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Brasil – o segundo pior do mundo em educação

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Cerca de 12,9 milhões de estudantes não têm capacidades elementares para compreender o que leem

12 anos de paralisação de investimentos e a perversão imputada às crianças e jovens brasileiros, levou o País para o segundo pior no ranking educacional entre 64 nações avaliadas.

A falta de incentivo e preparação de professores é um dos fatores que se soma a alterações nos métodos de ensino, com o emprego de técnicas marxistas para a implantação de um regime jamais solicitado pelo povo.

Muito pelo contrário!

 

Hoje a população rejeita o regime comunista bolivariano que tentam implantar no País, após vivenciarem e sentirem as reações desse falido sistema nos jovens e seus reflexos que se estendem até à segurança pública.

O marxismo cultural é imposto fortemente, reduzindo a capacidade de análise e pervertendo os jovens e crianças, o que reflete de forma direta na família sob vários aspectos.

Assistimos greves de professores e manifestações da classe onde foram constatadas a infiltração de militantes do MST e outras forças cegas apoiadoras do malfadado sistema.

Conclusão: violência nos atos, vítimas das confusões criadas propositalmente para que fosse cumprido mais um item da cartilha – a criminalização da polícia, através de imagens editadas pela mídia refém e a mídia cooptada.

Aproveitando o resultado desse marketing de negativação da imagem da Polícia Militar e até da Polícia Civil, complementaram com mais outro item da cartilha – o projeto de desarmamento das forças de segurança e sua desmilitarização.

Essa soma de processos que dirigem a opinião pública para mais enganos, fizeram com que muitos jovens se convencessem que “o crime compensa”, que a libertinagem fosse apresentada como liberdade e, consequentemente, uma maior evasão das escolas ocorressem.

Trata-se de sujas campanhas em série e ligadas entre si, onde a alteração do comportamento das crianças e jovens contrariassem os valores que tanto lutamos para preservar.

Os reflexos de tudo isso levaram o Brasil para os primeiros lugares nos rankins negativos, como: educação, segurança e saúde. Essa última, graças aos cortes de investimentos e o total descaso – um verdadeiro desrespeito à população e mais uma ação vil para o tão programado caos, com a falta de leitos e fechamento de hospitais e unidades de saúde – o que permitiria a implantação de uma ditadura com total facilidade.

A ditadura do proletariado, já que tentam igualar todas as classes na linha de miséria.

A agravante na falta de investimentos é o gigantesco corte de verbas que, ao contrário, deveriam ser crescentes.

Hoje, o Brasil conquista mais uma colocação vergonhosa no cenário mundial – a pior educação.

Já somamos vários primeiros lugares nos rankins negativos, como: escândalos de corrupção, segurança pública, fragilidade nas fronteiras, saúde… e a educação que fecha a lista como a garantidora do sucesso na implantação do caos programado.

A contrapartida é a reação do povo nas ruas, a reação do Ministério Público e o maravilhoso trabalho da Lava Jato – Juízes e Polícia Federal em ação, com total apoio da opinião pública.

Muito temos a fazer. Muitas batalhas ainda temos pela frente, alimentados pela certeza da vitória do bem sobre o mal.

Uma nova cultura se cria, com as investigações e punições, gerando uma sequência de ações que o povo brasileiro exigirá que cresça e se expanda por todos os órgãos governamentais e privados.

É essa cultura que implantamos e alimentamos em nossas almas.

A sequência de fatos que ocorrerão – a queda do atual poder e a renovação do quadro político, somado às prisões dos maiores promotores dessa vergonha, nos fará mais confiantes e crentes de que um novo Brasil está nascendo.

E haveremos de alimentar esse novo ser com muito mais competência e participação, no exercício da cidadania que tentaram nos privar.

Celso Brasil

 


As matérias abaixo são fornecidas pelas agências de notícias e mídia


 

Brasil é segundo país com pior nível de aprendizado, aponta estudo da OCDE

Cerca de 12,9 milhões de estudantes com 15 anos de idade não têm capacidades elementares para compreender o que leem, nem conhecimentos essenciais de matemática.

