Vida”, afirmou. Na cerimônia desta sexta-feira, o governo anunciou a contratação de 25 mil unidades habitacionais no âmbito do programa.

Apoio dos movimentos ditos “sociais”

Como aconteceu nos últimos eventos no Palácio do Planalto, a cerimônia teve uma plateia – desta vez bastante reduzida – formada por claque de apoiadores de Dilma, como os movimentos sociais. Das cerca de 400 cadeiras separadas para o evento, mais de 100 estavam vazias.

O coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, que discursou no evento, fez duras críticas ao processo de impeachment e disse que “é importante que se reafirme que há um golpe, conduzido pelo maior bandido da história, que é o senhor Eduardo Cunha”.

Boulos questionou o fato de o Superior Tribunal Federal (STF) julgar pelo afastamento de Cunha. “Por que demoraram quatro meses para afastar Cunha? Dizem que tentaram higienizar o golpe, mas nem com muito desinfetante vão higienizar o golpe neste País”, afirmou.

Boulos afirmou ainda que há um risco “real e iminente” de retrocessos no Brasil e garantiu que os movimentos sociais vão tomar as ruas após o afastamento de Dilma. “Não daremos nenhum passo atrás, presidente, e barraremos nas ruas esse golpe e qualquer retrocesso”, disse o coordenador do MTST a Dilma. “O jogo ainda não está jogado. Nas ruas o povo está pronto para defender o golpe.” “Para aqueles que querem ameaçar a democracia: não mexam com as conquistas históricas do povo brasileiro. A luta está na rua”.

da Redação OEB
com Agência Estado

maio 04

31 anos de prisão para José Rainha – Um recado aos movimentos terroristas

Depois de dar tanto trabalho a proprietários rurais, José Rainha se torna um recado do Ministério Público às organizações terroristas travestidas de “movimentos sociais”.

O ex-líder do MST é acusado de 3 crimes pela Justiça Federal de Presidente Prudente (SP)

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Ex-líder do MST José Rainha

O ex-líder do MST, José Rainha Júnior, foi condenado a 31 anos e cinco meses de prisão pela 5ª Vara da Justiça Federal de Presidente Prudente, no interior de São Paulo. Ele é acusado pelos crimes de extorsão, formação de quadrilha e estelionato. A sentença também ordena o pagamento de multa. Também foi condenado Claudemir Silva Novais, cuja pena é de cinco anos e seis meses de prisão.

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Em 2011, Rainha foi investigado pela Polícia Federal na Operação Desfalque, que descobriu um esquema de extorsão de empresas e desvios de verbas para assentamentos rurais. Os réus, no entanto, poderão recorrer em liberdade, pois conseguiram a concessão de habeas corpus.

O ex-lider do MST José Rainha Junior e seu companheiro e apoiador Lula

Os réus usavam trabalhadores rurais ligados ao MST como massa de manobra para invadir terras e exigir pagamentos de contribuições aos movimentos sociais, segundo a acusação do Ministério Público Federal (MPF). Uma das acusações é de que José Rainha teria cobrado e recebido R$ 50 mil e R$ 20 mil de duas empresas do agronegócio, respectivamente, para não invadir fazendas e queimar canaviais do Pontal do Paranapanema e da região de Paraguaçu Paulista.

Ainda de acordo com os promotores, o ex-líder do MST teria exigido R$112 mil de uma concessionária de rodovias a título de ajuda solidária. Com isso, praças de pedágio não seriam depredadas pelos sem-terra.

Um dirigente da Frente Nacional de Luta (FNL), o grupo dissidente liderado por Rainha, disse que o movimento “vai analisar a situação”. “Não descartamos uma manifestação de apoio a Rainha, vamos esperar um pouco”, comentou o dirigente, que pediu anonimato.

da Redação OEB
com Estadão conteúdo

abr 26

MST continua praticando crimes – falta pouco para ser desarticulado

Conforme prometeu Lula e seus sequazes, supostos líderes revolucionários, o PT tenta continuar com a intimidação.
As instituições responsáveis pela manutenção da Lei e da ordem só esperam o impeachment ser homologado para desarticular essa facção que tanto prejuízo causou à Nação.
A prisão de Lula é certa. Quanto à Dilma, embora nada se fale nos meios oficiais, é mais que clara as consequências desastrosas, desta vez para ela, dos insanos atos que praticou.
Eliminados os chefes, desarticula-se o bando – essa é a palavra das Forças de segurança.

MST faz marchas pelo Brasil e invade terras contra impeachment de Dilma

Atos em seis Estados fazem parte de agenda manifestações contrárias ao afastamento da presidente, que terá seu ponto alto no feriado de 1º de maio

Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST) realizam marchas, nesta terça-feira, 26, em seis Estados para cumprir uma agenda de manifestações contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), que terá seu ponto alto no feriado de 1º de maio. Também estão previstos bloqueios de rodovias e invasões de terras. Durante a madrugada, cerca de 300 integrantes invadiram uma fazenda de 600 hectares em Eldorado do Sul, região da Grande Porto Alegre (RS).

Movimentação do MST contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff em frente ao Congresso Nacional
Movimentação do MST contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff em frente ao Congresso Nacional

Lideranças alegam que a mobilização faz parte da jornada de lutas do movimento pela reforma agrária e em defesa da democracia. Uma das marchas chegou a Belo Horizonte, na manhã desta terça-feira, procedente de Ouro Preto. Na capital mineira, foi realizado um ato no morro de Vera Cruz. À tarde, o grupo se deslocou para a Praça da Liberdade, na região central. Uma coluna de camponeses chegou também a João Pessoa, capital da Paraíba. Manifestantes estão acampados em Natal (RN), após terem ocupado a superintendência regional do Incra, na segunda-feira, 25.

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Outro grupo de militantes do MST sege de União dos Palmares (AL) em direção à capital Maceió, onde devem chegar na quinta-feira, 28. Manifestantes acamparam na zona universitária de Cuiabá, após marcha de 40 km. Em Pernambuco, militantes acampados em Petrolina e Recife fizeram bloqueios em rodovias da região e na BR-232, em Caruaru.

Na capital baiana, Salvador, os sem-terra estão acampados há dez dias no Farol da Barra. Em São Paulo, o MST organiza excursões de militantes à capital paulista, onde está prevista manifestação, dia 1º de maio, no Vale do Anhangabaú, com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

 

da Redação OEB
com Estadão conteúdo