O Brasil tem o segundo maior número de estudantes com baixa performance em matemática básica, ciências e leitura em uma lista de 64 países de todo o mundo. Cerca de 12,9 milhões de estudantes com 15 anos de idade – de um total de 15,1 milhões que compõem o universo do estudo – não têm capacidades elementares para compreender o que leem, nem conhecimentos essenciais de matemática e ciências. Destes, 1,1 milhão são brasileiros.

As conclusões constam de uma análise sobre qualidade da educação de jovens publicada nesta quarta-feira, 10, pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), em Paris O relatório, intitulado “Alunos de baixo desempenho: por que ficam para trás e como ajudá-los?”, baseia-se em dados de 2012 do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA), da própria organização.

Dos 64 países analisados, o Brasil ficou atrás apenas da Indonésia, que tem 1,7 milhão de estudantes com baixo desempenho Em termos percentuais, o País é o décimo pior avaliado, atrás de Catar, Peru, Albânia, Argentina, Jordânia, Indonésia, Colômbia, Uruguai e Tunísia.

Dos 2,7 milhões de alunos de 15 anos avaliados on Brasil, 1,9 milhão tinha dificuldades em matemática básica, 1,4 milhão em leitura e 1,5 milhão em ciências. Cruzados, os números indicam que 1.165.231 estudantes tinham dificuldades em cumprir tarefas básicas nas três áreas de conhecimento.

Outra constatação do estudo é de que o Brasil está no “top 10” de países mais desiguais do mundo no que diz respeito à diferença de desempenho entre estudantes de classes sociais altas e baixas.

Mas nem tudo são notícias negativas. O Brasil, diz a organização, é um dos nove países que mais reduziram – em 18% – o número de estudantes com problemas em matemática básica no período entre 2003 e 2012, ao lado de México, Tunísia, Turquia, Alemanha, Itália, Polônia, Portugal e Rússia.

Na área matemática, 67,1% dos alunos brasileiros estão abaixo do nível 2 – ou seja, longe dos níveis 5 e 6, que exigem mais conhecimento.
Esses patamares são alcançados apenas por 0,8% dos estudantes brasileiros. No ranking, o País fica em 58º lugar, somando 391 pontos na escala do PISA, contra uma média de 494 pontos obtidos por estudantes que vivem em países-membros da OCDE, entidade composta por 34 nações.

Parte dos resultados ainda muito negativos do Brasil se deve à maior inclusão de estudantes no sistema educacional ao longo dos últimos 15 anos, ponderou ao Estado Alfonso Echazarra, analista da Direção de Educação da OCDE. Entre 2003 e 2012, o índice de escolarização passou de 65% para 78%.

Como a inclusão se dá incorporando alunos que estão na base da pirâmide social, em classes mais desfavorecidas, seus primeiros anos de educação são mais problemáticos, por frequentarem escolas com menos recursos, como ocorre em regiões rurais.

Nesse cenário, a redução do número de estudantes com problemas de base em matemática, leitura e ciências é um sinal positivo que pode ser comemorado. “O Brasil é um claro exemplo de que o investimento em educação leva a melhores resultados, o que nem sempre é o caso em outros países”, explica Echazarra.

Em termos mundiais, entre os 12,9 milhões de alunos com desempenho baixo, 11,5 milhões têm problemas em matemática, 8,5 milhões leem com dificuldades e 9 milhões têm lacunas no aprendizado de ciências.

Para romper o ciclo de baixo nível educacional, a OCDE recomenda que os governos nacionais identifiquem os estudantes com baixa performance e lhes ofereçam estratégias para recuperação de nível.

Entre as propostas da entidade, a maior parte tem caráter estrutural: reduzir a desigualdade no acesso à educação, estimular a inscrição escolar o mais cedo possível, envolver os pais na comunidade escolar e fornecer programas de auxílio financeiro às instituições de ensino e às famílias carentes.

O Brasil tem o segundo maior número de estudantes com baixa performance em matemática básica, ciências e leitura em uma lista de 64 países de todo o mundo. Cerca de 12,9 milhões de estudantes com 15 anos de idade – de um total de 15,1 milhões que compõem o universo do estudo – não têm capacidades elementares para compreender o que leem, nem conhecimentos essenciais de matemática e ciências. Destes, 1,1 milhão são brasileiros.

As conclusões constam de uma análise sobre qualidade da educação de jovens publicada nesta quarta-feira, 10, pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), em Paris O relatório, intitulado “Alunos de baixo desempenho: por que ficam para trás e como ajudá-los?”, baseia-se em dados de 2012 do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA), da própria organização.

Dos 64 países analisados, o Brasil ficou atrás apenas da Indonésia, que tem 1,7 milhão de estudantes com baixo desempenho Em termos percentuais, o País é o décimo pior avaliado, atrás de Catar, Peru, Albânia, Argentina, Jordânia, Indonésia, Colômbia, Uruguai e Tunísia.

Dos 2,7 milhões de alunos de 15 anos avaliados on Brasil, 1,9 milhão tinha dificuldades em matemática básica, 1,4 milhão em leitura e 1,5 milhão em ciências. Cruzados, os números indicam que 1.165.231 estudantes tinham dificuldades em cumprir tarefas básicas nas três áreas de conhecimento.

Outra constatação do estudo é de que o Brasil está no “top 10” de países mais desiguais do mundo no que diz respeito à diferença de desempenho entre estudantes de classes sociais altas e baixas.

Mas nem tudo são notícias negativas. O Brasil, diz a organização, é um dos nove países que mais reduziram – em 18% – o número de estudantes com problemas em matemática básica no período entre 2003 e 2012, ao lado de México, Tunísia, Turquia, Alemanha, Itália, Polônia, Portugal e Rússia.

Na área matemática, 67,1% dos alunos brasileiros estão abaixo do nível 2 – ou seja, longe dos níveis 5 e 6, que exigem mais conhecimento. Esses patamares são alcançados apenas por 0,8% dos estudantes brasileiros. No ranking, o País fica em 58º lugar, somando 391 pontos na escala do PISA, contra uma média de 494 pontos obtidos por estudantes que vivem em países-membros da OCDE, entidade composta por 34 nações.

Parte dos resultados ainda muito negativos do Brasil se deve à maior inclusão de estudantes no sistema educacional ao longo dos últimos 15 anos, ponderou ao Estado Alfonso Echazarra, analista da Direção de Educação da OCDE. Entre 2003 e 2012, o índice de escolarização passou de 65% para 78%.

Como a inclusão se dá incorporando alunos que estão na base da pirâmide social, em classes mais desfavorecidas, seus primeiros anos de educação são mais problemáticos, por frequentarem escolas com menos recursos, como ocorre em regiões rurais.

Nesse cenário, a redução do número de estudantes com problemas de base em matemática, leitura e ciências é um sinal positivo que pode ser comemorado. “O Brasil é um claro exemplo de que o investimento em educação leva a melhores resultados, o que nem sempre é o caso em outros países”, explica Echazarra.

Em termos mundiais, entre os 12,9 milhões de alunos com desempenho baixo, 11,5 milhões têm problemas em matemática, 8,5 milhões leem com dificuldades e 9 milhões têm lacunas no aprendizado de ciências.

Para romper o ciclo de baixo nível educacional, a OCDE recomenda que os governos nacionais identifiquem os estudantes com baixa performance e lhes ofereçam estratégias para recuperação de nível.

Entre as propostas da entidade, a maior parte tem caráter estrutural: reduzir a desigualdade no acesso à educação, estimular a inscrição escolar o mais cedo possível, envolver os pais na comunidade escolar e fornecer programas de auxílio financeiro às instituições de ensino e às famílias carentes.

Brasil, Peru, Colômbia, e Argentina estão entre os dez países que têm mais alunos com baixo rendimento escolar em matemática, leitura e ciência, segundo o relatório publicado nesta quarta-feira pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômicos (OCDE) com 64 nações.
saiba mais

Brasil reduz alunos sem conhecimento básico de matemática, mas continua atrás em ranking

O Peru é o país com maior porcentagem de estudantes de 15 anos que não alcançam o nível básico estabelecido pela OCDE tanto em leitura (60%) como em ciência (68,5%), e o segundo em matemática (74,6%), atrás somente da Indonésia.

Os oito países latino-americanos que participaram do relatório PISA 2012, em que se baseia este novo estudo, estão muito acima da média da OCDE em porcentagem de alunos com baixo rendimento escolar nas três áreas analisadas.

Chile, Costa Rica e México são os países da região que têm menos alunos com baixo rendimento escolar, mas estão entre os 20 com mais estudantes que não atingiram o nível mínimo que a OCDE considera exigível de qualquer adolescente de 15 anos neste século.

Xangai (China), Cingapura, Hong Kong (China), Coreia do Sul, Vietnã, Finlândia, Japão, Macau (China), Canadá e Polônia ostentam os melhores resultados nas três áreas analisadas, com menos ou ao redor de 10% de alunos sem o nível mínimo.

Analisando a média dos 34 países que fazem parte da OCDE, o estudo conclui que ao redor de 28% dos estudantes de 15 anos termina a educação obrigatória sem o nível mínimo em pelo menos uma dessas três matérias.

Quase quatro milhões de alunos de 15 anos das nações da OCDE têm baixo rendimento em matemática e quase três milhões em ciência e leitura.

A proporção é maior se forem avaliados os 64 países que participaram do relatório PISA 2012, que em termos absolutos somam 13 milhões de alunos de 15 anos com baixo rendimento em pelo menos uma das três áreas.

Nessas 64 nações, 11,5 milhões de estudantes não têm o nível mínimo em matemática, nove milhões em ciência e 8,5 milhões em leitura.

O estudo concluiu que os resultados educativos dependem de muitos mais fatores do que simplesmente da renda per capita de um país, por isso todas as nações podem melhorar o rendimento de seus alunos se implementarem políticas adequadas.

Avanços

Países tão diversos econômica e socialmente como Brasil, México, Tunísia, Turquia, Alemanha, Itália, Polônia, Portugal e Rússia conseguiram reduzir a porcentagem de estudantes com baixo rendimento entre 2003 e 2012.

Algumas das recomendações da OCDE para atingir essa meta são os programas especiais para crianças com baixo rendimento, para filhos de imigrantes, para zonas rurais e para os alunos que vem de famílias onde não se fala a língua na qual são educados.

“A imigração não tem um papel tão forte como esperaríamos, porque não é por si só o fator de risco, mas os fatores associados a ela são”, explicou em uma conferência telefônica Andreas Schleicher, diretor de Educação e Aptidões da organização.

Os estudantes têm mais probabilidades de mostrar baixo rendimento se vêm de uma família de baixos recursos, se são filhos de imigrantes, se só têm um pai e se frequentam uma escola rural.

“Qual desses elementos pesa mais é algo que depende do país, por exemplo, nos Estados Unidos o baixo rendimento guarda muita relação com vir de uma família monoparental”, avaliou Schleicher.

Outros fatores de risco são não ter tido educação pré-escolar, repetido algum ano, mau comportamento, má gestão da escola ou políticas educativas governamentais ineficazes.

O baixo rendimento em matemática é ligeiramente mais frequente entre as meninas, enquanto em leitura há a maior lacuna entre os gêneros, com os crianças tendo menos da metade do rendimento das garotas.

Os jovens de 15 anos sem o nível mínimo têm risco maior de abandonar os estudos, costumam acabar em trabalhos mal pagos e pouco gratificantes, participam menos da política e mostram uma saúde pior.

Além disso, quando falta a uma alta porcentagem da população aptidões básicas, o crescimento econômico de todo o país pode ser “severamente comprometido”.

Os lucros econômicos que se perdem devido a políticas educacionais ruins deixam muitos países em um estado de “permanente recessão” que, advertiu a OCDE, pode ser longo e profundo.

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